Notas iniciais
Eu sou nova aqui! Ahaha, é a primeira fic que eu posto.

Sejam legais comigo ok? xD

E me desculpem pelo meu português, ele não é tão perfeito assim.

Beeeijos! Espero que vocês gostem!

Tudo começou com um sonho, eu acho, não tenho muita certeza sobre o que estava acontecendo.
\nEstava em minha casa, estava muito quente, muito quente mesmo, era como se a casa estivesse pegando fogo.
\nE estava, quando sai do meu quarto vi uma luz muito forte, era fogo, por toda parte. Eu vi alguém, alguma coisa, não deu para ver o que era direito.
\nEra horrível. Tinha olhos brilhantes como carvão, com asas e garras de morcego, e boca com presas amareladas.
\nUm monstro, pensei, das lendas Gregas. Uma fúria.
\nEla me viu. E então eu acordei, arfando, por sorte era um sonho e eu não sabia o que ele significava.

\n\n

***

\n\n

No dia seguinte, quando acordei, estava muito cansada. E aquele terrível sonho ainda martelava em minha cabeça. Era dia de aula, dia de ir para o inferno chamado colégio. Logo fui me arrumar e tomar café da manhã com minha mãe.
\nSarah McQueen fez meu café da manhã preferido: ovos com panquecas e bacon.
\n– Você dormiu bem filha? – perguntou ela num tom preucupado.
\n– Não mãe, sonho ruim... Sabe? – falei.
\n– Hummm... Tudo bem então. – falou ela. Minha mãe era solteira e levava uma vida boa. Ela nunca falara nada sobre meu pai como: quem ele era? Qual era seu nome? Por que ele nunca quis saber de mim?... Essas coisas. Sempre que eu tocava nesse assunto ela fica meio triste. Então eu preferia ignorar isso.
\nA campanhia tocou, devia ser Grover, meu melhor amigo. Ele mora no meu prédio e andar que eu. Somos praticamente vizinhos. Fui atender a porta. E lá estava ele, o meu único amigo.
\nEle tinha cabelo e olhos castanhos, e uma estatura média. Ele usava muletas, pois tinha problemas nos joelhos.
\n– E então, vamos? Preparada para mais um dia? – disse ele quase rindo.
\n– Sempre estou né? Engraçadinho. – resmunguei.
\nDespedi-me de minha mãe, que iria para o trabalho. E fui direto para o colégio. Fomos em silêncio durante todo o caminho

\n\n

***

\n\n

Nossa primeira aula era de Latim, com o Sr. Brunner, a melhor aula do dia. Também a que eu mais entendia. O Sr. Brunner deu início a aula falando sobre os Deuses Olimpianos, começando pelos Três Grandes. Logo depois ele começou a falar sobre os Deuses Menores. E foi ai que eu me desliguei um pouco da aula.
\nMe distrai pensando em meu sonho na noite anterior, queria muito saber o que ele significava. Tenho certeza de que algo bom não era. Algo ruim estava para acontecer, eu podia sentir isso. E me incomodava muito. Grover tirou-me de meus pensamentos.
\n– Emma... Emma, Sr. Brunner te fez uma pergunta. – falou Grover.
\n– Ahh... Senhor, me desculpe, qual foi a pergunta?
\n– Fale sobre os Três Grandes, Emma – ele me encarou, por um momento fiquei nervosa, mas logo passou.
\n– Ahh... Hum... Zeus é o Rei dos Deuses, Deus do céu e dos raios certo? Poseidon é o Deus dos Mares, terremotos e cavalos. Hades é o Rei do Mundo Inferior, senhor dos mortos... Correto?
\n– Sim sim, mas poderia ter falado mais se prestasse atenção na aula. – resmungou ele. – É importante que você saiba e entenda isso. É importante em sua vida, de uma maneira que você não entende, ainda. Certo? – Assenti, nervosa, não sabia o que ele queria dizer com isso. Então, Alice A Bobona da sala falou:
\n– Isso não serve para nada em minha vida. Mas na sua em? Emma? Cheia de mentiras e loucuras. – metade da classe riu, e eu não via graça naquilo, odiava ela, desde a primeira vez em que a vi. Ela era uma pessoa repugnante e nojenta.
\n– Cala a boca, Alice, sua... – o Sr. Brunner interrompeu-me.
\n– As duas querem parar por favor? Ou querem sair da sala? – ele nos encarou. Nós não respondemos. – Ótimo. – finalizou ele.
\nO resto da aula não foi tão longa assim. Logo a aula terminou e já era o intervalo. Grover comprou bolinhos de queijo, e eu comi junto a ele. Fique o mais longe possível da Alice e sua gangue.
\n– Grover, o que o Sr. Brunner quis dizer na aula hoje? – perguntei, eu realmente não entendia. Logo Grover entendeu.
\n– Ah... Eu não sei sabe. Queria muito saber também. – Eu sabia que ele estava mentido. Sei quando ele menti. Mas preferi não falar sobre isso.
\nApós o intervalo tivemos aula de Literatura Inglesa, e por ultimo, História. A pior aula do dia. Era a aula que eu menos prestava atenção, por conta do TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade). O assunto era "A Guerra Fria". Um dos piores. E o professor nem comento, mais chato ainda.
\nPor sorte, o tempo passou rápido. Graças ao TDAH. E eu agradeço por isso, sempre.

\n\n

***

\n\n

Na volta para casa, vim acompanhada por Grover e Sr. Brunner, que também morava no mesmo prédio e andar que eu. Pura coincidência. Eu acho. Ele precisou de ajuda para entrar no elevador, por conta da cadeira de rodas (que esqueci de mencionar antes). Nós o levamos até seu apartamento, de depois nos despedimos. Grover foi comigo para a minha casa. Ele iria almoçar comigo e com minha mãe hoje.
\nEla fez lasanha, a minha comida preferida no almoço. Nós comemos, rimos e conversamos juntos. Até que foi legal. Mais tudo piorou quando a campainha tocou.
\nEra Alice, a garota estúpida da minha turma. Por sorte Grover estava aqui, pois sem ele eu não saberia o que fazer com a garota idiota.
\n– Oi, Alice, posso te ajudar? – falei quando a vi.
\n– Sim, pode. Posso entrar? – perguntou ela, logo entrando, antes que eu respondesse.
\n– Pode. – resmunguei depois que ela entrou. – O que você quer hein? Você já causou proplemas demais. – Da cozinha minha mãe gritou algo parecido com "está tudo bem filha?" respondi que sim.
\n– Bem eu queria pedir desculpas por tudo o que eu te fiz. – falou ela com um sorriso falso. – Eu sei, eu errei e quero me redimir com isso, o que você acha?
\n– Bem, eu acho que tudo isso é mentira sua. Você sabe, que não confio em você. – Neste momento algo estranho aconteceu, quando Grover entrou na sala, onde eu estava com Alice, ele parou imediatamente. Ele "arregalou" os olhos e sua respiração acelerou. Algo estava muito, muito errado. E eu não estava gostando nem um pouco disso.
\n– Grover, está tudo bem com você? – perguntei.
\n– N... Nã... Não! – ele conseguiu dizer. No momento ele encarou a Alice, que sorria com malícia. – Eu posso sentir seu cherio, você... Você é uma Fú... – Alice o interrompeu.
– Sim, seu sátiro nojento, eu sou uma Fúria. – minha mãe saiu correndo da cozinha neste momento, com uma faca na mão. – Eu vi matar a sua amiga. A Filha de Poseidon deve morrer.
\nNesse momento Grover começou a tirar a calça, eu não olhei, ele estava ficando louco.
– Grover! Por que você está tirando sua calça? – gritei desesperada. Quando olhei vi que ele não tinha pernas normais, e sim patas de bode. – Ah... Você... Você é metade bode...Você... – ele me interrompeu.
– Sim, sou. Sou um sátiro. – falou ele, orgulho disso. – Também sou seu protetor, esse é o meu trabalho: proteger você e seu irmão, Percy.
\n– Como assim? Meu o que? – eu já não entendia mais nada. E foi quando a Alice começou a se transformar, ela tinha olhos brilhantes como carvão, asas e garras de morcego, e presas amareladas em sua boca.
\nEla era uma Fúria. A coisa mais horrorosa que vira naquele dia. E para piorar Sr. Brunner entrou a toda velocidade em minha casa, na cadeira de rodas. Mas ele começou a se levantar, mas ele não tinha pernas. Sua outra metade era um cavalo.
\nCentauro. O Sr. Brunner, meu professor de Latim era um centauro. Isso era coisa de mais para uma pessoa só, em um único dia.
\nA Fúria, Alice, investiu contra mim mas Grover a rebateu com seus cascos de bode. Foi assustador. Sr. Brunner veio eu minha direção, e eu estava boquiaberta.
\n– Depois irei te explicar tudo, prometo. Mas antes temos que te levar ao acampamento. Eles te encontram. Quanto mais rápido você for... – a Fúria veio em nossa direção, mas Sr. Brunner, com uma adaga, transformou a Fúria em pó.
\nEu não sabia o que fazer, em que pensar. Quem eu era? Quem eram essas pessoas? O que vai acontecer agora?
\nMinha mãe assistira tudo, ela chorava desesperadamente.
– Sarah, ela precisa partir, agora! – disse Sr. Brunner.

Notas finais
E então? Gostaram??

Comenteeeeeeeem! :)