A Orig. da Energia - As Crian. do Caos (obsoleta)
18 !- Curiosidades -!
Notas iniciais
NOTA: As escritas originais eram apenas pela fala, logo não há certeza entre o escrito e a fonética.
Jovái— escrita original “Pytajovái”, é um dos deuses da cultura tupi-guarani. Poucas informações foram dadas a respeito desse deus, já que boa parte da cultura se perdeu ou não é distribuído para a população. Esse deus é o deus da guerra, que normalmente age juntamente com Abaçaí, deixando os índios guerreiros em frenesi, possuídos e em transe de batalha, o que os faz lutar sem medo da morte.
Monai— escrita original “Moñai”, é um mito indígena bem divulgado no Paraguai. Conta que é um dos sete monstros lendários, filho de Tau e Kerana. O senhor dos campos abertos, Moñai é uma enorme serpente que possui dois chifres finos, que servem como antenas feitas para hipnotizar pássaros para depois devorá-los. Foi o único deles que foi derrotado, pela coragem da índia Poracy, que se sacrificou mantendo ele e ela dentro de uma caverna, onde foram incinerados até a morte.
Iara— escrita original “Yara”, é uma deusa tupi-guarani de grande importância. Considerada mãe de todos os corpos de água, como rios e lagos, além de alguns troncos a adorarem como a deusa da lua, ao qual atribuem os movimentos das ondas.
Tupã— escrita original “Tupã”, é um dos deuses tupi-guarani mais conhecidos. Adorado como o deus dos raios, trovões e chuva, é dito que ele quem criou o mundo logo acima do monte Araguaia. Moldando as formas em barro do que viria ser o homem e a mulher, soprou vida neles e os colocou no mundo, criando os animais depois. Criou os espíritos Angarutupi e Tau, respectivamente bem e mal, para guiá-los e seus descendentes pelo mundo.
Tau— escrita original “Tau”, é um espírito do mal, que corrompe os homens e os guia pelo caminho da perdição. É o progenitor dos sete monstros lendários, após possuir e violentar a índia Kerana, que morreu depois do último ser concebido.
Jareté— escrita original “Yacy Yareté”, é um dos filhos de Tau. Dos sete, era o único que não tinha aparência de monstro. Conhecido como o deus das sestas, ficava à procura de crianças travessas que não queriam descansar após o almoço. Brincava com elas até se cansarem e dava um beijo na testa delas, que as transportava de volta para sua casa sem memória de onde esteve e com quem esteve.
Nhanderu— escrita original “Nhanderuvuçu”, é considerado o deus da criação, a energia original do mundo na cultura tupi-guarani. Muitas vezes é confundido com Tupã, mas alguns relatos falam que Nhanderuvuçu foi quem criou todo o mundo e todos os outros deuses. Não há nenhum relato que menciona sua aparência ou comportamento, sendo um deus que apenas fizera seu trabalho e sumiu da existência do mundo, como se ele houvesse se tornado o mundo.
Porã— escrita original “Caaporã”, é um dos deuses da cultura tupi-guarani que representa toda a fauna e flora do mundo. É dito que é capaz de polimorfismo, podendo mudar sua forma para qualquer animal. Também selvagem e agressivo para com os que fazem mal à selva, é dotado de muita virilidade, pegando índios desatentos e copulando com eles.
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