A Razão

1 Capítulo 1 - De repente


Notas iniciais
Desde o princípio dos tempos, o homem se muda de acordo com a sua convivência, e às vezes pode até parece a mesma pessoa de cada dia, mais um pequeno ato, pode mudar sua vida de um jeito que ela nunca mais seja a mesma. Tudo o que precisamos é de uma oportunidade, tudo que precisamos é fazer.

Jessie, um dentista, de 42 anos, levando sua vida medíocre, fazendo de tudo para sustentar sua esposa Hellena, e sua filha de 16 anos Melissa, mais um fato mudou sua vida, de um jeito que ninguém esperava, e esse fato o vai perseguir até o fim dos tempos.

Não passa mais de que um dia comum, o Jessie foi para seu trabalho, num consultoria na cidadezinha de Bluesky, como de rotina cuidou de todos os seus pacientes, pra ganhar um mero salario, que só dava condição de conseguir pagar o aluguel de sua pequena casa, e a comida do mês. Sua filha, a Melissa, ela estudava na High School Bluesky, e sua mulher fazia uma período trabalhando num posto de gasolina próximo da casa, com uma tentativa de conseguir manter a casa sem lhes faltar nada. Chegou em casa cansado, acabado como todos os outros dias, a sua mulher também, porém a filha deles ainda não havia chegado. Ele achou que ela deveria ter ido a casa de uma de sua amigas sem comunicar a ninguém, até que estava tarde de mais, e ninguém, nem as amigas tinham noticia de onde ela estava, ela tinha ido para casa como sempre, porém não chegou. Jessie pegou o ônibus, e bateu a cidadezinha toda, do inicio ao fim, dos hospitais, cadeias a necrotérios, mais nada de sua filha. Ele fez um B.O na delegacia mais próxima. Passou a noite toda em claro, ele e Hellena, esperando quaisquer noticias de sua filha. Sentado no sofá o cansaço o venceu, e ele terminou pegando no sono, só acordou no dia seguinte, sua mulher o acordando dizendo que ele não tinha nenhuma noticia da filha deles. Mais uma vez, Jessie, refez uma visita a todos os lugares que já havia passado no dia anterior, e deixou sua mulher em casa. Ao cair da tarde, sua mulher liga, e diz que a no 4º Distrito acharam a filha deles, com vida, mais havia algo de errado. Ele pegou o primeiro ônibus que o levasse para o 4º Distrito.

Lá, ele encontrou sua filha, enrolada em um monte do que parecia restos de sua farda colegial e algumas toalhas, ele a abraçou e chorou, ela não falava, estava toda machucada, a sua mulher estava em uma sala, na qual ele não pode entrar, os oficiais disseram que ele devia esperar. A sua mulher sai da sala chorando, o abraça e diz: Jessie, a nossa filha... – e entre os soluços fala: Foi estuprada, não tem nenhum sinal de quem fez isso. Jessie entra em choque. Não sabe o que fazer, um sentimento brota dentro de seu coração, mais ele não sabe que sentimento é esse, ele sai da delegacia correndo, chorado, entra no primeiro ônibus que vê pela frente, e senta na cadeira e começa a chorar sem saber o que fazer. Sua mulher tenta telefonar para ele, mais ele desliga o celular.

Depois de rodar uma grande parte da cidade, o ônibus volta ao mesmo lugar de onde ele subiu, ele seca as lagrimas, e desce do ônibus. Reentra na delegacia, e abraça sua mulher, pede desculpas, e disse que não sabe o que fazer, e que tem algo dentro dele explodindo. Ela ao choro tenta acalmar ele. Então finalmente conseguem fazer sua filha falar, Jessie segura a mão dela firme, ela parece estar em um transe, e ele fala: Melissa, o que aconteceu? – Melissa o encara, mais não fala nada. Nos olhos dela, a única coisa que ele vê é um vazio, não vê o mesmo brilho que os olhos de sua filha tinham antes, ele apenas vê uma pessoa vazia, uma pessoa que nunca mais vai conseguir construir nada na vida. Ele vai falar com o policial que a achou, então Jessie pergunta pra o policial dizer onde a encontrou e se conseguiu pegar o sujeito. O policial diz que a achou jogada na pista, apenas com os trapos que lhe restaram no corpo, toda machucada e arranhada, ela só disse que um homem a pegou, está com um grande indicio de que ela foi estuprada, a psiquiatra só vai estar aqui no dia seguinte, e que ele pede que a trouxesse aqui, sem a psiquiatra não poderiam saber a procedência de nada. A única coisa que restava a Jessie era levar sua família pra casa, já era tarde, o sol já havia se posto, não havia lua visível no céu, apenas aquela escuridão. Ele pediu que a um dos policiais que o levasse para a sua casa, já que era muito tarde, e ele não tinha carro.

Notas finais
Achou legal? Acha que devo continuar? Achou algum erro ou incoerência? Comente ^^
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.