A New And Different Life.
3 A Place to Call Home
Notas iniciais
– Mas estamos em Long Island, na costa norte — falei, um tanto surpresa – Como é que...
– Sim, o Acampamento Meio Sangue fica aqui em Long Island, é subir a colina... Bem vinda! – Falou Quíron, me interrompendo.
Assenti. Mas eu não via nada além de um longa colina, a colinda de Long Island. Não via nenhum acampamento, nada.
– Vamos logo minha querida. Ficar aqui fora das proteções é um perigo para alguém como você. – falou Quíron num tom preucupado.
– Tudo bem – assenti – vamos.
Subimos colina a cima, Grover estava com as minhas duas mochilas, na frente. Quíron estava em sua forma de centauro. Um homem com uma capa preta que estava ao nosso lado carregava a cadeira de rodas mágica de Quíron.
– Quem é? – perguntei a Quíron olhando para o homem de capa preta ao seu lado.
– Argus, o guarda de segurança do acampamento – falou Quíron – ele, bem, ver tudo. Tudo que os outros não pode ver.
– Como assim? – perguntei. E então argos se virou para mim e tirou o caupuz que cobria seu rosto. Ele era coberto de olhos, e logo percibi o que Quíron queria dizer com aquilo, ele era corberto de olhos.
– Ahh... entendi. — falei, supresa e com nojo ao mesmo tempo.
– Chegamos! – exclamou Grover. – lar doce lar!
Chegamos na entrada do acampamento, ao lado, próximo a entrada tinha uma árvore, com algo de ouro reluzente, brilhando, pendurado. Envolto a árvore tinha uma enorme dragão.
– Aquele é o Velocino de Ouro. Ele protege as fronteiras mágicas do acampamento, e aquele – Quíron apontou para o enorme Dragão – é Peleu, que protege o Velocino de ouro. – concluiu Quíron.
– Foi seu irmão que resgatou o Velocino de Ouro, quando... – Quíron interrompeu Grover
– Deixamos as hitórias para depois – falou Quíron, sério.
Grover assentiu. Logo entramos no acampamento, era incrível, enorme. Assim que entrei senti o clima diferente. Estava mais ensolarado, quente, um dia perfeito. Ao subir a colina nos limites do acampamento logo vi grandes bosques a nordeste, uma linda praia, um lago de canoagem, campos verdejantes e os chalés; que formavam a letra grega ômega (Ω). Era um conjuto bizarro de chalés, de vários tamanhos e tipos diferentes. Uns tinham grama no telhado, uns eram dourados e prateados, outros azuis, vermelhos com preto... Era uma grande mistura de cores e formas.
– Vamos leva-lá ao seu chalé, e depois seu irmão poderá lhes mostrar o acamapamento. – falou Quíron. – Grover, encontre Percy e diga que nós estamos o esperando em seu chalé.
– Tudo bem – falou Grover, entregando-me as duas mochilas, com um sorriso torto. Assenti.
– Vamos querida – disse Quíron me conduzindo aos bizarros chalés.
Logo entramos em um chalé comprido, baixo e sólido. As paredes internas eram cinzentas rústicas, salpicadas de pedaços de conchas e coral. Eram madrepérolas. Tinha uma fonte d'água com moedas dentro, não sabia o que era.
– São Dracmas de Ouro... – falou Quíron – Seja bem vinda ao seu novo lar!
– Ahh.. Obrigada, Sr. Quíron. – falei.
– Querida, pode me chamar somente de Quíron. – falou ele – você pode ficar com aquela beliche – falou Quíron apontando para uma cama quase próxima a fonte.
– Obrigada – falei.
– Seu irmão logo chegará... – falou Quíron. – Depois ele irá te mostrar o acampamento e vocês vão treinar na arena, onde você vai passar a maior parte do tempo. – disse.
– Mas eu não tenho uma espada e nem roupas adequadas para isso – falei.
– Não se preocupe com isso, temos armamentos e... – falou Quíron – o que me lembra que seu pai tem um presente para você – disse, entregando-me um anel. Com uma pequena pérola negra perfeita. O anel ela dourado. Era lindo.
– Mas, o que eu vou fazer um anel? – perguntei
– Ele é uma espada, assim como a caneta de seu irmão, sempre reaparecerá em seu dedo – peguei o anel e coloquei no meu dedo indicador
– Como eu faço para ela virar uma espada? – perguntei, querendo testar
– Quando você a jogar para cima, ela irá virar uma espada, e quando você girar a pérola ela se transforma-rá em uma lança.
– Que legal ... – falei, enquanto a jogava para cima. Ela se transformou em uma perfeita espada, que caibia perfeitamente em minha mão. Ela era de ouro reluzente
– Bronze celestial. – falou Quíron – letal para monstros e semideuses.
Assenti.
– Legal – falei. Vi uma sombra se formando em minha frente. E Logo percebi que tinha alguém no chalé, quando me virei, deparei-me com um garoto, muito bonito, aparentava ter uns 16 anos. Tinha cabelos pretos e olhos bem verdes como o mar. Ao seu lado estava Grover.
Logo joguei a espada para cima que se transformou de volta no anel, coloquei-o em meu dedo.
– Olá, meu nome é Percy Jackson. – falou o garoto.
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