A Psicóloga

11 Capítulo 11


Notas iniciais
Irene Moreira obrigada pela sua recomendação linda e muito diva, fiquei feliz demais e vim postar mais cedo!

Uhull chegamos aos 400 comentários vocês são divas demais 22kas, não tem escritora mais feliz do que eu agora, tudo por causa de vocês suas lindas!

Espero que gostem tanto quanto gostei de escrever esse cap, nos vemos nas notinhas sim? ;D

Capítulo 11

|Narrado por Edward|

O dia passou rapidamente e muito comum, ainda não conseguimos nenhuma novidade, as digitais estavam sendo analisadas nos bancos de dados do país e se nada fosse encontrado aqui, entraríamos em contato com outras organizações de seguranças de outros países. Meu tornozelo doía um pouco devido a queda de ontem, mas nada que pudesse causar preocupação, eu havia passado na enfermaria daqui e me indicaram uma pomada para passar, para evitar um inchaço, ainda bem que não foi nada de pior, pois me conhecendo como conheço se fosse algo de grave ficaria pior porque simplesmente não aguentava ficar parado sem fazer nada. Nesse momento eu me despedia de Emmett, eu havia passado um tempo jogando conversa fora com meu amigo sua sala.

–Não se esqueça de que você tem consulta com a Bella hoje. –Emmett disse.

–E eu lá vou me esquecer disso? –respondi enquanto saia de sua sala naquela tarde.

Foi combinado que nos dias em que eu tivesse consulta que eu seria dispensado mais cedo para não me atrasar. Com a ansiedade que eu estava para vê-la era bem capaz que nem um furacão fizesse com que eu me atrasasse, ou um engarrafamento, eu simplesmente sairia do carro e iria andando. Apesar de que a ideia de abandonar meu precioso não fosse muito agradável, mas Bella valia a pena e o sacrifício, e outra eu podia simplesmente ligar para alguém da corporação ir buscar meu carro no meio do engarrafamento. Sim, eu já tinha um plano.

Eu simplesmente estava ansioso para vê-la no dia de hoje, e olha que não fazia nem uma semana que eu a conhecia e já estava assim. Quer dizer, nunca demorei tanto tempo para ter a mulher que eu queria para mim.

Emmett tinha uma palavra que definia o que eu estava sentido. Apaixonado. E eu não concordava com ele. Eu não estava apaixonado. Quer dizer, se eu estivesse apaixonado eu saberia certo? Eu seria o primeiro a saber disso, quando e se isso viesse a acontecer não seria?

Enfim, eu não estava apaixonado, isso tudo que eu sentia era um puta de um tesão por ela, nada além disso, porque vamos combinar aquela mulher é gostosa pra caralho.

Voltando ao raciocino inicial, não fazia nem uma semana que eu a conhecia, fazia somente quatro dias e eu já tinha a sensação de que a conhecia a uma vida inteira e amava suas reações quando eu dizia ou fazia algo que a constrangesse.

Eu não sabia muito bem o que esperar dessa segunda consulta, mas de uma coisa eu tinha certeza, Bella continuaria batendo na tecla ‘carência afetiva’. Eu não tinha isso, eu sempre fui autossuficiente e como já disse antes, não tinha a necessidade de estar rodeado por pessoas para em sentir alguém, além do mais, ela não conhecia meus avós. Se ela um dia os conhecesse saberia que não sentia nem um pouco de falta de ter um pai, eles foram muito mais do que isso para mim. Eu meio que sentia um vazio quando pensava em minha mãe, pois meus avós sempre me falavam dela e do quão feliz ela estava a minha espera. Mas era só isso, eu sentia falta de alguém que deu a vida por mim, não de alguém que não aguentou a pressão e fugiu sem saber se meus avós estariam dispostos a cuidar de mim ou não. E se eles não me quisessem quando ainda era apenas um bebê? Eu teria ido para um orfanato e só Deus sabe o que poderia acontecer comigo.

Retirei esses pensamentos mórbidos da minha cabeça quando cheguei em casa e encontrei Bernie dormindo em meu sofá.

–Menina. –a chamei e ela pulou assustada no sofá e me encarou com olhos acusadores. –Ninguém manda ser distraída.

Fui até ela afagando sua cabeça e me sentei ao seu lado. Tinha algum tempo até precisar me arrumar para ir à consulta e resolvi ficar ali um pouquinho curtindo a companhia de minha amiguinha.

–Como foi seu dia? –perguntei como se ela fosse responder.

Ela se deitou com a cabeça em meu colo e ficou aproveitando o carinho que eu lhe fazia enquanto zapeava pelos canais da TV e encontrei um filme de zumbis.

–Sabe quem eu vou ver hoje Ber? –ela me olhou por cima com seus olhos cor de castanha. –A doutora sexy. Acredita que Emmett está falando que estou apaixonado por ela, que bobagem né?

Bernie bufou e revirou os olhos.

–Claro que não estou apaixonado. –continuei a falar sem dar importância às reações de minha cadela. –Eu não posso me apaixonar e nem vou, isso é para os fracos. Veja só Emmett, Jasper e Jacob, eles estão apaixonados e algemados, tudo o que eles vão fazer avisam a suas esposas antes. Quem se importa que eles tenham aqueles malditos sorrisos e olhos brilhando sempre que estão com elas não é verdade? Ter liberdade é bem melhor!

Bernie simplesmente se levantou me ignorando e foi até o seu jornal na área de serviço e me encarou enquanto fazia suas necessidades. A sua intenção era clara, ela queria dizer que tudo aquilo que falei foi um monte de bosta.

Depois dessa levantei e fui me arrumar não aguentando olhar para ela, ou então eu cairia na gargalhada em sua frente e fazer isso é a mesma coisa que dar moral ao que ela havia acabado de fazer e encorajá-la a continuar a fazer isso sempre que eu dissesse algo que ela não concordava. Você tem que ser esperto com seu cachorro se você rir de algo que ele faz ele vai achar que você gostou e pra te fazer feliz vai continuar fazendo. Esses bichinhos são uns folgados.

Veja a que ponto eu cheguei, tenho 26 anos e sou um bem sucedido investigador da CIA uma das mais importantes organizações de segurança nacional e até minha cachorra acha que estou apaixonado e considera as coisas o que falo um monte de bosta.

Já dentro de meu quarto, mais precisamente em meu banheiro, não consegui me segurar ao lembrar-me do que Bernie havia feito ainda a pouco e cai na gargalhada, rindo até minha barriga doer.

~✿~

Antes de sair de casa para ir de encontrou a Bella, ou melhor, a doutora Sexy/Swan, cumpri todo o meu ritual de verificar se todas as janelas estavam bem fechadas, gás desligado e se não tinha nada que pudesse colocar a vida de minha amiguinha em perigo. Tranquei a porta e fui até a garagem do prédio pegar meu bebê.

Em frente ao prédio onde era o consultório da minha doutora sexy, tentei acalmar minha ansiedade dentro do carro, ajeitei meu cabelo da melhor forma que consegui. Sequei as palmas de minhas mãos em meu jeans. Mas o que isso? Minhas mãos estão suando?

–Oi Ângela. –cumprimentei a secretária do consultório.

–Olá sr. Cullen. –ela me cumprimentou simpaticamente, reparei que dessa vez ela não estava distraída com nenhum livro sobre sadomasoquismo, mas havia um exemplar de um livro intitulado Belo Desastre sobre sua mesa na capa do livro tinha uma borboleta azul, então devia ser algo inocente, mas pelo que vi de Ângela ela era do tipo que lia romances eróticos, porque não tinha um namorado então descontava suas frustrações na leitura e se imaginando no lugar das mocinhas. –A doutora Swan já vai lhe atender, é só aguardar. –disse prestativa.

Como da ultima vez, me sentei no sofá e aguardei. Eu havia chegado um pouco adiantado, então resolvi ler uma das revistas que estavam dispostas sobre a mesinha de centro.

Era uma revista sobre comportamentos e curiosidades, havia uma mulher muito bonita na capa. Comecei a folhear aleatoriamente a revista quando um artigo me chamou atenção: O Orgasmo Feminino.

Desse assunto eu entendia. Orgasmos, dar e recebê-los. Eu não sou convencido nem nada, mas simplesmente era um fato com o qual eu tinha que conviver. Eu era bom, somente.

Com exceção a minha primeira vez, que foi com a filha mais velha do pastor da comunidade, nunca mais ouvi reclamações de mulheres insatisfeitas. Qual é? Como você espera que um cara dê prazer a sua companheira em sua primeira vez? A coisa é tão surreal e incrível que você não consegue se controlar, só quer mais e mais daquelas sensações maravilhosas que está sentindo.

Eu sempre fui um cara muito curioso, então depois de fazer sexo pela primeira vez, procurei em livros e revistas, conversei com o Vovô Carl, e com alguns caras mais velhos do que eu, e também fui praticando. E como dizem por aí a pratica leva a perfeição e hoje...

Prazer sou a perfeição.

Voltei minha atenção ao artigo.

E nele dizia tudo o que eu já sabia, que o orgasmo feminino é muito mais psicológico do que físico, tudo depende da forma como o parceiro vai conduzir sua parceira e seduzi-la durante o ato, a maioria das mulheres gostavam de ouvir sacanagem durante o sexo e eu gostava de dizer, então era unir o útil ao agradável. Não tinha coisa melhor do que deixar uma mulher louca de tesão e gemendo seu nome.

Nesse momento me lembrei do sonho do dia anterior e mais precisamente de Bella gemendo meu nome enquanto tocava sua doce intimidade. Eu não via a hora de eu ser o causador de seus gemidos. Só esses pensamentos já estavam me deixando de pau duro, Bella gemendo devia ser uma coisa a ser admirada.

Um tópico do artigo havia me chamado a atenção: Técnicas do sexo oral.

Eu não era muito adepto a pratica, mas sabia fazer muito bem, diga-se de passagem. Eu costumava praticar isso apenas com mulheres que me deixavam louco de tesão, ou quando elas faziam o mesmo por mim.

No tópico dizia que havia uma técnica sendo praticada durante o sexo oral, que prometia levar a mulher ao orgasmo em menos de dois minutos. A técnica era zumbir como uma abelha ou besouro no clitóris da mulher. Havia alguns relatos, algumas mulheres contando sua experiência com o ato e outras coisas...

Achei aquilo muito estranho. Sério, que cara iria ficar zumbindo na vagina de sua mulher? Só sei de uma coisa, se existia uma mulher com quem eu gostaria de tentar essa técnica, ela estava dentro da sala atrás daquela porta de madeira protegida por senha e ela tinha nome e sobrenome: Isabella Swan. Devia ser uma coisa linda ver Bella enlouquecendo de prazer, e eu pagaria quanto fosse necessário para ver e ser o causador disso.

Desde que vi minha doutora sexy uma das primeiras coisas que eu pensei foi em como seria seu gosto em minha boca. Porra ela não devia ser só gostosa em corpo. Sua boca tinha um gosto maravilhoso e beijá-la foi uma das melhores coisas que já fiz na vida, então me peguei imaginando qual seria o gosto de sua pele em minha língua e da sua...

–Sr. Cullen está me ouvindo? –a voz de Ângela me tirou de meus devaneios.

–Ah me desculpe estava distraído. –sorri amarelo.

–Tudo bem, o senhor já pode entrar. –ela sorriu simpática e foi até a porta que me separava de Bella e digitou um código rapidamente no painel. –Tenha uma boa consulta.

–Obrigada. –agradecendo coloquei a revista de lado e me levantei encaminhando para dentro da sala.

Puta. Que. Pariu!

Tenho certeza de que, como na primeira vez que vi minha psicóloga, que agora eu parecia um retardado, com a boca aberta e a baba escorrendo.

Bella estava em pé ao lado de um armário de arquivos olhando para uma pasta que tinha em mãos, completamente maravilhosa. Ela vestia um pulôver de crochê vermelho vinho e de gola, calça jeans colada ao corpo e uma bota preta de cano baixo, seu cabelo preso em um coque frouxo, alguns fios de cabelo soltos. Completamente maravilhosa e gostosa. Bella era o tipo de mulher que era sexy sem ter a intenção de o ser, sexy sem ser vulgar e eu apreciava muito isso em uma mulher, não gostava de mulheres vulgares que usavam de roupas curtas e decotes para seduzir, mulher mesmo seduz com palavras, olhares e gestos e eu estava completamente seduzido pela minha psicóloga gostosa e isso era algo que ela não tinha consciência de ser e eu estava mais do que disposto a lhe mostrar o quanto a achava gostosa.

–Olá sr. Cullen. –Bella se virou para mim com um sorrisinho sacana nos lábios suculentos e me lembrei de como era a sensação de tê-los colados em minha boca.

–Oi, Be... Doutora Swan. –respondi tentando manter as feições sérias. –Nós combinamos. –apontei para seu pulôver vermelho meu suéter da mesma cor.

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–Ah ok. Vamos começar então. –ela disse um pouco constrangida, mas então sua expressão voltou a ser sacana, provavelmente achando toda aquela situação muito engraçada.

–Tudo bem.

Sentei-me no divã de frente a sua poltrona e esperei até que ela começasse.

–Então Edward você pensou sobre o que conversamos na ultima seção?

–Sim, e minha opinião continua a mesma. –respondi sucinto.

–Tudo bem voltamos a esse assunto outra hora. –ela então anotou algo em sua prancheta. –Hoje quero que me conte um pouco sobre seus avós.

–O que quer saber sobre eles? –perguntei ao me acomodar melhor no divã, falar sobre meus avós não era algo que me incomodasse.

–O que você quiser falar sobre eles.

–Certo. Minha avó, Esme Cullen trabalha no jardim botânico da cidade então nossa casa era sempre florida e muito colorida, ela tem um gosto meio excêntrico, foi hippie quando mais nova então tudo na nossa casa tinha cor, a casa sempre parecia ter vida própria. Eu me lembro de gostar dos apanhadores de sonhos ruins, daqueles que atraem energias positivas, espalhados pela casa, ou dos quadros que ela pintava, ela não tem muito talento com pintura, mas eu acho os quadros que ela faz bonitos porque ela sempre tem aquele sorriso enquanto pinta. Ela é uma mulher admirável sabe, sempre cuidou de mim como se eu fosse realmente seu filho. Ela é excessivamente amorosa e emocional.

–Você fala dela como se realmente fosse sua mãe. –Bella apontou.

–E ela é, apesar de eu ter um carinho especial pela minha mãe, à única referencia materna que tenho é minha avó, nunca me senti menos amado do que as outras crianças, na verdade eu acho que eu tinha muito mais amor do que aqueles que tinham seus pais biológicos.

–E seu avô como ele é?

–Carlisle Cullen, ele é chefe de policia aposentado do estado de Louisiana, nas horas vagas ele gostava de ficar em casa fazendo pães, então sempre que eu chegava em casa tinha cheiro de pão fresco, essa é uma das minhas melhores lembranças da infância. Ele sempre foi muito sério, mas um pai amoroso para mim. Incrivelmente sábio, sempre tinha bons conselhos para dar, mas também me dava broncas severas quando necessário. Nunca precisaram me bater, nenhum dos dois, era só um olhar que eles me davam e eu parava qualquer coisa que estivesse fazendo. Meu respeito pelos meus avós é muito grande.

–Do jeito que você fala deles, dá para perceber os ama muito e que faria qualquer coisa por eles.

–Sim, eu faria.

–E qual é o sentimento que você tem em relação ao seu pai biológico Edward?

–Eu não costumo pensar muito nele.

–Você disse que não costuma pensar, mas quando pensa o que te vem em mente?

Respirei fundo antes de responder essa, aproveitando aqueles poucos segundos para por meus pensamentos em ordem.

–Às vezes eu penso nele com indiferença, nas outras vezes, eu só me pergunto o porquê dele ter me abandonado. –dei de ombros. –Quer dizer, não tenho culpa de minha mãe ter morrido em meu parto, aquilo foi uma fatalidade. Mas e se meus avós não estivessem dispostos a ficar comigo e cuidar de mim, o que teria sido de mim? Sei que talvez eu nunca chegue a ser pai, mas se eu tivesse um filho eu daria a vida para poder cuidar dele.

–Você tem ressentimentos em relação ao seu pai.

–Sim. –respondi com honestidade.

–E o que você diria se ele aparecesse hoje diante de você, pedindo por uma oportunidade de poder ser seu pai? Como você lidaria com isso?

–Eu diria que ele chegou um pouco tarde para isso, Carlisle cumpriu divinamente bem o papel que deveria ser dele.

–Mas e se ele quisesse uma chance?

–Be... Doutora. –me corrigi. –Ele já teve a chance dele, não acredito que a vida lhe de muitas chances de redimir.

–Tudo bem. –ela voltou a fazer suas anotações.

–Desenhando de novo?

–Hoje não. –ela disse com um sorrisinho. –São só anotações nada de mais, já disse que ninguém vai saber o que falamos aqui dentro. Agora me fale mais sobre a sua infância.

O resto da consulta se passou comigo falando sobre os lugares que costumava ir com meus avós, os poucos colegas que tive em minha infância, porque amigos mesmo só fui ter depois de adulto, e um pouco sobre a minha adolescência.

–Muito bem, na próxima consulta a gente retoma de onde paramos então.

–Já acabou? –perguntei surpreso.

–Sim.

–Tudo bem então. –resmunguei e ouvi uma risadinha.

–Tenho algo para você. –ela se levantou e foi em direção a sua mesa pegando um envelope que estava sobre ela. –Aqui, as fotos que te prometi no sábado, as revelei ontem a noite.

–Ah, obrigada tinha até esquecido.

Retirei as fotos de dentro do envelope e as olhei com carinho, tinha uma em especial que eu gostei bastante. Estávamos parados no semáforo e Bernie me encarava com seu rostinho doce, sua pata sobre a minha coxa e eu fazendo carinho em seu peito, como ela gostava.

–Essa é a minha favorita, fiz uma cópia para mim também. –a encarei e Bella mordia o lábio completamente corada.

–Ainda estamos em consulta? –perguntei querendo mais do que tudo beijar aqueles lábios suculentos.

–Estamos no consultório ainda. –sussurrou.

–Que pena porque eu quero muito te beijar. –disse a encarando e vi que ela puxou a respiração com força e a soltou lentamente.

Eu a afetava também. Bingo!

–Como está indo com Bear?

–Ele destruiu minha sala ontem, e vou mudar o nome dele.

–Para qual?

–Bin Laden, serio ele é o chefe canino dos terroristas!

–É só você se impor, não pode mostrar que acha engraçadas as coisas que ele faz se não ele continua a repetir para te fazer rir.

–Você vai ter que me ajudar com isso então, porque sou molenga é só ele me olhar que já desisto de brigar com ele.

–Vai ser um prazer te ajudar doutora Swan. –respondi sorrindo e ela puxou seus lábios novamente entre seus dentes, aquele gesto indo diretamente para o meu pau.

–Melhor você ir, tenho meu último paciente daqui dez minutos.

–Ok, até mais então doutora. –me despedi e fui até a porta, apertando a campainha para que Ângela abrisse a porta para mim do lado de fora, um dia Bella teria que me explicar direito o motivo de toda aquela segurança sem eu consultório.

Enquanto eu dirigia o caminho de volta a minha casa tive uma ideia. Eu não podia terminar meu dia vendo Bella e nem ao menos beijá-la.

~✿~

–O que você faz aqui? –sorri quando Bella se aproximou de mim, eu já estava em frente ao seu prédio a um bom tempo e ficando entediado quando vi sua picape vermelha a barulhenta se aproximar sai do meu carro.

–Eu não posso fazer nada em seu consultório, mas você não disse nada sobre fazer algo aqui. –a puxei para meus braços sem lhe dar muito tempo para reação.

Ter Bella em meus braços novamente, com sua boca colada a minha era quase surreal. Eu nunca me cansaria disso.

–Agora sim eu posso ir embora em paz. –disse quando nos afastamos ofegantes e necessitados de ar.

–Ok. –ela sussurrou.

–Venho te buscar amanhã por volta das 20hrs para sairmos pode ser? -afaguei seu rosto e empurrei uma mexa de seu cabelo atrás de sua orelha.

–Por mim tudo bem, aonde você vai me levar?

–Surpresa. –lhe dei mais um beijo antes de entrar em meu carro.

Aguardei que Bella entrasse em seu prédio em segurança antes de dar a partida e ir embora.

Como sempre, quando cheguei em casa, Bernie estava dormindo e nem percebeu minha chegada. Troquei de roupa e fui preparar algo para comer e nesse momento Bernie acordou, me seguindo pela cozinha mendigando petiscos atrás de mim enquanto descongelava um macarrão e preparava o molho no micro-ondas.

Ao sentar no sofá, pensei pela primeira vez em como minha vida era solitária. Eu tinha Bernie e ela era a melhor amiga que alguém poderia ter, fiel e leal, mas eu sentia falta de contato humano. De ter uma refeição barulhenta como era na casa dos meus avós, ou quando jantava na casa de Emmett. Pela primeira vez na vida, pensei em como seria bom ter minha própria família.

Definitivamente, eu precisava de férias e quando as tivesse iria visitar meus avós.

Notas finais
Enfim... Sei que vocês esperavam um capitulo hot e épico, mas não, ainda tem algumas coisas para acontecer antes deles se engalfinharem epicamente ok! Daqui dois, no máximo três capítulos eu prometo que eles se comem! kkkkk #ai que vergonha#

Raxei com a cena da Bernie kkkkkkkkkkkkkkkkkk eu ri demais escrevendo, que cachorra safada ela considera o que seu dono fala um monte de bosta, literalmente. Espero que mais pessoas tenham rido com essa parte e que ninguém julgue ofensivo! é normal isso gente cachorros também fazem cocô kkkkkkkk #taparei!

Mas quero saber o que acharam desse capitulo mesmo assim e o que esperam do encontro deles?

Ta vendo, eu não ia postar hoje, só na terça-feira que vem, mas sou movida a incentivos e a recomendação da Irene me deixou feliz, mas tão feliz que vim postar mais cedo! então se querem capítulos adiantados já sabem comente e recomendem muiito para me deixar feliz feliz ^^ Prometo fazer um capitulo divertido e romantiquinho do encontro deles tá, mas não esperem nada muito normal, porque nosso casal de doidos não é normal! Não tenham preguiça de comentar sim, deixe a caixinha de comentários seduzir vocês tá!

Bjus da Leh e até o próximo capitulo!

Pra quem ficou em duvida do negocio do zumbido durante o sexo oral vou colocar o link aqui embaixo, não se se funciona mesmo, não tenho conhecimento de causa então... =/ Então quem é casada ou tem namorado se experimentar pode contar como foi? Sabe o Edward quer saber se funciona kkkkkkk

http://deliriodaloirinha.blogspot.com.br/2008/01/tcnica-de-sexo-oral-promete-orgasmo-em.html