A New Beginning- Interativa

7 Capítulo 7: Eliza e David Schreave


Notas iniciais
Olá meus amores. Fiquei muito aliviada com os comentários sobre o capitulo anterior! De verdade. Estava muito insegura quanto a ele. Mas agora está tudo bem. O que vocês estão lendo neste momento? Eu estou lendo, Confie em Mim. E adivinhem, estou usando óculos... Socorro. Bom, escrevi este capítulo antes do esperado, pois estou inspirada; animada; e provavelmente ficarei sem tempo. Grande beijo e espero suas respostas. -Alice

Eliza Schreave

Estava sendo tão estranho, varias presenças femininas dentro da minha casa... E o pior, todas disputando meu irmão. Iria procurar não ficar muito perto de nenhuma, exceto por Mitys, que é um prazer tê-la em casa! Alguém bateu a minha porta. Olhei no relógio; 04h03min. Era o que me faltava, alguma delas com fome e não sabendo onde é a cozinha. Levantei de mau humor e abri a porta. Fui surpreendida e pegada no colo. Henry fechou a porta, e me jogou na cara. Beijamos-nos e nos abraçamos. Era difícil termos tempo agora, afinal a guarda precisava ser reforçada, por conta da Seleção.
–Senti sua falta! –sussurrei em seu ouvido.
Ele mordeu minha orelha, e depois se deitou e acariciou meus cabelos. Era tão bom tê-lo perto de mim. Sua presença me causava euforia. Era tentador e perigoso. E eu sempre optei pelo errado.
–Posso ficar até as 04h30min, eu acho. Meu horário de descanso –ele avisou.
–Amanhã terá um baile, ao anoitecer para celebrar a chegada das selecionadas. Não sei o que usar. Pode me ajudar? Mamãe disse que poderia ser algo mais livre.
–Claro que ajudo vossa alteza.
Arqueei a sobrancelha, e sorri para ele.
Tirei minha roupa, e fui buscar os vestidos. Assim que vesti o primeiro vestido, um rosa, Henry disse que estava muito formal. E então, ele escolheu o azul. E eu também gostei mais. Estava jovial.
Me joguei na cama, ao seu lado, e repousei em seu peito.
–Queria contar que tudo isto está acontecendo para o meu irmão. Mas sempre, na hora H, eu amarelo. Há três dias, na estreia da Seleção, eu decidi contar. E na hora dei uma desculpa péssima que precisava de alguns livros dele.
–Você vai saber e conseguir quando for à hora certa Liz. Você sempre sabe. Mas me diga como anda Alfredo?
Alfredo é um gatinho filhote que nós resgatamos há quatro dias. Ele estava sob os cuidados do veterinário, pois estava desnutrido. Decidi ficar com ele, e meus pais deixaram. Então, Henry estava me ajudando a cuidar dele.
–Provavelmente dormindo ou comendo. O bichano só faz isso por enquanto, logo poderá vir para o meu quarto. Não vejo a hora!
Ele olhou o relógio.
–Falando em hora princesa... Acho que já preciso ir.
–Tem certeza?
–Infelizmente. Farei o possível para voltar amanhã. Prometo!
Sorri e o beijei. Deitei na cama, e ele me cobriu, depois beijou minha testa e saiu. Como sempre fazia.

David Schreave

Era o dia do baile. E faltavam poucos minutos para o seu inicio. Papai exigiu que eu dançasse pelo menos uma musica com cada selecionada. E não pude deixar de negar, que estava ansioso. Cada uma delas tinha uma qualidade que me atraia. Acho que foi bobagem da minha parte achar que não encontrarei a perfeita.

Eliza estava linda, como sempre. Usava um vestido azul, uma maquiagem básica e linda, o cabelo solto com sua coroa. Deslumbrante. Minha prima, Annabel, também estava linda. Ela e Eliza andavam de cima para baixo, dançando com os guardas e cumprimentando as meninas.
–Com licença, alteza –pediu uma moça. E eu me lembrava dela. Afinal, como esquecer?
–Elena Chase.
–Adoro quando fico marcada. Esta deslumbrante!
–Obrigado! Você também está! –e se está... Usava um vestido longo, e muito sexy. Aberto nas costas inteira, tomara que caia, vermelho –Me daria a honra desta dança? –disse reverenciando.
–Com toda certeza.
Dançamos quase uma musica inteira. Era musica lenta. Então pude sentir seu corpo perto do meu. Elena era ousada. Gostava disso. Logo pedi licença, e fui ao encontro das outras meninas. Logo encontrei Candrynni Kimberly conversando com a minha mãe.
–Com licença, senhoras. Senhorita Cand, me daria à honra de dançar comigo?
Ela sorriu iluminada.
–Sem duvidas!
Ela também me chamava muito à atenção... O seu carisma.
–Terminou o livro, alteza?
–Sim! E realmente, o final é surpreendente. Esta lendo algo no momento?
–Sim, estou. Confie em Mim, Harlan Coben. Já ouviu falar?
–Só pode estar de brincadeira moça! Li este livro a menos de um mês. É muito bom! De verdade. Vai adorar.
–Estou adorando. Porem, estou amando dançar com você –ela disse mordendo o lábio e sorrindo. Não disse de um jeito abusado ou sensual. Disse num tom de delicadeza e simplicidade. Gostei disto.
–Cand, se me der licença, preciso dançar com as outras garotas também. Muito obrigado!

A próxima com quem dancei foi Mitys. Conversamos sobre nossa infância, e logo ela se retirou quando viu Eliza. As duas tagarelavam e tiravam selfies.

Logo encontrei Anfitrite Astle, sentada bebendo um suco. Sozinha.
–Senhorita? Poderia me dar à honra de dançar comigo?
Ela sorriu como se isto fosse uma oportunidade única, levantou-se e me estendeu a mão. Era simpática e simples. Diferente. Tanto no físico, como no psicológico.
–Está gostando do seu quarto, senhorita? Ou gostaria de alguns ajustes?
–Que isso... Está tudo tão lindo. As criadas são tão prestativas e amigáveis. Melhor lugar para se estar. Conheci sua irmãzinha, Tessa. Que amor de criança.
–Tessa realmente é um amor. Carismática demais, também.

Já estava farto do mesmo dialogo “Oi senhorita, me daria à honra desta dança?”. Isto é ridículo, falar sempre a mesma coisa para todas. De certa forma, parece até falsidade.
Mas era necessário. Logo, dancei com Eliza, e depois com Annabel, titia May, mamãe e Tessa. Tessa disse que queria um namorado para dançar só com ela. E meu pai deu risada, embora sua face fosse de um pai preocupado.
Eliza se aproximou de mim novamente. E pediu para irmos até o jardim. Assenti e fomos.

–David não diga nada. Antes que eu amarele novamente. Estou apaixonada. Estou amando. E também estou “namorando”.
–NAMORANDO? –minha surpresa foi enorme. Eliza não era do tipo de pessoa que gostaria de namorar, ela odeia grude, dar satisfações e todos os outros mil fatores de um namoro.
–Acho que sim. Porem ele não é o que acham, entende? É diferente.
–Diferente como, Eliza? Namorando? Meu Deus... Eliza ele não é ela, certo?
–DAVID, OBVIO QUE NÃO! Ele se chama Henry. E eu acho que estou perdidamente apaixonada por ele...
Não conhecia nenhum Henry... Estranho.
–Henry? Nunca ouvi falar de nenhum principie Henry.
–Ele não é principie. Cabo Lockwood. Henry Lockwood.
–O guarda real da mamãe? Eliza, você está doida?
–David, eu não escolhi isto. Simplesmente aconteceu. Lembra quando lhe perguntei sobre o certo e o errado?
–Sim. Bom, contanto que você esteja feliz, e sendo tratada como merece. Aceitarei e não contarei para mamãe ou papai. Mas tome cuidado, isto é mais ariscado do que você pensa.
–Vou tomar cuidado, e outra senhorinha, eu sei que é ariscado, sei mais do que você. Afinal, eu sou a mais velha! –ela disse me empurrando e rindo.

Notas finais
E então amores? Ficou bom?... -Alice