A Nova Uchiha
24 Twenty Four
Notas iniciais
Meu Sharingan percebeu o chakra sendo concentrado no calcanhar e imediatamente enviou a mensagem para o meu cérebro, junto com um detalhamento do movimento me indicando o que poderia ser realizado, saltei para o lado indo diretamente para o topo de uma rocha que tinha quase a minha altura. Pude observar a fissura que ainda se abria no chão enquanto Sakura levantava seu pé que tinha ficado preso a terra com a força do golpe, corri em sua direção procurando alguma abertura que me permitisse imobilizá-la, quando achei fui em suas costas, segurando o pulso do braço direto, o puxei para trás ao mesmo tempo que coloquei um dos meus entre seus tornozelos lhe dando uma rasteira, mas antes que caísse no chão ela usou a força do braço que eu segurava e me puxou para frente, o que fez com que ela desse de cara com o meu peito. Tentei cruzar minhas pernas entre as dela para diminuir seu movimentos, porém ela percebeu o que eu pretendia fazer e conseguiu sair antes disso.
Me levantei encarando Sakura um pouco ofegante na minha frente, ainda não tinha conseguido assimilar a situação, ela estava me atacando ao invés do inimigo, com raiva, ódio e desespero, estava sendo mais feroz que o normal, como se algo importante dependesse disso. E esse algo não poderia nunca ser a vida daquele bastardo asqueroso, ela nunca se voltaria contra a vila, nunca trairia Kakashi ou Naruto, e eu duvidava que fosse deixar a mim, mas a forma como ela tinha gritado que iria protege-lo no momento do meu ataque que firme e decida, como se ela estivesse protegendo aquilo de mais precioso para si.
– Sakura, pare de agir como uma louca, o que deu em você? — tentei conversar.
– Eu não vou deixar você sequer encostar nele! — ela gritou de volta — Você não vai passar por mim!
– Droga Sakura! — tentei lhe lançar um genjutsu aproveitando o momento em que ela finalmente me encarava, mas por algum motivo não funcionou, praguejei inconformado — Por que merda você está fazendo isso?
– Porque eu o amo!
Algo estranho aconteceu, uma mistura de aperto no peito com um buraco no meu estômago, de choque com dor, se antes não conseguir pensar direito sobre o que estava acontecendo com Sakura, naquele momento algo ruim tomou conta de mim, minhas pernas ficaram densas ao ponto de doer, nem mesmo quando ela correu na minha direção me socando tive vontade de reagir. Meu cérebro me dizia que minha capa tinha sido arrancada e minhas costas estavam sendo completamente arranhadas, enquanto meu corpo derrapava por vários metros por conta de seu golpe. Só parei quando atingir a parede, olhei para Sakura em pé e ofegante, e de novo aquela frase ressoou em meu ouvido, quis me encolher, estava tão atordoado desde Sakura tinha avançado contra mim que não consegui pensar corretamente sobre a situação, a única que minha mente focava era o fato dela estar defende aquele bastardo, alguém tinha a estuprado em um genjutsu.
“Eu posso aceitar qualquer coisa vindo de você, mas o que eu não posso aceitar nunca, nunca!, é que você trate o amor que eu senti, sinto e sentirei como se fosse nada! Isso eu não permito, de ninguém! Nem de você!”
A lembrança dela gritando comigo naquele treinamento desastroso passou pela minha cabeça, Sakura não tinha deixado de me amar e nunca faria isso, era a certeza que eu levaria comigo pelo resto da minha vida, algo que preenchia o meu interior toda vez que ela demonstrava isso, seja com beijos e abraços ou com palavras, ás vezes doces e em outras duras. Seria uma falta de fé minha para com o sentimento de Sakura ficar naquele estado atordoado deplorável, como um adolescente que por não compreender de seus sentimentos prefere não fazer nada. Ela sempre tentou ser a minha guia quando eu necessitei, e todas as vezes eu a enxotei por puro orgulho, porque um vingador não precisa de nada além do ódio para mostrá-lo o caminho, e graças a essa minha escolha corri o risco de perde-la. Mas agora estávamos numa situação inversa, era Sakura que tinha se perdido e eu que precisava guiá-la, e isso não poderia ser feito do meu jeito, com ódio como estava acostumado a fazer, mas sim com todo amor que eu nutria por ela.
Me levantei decidido a acabar com aquilo, só haviam duas possibilidades que explicariam esse comportamento, ela estava sob efeito de um jutsu de controle mental, ou então em um genjutsu. Observei a mão de Komuro, ele não fazia nenhum selo de controle mental conhecido por mim, porém também não tinha seu falso Sharingan ativado, e com certeza não tinha lançado o genjutsu no ambiente, já que mesmo olhos teriam detectado no momento em que fosse lançado.
– O que você fez com Sakura? — perguntei enquanto observava a mulher ainda parada na minha frente.
– Finalmente você saiu do seu estado de choque, achei que era mais esperto Uchiha, mas parece que quando o assunto é a doce Sakura você fica completamente perdido. — ele riu do alto da plataforma, peguei a no cabo da espada e dei um passo para frente, mas Sakura já se colocou em posição de ataque, então parei.
– O que você fez com Sakura? — repeti ainda mais ríspido, falar a mesma coisa duas vezes não era do meu feitio, e ser obrigado a fazer isso para ele me irritava.
– Vocês de Konoha são tão convencidos, — seu sorriso desapareceu, dando lugar a uma expressão fechada. — Acha mesmo que eu não desconfiei que Sakura queria ser sequestrada naquela cidadezinha? Nenhum líder descente enviaria um de seus subordinado em uma missão sabendo que o inimigo o queria para sí, muito menos sozinho, principalmente quando o líder em questão é o protetor Hokage Hatake Kakashi, o antigo sensei do Time 7, um homem como ele nunca deixaria sua querida aluna sozinha. E mesmo que ele tivesse o sangue frio para isso você nunca permitiria ela sair sem proteção, não é mesmo Uchiha Sasuke?
Estreitei meus olhos para a figura, por mais que ele estivesse feito uma pergunta não foi com o tom de que precisava de uma resposta, por isso aguardei em silêncio.
– Eu vi isso no dia em que vocês se encontraram com o meu clone no esconderijo, e de novo quando Sakura estava seno minha prisoneira, não sou cego em ver que você tinha tomado o coração da minha bela cerejeira para si, nem tonto de não perceber que você faria de tudo para protege-la, por isso me prevenir. — ele apontou para Sakura com a cabeça ainda em posição de ataque. — Enquanto usei aquele delicioso genjutsu sexual nela, coloquei um segundo pra ser ativado quando me fosse necessário, mas especificamente quando fosse necessário contra você. Nesse exato momento ela acha que está lutando para te defender de mim.
– Seu covarde, — acusei, minha mandíbula se contraia enquanto meus dentes era apertados uns contra os outros. — sabe que não tem capacidade de me vencer e está usando Sakura para isso. Cretino, diz que vai se apoderar de meu Rinnegan, mas controla terceiros para fazer o serviço pra você.
– Eu já disse Uchiha, conheço minhas capacidades e sei que não posso vencer, também sei que Sakura é não é mais forte que você, mas ela é a única que conseguiria derrotá-lo numa situação dessas, já que você não faz nada que possa feri-lá. Prefiro chamar isso de inteligência. — bufei ao ouvir aquilo, eu daria um jeito de acabar com aquele genjutsu.
Ativei os esqueletos do Sussano e corri em direção a Sakura, ela correspondeu ao ataque com uma joelhada na lateral da minha defesa, que fez com que uma fissura mínima aparecesse. Tentei segurá-la com a garra roxa, mas saltou para trás antes que fosse possível. Pará-la numa luta dessas seria complicado, pelo menos sem acabar a ferindo que alguma forma, lógico que ela poderia ser curar, mas não dava para confiar nas suas habilidades com controle de chakra e ninjutsu médico estando sobre o efeito de um genjutsu. Suspirei cansado, tentando achar uma forma de acabar com aquilo enquanto ela levantava mais uma rocha.
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Estavámos em uma situação difícil, eram muitos para lidarmos de uma vez só, claramente mais bem treinados do que esperado, e os seus falsos Sharingan’s claramente não tinham o mesmo nível do original de Sasuke, mas já era o suficiente para nos fazer avançar com cautela. Sobrevoando com um dos meus pássaros de tinta, desferi ataques ataques com bombas de papel fazendo com que o exército inimigo se concentrasse próximo um dos outros, enquanto Tenten colocava seu time em volta do campo para que as bombas atingisse mais pessoas em menos tempo.
Rapidamente reforços chegaram, esses pareciam fisicamente mais preparados, não eram tão magros nem a aparência abatida, suas expressões tinham uma intensidade diferente dos outros, e até roupas melhores. Quando todos os papéis bombas já haviam sido jogados, desci do pássaro pousando perto de Ino, Shikamaru e Chojin, que com uma de suas formações estavam varrendo todos os inimigos mais próximos. Desembanhei a espada, girando a lâmina no ar nos intervalos em que estas não estavam afundando dentro de corpos, puxei um pergaminho e desenhando quatro leões consegui abrir espaço no campo para uma das ninjas médicas da areia que corria para fechar um corte na perna de um dos Hyuugas.
Uma mulher apareceu em minha frente, levantando uma espécie de martelo, pelas roupas esta fazia parte dos reforços, me esquivei do seu primeiro ataque saltando para o lado e me abaixando logo em seguida, enquanto a arma passava por cima da minha cabeça, quando levantei o rosto para analisar melhor a sua posição, percebi que ela não tinha os olhos alterados, vi uma abertura em sua defesa e cravei um kunai em seu estômago antes de ir para o próximo.
Tentei ser o mais certeiro possível em todos os combates que se seguiram, tinha sido atingido por diversos golpes mas não poderia parar, ninguém alí tinha esse luxo. Um homem enorme surgiu em meu caminho, mas antes que um de nós fizesse o primeiro movimento Lee chegou o golpeando com uma voadora, o que lhe fez ser lançado vários metros antes de cair inconsciente no chão. Nesse instante ouvi o som de algumas coisas explodindo, e uma fumaça surgiu no ar, aquela era a nossa chance.
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Não sei em que momento aquele desgraçado tinha atingindo o Sasuke, em um momento ele estava desembainhando sua katana e dando os primeiros passos na direção de Komuro enquanto no outro caia no chão apertando os olhos com a mão enquanto gritava de dor, no momento em que corri para socorre-lo Komuro avançou, esbravejando que agora iria tomar o Rinnegan. Não precisei de incentivo nenhum para me colocar na frente de Sasuke, e defende-lo daquele alucinado, principalmente quando seus gritos de dor se transformaram em rugidos de pura agonia, quando me virei para ele, vi que seus ouvidos sangravam enquanto gotas vermelhas desciam de seus olhos. Meu coração afundou com aquilo como nunca pensei que fosse capaz de acontecer de novo, por um momento o vi criança no meio da Floresta da Morte durante o exame chunin, e antes que eu percebesse já estava chorando. Minha vontade era correr para ele e dar um jeito de acabar com aquela tortura, mas eu tinha um inimigo na minha frente, e eu só teria chance de ajudar o Sasuke caso acabasse com ele.
– Sakura, o que pensa que está fazendo? — Komuro falou caminhando calmamente para mim. — Saia do caminho querida, tenho que pegar os olhos desse Uchiha
– Eu não vou permitir que você machuque ele. — minha voz saiu desesperada, mas eu estava pouco me importando, nada tiraria minha coragem, nem mesmo seu sorriso cínico.
Corri em sua direção iniciando uma sequência de ataques, porém ele era melhor do que eu esperava. Apesar de um pouco atrapalhado, tinha ótimas esquivas e era muito rápido, o que estava me fazendo gastar mais chakra para aumentar minha própria velocidade. Além disso, ele parecia determinado a me imobilizar, o que me fez redrobra o cuidado com a minha retaguarda, diversas vezes tive que bloquear seu avanço para o onde o Sasuke estava, agora já inconsciente de tanto dor que deveria ter sentido. Eu estava tão irada, tão preocupada, que nem me importei com os arranhões, ou os pequenos corte presentes em minha pele, eu temia pelo o que lhe tivesse acontecido para sentir tamanha dor, e por consequência também não consegui para de chorar.
– Sakura, pare de defender esse Uchiha, não vê que eu não quero machucar você? — Komuro tentanva, inultimente, me convencer
– Eu não vou deixar você sequer encostar nele! — gritei em plenos pulmões — Você não vai passar por mim!
– Você sabe que isso é somente uma questão de tempo Sakura. Eu sou superior a você em combate, e você já deve ter percebido isso. — ele deu alguns passos espantando a poeira calmamente da calça — Por que você insiste em fazer isso?
– Porque eu o amo!
Minhas palavra apareceram desestabilizaram, pois nada fez quando avancei lhe dando um soco no peito, ele foi arrastando no chão durante vários metros até parar, e quando isso aconteceu nada fez além de ficar no chão me encarando. Respirei, sentindo os músculos da minha perna doerem por conta da força que ele havia imposto na hora de me imobilizar, olhei para trás. Sasuke continuava desmaiado no chão, o sangue já começava a secar em sua pele e seus dedos que antes apertava os olhos tinhas suas pontas sujas pelo liquido vermelho, fui me mover para ir ajudá-lo, porém Komuro se levantou no mesmo instante vindo me atacar. Fui na sua direção e dei um chute na lateral do seu corpo, mas diferente de antes ele não sofreu nenhum efeito, somente tentando segurar a minha perna, o que me fez saltar para longe das suas mãos, peguei mais uma grande rocha para atirar em sua direção, mas tive uma sensação estranha que me fez parar.
Coloquei a pedra mais uma vez no chão, e vi de novo as imagens ao redor tremerem quase que imperceptívelmente, entendendo finalmente que estava em um genjutsu. Preferi não pensar quanto tempo estava presa naquelas condições, fiz os selos canalizando mais chakra do que usado normalmente até conseguir quebrar a ilusão, pisquei algumas vezes e percebi as imagens ao meu redor se modificarem, de repente o Sasuke que estava atrás de mim se dissolveu no ar, quando virei a cabeça para frente não era mais Komuro que estava alí.
Sasuke estava do outro lado do grande salão, uma parte de seu cabelo estava coberto com sangue que escorria até o pescoço, tinha manchas em diversas partes da sua pele e rosto, sua capa estava jogada em um lugar do chão e vi sua roupa rasgada em diversos pontos. Ele olhava com atenção para mim, envolvido no brilho roxo das costelas de seu Sussano, e mesmo com aquela ferimentos não parecia ter nada além de uma respiração ofegante. Quando olhei para o plataforma vi o rosto surpreso de Komuro enquanto este me encarava.
– Como? Você não devia ser capaz de escapar do genjutsu. — ele falou cético com a minha capacidade. — Eu estudei suas habilidades, você não poderia ser capaz..
– Finalmente. — ouvi Sasuke soltar depois de um suspiro — Se você realmente soubesse das habilidades de Sakura, saberia que ela não é manipulada com facilidade. — algo se acendeu na minha mente depois de ouvir aquela última parte
– Sasuke-kun, — chamei sua atenção — foi eu que fiz isso com você?
– Sakura, — ele me encarou uma expressão mais suave antes de voltar para aquele olhar assassino em direção a plataforma — isso não vem ao caso.
Ele pegou o cabo katana, e eu sabia que a sua intenção era atacar aquele que estava em pé na plataforma. Observei mais uma vez todo os machucados no seu corpo, as manchas de sujeira, e o sangue, eu tinha feito aquilo por está no controle daquele desgraçado, eu tinha machucado o homem que eu amava por conta da loucura de outro, que por meio de uma ilusão me obrigou a lutar. Reparei no meu corpo e percebia que não havia nenhum machucado ou hematoma, o que significava que todas aquelas tentativas de imobilização não era nada além do Sasuke tentando me parar sem em ferir.
A raiva apertou meu estômago e subiu pela garganta, senti as minha veias pulsando, e os músculos ficando rígidos, engoli seco sentido um arrepio elétrico subindo pelo meu corpo, antes que eu percebesse já tinha saltado para o ar, me mexi esticando a minha perna da direção da plataforma, que se desprendeu da parede no momento em que eu a acertei. Não me importei com os cortes causados pelos destroços, simplesmente chutei Komuro que voou até ser enterrado dentro de uma parede. Ignorei Sasuke e qualquer vontade ou chance que ele tinha que acabar com o cretino, que saía de perto da parede, canalizei o chakra para a mão direita e comecei a andar em sua direção, sabia que tinha um olhar assassino, uma fúria que nem Naruto com as sua brincadeirinhas pervertidas era capaz de despertar.
– Sakura, espere.
Sasuke falou, tive de me concentrar para não gritar com ele, mas olhando o estado físico dele duvidei que eu fosse capaz disso.
– Por que? Nós temos que acabar com ele.
– Eu sei, mas o chakra do Naruto está se aproximando, ele está quase aqui.
– E o que isso te…
Ouvi o barulho dos passos e logo em seguida a porta sendo explodida, coloquei os braço na frente do rosto e me virei de costas para me proteger dos estilhaços, ao contrário de Sasuke, que mesmo parado perto da porta não se deu a trabalho de proteger graças ao Sussano. Quando a fumaça abaixou vi Naruto, ele estava abatido, e com muitos danos corporais e algumas marcas de queimadura, além do sangue em sua roupa.
– Sakura-chan, Hinata e Hanabi, elas não estão bem. — ele ofegava, com uma voz cansada. — Elas estão com o meu original.
– O que… o que aconteceu com a minha irmã? — Komuro se apoiou na parede ao dizer isso, cuspindo um pouco de sangue.
– Ela… — vi como meu amigo fecho as mãos e apertou os olhos encarando o chão, como se lutasse com o que iria falar — Ela, morreu.
Esperei um grito, raiva ou até mesmo uma risada incrédula que demonstrasse qualquer emoção por parte da morte da irmã, mas a única reação que surgiu foi um olhar cansado junto de murmúrios e respiração pesada, não houve qualquer xingamento, ou uma atitude agressiva, ele somente se curvou para cuspir mais sangue e com as costas da mão limpou a boca. Aquilo era a sua reação perante a morte da sua irmã?
– Sakura, — ouvi a voz de Sasuke do meu lado, o que me fez ter um leve susto com a sua aparição — vá com Naruto, eu termino com as coisas por aqui.
– Sasuke-kun, você está ferido. — ele me olhou de esguia, como se aquilo fosse irrelevante.
– Isso não irá me atrapalhar, agora vá.
Balancei a cabeça sabendo que de nada adiantaria contrariá-lo, corri para a porta indo atrás de Naruto, mas antes de sair totalmente daquela grande sala, ouvi sua voz baixa e fatal, que somente ele era capaz de ter.
– Agora só somos eu e você.
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