A Pianista

25 Capítulo 25


Notas iniciais
Heey guys! Beleza?? Viu como eu, Larissa, sou uma verdadeira Mestre Panda Ninja? Postei outro capítulo depois do outro ~u.u *dancinha comemorativa*. Não, isso porque como eu já tinha falado... se eu postar um por semana, demorarei muito tempo para acabar essa fic. Então estou pelo menos postando dois cap. por semana. Entaun... Bora lê~

Ao chegarmos na loja, ela era imensa. Com vários vestidos de noiva nas vitrines. Mais para o fundo da loja, tinham vestidos menores, era a sessão de crianças. Além de vestidos havia também ternos. Enquanto mamãe estava sendo atendida eu decidi sentar em um dos bancos da loja.

–Ayumi, depois que eu ver meu vestido, você irá ver o seu também. Por que não vai dando uma olhadinha?

Levantei-me e fui para a sessão jovial. Admito que tinha cada vestido lindo, mas vestidos não fazem meu estilo. Depois de um tempão, mamãe decidiu o que iria usar.

– Nossa, mãe! Você está linda! — disse eu.

– Não é lindo? Irei usar esse. Mas não conta para o Chris.

Espera, ela chamou o senhor Jonson apenas de Chris? Minha vida está andando rápido demais ou estou congelada no tempo? Uma moça acabou vindo em minha direção e falando que tipo de vestido eu gostada, e respondi nenhum. Não sei porque mamãe chamou minha atenção... u.u

Ela acabou pegando vários estilos e modelos. Tive que vestir todos, até mamãe aprovar algum. Foi quando a atendente trouxe um vestido branco, sem manga, com alças largas e uma larga faixa preta que fica logo abaixo dos seios. E para detalhar, uma flor branca de tecido voal. Seu comprimento ia até meu joelho.

– Perfeito! O que achou desse, Ayumi? — disse mamãe.

– É... dá no mesmo. — disse um pouco armaga.

– Ayumi. Posso falar com você?

Ela chamou-me em um canto do provador para conversarmos à sós.

– Por que ages assim? Fiz alguma coisa errada?

Não respondi, virei a cara. Eu estava com uma sensação louca de chorar, por quê?

– Ayumi... você não quer que eu e o sr. Jonson nos casamos? O que foi?

Por algum motivo, eu comecei a chorar. Por quê? Aquelas lágrimas realmente eram minhas?

– Não! Não quero!

O que eu fui dizer?! Eu não queria ter dito àquilo para mamãe. Eu sempre quis a melhor felicidade para ela. Que ela sempre se sentisse bem. Estava com lágrimas no rosto e encarava mamãe. Vi lágrimas surgirem em seus olhos. Eu simplesmente tirei o vestido e voltei para casa a pé. Na entrada da loja, o Sr. Jonson tentou me parar para perguntar o que tinha dado de errado, mas eu escuto a mamãe falar com ele "Deixe-a ir".

Fui para casa correndo. No caminho, fiquei pensando o porquê de eu ter falado aquilo para mamãe. Não tenho certeza se eu tinha falado aquilo à ela sem pensar. Ao chegar em casa, fui correndo tomar um copo cheio de água. Estava bufando, e entre sede, lágrimas e soluços, estava ofegando muito. Quando mais respirava parecia que minhas células mais oxigênio queriam. Tomei metade de uma jarra d'água inteira. Subi para meu quarto trancando-me e ali soltei, através de lágrimas, tudo que estava sentindo.

–--------

Dês do dia em que eu sai correndo como uma louca da loja de vestidos não falei com mamãe. Acho que já se passaram duas semanas sem olhar para ela ou para o senhor Jonson. Sempre acordava mais cedo para não tomar café da manhã com os dois. Se o sr. Jonson pelo menos não tomasse café conosco...

Fui para a escola como sempre, mas dessa vez estava bem mais desatenta. Fui chamada a atenção por três professores em um único dia. No recreio, decidi tomar meu lanche sozinha. Fui até um canto do colégio que possuia árvores e também bancos. Ele ficava em frente para um quadra. Sentei ali e abri meu lanche: pão recheado. Quando a Naomi aproximava-se perto de mim.

– Posso me sentar com você?

Eu apenas dei de ombros.

– Odeio quando vocês faz isso — eu olhei para ela. — Quando você dá de ombros. Ay-chan... você está fechada assim vai fazer três semanas. O que houve?

Queria dar de ombros novamente, mas só mordi meu lanche com raiva, fazendo o recheio de pasta de feijão vermelho escorrer em meus dedos.

– É por causa do casamento?

Foi aí que eu comecei a chorar de verdade. A Naomi chegou perto de mim e abraçou-me. Lágrimas encharcavam seu ombro. Ela fazia um carinho na minha cabeça. Ela ficou quieta até eu poder me acalmar.

– Sabe, Ayumi... se eu dissesse que saberia o que você está sentindo, eu seria uma grande mentirosa. Mas não fique assim. Você não era aquela filha que sempre queria ver sua mãe feliz?

Eu sai do abraço da Naomi e não sabia o que dizer.

– E... eu... Não sei porquê... não sei porquê disse aquilo à ela. Ela parecia tão feliz escolhendo o vestido e fiz questão de estragar tudo.

– Você quer sua mãe apenas para você, não é? — disse ela secando uma gota de lágrima que escorria pela minha bochecha esquerda — Não podes ficar assim. Eu também sou bem apegada em minha mãe, mas acho que se eu estivesse no seu caso, poderia compartilha-la também.

Eu respirei fundo, dando um pequeno soluço no final. Eu olhei para ela e dei um sorriso. Em seguida, eu vejo a Naomi, que estava com um sorriso confortante se tranformar em uma expressão de brava. Eu achei estranho... mas ela não estava olhando para mim, e sim atrás de mim.

– ARG SEUS CAPETAS! — disse ela se levantando e correndo na direção em que olhava.

Eu virei e olhei para trás, e vejo os meninos espiando. Virei rapidamente para frente pois não queria que eles me vissem com cara de choro. Mas depois olhei rapidamente para trás e vejo a Naomi tirando seus sapatos e jogando neles. Um de seus calçados acertou em cheio a cara do Hayato, fazendo-o cair duro no chão. E em vez de ajudar, o Tatsuo começou a rir. Aquilo, fez sentir-me melhor. Eu levantei do banco e fui até o banheiro para lavar meu rosto. Mesmo lavando, meus olhos estavam vermelhos e um pouco inchados. Eu odeio quando choro, porque meu rosto parece que eu fiquei um ano seguido cortando cebolas. Em seguida, a Naomi apareceu.

– Ay-chan! Sabia que encontraria você aqui no banheiro. Nossa... Parece que você fumou uma droga pesada '-' Mas não se preocupe porque eu trouxe comigo maquiagem!

Maquiagem? Sério? Eu nunca fui fã de maquiagem. Passava só um brilho labial, um rímel, sombra e olhe lá nos dias de festas de aniversários. Mas ela disse que não era para eu me peocupar porque daria um jeito de esconder a vermelidão do meu rosto e olhos. Depois de um tempo ela mostra-me no espelho. UOU! Ela era mágica! Parecia que eu era a pessoa mais feliz do mundo. Mas uma pessoa que acabou virando parte da família da Naomi. Agradeci a ajuda e nós voltamos para a sala pois o sinal já tinha tocado. Encontramos o Tatuso colocando curativos no rosto do Hayato, e ele com uma cara de dor.

– Oi meninos — disse a Naomi com uma cara de pau lascada.

– Fique longe de mim. Assim como seu sapato — disse o Hayato fechando seus olhos azuis escuro para a Naomi sem olhar para o lado.

– Desculpe-me, mas ninguém mandou vocês espiarem — disse mostrando a língua e puxando a pálpebra inferior do olho direito com o indicador direito e a mão esquerda na cintura em forma de punho. Tenho certeza que isso era gozação.

Em seguida, sentamos-nos nos lugares pois o professor tinha chegado. No final da aula, nós fomos para a Sala de Música.

– E então, galera... Como vamos fazer para encontrar o garoto ruivo? -perguntou Hayato.

– Indo até o hospital — respondeu Tatsuo.

– O QUÊ?! Está louco? Primeiro, não sabemos em que hospital ele está e segundo, não podemos ir lá. Vão achar que nós somos uma gangue ou coisa parecida.

– Para de ser besta, Kazumi. Perto do colégio, existe apenas um hospital de plantão. Tenho quase certeza que ele pode estar internado lá.

Bom, eu devo admitir que Tatsuo estava correto. Eu abaixei minha cabeça para tentar pensar em alguma coisa. E lá vem a Naomi fazer um carinho na minha cabeça. Levantei a cabeça e olhei para ela e perguntei o motivo de estar me acariciando.

– Ah, achei que estava deprimida...

É... A Naomi é uma pessoa mais preocupada com seus amigos do que uma avó com seu neto.

– Ahh... se é para procurar o garoto, eu vou agora — disse Hayato se levantando. — Não ficarei aqui sem fazer porcaria nenhuma. Para termos mais informações precisamos dele, certo? Então vamos lá.

Para não discutir com ele, nos levantamos e fomos encondidos para o portão principal. Demos sorte que não tinha ninguém, talvez o pessoal estivessem em seus Clubes. Assim que saímos do portão o Hayato se jogou e depois rolou até um arbusto que tinha do lado esquerdo.

– Pra que isso, cara? — disse Tatsuo naturalmente.

– Para ninguém nos pegar — disse aparecendo entre o arbusto deixando apenas os olhos de fora.

Olhei para o Tatsuo e ele estava com uma cara de morto.

– Pessoal, vamos, antes que alguém realmente nos pegue — disse Naomi preocupada dando uma olhada de trezentos e sessenta graus.

Tatsuo sabia o caminho até o hospital de cor. Mas infelizmente era longe e nós tínhamos que ir a pé. Depois de uns minutos, finalmente chegamos no Hopital. Agora o problema e a parte mais difícil: O que fazer ao chegar lá? Apenas subir e procurar quarto por quarto? E estávamos de uniforme... Em seguida, o Tatsuo agachou-se em um canteirinho de flores, arrancou um punhado e disse para não fazermos nada de mais a não ser segui-lo. Já que ele tinha uma ideia que poderia dar certo. Obedecemos.

O Hospital não estava muito cheio, deveria ter umas dez pessoas no máximo. O Tatsuo chegou em uma recepcionista e começou a falar. Ou melhor, a enrolar.

– Oi. Meu nome é Nagashima Tatsuo, e esses são meus amigos: Yang Ayumi, Shon Naomi e Kazumi Hayato. Nós estamos aqui para visitar Sinjeru Youkato. Sabe-nos dizer em que sala ele está? Gostaria muito de entregar essas flores que minha mãe colheu com muito amor.

Mas que cara de pau! Colheu o ó. Acabou de arrancar do matinho ali fora, tia! Mas mesmo assim a moça nos perguntaram:

– São amigos dele? E vocês não deveriam estar frequentando o Clube Escolar?

– Pois é... Nós todos somos de um único Clube, mas infelizmente o Líder acabou ficando doente e ficamos sem atividades no clube. E o líder é esse nosso amigo que está internado aqui.

Então a moça acabou encarando o Tatsuo e ele fez a mesma coisa. Se essa cena fosse anime, teria raios saindo dos olhos dos dois. Não sei como, mas ela acabou nos liberando. Ele estava alojado no quarto 4-A. Subimos que elevador e chegamos na sala. Depois da loucura toda, encontramos o Youkato, mas ele estava dormindo. Tatsuo se aproximou do seu criado mudo e colocou as flores arrancadas, com raiz, terra e tudo mais. Havia dois bancos para visitantes, então os garotos deixaram eu e a Naomi sentar. Passou acho que meia hora quando ele acordou. Senti pena dele, pois quando acordou só faltou seus olhos pularem. Mas era aquela nossa chance e não podemos deixar escapar.

Notas finais
Tatsuo #ThugLife #LikeABoss ~u.u Enfim... Agora bora metralhar o ruivo de perguntas /o/ Ahh e quero pedir aos queridos leitores fantasmas se manifestarem, antes que eu chame o Caça Fantasmas (o Contador de Visitas do Nyah! é dedo duro u.u)! Eu ficaria muito feliz ^^ Espero que tenham gostado!! E até a próxima semana! Chu~