A Saga de Íris
24 Esperança em Meio às Sombras!
Notas iniciais
Ruínas do Santuário, parte Leste
Investigando os cosmos que surgiram vindo das sombras, as amazonas de Atena se deparam com figura familiares, causando assombro e surpresa.
Shina— Cassius? Mas você deveria...
Cassius— estar morto? Você não acha que eu deveria ter uma nova chance de mostrar tudo o que me ensinou, Shina? — saindo mais para a claridade, acompanhado por outros indivíduos.
Marin— vocês também voltaram como espectros?!
Menina— que jeito duro de falar com sua velha amiga, Marin!
Marin— você é...Safira?!
Safira— e não estou sozinha!
A menina com cabelos castanhos até a metade das costas, olhos negros, pele morena, e uma cicatriz em sua sobrancelha esquerda, um pouco escondida pela franja se apresenta, dando um leve sorriso. Seu vestido negro com traços azulados assemelha-se ao das outras moças.
Shina— esses rostos! São as adolescenets desaparecidas durante o treinamento do Santuário!
Marin— Hagnes, Lavínia, Jasmin, Ofélia...
Os rostos familiares vão surgindo, e breves lembranças vão aflorando. O árduo treinamento, as desistências, o choro!
Jasmin — parece que revivemos com o mesmo vigor!
Hagnes— pelo jeito, conseguiram se tornar amazonas. Que coisa!
Lavínia— é uma armadura de ouro?
Shina— O que querem aqui?! — áspera.
Cassius— todos nós renascemos das sombras graças ao rancor que foi deixado em nossa existência, para servirmos à Nix!
Shina— como você pode trair Atena depois de tudo!?
Cassius— o que ganhei protegendo o Santuário? Quem me trouxe à vida? Atena?! Não!
Guilty— afinal, o que ganhamos? — dando alguns passos á frente.
Marin— você também?
Spica— apesar dos nossos corpos terem sido consumidos, agora como sombras não sentimos mais nada! — olhando para as mãos.
Leda— quantos anos já se passaram, e ainda estamos com o vigor da juventude!
Os antigos discípulos do mestre Albiore de Cefeu também ressurgem dentre as sombras, ambos com uma marca de lua minguante no corpo.
Marin— estou muito feliz em rever vocês, mas apesar das lembranças e dos novos corpos, suas existências terminaram no passado!! — buscando agir pela razão, fechando os punhos e lutando contra os seus sentimentos.
Shina— vocês já não existem mais!
Cassius— você continua uma pedra de gelo! Como foi que Seiya conseguiu amolecer esse coração? — sarcástico.
Shina— isso não tem nada a ver com ...
Marin— aproveitem o breve retorno, pois caso pensem em atacar o Santuário, vamos deter vocês aqui mesmo!
Shina— Marin? — surpresa com a dureza e seriedade de Marin.
Hagnes— ah é?! — emanando um leve cosmo.
Shina— que cosmo é esse!?
Casa de Sagitário
Atraídos por um poderoso cosmo, todos adentram pela casa zodiacal com certa cautela.
Makoto— será que Arjal está bem? — dirigindo-se para os seus companheiros.
Yukan— temos que confiar nele. Logo o sol estará se pondo!
Tatsuya— e agora surge mais essa ameaça do exército de Nix!
Paloma— será que vocês podem calar a boca? — parando juntamente com as outras, buscando ouvir uma vibração.
Emma— vocês estão sentindo isso também?
Áclama— parece que estou sentindo algo vindo...
Mambara— está vindo de baixo da casa de Sagitário! Mas, o que seria isso aqui?! — caminhando para um muro, atraída pelos contornos em tom dourado de cosmo que estavam na parede.
Makoto— esse seria...não pode ser! — se aproximando com os outros.
O brilho atrai os cavaleiros de Atena, e parece não ser percebido pelas guardiãs. Eram contornos escritos nas ruínas da casa de Sagitário.
Yukan— parece um testamento...
Makoto— "aos jovens que aqui chegarem, confiarei Atena aos seus cuidados"! É o testamento do lendário cavaleiro de ouro de Sagitário, Aioros!
Tatsuya— testamento?
Tunai— então é isso...meu mestre disse que durante a batalha das doze casas, eles receberam uma mensagem do lendário Aioros. Isso lhes trouxe a motivação para renovarem suas forças e continuarem lutando até o fim! (telepaticamente)
Yukan— parece que essa mensagem agora é para nós!
Makoto— sim, esse brilho nos chamou! O cosmo de Aioros continua guiando aqueles que lutam pela justiça e paz na Terra!
Mambara— esse cosmo está conectado com algo abaixo de nós!
Makoto— o que você disse?!
Áclama— então, esse é o cosmo do lendário cavaleiro de Sagitário que tantos ouvimos falar. Eu queria muito pelo menos ter visto de perto essa armadura de Sagitário, mas parece que ela está embaixo dos nossos pés! — encostando a mão no piso da casa de Sagitário.
Paloma— precisamos seguir em frente!
Emma— e por que eles estão olhando para aquela parede escura?
Paloma— adolescentes esquisitos! Vamos andando!
As guardiãs prosseguem para a saída da casa de Sagitário.
Makoto— mas...elas não estão vendo essas letras douradas?!
Yukan— parece que isso é apenas para os "jovens escolhidos"!
Voz— e aí pessoal, quem escreveu isso aí?!
Todos se voltam e recebem Arjal. Os olhos de Mambara se enchem de alegria, ainda que seu corpo estivesse travado e sob o controle de sempre, buscando conter as emoções.
Makoto— ficamos preocupados com você!
Yukan— como foi lá em Libra?
Arjal— trouxe isso...ela se sacrificou para livrar Shiryu do cosmo negro de Nix! — segurando o círculo celestial vermelho de Silena.
Tastuya— parece que as guardiãs de Íris estão lutando bravamente pela sua deusa!
Makoto — vamos em frente! Não podemos fazer menos por Atena! Ainda que estejamos sem o seu cosmo caloroso, Aioros e toda uma geração de cavaleiros confia em nós!
Yukan — por Atena! — cerrando o punho.
Makoto olha para os outros, e todos retribuem olhares de confiança. Eles partem para a saída de Sagitário.
Arjal— bom rever você também, Mambara!
Passando ao lado da amazona e partindo após ler o testamento, deixando a jovem sem reação.
Todos continuam correndo, saindo de Sagitário, rumo à casa de Capricórnio.
Ruínas do Santuário
O grupo de sombras de Nix encara com muita confiança as amazonas Shina e Marin.
Marin— retornem de onde vieram! Por favor, parem com isso!
Quando Cassius começa aumentar o cosmo também, Shina se surpreende.
Shina— esse cosmo do Cassius, está cheio ódio e rancor! — refletindo.
Dócrates — espere meu irmão...quando Nix estiver com todas as suas forças, estaremos preparados e seremos reconhecidos! Tenha paciência! — o gigante surge colocando a mão no ombro de Cassius, detendo-o. Ele logo amansa o cosmo, assim como Hagnes.
Safira— em breve teremos o que sempre merecemos: reconhecimento!
Lavínia— foi um prazer revê-las! — dando as costas.
As outras sombras juntamente vão se voltando para as profundezas da grande fenda.
Marin— esperem! — elevando o cosmo, mas sendo rapidamente retribuída com um cosmo agressivo vindo das sombras.
Voz— FURAÇÃO DO TIGRE!!!
Marin— ahn?!
Um turbilhão de ar e pedras a envolve, surge tigre avançando dentro do mesmo , atacando Marin.
Shina— Marin!
O poder do ataque faz com que as rochas comecem a desmoronar perigosamente, após Marin bloquear o impacto com os braços e ser arrastada até se chocar contra a parede rochosa.
Marin— argh! Que ataque potente foi esse!? — se recompondo, enquanto as rochas acima começam a desmoronar.
Shina— deixe comigo, vou atrás deles!
Marin— não há tempo!
Shina— eles nos levarão até Nix!!! Precisamos detê-la! — esquivando das pedras que despencavam.
Marin— droga! Shina!!!
Em um breve movimento, elevando o cosmo, ela consegue puxar Shina pelo braço, e voa para cima com asas douradas que as envolvem, longe do desmoronamento que soterra a passagem. Um grito de uma águia ecoa e seu cosmo se amansa.
Shina— por que fez isso?!
Marin— não podemos arriscar. Precisamos avisar o Santuário sobre essa ameaça! — caminhando para longe da raiva de Shina, mas logo percebe que não estavam sozinhas.
Voz masculina— Marin, Shina! Tudo bem por aí?
Marin— então são vocês!
Shina— o que fazem aqui, cavaleiros de prata de Fornalha e Princesa?!
Na saída das ruínas , estavam um rapaz de cabelos grisalhos, olhos castanhos e barba rala, pele negra com quase dois metros de altura, e uma moça de cabelos e olhos negros, pele clara, e com média estatura. Os cabelos estavam amarrados por um laço, formando um rabo de cavalo. Ambos trajam as respectivas armaduras de prata de Fornalha e Princesa.
Quênia de Princesa— o Santuário com toda essa agitação cósmica, e vocês ainda perguntam?
Helgos de Fornalha— sentimos cosmos estranhos vindos dessa direção! O que está acontecendo afinal?
Quênia de Princesa— os outros cavaleiros de prata que foram em missão não estão com vocês?!
Shina— acho que precisamos conversar...
Entrada da casa de Capricórnio
As guardiãs de Íris são as primeira a se deparar com um jovem de pele parda, cabelos castanhos e curtos, olhos azuis , trajando a armadura dourada de Capricórnio cujo brilho era ofuscado pelo cosmo rancoroso despertado por Nix.
Paloma— então, aquele é o cavaleiro de Capricórnio!? — não disfarçando o encantamento.
Emma— ele é...um deus grego? — corada.
Áclama— cuidado!!!
Rapidamente, Áclama se lança sobre as duas, tombando com elas para o lado direito das escadarias.
Em seguida, as três observam um grande corte aonde estavam.
Paloma— que forma intensa de se apresentar! Gostei disso! — elevando o cosmo e se reerguendo, partindo na velocidade da luz para atacar o cavaleiro, saltando em sua direção.
Paloma— PENAS CORTANTES! — dezenas de penas metálicas de cosmo são lançadas sobre o cavaleiro, que elevando um cosmo negro brandamente, defende todas as penas utilizando uma das mãos.
Paloma— como ele fez aquilo? — vendo as penas cortantes partidas ao meio se desintegrarem em poeira cósmica.
Capricórnio - parece que essas suas "penas cortantes" não superam a lâmina da minha Excalibur!
Áclama— ele falou Excalibur?
Emma— foi isso que escutei!
Capricórnio— a Sagrada espada Excalibur habita em meus braços e pernas. Tudo o que tentar me tocar será imediatamente fatiado. Aliás, gracinhas...se vocês voltarem daqui, ainda pouparei suas vidas. Eu, D'Artagnan de Capricórnio, prefiro ser um legítimo cavalheiro!
Paloma— ora, que atrevido!
D’Artagnan — mas vocês me parecem bem determinadas. Para terem passado pelas casas anteriores, a determinação para tirar a vida e Atena deve ser muito grande!
Emma— mas nós não viemos tirar a vida de Atena! Viemos livrá-la do cosmo de Nix!
D’Artagnan — você acha que pode me tapear com o seu charme? Já conheci muitas moças como você!
Paloma— mas que sujeito esnobe!
Áclama— nossas companheiras deram suas vidas para que chegássemos até aqui! Ainda que mais um cavaleiro de ouro caia, nós livraremos Atena do cosmo de Nix e salvaremos Íris! — elevando o cosmo.
Paloma— não, Áclama! Deixe essa luta comigo!
Áclama— mas, Paloma... — amansando o cosmo.
Paloma— vão em frente. Acho que sou a mais apta para lidar com alguém do tipo dele.
Emma— está bem...
D’Artagnan — acham que podem passar por Capricórnio? hahahah!
Repentinamente, o cavaleiro avança sobre as três, tomando a iniciativa e desferindo golpes com seus braços e pernas, intercalando com rajadas cortantes de cosmo. Elas se esquivam e tentam se proteger como podem, mostrando toda a agilidade e velocidade dignas de protetoras diretas de Íris, descendo um pouco pelos degraus de Capricórnio.
Mas Emma emana um cosmo violeta que envolve a todos ali, sumindo na mesma rapidez que surgiu. Logo ela se posiciona à frente das suas companheiras.
Paloma— o que está fazendo?!
Emma— não percebem? Os cavaleiros de ouro são tudo aquilo que sempre esperamos ver! Mas o cosmo de Nix lhes trouxe uma agressividade curiosamente perigosa! Isso faz com que lutem em igualdade! Estamos com a mesma velocidade, os cosmos são muito próximos! E desse jeito, não vamos durar muito! — olhando para um corte na parte desprotegida do braço.
Áclama— ahn? São cortes! — vendo um pouco de sangue escorrendo pelo antebraço.
Paloma— droga! — vendo o sangue escorrer pelas feridas da batalha anterior na casa de Leão, que foram abertas.
D’Artagnan — fico lisonjeado com suas palavras e por ter notado isso!
De repente, os olhos de Emma brilham rapidamente em cosmo, que se eleva abruptamente, envolvendo tudo com milhares de penas negras, criando um redemoinho.
Paloma— por que fez isso?!
Ela olha para trás, e vê os cavaleiros de bronze chegando.
Tatsuya— que turbilhão de penas é esse? — com dificuldades para subir as escadarias, pois nada se enxergava.
Mambara— o que foi isso?! — sentindo um cosmo passando rapidamente ao seu lado.
Tão repentinamente quanto surgiu, o turbilhão de Plumas desaparece. E todos ficam surpresos com o imenso corte que deixou seu rastro descendo as escadarias.
D’Artagnan — se essas plumas não tivessem atrapalhado a minha visão, já estariam todos mortos! Vocês têm sorte!
Áclama— Emma, então você...
A guardiã de Árion só pisca para a companheira, e se posiciona para lutar, dando um leve sorriso enquanto os cavaleiros de bronze se juntam a elas.
Makoto— tudo bem com vocês?
Áclama— vocês estão vivos graças à Emma!
Yukan— esse corte no chão então... — surpreso.
Mambara— então, D’Artagnan realmente queria nos matar!?
Arjal— aí, estou com o círculo celestial vermelho... — dando para Áclama.
Paloma— Silena...vingaremos você!
Emma— se quiserem passar por Capricórnio sem precisar lutar, basta seguirem as minhas instruções! Estão prontos?
Yukan— como assim sem lutar?
Makoto — você tem certeza disso?
Emma — deixem isso comigo! Levem a luz de Íris e livrem Atena do cosmo sombrio de Nix!
Paloma— já entendi! — olhando para Emma.
D’Artagnan — estou ouvindo bem? Vocês pretendem passar por aqui me ignorando? hahahah!— se curvando de tanto rir da situação.
Emma— agora! Corram! — elevando o cosmo, enquanto seu olhos brilham em tom violeta.
Makoto— vamos!
D’Artagnan — cavaleiros de bronze que estão contra o Santuário! Vocês não compreendem que Atena está sendo ameaçada pelo cosmo de Íris? Como se uniram a essas guerreiras?! — em tom raivoso.
Mambara— tente se for capaz! — elevando o cosmo.
D’Artagnan — poucas moças do Santuário teriam tamanha ousadia! — surgindo na frente de Mambara, já com o braço esquerdo ardendo em cosmo, e desferindo um golpe cortante em seu abdome, partindo a amazona em dois.
Arjal — Mambara!!! Não!!!
Makoto— Mambara!!!
Áclama e Paloma param e olham para trás, vendo a cena chocante e o desespero dos cavaleiros de bronze.
Logo, Capricórnio se aproveita da situação e desfere ataques cortantes de cosmo à velocidade da luz, atingindo gravemente os outros cavaleiros de bronze, que tombam um por um, gemendo de dor.
Áclama— mas que droga!
Rapidamente, D’Artagnan passa por elas, e bloqueia novamente a passagem da casa de Capricórnio.
Tudo termina com Emma refletindo essa cena em seus olhos, que logo voltam ao normal. Após a visão, ela olha ao redor e vê todos correndo em direção à entrada de Capricórnio.
Emma— essa não...!
D’Artagnan — cavaleiros de bronze que estão contra o Santuário! Vocês não compreendem que Atena está sendo ameaçada pelo cosmo de Íris? Como se uniram a essas guerreiras?! — em tom raivoso.
Mambara — tente se for capaz! — elevando o cosmo.
A amazona é interrompida por Emma, que cruza seu caminho elevando o cosmo rapidamente, interceptando D’Artagnan, que já surgia para atacar Mambara. Emma esquiva do ataque cortante e já domina a situação.
D’Artagnan — você novamente!
Emma— essa luta é nossa, queridinho! — envolvendo o cavaleiro em cosmo, e um redemoinho de plumas negras encobre ambos.
Mambara — ahn? O quê? — surpresa com tudo aquilo na sua frente.
Emma — continuem correndo! Vão!
Arjal — vamos embora, Mambara!
Mambara — não me dê ordens! — saltando e se afastando dali, entrando por Capricórnio com todos os outros.
Um imenso furação de Plumas Negras começa a encobrir o local, enquanto todos vão se afastando.
Áclama— Emma...- correndo com Paloma, enquanto seus olhos lacrimejavam.
Dentro do turbilhão de plumas negras, Emma esquivava de cada ataque de Capricórnio, e se movimentava estrategicamente para que os ataques não ameaçassem os outros.
D’Artagnan — você está muito confiante, parece que sabe por antecipação cada movimento meu! — parando de atacar.
Emma— só quero que eles cheguem à próxima casa!
D’Artagnan — além de muito bonita, você é muito estrategista. Mas, não me subestime! — elevando um cosmo negro.
Emma— isso não é um ataque! Não consigo prever o quê irá acontecer! — refletindo.
Para a sua surpresa, lâminas de cosmo começam a sair do piso da casa de Capricórnio, quase a atingindo. Logo, começam a romper o chão ao redor da casa zodiacal, bloqueando entradas e saídas.
Emma— essa não! — olhando preocupada para o fundo da casa.
Lá, todos já estavam saindo, quando um bloqueio de lâminas de cosmo surge, quase atingindo Tunai de Tucano, que com um movimento de puro reflexo consegue saltar para a frente. Yukan, que vinha logo atrás, para imediatamente no susto, à milímetros da lâmina.
Yukan— essa foi por pouco!
Seus companheiros param, e voltam para tentar ajudar.
Arjal— Tunai, você tá legal? — acudindo o amigo, que se ergue sem maiores lesões.
Makoto— Yukan! -se aproximando das lâminas.
Áclama— nem pense em tocar nessas bainhas de cosmo! — vendo algumas plumas negras sendo fatiadas ao encostarem nas lâminas.
Yukan— podem ir! Eu ficarei aqui, chegou minha hora de lutar também!
Tatsuya— estaremos te esperando! — cerrando o punho, e olhando para os outros, que retribuem com um olhar de confiança.
Paloma— vamos logo, o sol está quase se pondo! — olhando para o horizonte, e em seguida, correndo para as escadarias que levavam à Aquário, junto com Áclama.
Yukan— logo alcanço vocês! — voltando-se para dentro da casa, caminhando para dentro do turbilhão de plumas negras.
Makoto— vamos em frente então!
Todos partem, agora demonstrando mais maturidade e confiança uns nos outros.
Naquele exato momento, Atena estava ao lado de Seiya observando as doze casas.
Já Íris, em seu templo, via Perséfone elevando um cosmo frio e sereno.
Perséfone— chegou a hora! Estrela Celeste do Heroísmo! Estrela Celeste da Nobreza! Estrela Celeste da Fúria!
Longe dali, no submundo, as sobrepeliz de Garuda, Griffon e Wyvern começam a se regenerar dos últimos danos e a emanar um cosmo negro.
Vamos, cavaleiros da esperança! Salvem Atena do cosmo maligno de Nix! Avancem, guardiãs de Íris! Ajudem a livrar Atena do cosmo sombrio!
Fale com o autor