A Ruiva (o)
18 Bônus
Notas iniciais
Aquilo era vergonhoso, o tom que minha voz saia entre meus lábios.
Eu gemia por qualquer toque dele em meu corpo, afinal era o Oliver ali, meu namorado.
As mãos dele deslizando por minha coluna, sua boca sua língua chupando minha orelha.
Porra era gostoso demais.
—Ai espero mais um pouco.
Os dedos dele apernando minha bunda, num pedido mudo para que eu liberasse logo os movimentos.
Isso... o membro dele estava dentro de mim, sendo esmagado pelas parede de carne.
—Carl não podemos demorar.
Oliver me alertou, afinal estávamos dentro de um carro, estacionados na estrada, numa rua deserta mas a qualquer momento inimigos poderiam aparecer ou alguns mortos poderiam vir bater em nossos vidros.
—Oliver devagar então.
—Eu sei carl.
Revirei os olhos, pois sabia o quão era o devagar dele.
Oliver era um mentiroso, que não sabia controlar seu corpo, ele se deixava levar pelo momento.
Aquela não era minha primeira vez sendo o cara que recebia e muito menos minha segunda vez mas minhas vezes recebendo esse papel eram raras, pois Oliver tinha preferencia de ser tomado do que me tomar.
Então meu corpo ainda tinha um certa dificuldade de aceita-lo e ainda mais em um lugar apertado como o banco de passageiro, e para dificultar Oliver não havia me preparado o suficiente.
Mordi o ombro dele, quando as estocadas iniciaram.
—Carl se segura.
Segurei o pega-mão, Oliver deitou ainda mais o banco, nos dando mais espeço.
Com as mãos dele em meu quadril, ele me ajudava a subir e a sentar sobre seu membro, que me atingia fundo.
—ah..
Com os olhos fechados e mordei agora meus lábios numa tentativa falha de prender meus sons vergonhosos.
—Carl...
Oliver invadiu minha boca com sua língua, eu me agarrei nele quando senti meu corpo começar a ficar mole, assim anunciando a chegada do meu gozo.
Não demorei muito a gozar e Oliver ágil ligeiro em segurar meu membro e bombeá-lo rapidamente, para me mentar no pique.
Oliver se aliviou dentro de mim pouco depois, mas ele mantéu seus dedos ali, subindo e descendo, até ao ponto de meu membro expelir mais uma vez.
Com meu corpo quase que literalmente derretido sobre Oliver, ele ergueu meu rosto para olhar nos meus olhos.
—Carl eu te amo.
Sorri como resposta, o beijei enquanto fechava meus olhos e descansava minha cabeça em seu peito.
O coração dele ainda batia acelerado.
Eu poderia ter caído no sono, apenas sentindo os dedos quente dele em minha nuca.
Mas infelizmente, fomos tirados do nosso mundinho quando batidas na porta do motorista se fez barulhenta.
Uma mulher zumbificada nós espionava.
—Temos plateia... do que acha de repedimos pra ela Carl ?
—Vai se fuder.
Oliver logo tomou o volante, já que eu não me encontrava em condição de dirigir.
Mas antes dele girar a chave, o puxei por seus fios para perto de mim.
—Também amo você Oliver.
Murmurei contra seus lábios que abriram um sorriso.
Fale com o autor