Notas iniciais
E aí comida dos monstros, hoje esse capítulo tá massa, pelo menos eu achei, a coisa agr tá mais emocionante, espero que tenham boa leitura!

Acordei com os gritos de alguém, eram gritos de dor, logo me sentei na cama e disse:

–Pedro? você está bem?

–ele já saiu, sou Léon, filho de Íris, anh digamos que tive um pequeno acidente.

Não conseguir ver Léon, então levantei da cama rapidamente, e fui procurá-lo.

– Léon? — eu disse.

– estou aqui, no chão. Uma ajudinha?

–como você foi para aí cara? — eu disse o ajudando.

–acho que enquanto eu dormia, caí acidentalmente.

Ajudei Léon a se levantar, pois havia um gesso na sua perna.

– prontinho, agora eu tenho que ir, hoje tem caça à bandeira, boa sorte aí com sua perna.

–Boa sorte pra você também com a caça à bandeira.

Coloquei minha roupa típica e fui para o refeitório, Pedro estava lá na mesa de Afrodite rodeado de seus lindos irmãos e irmãs, fui falar com ele:

– ei, por que não me acordou?

–bom dia Vall. –disse Pedro se levantando e vindo ao meu encontro.

–bom dia. –respondi.

–você estava tão fofinha dormindo, que fiquei com pena de acordar. –disse Pedro.

Pensei em mim dormindo, que derrota, não devia ser nada bonita, deve ser os olhos de filho de Afrodite que fez uma ilusão pra eu ficar bonita dormindo, só pode.

– pronto pra caça hoje? — eu disse ainda vermelha.

–sim, daqui a pouco começamos. E sabedoria?

–está aqui no meu pescoço. – eu disse pegando o colar.

Ao longe escutamos a sirene indicando que todos os campistas deviam se apresentar no campo para ouvirmos as recomendações de Quíron para a caça à bandeira. Olhei para Pedro e disse:

–Vamos?

–quem chegar por último vai limpar os estábulos dos pégasos. –disse Pedro correndo na minha frente.

–ei, assim não vale. – eu disse correndo atrás dele.

Chegamos rindo, até que escutamos um chamar de atenção de Quíron, ficamos sério e escutamos.

– continuando... E para os guerreiros de primeira viagem assim como Vaiollet, o objetivo é capturar a bandeira do inimigo, ok? Usem suas armas, e tentem não matar ninguém.

Bervely me chamou pra perto e disse que eu era do time vermelho. Então Quíron disse:

–Atenção... COMECEM!

Apertei as asas de coruja do meu pingente que logo se transformou em espada, passei pelas laterais do acampamento, quase em sua barreira mágica, imaginando que todos os outros passariam pelo meio, vi dois campistas inimigos, e me escondi atrás de uma árvore. Quando um deles passou por mim, chutei-o pelas costas, que caiu dentro do lago, o outro agarrou meu pescoço, mas dei em cotovelada em sua cara, e logo depois passei sabedoria de leve em seu braço esquerdo e continuei correndo o mais rápido que eu conseguia. O meu pensamento estava certo, a lateral do acampamento não havia ninguém a não serem aqueles dois campistas lá atrás, e estava feliz por isso. Avistei uma bandeira azul cravada entre umas pedras, e fui indo em sua direção mais cautelosamente, até que escutei uns barulhos de folhas no chão, alguém estava vindo. Escondi-me atrás de uma árvore, e quando o barulho estava mais perto, girei meu corpo com sabedoria. Um garoto que certamente não era do Acampamento disse meio atordoado com meu ataque surpresa.

–Sua louca! Você quase me matou!

–Porque diabo esse desconhecido está aqui? alias, como você passou pelas barreiras do Acampamento?

–Sinceramente eu esperava uma recepção mais amistosa. –disse o garoto com um sotaque britânico.

Coloquei a ponta de minha espada em seu pescoço e disse:

– você não respondeu minha pergunta.

De repente uma garota entrou na frente do garoto e disse:

–Calma, nós viemos em missão de paz.

Eu sempre imaginei um alienígena chegando à terra e dizendo aquela frase, mas o momento não permitia que eu fizesse uma piada. Mas logo que fitei os olhos daquela garota veio um flashback em minha cabeça, e logo disse:

–Ei, seu nome é Melody?

–sim, por que?

–não é possível... –eu disse um tanto boba.

–o que não é possível? — disse o garoto desconhecido.

–eu sonhei com vocês, não sei por que mais sonhei.

–quem é você? — perguntou Melody.

Ao longe escutei uns gritos, provavelmente o time azul havia ganhado. Na hora me veio uma raiva incondicional, eu perdi de novo.

–era pro meu time ter ganhado, ou melhor, era pra eu ter pegado aquela bandeira se vocês não tivessem me atrapalhado. – eu disse friamente.

Joguei meu elmo no chão e saí de perto dos novatos, raivosa com a perda cortei uns arbustos, ali perto.

–mas... – tentou dizer um deles, mas nem me dei ao trabalho de olhar pra trás pra saber quem era.

No caminho encontrei Pedro, ele que havia capturado a nossa bandeira, eu ia passar direto, mas ele segurou o meu braço e disse:

– o que foi? eu já te disse a respeito de perder.

–temos novos amiguinhos logo ali atrás, vá dar as boas-vindas a eles. –soltei meu braço e continuei andando.

Subi em cima de uma árvore e fiquei lá, não queria conversar com ninguém, de lá dava pra ver os novatos de apresentando aos outros.

–olá, sou Redy! – ouvi o garoto dizer.

Melody disse mais amistosa:

–e aí galera, sou Melody! Prazer!

Depois que todos foram dormir, desci da árvore e fui devagar para o meu chalé, todos estavam dormindo, tomei um banho e fiquei deitada na minha cama, olhando uns arranhões que levei daqueles garotos do time azul, escutando minhas músicas, nem percebi quando adormeci.


Notas finais
se tiver algum erro, me fale. e por favor deixem rewies? obrigado.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.