A Ruiva (o)
14 1 Centímetro
Todos sabiam sobre nós, Oliver e eu eramos um casal de namorados agora.
Nos beijávamos na frente de qualquer um.
Escutávamos as vezes, uma piadinha aqui e outra ali, mas não ligávamos.
—Aposto uma banana no Carl.
Eu e o ruivo riamos apos escuta a fala de Aaron, que estava catando as bananas que tinham caído do cacho que ele e Daryl haviam cortado a alguns minutos atrás.
Avançei sobre Oliver, agarrei seus ombros e ele pegou meu braço e torceu.
—Ai porra.
Envolvi a perna dele com a minha, logo tentei derruba-lo.
—gr para...
Riamos alto quando nossos corpo caíram no chão lado a lado, entre o mato alto, nos provavelmente tínhamos desaparecido dentro dele, pois o mato enquanto estávamos em pé passava dos nossos joelhos.
—Vou ficar cheio de coceira depois.
Oliver reclamou já coçando o braço nu.
—Bem feito rs...
Ele venho pra cima de mim, mas eu o empurrei antes, fazendo seu corpo rolar um pouco para longe do meu.
—Mas que mer Haa..
Oliver gritou alto enquanto se arrastava pelo chão, para longe de algo.
Meus olhos logo avistaram, uma cabeça com um ombro e um braço que estava esticado tocando no lugar onde Oliver estava.
—Você ta bem Oliver... se vira... deixa eu ver.
—Ele só me tocou.
—Tira a camiseta.
Minhas mãos já estavam na barra na roupa dele, quando ele me afastou, Aaron e Daryl logo estavam do nosso lado.
—Que porra.
Daryl chutou aquela coisa e em seguida perfurou a cabeça apodrecida com seu pé.
—Carl ?
Rick apareceu ofegante logo depois, ele provavelmente venho correndo quando ouviu o grito de Oliver.
—Oque aconteceu ?
Meu pai se aproximou de nos dois.
—Aquela coisa o assustou.
Respondi meu pai, que logo tocou no ombro de Oliver e perguntou se ele estava bem.
—Eu to bem...só me assustei.
—Você ta desacostumado.. é normal.
Aaron logo nos alertou para sairmos dali e logo pegamos o máximo de cachos de banana possível, voltamos para o carro.
[...]
Invadi o banheiro na primeira oportunidade que tive.
Oliver estava nu debaixo do chuveiro, sua mão deslisava por seu corpo, espalhando o sabonete.
—Serio Carl.. não tenho mais privacidade nessa casa não ?
—Vira.
Ordenei enquanto fechava a porta.
—Sai.da.qui.
Ele falou pausadamente erguendo um braço na minha direção.
—Só quero ver se aquela merda te arranhou.
—Já disse que não... não confia em mim?
Ao invés de responde-lo, simplesmente tirei minha camiseta e logo meus tênis, e então abri o botão da minha calça.
—vai começar.
Oliver sorria safado e jogava um pouco de água em mim.
—Não é pra molhar minha roupa idiota.
Depois de me livrar de quase tudo, permaneci apenas com a box em meu corpo, fui até Oliver que estava escorado na parede.
—Posso tomar banho com você?
Perguntei sem realmente me importa com a resposta, que aliás foi apenas um sorriso.
Eu já esperava que no momento exato que eu estivesse debaixo do chuveiro Oliver o abrisse e eu me molhasse.
—Porra ta gelado.
—rs...
Logo meu corpo estava totalmente molhado e Oliver desligou a água e começou a passar o sabonete por meu corpo, como ele fazia comigo mesmo que estava fazendo consigo a alguns minutos.
—Lavando os bracinhos... esfregando o peito... ensaboando a barriguinha... lavando o pipiu... pipixinho do carl rsr...
Revivei os olhos e logo fiz bater a costa na parede.
—Vou te beijar agora.
O avisei mesmo não precisando.
O beijei e Oliver correspondeu rapidamente, pegando meu cabelos úmidos e deixando que eu enfiasse minha perna entre as suas.
Tudo estava escorregadio e então não demorou para nos escorregamos, acabamo com eu sentado no chão contra a parede e Oliver sobre mim.
Brinquei com meus dedos em sua costa por um tempo, mas logo fui descendo até chegar em sua bunda e então no vale entre elas.
Oliver encostou sua testa em meu ombro e se acomodou melhor, abrindo suas pernas e deixando obvio sua permissão para que eu pudesse toca-lo.
Era a segunda vez que iriamos fazer aquilo, eu sentia meu corpo quente assim como o dele contra o meu, por causa da vergonha que nos dois tentávamos esquecer por alguns minutos.
—Se dor me...
—Eu sei Carl.
Meu dedo indicador entrou com uma certa facilidade, por tudo já estava tão molhado por causa do água, e também pelo corpo de Oliver já esta acostumado em ter algo daquele tamanho ali.
Comecei a movimenta-lo em movimentos lentos por alguns minutos, logo o ruivo gemia contra minha pele, eu também suspirava.
Depois de um tempo, coloquei o segundo dígito que entrou com mais dificuldade, Oliver se remexeu inquieto quando meus dedos se encontravam dentro dele em movimento.
—hm
—Bom?
A pergunta saiu por minha boca sem eu me dar conta.
—S-sim...
Oliver gaguejou e sua respiração ficou mais forte com meu pescoço, ele começou a move lentamente seu quadril contra meus dedos.
—Posso tentar por outro dedo ?
Perguntei para o garoto que ficou parado no mesmo instante.
—Sim mas devagar.
—Ok.
Oliver havia me contado a sussurros alguns minutos antes de me permitir lhe tocar pela primeira vez, que ainda não havia conseguido colocar um terceiro dedo por se sentir desconfortável demais.
Então na primeira vez que eu o toquei, só tive permissão de usar apenas dois dedos e os mais finos.
—er
—ta doendo ?
Meu terceiro dedo não estava completamente dentro ainda, mas eu já sentia meus dedos sendo esmagados.
—ta ardendo.
O ruivo suspirou fazendo uma careta, eu ri.
Quando enfim entrou todo, Oliver soltou um grito fino e alto e em seguida me pediu para fazer de novo.
Apenas retirei os dedos até só ficar as pontas dentro e logo coloquei todo o comprimento deles para dentro.
Oliver gemia arrastado, chamava meu nome e apartava meu corpo.
—Porra isso é bom.
—é ?
Busquei a boca do ruivo para um beijo, enquanto ele começava timidamente a rebolar.
Minha outra mão que até então a poiava a costa dele, seguiu para o membro esquecido e duro do mesmo, comecei a masturba-lo.
Tudo ficou ainda mais intenso, mais quente.
Oliver parou o beijo para que pudesse respirar.
O corpo dele tremeu sobre mim e logo estava mole, sobre minha mão que masturbava seu pau o liquido branco pouco transparante era o destaque.
Meus dedos que estavam em sua entrada, simplesmente escorregam para chão.
Fechei minhas pernas, para que Oliver ficasse sentado sobre elas, ajeitei o ruivo sobre mim.
Seu corpo parecia uma gelatina.
Eu ainda podia escutar sua respiração alta, quanto Oliver tomou minha boca em um beijo atrapalhado e curto.
Oliver se sentou pra mais perto dos meus joelhos e suas mãos foram para o tecido da minha cueca, logo minha unica peça de roupa estava abaixada até ao meio de minhas coxas e meu membro estava a merce da visão de Oliver.
—Esquecemos de você Carl.
O Ruivo tinha um sorriso malicioso enquanto suas mãos começavam a me tocar.
—Não precisa
—Só um pouco.
O dono dos cabelos ferrugem cuspiu algumas vezes na palma da mão e logo deixava a saliva sobre meu pau.
—Oque esta fazendo ?
Perguntei quando ele simplesmente ficou de joelhos sobre mim.
—Vamos tentar.
—Oliver... não aqui.
Ele não me escutou, simplesmente se aproximou e colocou uma mão sua em meu ombro e começou a descer.
—Me ajuda Carl.
Uma mão minha minha foi pra sua costa e outra segurou sua perna que escorregava, por causa do chão que ainda estava um pouco úmido.
Quando seu quadril baixo o suficiente, para me fazer gemer quando enfim meu pau tocou o vela entre suas nádegas.
Oliver mesmo forçou para dentro de si.
Não entrou muito, mas foi o suficiente para me sentir um de aperto lá em baixo.
—entrou um pouco.
Oliver sorria pela sua proeza, ele parecia contente.
—Oli.
Ele movia, fazendo entra e sair o pouco do meu membro que ele tinha conseguido por dentro de si.
Era bom mas sufocante.
—Oliver serio para... eu preciso gozar... ta começando a dor.
Minha voz tinha um tom choroso, meus dígitos percorreram o corpo úmido dele, até que minhas mãos pararem uma de cada lado de sua cintura.
Oliver não me impediu de tira-lo de cima de mim.
—Não ta bom pra você ?
—Mal tava entrando.
Respondi sem pensar e Oliver logo me olhou estranho.
—Vai se fuder...
Fiquei observando o Ruivo se alevantar e então abri o chuveiro, gritei por causa da água gelada e outro apenas riu e saiu do banheiro.
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