Notas iniciais
Desculpem a demora eu tive muito enrolado esse periodo mais está ai desculpe a demora sério mesmo pessoas. AH não esqueçam de COMENTAR, FAVRITAR e REOMENDAR por favorrr é muito bom ler um comentário e uma recomendação ou saber que alguem favoritou sua fic agente fica feliz sabe rs' rs' :P Boa Leitura

O carnaval passou voando, e nos dois vivíamos pendurados no telefone conversando sobre tudo o que era possível, ela me disse que não curtia muito o carnaval e ficou em casa a maior parte do tempo. – “Graças a Deus, ela também não gosta.” – Eu também não gostava muito de carnaval, achava que era um lugar onde garotos imaturos se esfregavam de graça nas garotas, mas se bem que tem umas garotas que não se dão valor mesmo, então deve até gostar. Suzana chegou em casa no Domingo de madrugada, ela me mandou apenas uma mensagem dizendo que chegou bem e que queria me ver.

Domingo de manhã, logo após o café me joguei em minha cama peguei o telefone e liguei para ela novamente.

– Amor vem jantar aqui em casa hoje à noite, meus pais querem te conhecer. — Disse Suzana.

– Tudo bem, mas que horas eu posso ir pra sua casa? — Perguntei meio sem graça.

– Vem de tarde eu quero passar o dia com você.

– Então vamos sair de tarde na volta nós vamos para sua casa. — Dei uma sugestão.

– Ai você. — Ela riu — Mas para onde vamos? — Perguntou.

– Segredo. — Disse com um sorriso.

Conversamos por um tempo então percebi que já passavam das onze,avisei a ela que teria que sair para fazer umas compras com meu pai, nos despedimos e desliguei o telefone. De tarde busquei Suzana em sua casa e ela fez o percurso todo perguntando pra onde iríamos. “Aonde estamos indo”, “É muito longe?” Porque você não me diz para onde vamos“, essas foram umas das perguntas que ela fez. Paramos em frente uma casa em uma rua calma com pouca movimentação.

– Onde estamos? – Ela estava curiosa

– Na porta da minha casa. — Respondi

– Nicollas você é doido? Imagina o que pode acontecer se meus pais pegarem nós dois aqui. — Disse Suzana.

– Amor o que eles iriam fazer por aqui? — Perguntei

– Verdade, mas não sei não, o que a sua mãe vai dizer? – Ela estava preocupada.

– Nada, ela não está em casa meus pais trabalham durante o dia todo. — Respondi.

– Entendi.

Minha casa era grande e clara com cômodos bem espaçosos e com paredes brancas com detalhes. Levei-a para o meu quarto que era bem diferente do resto da casa. Grande mas com paredes amarelas, uma TV de 40 na parede vídeo game, DVD, uma cama de solteiro no canto da parede e um guarda roupa na outra, meu quarto sempre foi bem arrumado e bem equipado.

– Nossa, seu quarto e bem... Sua cara. — Disse ela.

– Como é minha cara? — Perguntei, rindo

– Lindo. — Um sorriso se formou em seu rosto.

Puxei-a pelo braço e dei-lhe um beijo lento e bem demorado, fomos deitando na cama e o quarto ficava cada vez mais quente, tirei a blusa e continuei a beijá-la, ela recuou e disse.

– Nic, eu não quero fazer isso, não agora, eu não to pronta pra isso. — Disse ela meio confusa.

– Ei, eu não vou te forçar a nada. E começamos a namorar há pouco tempo, vamos deixar isso mais pra frente, vem deita aqui comigo. — Disse a ela.

Deitamos e começamos a ver um filme, ela com a cabeça encostada ao meu peito e com as pernas enrolada as minhas, eu fazia cafuné em seus longos cabelos negros, e ela me apertava toda vez que tomava um susto com o filme. Já passava das 18h30min e ela tinha dormido com a cabeça em meu peito. Senti-me a pior pessoa do mundo ao ter que acordar aquele anjinho que dormia em um sono profundo.

– Sabia que a melhor sensação do mundo é acordar e olhar para esse lindo príncipe que está na minha frente. — Disse ela, com uma voz de sono.

– Se eu pudesse congelava esse momento para sempre. – Olhei no fundo daqueles lindos olhos negros. — Eu vou tomar banho já volto, mas vê se não cai no sono ta bela adormecida.

Meu quarto é na verdade uma suíte, pois ele tem um banheiro, então fui tomar o meu banho e deixei a porta encostada, depois de um tempo pelo Box de vidro pude perceber pela brecha da porta que Suzana estava vendo os porta retratos da minha estante.

– Amor, tem como você trazer a toalha pra mim? Eu esqueci atrás da porta do quarto.

– Já vai. — Ela entrou no banheiro e levou um susto, cobriu os olhos e deixou a toalha em cima da pia e voltou para o quarto.

Me sequei e voltei novamente ao quarto, apenas de toalha.

– Porque não me disse que o Box era de vidro? — Ela perguntou.

– Eu esqueci. — Menti. — Mas eu vi que quando você estava saindo você deu uma olhadinha. — Comecei a rir. Ela ficou vermelha e cobriu o rosto.

Ela foi tomar banho e durante o período eu me arrumei, ela saiu do banheiro apenas de toalha e não consegui de maneira alguma me segurar. O meu amigo acordou e tive que sentar na cama pra disfarçar o volume na calça jeans.

– Quanta saúde. — Disse, com um sorriso malicioso no rosto.

– Para de bobeira. E se quiser disfarçar melhor põe um travesseiro no colo porque eu percebi. — Disse ela.

– Está reparando muito. — Disse rindo.

Nos arrumamos e saímos de minha casa por volta das 20h00min, o caminho até a casa da Suzana era em torno de 3 km, então liguei para um taxi e ficamos esperando por um curto período de tempo. O taxi chegou e fomos para o nosso destino. O jantar foi agradável, pude conhecer a mãe de Suzana com mais calma e ela é uma senhora incrivelmente bonita e inteligente. O pai dela é uma pessoa super calma e que gosta bastante de futebol, seu irmão não cheguei a conhecer. Despedi-me de sua família e por volta das 23h00min estava de volta em casa tomei um banho rápido e fui dormi, porque no outro dia começava novamente a escola. Que saco!

Notas finais
Então, será se eu mereço COMETÁRIOS, FAVORITAÇÕES e RECOMENDAÇÕES??? Postarei o próximo capitulo em breve :D