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Capítulo 3

|Narrado por Bella|

–Bella não vou aceitar que você não comemore seu aniversário esse ano, poxa não é todo dia que se faz 25 anos. –eu até podia visualizar Rosalie batendo o pé contra o assoalho de madeira de seu apartamento completamente irritada do outro lado da linha.

–Ouvi essa mesma ladainha no ano passado. –resmunguei. –E você sabe muito bem que essa não é a minha praia. –choraminguei afinal eu sabia que ir contra a minha amiga era uma completa perda de tempo, mas eu ainda poderia lutar não é?

–Vai ser um jantar entre amigos, até convidei o cachorro do seu primo e a adorável Vanessa só para você ver como eu amo você. –ri de seu comentário.

Jacob Black, meu primo, e Rosalie na época de faculdade eram como cão e gato e todos juravam que eles acabariam ficando juntos um dia, mas no fim das contas era somente implicância deles. Rose encontrou seu Emmett e Jacob acabou ficando com Vanessa, que era a pessoa mais amável que eu conhecia e antiga colega nossa da faculdade, eu nunca que iria imaginar que Jacob era apaixonado pela tímida Vanessa e foi uma completa surpresa quando eles anunciaram o namoro deles e mais tarde o casamento, e agora eram recém-casados.

–Não Rose, por favor. –implorei.

–Vai ter o fondue de chocolate que você tanto gosta.

–Agora você tá apelando.

–Consegui o que eu queria?

–Sim. –ouvi seu riso de vitória do outro lado da linha e pude até imaginar ela fazendo a dancinha da vitória que inventamos em nossa época de universitários. –Ok, nos vemos amanhã as 19hrs em meu apartamento.

–Até amanhã. –resmunguei enquanto desligava o telefone.

Eu ainda tinha algum trabalho para fazer, principalmente terminar de traçar o perfil psicológico de meu novo paciente e as primeiras impressões que tive dele em seu arquivo pessoal.

No meio dessa semana Emmett havia ligado em meu consultório, me perguntando se seria possível que eu acompanhasse um de seus agentes e me explicou o caso de Edward Cullen, que além de ser um de seus melhores agentes, era também seu melhor amigo.

Eu já havia ouvido falar dele em nossa roda de amigos, ele, juntamente com Emmett, Jasper e Jacob, costumavam sair juntos, antes que cada um deles encontrasse a sua parceira, só sobrando Edward de solteiro no grupo. Apesar de já ter ouvi dobre sua fama de ‘garanhão’, nunca o conheci. Era de se esperar que ele fosse ao casamento de Jacob, já que eles eram amigos, mas ele estava cobrindo Emmett na agencia e não pode ir, pelo menos foi essa a desculpa que ouvi darem a Jacob para isso.

Como psicóloga aceitei, afinal era para isso que eu havia me dedicado por quatro longos anos durante a faculdade. E eu considerava cada paciente, como um desafio. Fazia pouco tempo que eu havia aberto meu próprio consultório, para ser mais exata completaria dois anos, e fui crescendo como profissional e me dedicando bastante ao que fazia, levando tudo sempre com muita seriedade e profissionalismo.

Emmett havia me mando um pequeno relatório sobre seu amigo e funcionário. Edward Cullen tinha 26 anos, vivia sozinho em um apartamento aqui em LA com sua cadela de nome Bernie, órfão de pais havia sido criado pelos avós maternos e veio para cá com seus 18 anos, a exatos há oito anos, onde ingressou para a CIA e conheceu Emmett tornando-se amigo dele. Algo que foi ressaltado em seu relatório era que durante todo esse tempo Edward não havia tido qualquer tipo de relação emocional com ninguém, além de seu animal de estimação e seus poucos amigos Edward era sozinho aqui em Los Angeles.

E conversando com meu paciente logo de cara, quando ele falou sobre seu carro como se fosse seu filho e algo a ser amado, soube que Edward sofria de extrema carência afetiva tanto paterna quanto maternal, embora ele negasse, dizendo eu seus avós supriram suas necessidades nesse quesito. Claro que seus avós fizeram grande parte de sua formação, mas lhe faltava aquele carinho especial que só uma mãe poderia dar e um conselho masculino que somente a presença de um pai poderia fazer efeito e ainda mais, o tipo de amor que somente uma mulher, que não tivesse qualquer tipo de parentesco com ele, poderia lhe dar.

O meu primeiro diagnóstico era: Edward Cullen era carente.

De forma alguma eu condenava o relacionamento de carinho que ele tinha com sua cachorra. Era inclusive aconselhável, afinal em alguns estudos já haviam sido comprovados que a presença de um animal de estimação na vida de um ser humano, e principalmente os cachorros, eram motivos de alegria, principalmente para pacientes diagnosticados com depressão, o que não era o caso de meu novo paciente. Pois, mesmo apesar de sua carência, Edward era um homem muito ativo e comunicativo.

Emmett havia me dito que Edward sofria de estresse devido ao trabalho acumulado, e realmente ele sofria, mas conversando com ele descobri que seu estresse tinha como plano de fundo o seu emocional e então ele descontava em seu trabalho suas frustrações pessoais. Eu teria que trabalhar com afinco com Edward, afinal uma coisa pude perceber dele com apenas um minuto de conversa, ele era cabeça dura, e convencê-lo a se abrir mais, tanto comigo quanto com o mundo fora de sua zona de conforto.

Eu simplesmente não entendia o que levava a um homem como ele, bonito e bem resolvido na vida, com uma carreira ótima definida, a não ter ninguém ao seu lado para dividir seus momentos.

E agora sozinha, no conforto de meu escritório, eu tinha que admitir. Edward Cullen mexeu comigo, de uma forma que nenhum outro havia conseguido. Eu sabia que aquilo era antiético e nada profissional, mas simplesmente não consegui me frear ao analisar os atrativos dele. Cabelo pós-sexo de um loiro avermelhado, sorriso torto incrivelmente sexy, e dono de um olhar malicioso capaz de fazer com que minhas pernas ficassem bambas só de lembrar. Ele era alto e não fazia o tipo halterofilista como a maioria dos homens de hoje em dia, ele tinha um corpo na medida certa, braços não muito fortes, mas que eu não tinha duvida serem capazes de fazer qualquer mulher enlouquecer entre eles, e em uma analise mais critica, pude perceber que ele não tinha uma barriga malhada, o que revelava que ele não era obsessivo pelo seu corpo, o que já era um grande avanço em minha opinião, pois a maioria dos homens nos dias de hoje eram mais vaidosos do que as mulheres

Sai do consultório notando que havia ficado por lá mais tempo do que o de costume. Travei todas as portas e janelas, conferindo cada uma duas vezes. Você pode pensar ser algum tipo de exagero toda essa segurança em um simples consultório psicológico, e era o que parecia um simples exagero. Mas não era, há alguns poucos meses um antigo paciente James Carter, diagnosticado com dupla personalidade, acabou fiando um pouco obsessivo com a relação psicóloga/paciente e acreditou que poderia tomar certas liberdades comigo, das quais não lhe dei permissão e ou liberdade para tal atitude, e simplesmente em um dia comum, cheguei ao meu consultório, antes de Ângela, como eu sempre fazia, e ele estava em minha sala pronto para me atacar. Por algum motivo, ou intervenção divina, Ângela chegou e viu o que acontecia e chamou a policia antes que o pior pudesse me acontecer. E desde aquele dia, os policias aconselharam reforçar a segurança do prédio, e eu levei aquilo muito a serio. Ok, que eu posso ter exagerado um pouco na segurança, mas era melhor prevenir do que remediar.

Então entrei em meu carro e custei a ligar o motor, sim, ele me dava muito trabalho e eram necessárias várias tentativas até que ele ligasse, mas eu gostava daquele carro, afinal ele foi a primeira coisa que comprei com o dinheiro do meu consultório, mesmo que eu não tivesse terminado de pagá-lo. Ao chegar a minha rua notei o carro de Rose estacionado em frente ao meu prédio.

–Nossa você demorou hein. –ela disse ao sair do seu carro, depois de eu chamar sua atenção batendo no vidro de seu carro.

–Estava no consultório, desculpe, mas você não me avisou que viria. –dei de ombros enquanto ia até a portaria, estava frio e eu queria logo trocar de roupa e colocar um pijama confortável.

–Ingrata, vim até aqui nesse frio lhe trazer seu presente de aniversário. –ela disse com sua voz manhosa.

–Rose você já vai me dar uma festa amanhã, não precisa de presentes.

–Você é minha melhor amiga, e outra não gastei nada com seu presente, além do que não é bem uma festa de aniversário, é um jantar de confraternização entre amigos. –ela disse pontuando as palavras e então me entregou uma caixa branca com uma grande fita vermelha em forma de laço.

–Obrigada. –agradeci sinceramente enquanto entravamos em meu apartamento e eu simplesmente joguei meus sapatos de salto para um canto qualquer e deixava minha bolsa sobre o sofá.

–Não foi nada. –ela disse enquanto olhava através de mim em direção a minha pequena cozinha. –O quem aconteceu aqui?

–Sue está doente e não tive tempo de limpar ainda. –dei de ombros, totalmente envergonhada enquanto abria meu presente, tentando disfarçar meu embaraço pela minha desorganização. –Rosalie... –murmurei chateada enquanto via meu presente.

–Acabou não me servindo, acredita nisso? –ela sorriu amarelo.

Aquele era o vestido que eu tanto paquerei na semana passada, enquanto Rose e eu passeávamos pelo shopping com Alice e Vanessa, Rose acabou gostando dele também, e o comprou, o que me deixou um tanto amargurada, pois eu não poderia comprá-lo porque tinha que quitar as parcelas do meu carro, e fiquei mais chateada ainda por aquele ser um modelo praticamente exclusivo e ter apenas um para cada tamanho e mesmo se eu não tive contas para pagar, ele não caberia em meu orçamento.

–Tudo bem, vou fazer de conta que você não comprou um número menor que o seu de propósito. –eu fiquei realmente feliz, por minha amiga se der ao trabalho de me dar algo que eu realmente iria apreciar, como aquele vestido.

–Faça isso querida. –ela se sentou ao meu lado e me abraçou pelo ombro. –Não seria ótimo se você tivesse um namorado para lhe ver nesse vestido incrível amanhã?

–Esse assunto de novo não, por favor. –guardei com cuidado o vestido em sua caixa.

–Esse assunto sim Bella, poxa você é a única solteira do grupo ainda. –ela disse.

–Serio Rose, se tiver que acontecer, vai acontecer.

–Certo, certo, e aí algum paciente novo? –ela se recostou contra o sofá, jogando as pernas sobre a mesinha de centro.

–Além do senhor incrivelmente sexy e estressadinho, nenhum. –dei de ombros.

–Senhor incrivelmente sexy? –ela me encarou com uma sobrancelha erguida.

–Serio Rose, o cara mais lindo que já vi na vida.

–Hm, me conte sobre ele, como ele é?

–Acho que você o conhece, ele é amigo de Emmett, Edward Cullen.

–Sim conheço, ele é lindo mesmo. –e então ela me encarou, e não soube decifrar sua expressão, era algo entre seria e brincalhona, como se ela quisesse me esconder algo. –Ele não serve para você.

–Rose isso não me passou pela cabeça, ele é meu paciente isso seria falta de ética profissional.

–Querida não negue, você sentiu desejo por ele. –ela disse com um sorrisinho torto e irritante. –Só que ele é muito...

–Muito?

–Bom, ele não se interessa em compromissos sérios, acho que ele tem problema, é bom mesmo que ele esteja se tratando com você, afinal pelo que sei dele, você não faz o tipo do cara, o que é bom para você, porque se ele quisesse. –ela estalou os dedos na minha cara. –Ele te pegaria fácil, fácil, mole, mole.

–Se ele quiser. –estalei os dedos em frente ao seu rosto imitando-a. –Eu chutaria suas bolas e o expulsaria de meu consultório, não sou esse tipo de mulher. –disse emburrada.

O que ela quis dizer, com ‘você não faz o tipo do cara’? Eu sabia que não era feia, mas também não era nenhuma modelo estilo fashion week, mas não era de se esperar menos de um cara lindo como Edward, ele devia ter altos níveis e padrões entre as mulheres que frequentavam sua cama.

–Acho que você está precisando transar, isso sim. –Rose disse.

–Estou mesmo. –eu disse e nós duas rimos. –O ultimo foi o Mike, antes de eu abrir o consultório, e ele não era lá grande coisa.

–Como era mesmo que a gente o chamava?

–Senhor Uma Vez Só. –ri ao me lembrar do apelido idiota que lhe demos.

Não posso dizer que muitos homens frequentaram minha cama, na verdade foram dois, e eles foram uma decepção completa. E sim, eu não tinha vergonha de admitir, que meus dedos me satisfaziam melhor do que meus antigos parceiros, mas eu sempre me sentia vazia depois de me aliviar com meus dedos, como se algo me faltasse. E eu sabia o que faltava, contato humano, calor e carinho. Além de pele com pele, uma pegada forte e tesão. Serio, se eu continuasse a pensar nessas coisas, eu entraria em combustão e teria que me resolver sozinha.

–Sim isso mesmo, Senhor uma Vez só. –rimos mais um pouco e Rose voltou a ficar seria. –Eu me preocupo com você minha amiga. Quero que você seja feliz como eu sou ao lado de Emmett, quero que encontre alguém para dividir seus momentos.

–Não vou negar também quero isso, mas tudo tem seu tempo, correto?–respondi. –E por falar nisso, por favor, eu lhe imploro, não tente mais me arranjar nenhum namorado, ou encontro às cegas, ou jantar de casais, eu ainda estou tentando me recuperar do ultimo.

–Erick realmente assustou você não é? –ela deu uma risadinha matreira.

–É sério Rose ele não limpava aquele aparelho dental há quantos anos? –eu ainda me lembrava daquele aparelho dental do cara, havia uma substancia condenável de cor verde, presa entre os arames do aparelho e não parecia ser alface que ele havia comido. –Por favor, me prometa que não tentará me arrumar nenhum namorado.

–Prometo se você me prometer que vai sair mais vezes. Emmett e eu não nos importamos de que você vá junto conosco quando saímos você sabe né?

–Rose, eu não gosto desse tipo de lugar que você e o Emmett gostam de me levar, você me conhece melhor do que isso.

–E porque conhecê-la tão bem que sei que você não se arrependerá de ir sua festa amanhã, você terá uma belíssima surpresa amanhã. –ao dizer isso seus olhos brilharam de uma forma que nunca vi antes e se possível Rosalie estava mais linda do que nunca naquele momento, havia uma aura de felicidade plena pairando sobre minha amiga. –Além do que, você estará entre amigos, e pessoas que você ama e que irá amar. –ela deu uma piscadinha e se levantou indo em direção à porta.

–Espere o que você quer dizer com isso? –a segui até a porta, mas ela foi mais rápida do que eu e acenava no final do corredor.

Rosalie não tinha jeito, eu sabia que ela estava tramando algo. Será que eles simplesmente não podiam me deixar viver a minha vida sem se intrometer? Eu não queria nem pensar no figurão que me fariam conhecer amanhã, pelo menos se ele fosse um pouquinho sequer parecido com Edward Cullen, talvez, e só talvez, ele pudesse me interessar.

Porque como uma analise final sobre meu novo paciente, só havia algumas palavras para descrevê-lo e essas eram: incrivelmente quente e sexy.

~✿~

Acordei com o telefone tocando irritantemente. Eu não conseguia acreditar que em pleno sábado eu estava acordando antes das duas da tarde, era bom demais para ser verdade.

–Alô. –atendi com a voz grogue de sono.

–Filhinha. –a voz estridente de minha mãe me despertou.

–Mamãe, como vocês estão?

–Bem, mas e você, como se sente com 25 anos de idade? –ela perguntou.

–Velha. –rimos.

–Filha eu e seu pai estamos tristes por não estarmos com você hoje em seu aniversário.

–Tudo bem mãe, vocês estão se divertindo pelo menos?

–Querida esse lugar é o máximo, você devia ter vindo junto.

–Mãe tenho responsabilidades aqui a senhora sabe muito bem.

–Sei, sei, agora fale com seu pai.

–Filha? –a voz carinhosa de meu pai me saudou.

–Oi papai. –minha voz a essa altura estava embargada de emoção. Como eu sentia falta desses dois malucos.

–Parabéns bonequinha.

–Obrigada, pai. –funguei ao sentir lágrimas de saudades me inundarem os olhos.

–Seu presente chega ainda nesta semana. –ele disse.

–Tenho medo do que vocês podem ter me mandado.

–Nada demais minha filha, uma lembrancinha daqui do Brasil apenas.

–Ok então.

–Temos que desligar, a tarifa daqui é muito cara.

–Tudo bem. –eu disse. –Obrigada por ligarem, estou com saudades.

–Amamos você. –os dois disseram ao mesmo tempo e sorri entre as lágrimas.

–Também amo vocês.

Depois de desligar fui tomar um banho para despertar completamente.

Meus pais, depois que se aposentaram, pegaram todo o dinheiro da poupança deles, venderam o carro e a casa de herança dos meus avós, dando uma parte para que eu comprasse um apartamento para mim, juntaram tudo e foram de férias para o Brasil. Sempre foi o sonho de minha mãe conhecer aquele país e então lá estão eles há quase dois meses.

Charlie e Renée Swan eram as pessoas mais doidas que conheci. Meu pai era professor de história e minha mãe a secretária da escola que ele lecionava. Segundo eles, foi amor à primeira vista, se casaram depois de um mês que se conheceram e estão juntos até hoje, a quase 26 anos de casados, um ano depois que se casaram eu nasci. Eles sempre me ensinaram a seguir meus sonhos, e eles mesmo vivendo no mundo da lua, me ensinaram a sempre ter os pés no chão e ir a luta atrás de meus sonhos, e não esperar que eles se realizassem sozinhos.

Meu peito apertava só de pensar neles, eu nunca fiquei tanto tempo sem vê-los e sentia uma saudade sem tamanho deles, ainda mais por saber que faltavam uns três meses para eles voltarem de sua viajem de férias, pois eles ainda iriam para o México depois de conhecer todos os principais pontos turísticos do Brasil.

Como eu não trabalhava nos fins de semana e havia decidido me tornar uma pessoa menos sedentária na vida, todos os sábados pela manhã eu saia para caminhar por LA. Então coloquei uma roupa confortável e meu antigo All Star. Não tinha exatamente um rumo certo eu só andava e costumava levar minha maquina fotográfica junto comigo.

Era um hobby meu, além de desenhar. Eu gostava de tirar foto de tudo o que eu via pela frente. Como famílias e animais em um parque. Tudo que fosse real. Então enquanto caminhava se eu encontrava algo que me chamasse atenção eu começava a fotografar.

Mas hoje o dia estava excessivamente quente e mesmo usando um boné e tendo passado meu protetor solar o sol ardia em minha pele. Avistei uma Starbucks e fui caminhando pelo estacionamento em direção à cafeteria quando algo me chamou atenção.

Havia um carro preto muito luxuoso parado ali e no banco do motorista um cachorro. Isso mesmo. Era grande e de cor amarela, cheguei perto para ver melhor. O cachorro estava com uma expressão séria em seu rostinho, parecia que fazia algo muito importante. Então parei ao lado do carro e comecei a fotografar a cena engraçada a minha frente. Percebendo minha presença, o cachorro, que descobri ser uma fêmea ao olhar melhor, colocou a língua para fora e começou a me olhar com diversão em seus grandes olhinhos de cor negra. Eu me divertia tanto com a cena que nem notei uma aproximação atrás de mim.

–Oi. –uma voz rouca disse colada ao meu ouvido fazendo com que eu pulasse assustada, além de arrepiar os pelos de minha nuca.

Notas finais
E então o que acharam desse pov da Bella e do senhor incrivelmente sexy??

Mereço comentarios e recomendações??

Pessoal o negócio é o seguinte: Mês que vem tenho uma prova que é muito importante para mim da ETEC, então estou estudando para me dar bem, afinal tenho uma vida fora desse mundo e o meu futuro ta exigindo atenção agora. E como minha outra fic, Casamento Arranjado, esta em fase final faltando apenas 2 capitulos, vou me dedicar mais a ela certo? Mas não se desesperem, isso não significa que vou atrasar MUITO os posts aqui. Serão questão de dias, enquanto isso vou escrevendo em um caderno sempre que tiver um surto de ideias e depois passo pro PC e posto para vocês. Espero com o apoio e compreensão de vocês.

Até o proximo capitulo, que será narrado por Edward, afinal não serão muitos os povs da Bella, então não tem ordem exata para eles acontecerem correto?

Bjus da Leh u.u