A Salvadora do Olimpo: O Inimigo

19 Minha luta termina com queimaduras


Notas iniciais
Olá Little Kat's! Finalmente estou de volta. Estava até com saudades de escrever essa história, mas estou sem tempo pois tenho várias ideias na minha cabeça para você que gosta de histórias originais. Se você estiver gostando dessa história favorite, comente e recomende pois haverá a continuação. Agradeço desde já!

Quando os touros mecânicos me viram não havia mais como voltar atrás.

Os touros mecânicos lançaram fogo na minha direção, mas me desviei antes que me acertassem.

Sem querer me desequilibro e caio com o meu braço no chão onde estava pegando fogo.

Meu braço ardia como se realmente estivesse pegando fogo (jura?). Apaguei o fogo. Quando vi uma pequena, ou não, parte da minha pele havia queimado. Quase dava para ver minha carne.

De repente comecei a ficar tonta. A única coisa que consegui ver foi um touro mecânico vindo na minha direção.

Eu não conseguia levantar. Tudo girava ao meu redor.

O touro mecânico bufou para mim e abriu a boca para cuspir fogo.

Eu achei que seria o fim, até um escudo aparecer na minha frente me protegendo. Quando olhei, vi que era Andrew.

Seus cabelos estavam molhados e sua camisa estava rasgada.

Quando o touro mecânico parou de cuspir fogo, Andrew correu em direção à ele e atacou-o com uma espada muito bonita e brilhante, deixando um amassado na lateral do seu corpo. O touro mecânico cuspiu fogo na direção de Andrew, que se protegeu com o seu escudo.

Andrew se aproximou do touro, ainda segurando o escudo, e lhe deu outro golpe dessa vez no pescoço do touro.

O touro mecânico recuou enquanto o seu pescoço ficava cinza e ia se espalhando pelo seu corpo e cabeça. Ele estava virando pedra.

Outros dois touros mecânicos apareceram e correram na direção de Andrew.

Andrew foi rápido e golpeou os dois touros mecânicos também no pescoço. Os dois começaram a virar pedra.

Depois dos touros mecânicos virarem touros de pedra, Andrew correu até mim e agachou-se ao meu lado.

—Você está bem? — ele perguntou.

Sem pensar muito, eu o abracei. Meu braço ainda doía.

—Obrigada. — agradeci, soltando-o.

—Vamos curar o seu braço. — disse ele, sorrindo. Ele pegou uma mochila ao meu lado e tirou lá de dentro um frasco com um liquido verde e trapos. — Acredito que o seu dia não está sendo um dos melhores.

—Já tive melhores. — falei enquanto ele passava um pouco do liquido verde na queimadura do meu braço. — O que é isso?

—Para falar a verdade, eu não sei. — respondeu ele. — Meu pai veio me visitar logo depois que vocês saíram, ele me deu isto e disse para usar em caso de emergência.

Fiquei em silêncio enquanto Andrew enrolava os trapos em meu braço.

—Você não devia ter vindo sozinha. — disse Andrew. — Podia ter morrido, você não pode morrer.

—Por que eu não posso morrer? — perguntei.

—Porque precisamos de você — respondeu Andrew.

Eu não disse nada, só conseguia olhar para o rosto de Andrew. Ele estava com alguns arranhões, mas havia um sorriso em seus lábios. Ele parecia um pouco envergonhado. Sorri para ele.

—Vamos, temos que ir. — disse Andrew, me ajudando a levantar. Quase cai se Andrew não tivesse me segurando. — Tome cuidado.

—Pode deixar. — respondi.

Andamos em direção à saída da floresta.

Quando chegamos lá, os campistas estavam ao redor de duas pessoas, uma caída no chão e outra ajoelhada ao seu lado.

Quando nos aproximamos, vimos quem estava ajoelhada era Liza Ramsay, a filha de Afrodite. Ela chorava enquanto olhava o corpo da menina morta no chão. Era Tess Mason, sua irmã.