Notas iniciais
Bello! Olha quem apareceu u.u

Depois que Quinn e eu assumimos o nosso namoro, viramos o casal mais adorável da escola. Em casa as provocações continuam, tanto da minha parte quanto da dela. E acredite; a coisa ta mais séria do que se pensa. As provocações deixaram de ser brincadeiras e agora é questão de honra ver quem aguenta mais. No dia do teste dela para entrar nas Cheerios ela me arrastou pra ver. Eu quase morri.

Flashback on:

R- Quinn... Eu não quero ir... – Quinn estava me arrastando para o campo onde seria o teste para as Cheerios.

Q- Vem Rach. Tenho uma surpresinha lembra?

R- Qual é Quinn?! Provocação na frente de todo mundo? – ela deu uma risadinha e continuou a me arrastar. Ela me jogou nas arquibancadas perto de Dani, Britt e Sant.

Q- Por favor meninas, não deixem ela sair daqui enquanto eu vou ao vestiário ok?

S e B- Certo.

D- Eu vou com você.

Q- Certo. – ela me deu um selinho e saiu arrastando Dani que ia aos pulinhos com ela. Eu tentei ir embora mas as meninas me seguraram.

R- Porra, dá pra vocês me soltarem?

B e S- Não.

R- Eu odeio vocês. – Eu falei emburrada. Cinco minutos depois Quinn e Dani voltaram e Quinn usava aquele maldito uniforme das Cheerios. Ela foi até Sue e falou algo em seu ouvido e apontou pra mim. Sue olhou pra mim e deu um sorrisinho diabólico. – O que ela ta fazendo? – perguntei à Dani Assim que ela chegou.

D- Sua surpresinha.

R- Porque eu sinto que vai dar merda? – as meninas sorriram e se viraram pra frente. Uma das lideres de torcida colocou uma cadeira na frente da mesinha onde Sue estava. – Porque eu sinto que essa porra de cadeira é pra mim? – As meninas começaram a rir.

Q- Que bom que sabe... – ela começou a me arrastar pra frente de Sue. Eu olhei para os lados e vi Harmonie e Sugar borbulhando de raiva e minha cabeça deu um clique. É isso. A Quinn quer marcar território. Eu sorri e me aproximei dela abraçando-a pelo ombro e dei-lhe um selinho. Ela arqueou a sobrancelha pra mim sorrindo e eu pisquei pra ela.

Sue- Então Berry, você que é a namorada da minha futura capitã? — eu sabia que era uma pergunta retórica então apenas apertei Quinn mais a mim. – Se ela me aparecer grávida eu mesma arranco o pequeno Berry ai. – falou apontando para o Rick. Meu primeiro instinto foi colocar a mão por cima dele fazendo uma careta.

Q- Não precisa se preocupar com o Rick que até onde eu sei, de pequeno não tem nada não é Harmonie e Sugar? – Ela colocou a mão na boca com um falso arrependimento – Ops! Desculpe-me Sugar. Esqueci que você é a única dessa escola que não foi pra cama com a Rach. E nem vai. Perdão ela já tem dona. – Ela piscou pra Sugar com um sorrisinho debochado e Sugar saiu roxa de raiva. Até eu senti o veneno na voz de Quinn. Sue olhou pra Quinn com os olhos brilhando.

Sue- Você pode não dançar bem, mas já é minha capitã. Dançar você aprende com as outras.

Q- Mas eu sei. E vou mostrar. E realmente não se preocupe nem tão cedo com o fato de eu aparecer grávida. Entrei no clube do celibato hoje. – ela disse sorrindo. Eu me afastei dela como se tivesse levado um choque.

R- O que? Tá brincando né?

Q- Não amor. – ela sussurrou em meu ouvido: – Agora sim os jogos começaram. Então Sue, posso começar?

Sue- Claro. Primeiro dance a da Madonna, e depois dance a da Britney.

Q- Certo. Rach, pode colocar aquela cadeira no canto e sentar-se nela?- eu balancei a cabeça confirmando. Estava chocada demais pra falar. – Bom, como todas aqui devem saber, sou Quinn Fabray, a novata que ganhou em quase vinte categorias das mais top’s da escola e desbancou a Harmonie – as meninas arregalaram os olhos e Harmonie foi pra cima dela. Quinn nem se moveu – encoste uma pata em mim e eu vou te mostrar que eu sou a Ice Queen, mas vou fazer da sua vida um inferno. – ela cruzou os braços abaixo dos peitos e fez uma expressão que eu acho que foi a de Bitch Queen. Harmonie saiu de perto dela e voltou à seu lugar e Sue falou:

Sue- Sabe Fabray, eu nunca vi ninguém como você nessa escola. Você me faz lembrar a mim mesma quando era mais nova. Se eu não tivesse certeza de que nunca tive uma filha eu diria que você é minha filha, pois você é tão maldosa ou mais que eu. Bem vinda as Cheerios capitã Fabray. – Ela sorriu e voltou a sentar-se. Então a música começou.

(L U V Madonna – Madonna feat. Nicki Minaj and MIA)

Tudo correu bem... Até ali. Quinn dançou maravilhosamente bem. Podia ver os olhares das outras em cima de Quinn.

Sue- Muito bem Fabray. Agora, faça sua surpresinha para sua garota. – Agora é a parte em que eu me fodo.

Q- Rach, pode trazer sua cadeira até aqui? – ela aponta para a frente da mesinha de Sue só que â alguns metros de distancia. Eu levei a cadeira até ela e fiquei em pé – Senta. – eu ia protestar, mas ela cruzou os braços e falou: — Eu mandei sentar Rachel. – eu sentei imediatamente. Eu pude ouvir Santana gritar: É isso ai Quinn, mostra à ela quem é que manda nessa porra! Quinn sorriu – Música. – Quando eu ouvi as primeiras nota da música eu já sabia que estava fodidamente fodida...

(Toxic – Britney Spears)

Eu juro que tentei de tudo pra não olhar mas a filha da mãe começou a rebolar no meu colo e foi impossível não ficar excitada. Por Deus eu vou entrar em combustão por causa dessa desgraçada. Ela sorriu sarcasticamente e perguntou:

Q -Gostou baby? – eu sorri mais sarcasticamente ainda.

R- Amei. – respondi cheia de sarcasmo.

Sue- Certo. Isso foi tão sexy que até as paredes dessa escola devem estar desejando você Fabray. Bem vinda ao time Capitã Fabray. – Harmonie deu um grito e saiu da quadra. – Bem, Harmonie iria ser a co-capitã, mas agora escolha uma.

Q- Quero a Britt, Sant e Dani.

Sue- Mas eu quero apenas uma.

Q- Mas eu estou AFIRMANDO que elas são as co-capitãs. – Sue sorriu de lado e falou.

Sue- Essa é minha garota. Tudo bem. Elas serão as co-capitãs.

Flashback off:

Esses doze meses que se passaram foram incríveis. Com a exceção dos joguinhos infernais. Como eu me arrependo de ter inventado essa porra... Nesses doze meses meus pais nem deram as caras em casa. Mas isso foi bom, por que no sexto mês passamos a desfilar de calcinha, cueca e sutiã o tempo todo. Dou graças à Deus que ninguém vai lá em casa sem que o porteiro do prédio avise. Mas provocações à parte, esses doze meses foram os melhores da minha vida. Quinn é a namorada perfeita. Ela será a esposa perfeita. A esposa troféu. Ela cozinha, lava, passa, arruma, limpa, organiza o apartamento inteiro, e isso inclui meu quarto que normalmente é uma bagunça, é atenciosa, cuida de mim como nuca ninguém cuidou, como da vez que eu torci o tornozelo que ela me ajudou em tudo, até a tomar banho. As vezes eu me pergunto se ela não é um robô feito sob medida pra mim, mas nenhum robô seria tão perfeito quanto minha Quinn. Fora que aquela língua dela nem se compara com algo humano ou robótico. É coisa de outro mundo. Nós nos formamos, ganhamos as Nacionais com o Glee Club. Quinn, Santana, Mercedes e Dani cantaram Edge Of Glory, eu e o Finn, o namorado da Dani, cantamos Billionare e o solo foi meu com Dog Days Are Over. Foi incrível. A Quinn continuou sendo a mais top o ano inteiro, ganhou o campeonato Nacional de lideres de torcida, e foi eleita a melhor, mais bonita e mais sexy líder de torcida de todos os tempos. Ela é a melhor líder de torcida do mundo. Eu realmente tenho uma puta sorte. Nesse exato momento ela está usando uma lingerie branca, que praticamente se camufla em sua pele branquinha. E eu de cueca preta e o sutiã também.

Q- Rach, quer comer?

R- Se a comida for você, sim eu quero te comer... – eu falei beijando seu ombro e prensando-a na parede.

Q- Rick... – ela gemeu baixinho em meu ouvido quando eu mordi sua orelha.

R- Sim meu amor?

Q- Não faz assim... Sabe que... Orelha é sacanagem...

R- Eu sei. Vence quem tem mais estratégia de jogo melhor. Cada um joga com o que tem...

Q- Tem razão. Cada um joga com o que tem. E no momento eu tenho o que você quer. E minha estratégia sempre é melhor que a sua baby. – Ela pulou em meu colo e prendeu suas pernas em meu quadril. Eu apertei suas coxas com força e a beijei. Nós nunca tínhamos nos beijado tão selvagemmente e eu me surpreendi. Eu já estava bastante animadinha, e ela não apresentava nenhuma resistência.

R- Ah Quinnie, você e tão irresistível que...

– Rachel?! – eu quase derrubei Quinn ao ver quem era.

R- Mãe? – eu soltei Quinn e ela se escondeu atrás de mim. – Er... Mamãe, eu-eu posso explicar... Eu acho...

S- Por favor, vá vestir-se e leve essa garota com você. – nós saímos correndo pro eu quarto.

Q- Rachel porque não disse que sua mãe estava vindo? – perguntou enquanto nos vestimos rapidamente. Ah, esqueci de falar. Eu e Quinn dormimos juntas à oito meses.

R- Por que nem eu mesma sabia!

Q- Com que cara eu vou olhar pra ela?

R- Com essa sua linda carinha vermelha de quem ta envergonhada. Faz tempo que eu não vejo essa carinha. Senti falta dela. –falei acariciando seu rosto.

Q- Por que você me fez perder a vergonha. — Ela me abraçou e escondeu o rosto em meu pescoço.

R- Eu sei. Sinto falta dela, mas prefiro essa Quinn que me enlouquece e me excita todos os dias. – ela riu no meu pescoço. – Vem, vamos conhecer a minha mãe, a Shelby. – Ela apertou minha mão e eu sorri pra ela. Quando nós saímos minha mãe e meu pai estavam sentados no meu sofá. Meu pai tentava ficar sério, mas estava visivelmente tentando prender o riso, ao contrário da minha mãe que parecia que estava prestes a me matar. – Oi pai, oi mãe.

H- Oi Rick... – ele falou rindo.

S- Hiram! Já te disse pra não ficar dando linha à essas ideias loucas da tua filha.

H- Nossa filha. Não fiz ela sozinho.

R- Então, o que os trazem aqui?

H- Viemos te chamar pra passar o fim de semana conosco.

S- Mas antes vai me explicar o que estava ou está acontecendo aqui. Quem é essa garota?

R- Mãe, essa é minha namorada Quinn. O que acontecia era que eu estava aproveitando o resto do meu dia com minha namorada, que aliás está morando comigo.

S- Como assim morando com você?

R- É que os pais dela expulsaram ela de casa por que ela ... – minha mãe pulou do sofá e gritou:

S- Ai meu Deus! Ela ta grávida? Eu vou ser avó? Eu sou muito nova pra ser avó... Mas eu vou ser vovó! Hiram, vamos ser vovôs! – ela falou sorrindo.

R- Mãe!

S- O que?

R- A Quinn não ta grávida. – ela sentou no sofá e seu sorriso murchou. – Eu sei que você já estava feliz pelo neto que achou que ia ter, mas é um pouco improvável que ela esteja grávida. Eu vou explicar tudo à vocês. – eu expliquei tudo à eles, incluindo a parte dos jogos infernais. Quinn ficou extremamente constrangida durante toda a conversa. – Então é isso.

S- Oh querida. Sinto muito. Mas prometo que terá todo o apoio de nossa parte.

H- Sim. A Rachel falou a conversa inteira, agora nos fale um pouco de você.

Q- Bom, meu nome é Lucy Quinn Fabray...

H- Espera, Fabray de Russell e Judy Fabray?

Q- Sim. Vocês os conhecem?

H- Sim, estudávamos juntos. Eu namorei sua mãe e Shelby o seu pai. Depois de um tempo nós trocamos de casal. Mas por favor continue.

Q- Bem, eu tenho dezessete anos e nasci no dia trinta de abril...

S- Olha, vinte e cinco dias depois do da Rachel!

R- Vocês querem deixar ela falar?

H e S- Desculpa.

Q- Tudo bem... Eu nasci na Rússia e morei lá até os meus dois anos. Depois vim pra cá e com oito anos fui morar em Londres com meu pai. E o resto os senhores já sabem.

S- Ah, parabéns pelas quase vinte categorias como primeiro lugar nas votações das tops da escola.

Q- Obrigada.

S- Mas tem certeza que não ta grávida?

R- MÃE! – Quinn sorriu.

Q- Tenho sim. Até porque não tem como engravidar sendo virgem.

S e H- Virgem?

R- É. Virgem e presidente do clube do celibato da escola. Tem coisa melhor que isso? –falei sarcasticamente.

S- Claro que não! Pelo menos você não vai ta cometendo pedofilia. E vocês são muito novas pra terem bebês.

R- Ok mãe. – nós combinamos de ir para a casa de praia da minha família no final de semana e isso, claro, incluía Quinn.

No começo da noite da sexta meus pais vieram nos buscar. Quinn estava uma pilha de nervos. Ela ia conhecer minha família, praticamente, inteira. Estávamos no banco de trás. Eu segurava a mão dela e ela apertava minha mão nervosamente.

R- Quinnie, qual é o problema? Você está nervosa desse jeito desde ontem. Meu bem, fique calma. É só a minha família. – ela olhou pra mim um pouco irritada.

Q- É? Quero ver o como você vai na semana que vem quando for conhecer a MINHA família. – eu gelei. Conhecer a família dela?

H- Oh-ow... Tem agem aqui que ta muito ferrada...

S- Prepare os nervos meu amor.

R- N-Não deve ser tão ruim assim.

Q- Não? Meu pai me expulsou de casa com dezesseis anos só porque descobriu que eu gosto de meninas.

R- Bem, por esse ângulo eu temo por minha vida ao conhecer o seu pai...

Q- Se você tiver sorte ele não conseguirá voltar pro país a tempo da festa. Vai ser o aniversário de cinqüenta anos de casamento dos meus avôs. Se os senhores quiserem pode nos acompanhar...

S — NÃO! Sua família é assustadora! Quando eu cheguei com o Russell eles me encheram de perguntas. Perguntas indelicadas e constrangedoras. Acredita que seu Tio Oliver me pediu pra fazer um exame de sangue? Depois disso eu terminei com o Russell. – Quinn arregalou os olhos pra mim.

Q- Você não vai me deixar depois que conhecer eles né? – ela perguntou nervosa.

R- Claro que não minha linda. Eu namoro com você não com eles. É com você que eu vou casar, e se essas visitas vierem no pacote eu aguento. – ela sorriu.

Q- Casar? Você é uma fofa! – ela me abraçou e me deu um selinho.

R- Casar e ter vários filhinhos...

Q- Só dois...

R- Só dois...

S- Vamos ter netinhos... Eu vou ser vovó...

R- Mãe, não surta antes da hora ok? – eu falei rindo. Depois de uma hora de viagem chegamos à casa dos meus avôs. Na verdade é uma mansão à beira mar. Quando digo mansão, é realmente uma mansão. Tem uma garagem interna com capacidade para quatro carros, uma externa com capacidade pra catorze carros. Mas é preciso por conta das festas que minha família dá por aqui. Tem uma quadra de tênis, uma de futebol, uma de vôlei e uma de basquete. Tem três andares, tem uma sala enorme em cada andar, uma cozinha em cada andar, doze quartos, todos com banheiro, uma piscina enorme, um lago artificial e tem uma cabaninha na areia da praia. Dinheiro na minha família não é problema. Mas a falta de juízo sim... Falando em falta de juízo...

A -Rach!!! – Anne pulou em cima de mim, fazendo Quinn soltar minha mão e cruzar os braços. Eu empurrei-a delicadamente.

R- Oi An...

A- Você ta ótima. Quem é a loira gostosa?- ela falou olhando Quinn de cima à baixo. – Que mulher é essa...

R- Hey! Essa mulher é minha, vá caçar uma pra você!

A- Sua? Não me diga que ela é...

R- Minha namorada. Então tira o olho dela sua tarada.

A- Bom gosto como sempre Rach. Olá, eu sou Anne, pode me chamar de An. – ela abraçou Quinn.

Q- Prazer, sou Quinn.

A- O prazer é meu Quinn. Bem, vamos entrar? Tenho que contar à todos a novidade... – Assim que entramos todos vieram em nossa direção. Apresentei todos à Quinn. Todos ficaram babando na minha garota.

R- Eu acho melhor vocês pararem de tarar minha namorada.

A- Qual é Rach!? Ela é muito gostosa! – falou An.

R- ANNE!

A- Que foi? Tô mentindo?

R- Vadia!

Q- Rachel! Pare de brigar com a sua prima.

R- Mas foi ela Quinn!

Q- Deixa de ser ciumenta! – eu fechei a cara e subi pro meu quarto. – Rachel!

A- Ela vai pro quarto dela. No terceiro andar, a última porta à esquerda. – eu ouvi Anne falar e o barulho de Quinn subindo a escada. Eu andei mais rápido e bati a porta do quarto. Alguns segundos depois Quinn bateu na porta.

Q- Rach, posso entrar?

R- Sim. – eu me deitei na cama de bruços e enterrei o rosto no travesseiro.

Q- Você ficou chateada?

R- Claro que eu fiquei. Todo mundo ta babando por você.

Q- Deixa de ser besta! – ela subiu em minhas costas e beijou meu pescoço. – Todos podem me querer, mas eu só quero você. Sou sua. – eu sorri.

R- Eu sei minha linda. Me desculpa. Agora deixa eu me virar?

Q- Não.

R- Por que?

Q- Por que eu quero dormir assim com você... – eu sorri e fechei os olhos. Pouco tempo depois eu senti Quinn se agarrar a mim e sua respiração ficou mais leve, ela já estava dormindo. Logo adormeci.

Não sei quanto tempo passamos dormindo só que quando acordei vi que tinha um monte de gente no meu quarto, Anne tirando fotos e minha vó com uma caixa preta na mão.

R- O que vocês tão fazendo aqui? – falei rouca e me virei e Quinn voltou a me abraçar e se esconder no meu pescoço. As meninas soltaram um “awn” e Quinn se remexeu nos meus braços. – Silêncio. Vão acordar a Quinn. O que querem?

A- A vovó e o vovô querem te dar uma coisa. – vovó veio até mim e me deu a caixa preta.

R- O que é isso? – eu chacoalhei a caixa e ela fez barulho e Quinn acordou.

Q- Rach? – ela falou rouca.

R- Hey... Desculpa por isso, mas tem gente aqui... – ela olhou pros lados e viu o pequeno público. Ela arregalou os olhos e se escondeu em meu pescoço.

Vó- Querida, não se envergonhe. Sentem-se. Agora, saiam todos. Só o meu marido e os pais de Rach ficam aqui. – todos eles deram muxoxo, mas saíram. — Esse presente também é pra você Quinn. – eu abri a caixa e estranhei o conteúdo. Tinha um termômetro digital, uma tabela digital, um lençol branco com listrinhas vermelhas, um potinho branco e uma caixinha rosa.

R- Que merda é essa?

Q- Olha a boca!

R- Ok, desculpa vó. O que é isso?

Vó- Isso – ela pegou o termômetro – é pra Quinn saber quando está no período fértil...

R- Como ela vai fazer isso?

Vó- Simples. Ela vai enfiar na... – e interrompi-a.

R- Não quero ouvir isso.

Vó- Ok. Essa tabela é pra anotar os dias de menstruação e de fertilidade. Esse lençol é onde todos nós fomos feitos. Deveriam usar-lo o mais rápido possível...

Q- A senhora quer que eu fique grávida? – ela perguntou um pouco assustada.

Vó- Claro que sim. Quero ver essa casa cheia de crianças mais uma vez...

R- Mas não vou fazer um bebê onde todos nós fomos feitos...

Vó- Veremos... Esse potinho é pra você mandar seu espermatozóides para análise Rachel...

R- Por Deus vovó!

Vó- E a caixinha é uma exame de gravidez de farmácia.

Q- Am... Obrigada?

Vô- Minha vez. – Ele me deu uma caixa pequenininha e azul. Eu abri e achei uma caixa de camisinha e uma caixa de Viagra.

R-Sério vô?

Q- O que é? – eu mostrei a ela e ela sorriu.

R- Eu não preciso disso. Poderei dar conta da minha garota sem isso.

Vô- E já não dá?

H- Elas não fazem sexo papai.

Vô e Vó- O que?

S- Ela é virgem.

Vó- Há quanto tempo vocês namoram?

R e Q- Doze meses e 28 dias.

Vô- Vocês namoram há um ano e não fizeram nada? Isso sim é amor! – eu e Quinn nos olhamos.

R- Bem... er... Não sei se é amor.

Q- Nunca falamos sobre isso.

R- Mas iremos falar em breve.

Q- É-é claro...

S- Mas iram fazer isso depois. Vamos jantar. Tomem banho e desçam.

R- Ok mamãe. Descemos em meia hora. – Quinn e eu nos arrumamos quietas e em silêncio, coisa que não era comum entre nós. Descemos em vinte minutos e ainda em silêncio. Quinn estava pensativa e confusa. Sei disso porque quando ela está pensativa ela morde o canto esquerdo e fica olhado pro chão. Quando esta confusa franze o cenho. Nesse momento ela esta mordendo o canto esquerdo da boca, franzindo o cenho e olhando diretamente para o chão. Comemos caladas enquanto os outros tagarelavam sem parar. Quando terminamos o jantar ficamos na sala quietas e caladas. Eu resolvi levar a Quinn à minha antiga casa na arvore que ficava um pouco longe da casa.

R- Quinn, vamos dar um volta?

Q- Sim. – ela pediu licença à todos e andou ate a garagem comigo.

R- Me espera aqui.- eu fui ao armário onde ficavam as coisas de acampar e coloquei na mala do carro.- Tudo bem se nós dormimos fora hoje a noite?

Q- Claro.

R- Quer que eu pegue algo?

Q- Só comida e água.

R- Você pode pegar umas roupas pra nós? Só vamos voltar amanhã à noite. Tem uma mochila azul já feita. Trás ela pra mim e coloca as suas roupas numa outra mochila.

Q- Pra onde vamos?

R- Pra um lugar muito especial pra mim.

Q- Tá. Eu vou subir. — ela falou de cabeça baixa.

R- Quinn. — ela olhou pra mim, eu me aproximei dela, segurei seu rosto e beijei-a. Mas não foi um de nossos beijos selvagens. Foi um beijo carinhoso. Ela me abraçou e saiu. Eu peguei as coisas e coloquei numa caixa térmica e botei no carro. Cinco minutos depois Quinn estava de volta. — Vamos?

Q- Vamos. — eu peguei as duas mochilas e coloquei na mala do carro. Eu fui dirigindo devagar e brincando com as mãos de Quinn que tinha um sorrisinho no canto da boca. Dez minutos depois chegamos à minha casa da árvore. — Essa casinha é sua?

R- Sim. Esse é o meu lugar favorito aqui. Vem. — eu puxei ela pela mão e ajudei-a a subir as escadinhas de madeira pregada na árvore.

Q- Você subia nisso quando era criança?

R- Sim, porque?

Q- É ruim demais pra subir. — eu ri.

R- É por que você nunca subiu em árvores né?

Q- Sim. Meu pai nunca deixou. Eu não tive infância. Eu era o exemplo de filha perfeita que usa apenas vestidos e sapatilhas, com cachinhos dourados e só brincava de casinha e com bonecas. — o tom de voz dela me deixou com um aperto no peito.

R- Se nós tivemos uma filha um dia, eu vou deixar ela fazer o que quiser, brincar com o que quiser, do que quiser e com quem quiser.

Q- Eu sei. Quero que ela tenha a infância que eu não tive. — quando chegamos eu abri a porta e me abaixei pra passar nela. A porta era pequena pra nós, mas dentro ela tinha a altura maior que nos permitia ficar de pé. Tinha um colchão com vários travesseiros, um armário onde eu colocava comidas e outro onde eu colocava brinquedos e uma mesinha no chão. Eu fui até a janela e empurrei a madeira que fazia a janela e o teto se abrirem. — Sua casa da árvore é tão fofinha.

R- Espero que goste da estadia senhorita. Eu vou buscar as coisas.

Q- Como vamos fazer pra subir?

R- Aqui tem um elevador de corda. Eu coloco aqui e você puxa. — eu falei mostrando a ela. Nós colocamos tudo no lugar e eu peguei meu celular e vi que tinha cinco ligações perdidas da minha mãe, uma da Sant e uma do meu pai.

Q- A Sant ligou.

R- Não deve ser nada importante. Ela só ligou uma vez. Se fosse importante ela teria ligado mais de uma vez. Ela deve está querendo saber como está nossa visita.

Q- Posso colocar música?

R- Claro. Eu tenho aqui no meu iPod a play list que fizemos com nossas músicas preferidas. Quer as músicas calmas ou agitadas?

Q- Calmas. — Eu coloquei no amplificador para iPod e começou a tocar.

(What Is Love? — Lea Michele)

R- Agente tem que conversar. — nós nos sentamos no colchão.

Q- Eu sei.

R- Olha, não quero...

Q- Eu te amo. — eu parei e olhei pra ela. Ela estava brincando com os dedos e com a cabeça baixa, sua franja (ela cortou a franja assim que terminou o ano) cobria o rosto dela. Eu não sei quanto tempo eu passei sem reação, mas quando ela olhou pra mim eu vi os olhos dela cheios de lágrimas. — você não me ama né?

R- O quê? Não!

Q- Você não me ama?

R- Não, não é isso!

Q- E o que é então?

R- É que eu achei que íamos ter uma conversa longa em que eu dizia que te amo e você ficaria sem reação, não o contrário.

Q- Então...

R- O que?

Q- Idiota! — ela bateu no meu ombro sorrindo.

R- Eu amo você. — nos sorrimos bobamente. Ela se aproximou de mim e me beijou.

(Need You Now — Lady Anteblum)

Q- Eu preciso de você Rachel. — ela sussurrou em meu ouvido e se deitou no colchão.

R- Eu também...

Q- Rach... Me faz tua. — eu gelei.

R- Como?

Q- Faz amor comigo?

R- Você tem certeza Quinn?

Q- Absoluta. Eu amo você e você me ama. Eu te quero e você me quer. Eu preciso disso. Preciso de você agora. — eu sorri pra ela. Eu fiz um carinho em seu rosto e a beijei carinhosamente. Eu fui lentamente deitando-me por cima dela. Ela tentou tirar minha blusa, mas suas mãos estavam tremendo, então eu ajudei-a e tirei a abri os botões da dela lentamente e beijando cada pedacinho de pele que eu descobria. Ela fazia carinho em meu cabelo e sorria pra mim. Eu tirei meu tênis e a calça rapidamente, tirei sua sapatilha e saia. Eu já cansei de ver Quinn de calcinha e sutiã, mas nem em nenhuma delas deixei de admirar seu corpo, e hoje parece que ela está mais bonita. A franjinha que lhe dá um ar infantil e angelical, as bochechas rosadas, um sorriso envergonhado, o cheiro de baunilha que a pele dela tem, a lingerie simples e preta, a barriga bem definida... Tudo parecia melhor agora... — Rach?

R- Oi?

Q- Vai doer?- eu sorri de lado e falei:

R- Não quero te enganar. Vai doer no começo, mas depois dizem que relaxa e só sente prazer. Não sei como isso funciona. Mas eu vou fazer de tudo pra não te machucar ok? Se doer, por favor, fale e nós paramos.

Q- Tudo bem... — ela sorriu pra mim e me puxou para um beijo. Eu comecei a passar a mão levemente em seu corpo e senti ela se arrepiar. — Rach... — ela choramingou.

(Cover Your Tracks — A Boy And His Kite)

Eu tirei seu sutiã lentamente. Ela tem os seios perfeitos. Nem muito pequeno, nem muito grande. Diria que são pequeno-médios. Ela tirou o meu sutiã e ela olhou para os meu seios e depois pra mim. Eu me abaixei e beijei seu pescoço, ombros, seios, barriga, virilha, coxas, pernas e pés. Por último tirei sua calcinha. Essa foi a coisa mais perfeita do mundo. Ver Quinn completamente nua à minha frente e totalmente entregue. Vi que sua vagina não tinha um pêlo sequer, lisinha e branquinha. Não resisti e dei um pequeno beijo nessa área.

Q- Raaaach.... — ela gemeu baixinho. Eu fui subindo até sua boca. Eu fiquei em cima dela e falei:

R- Não quero que doa. Por isso vou fazer com os dedos, tudo bem?

Q- Sim... — ela falou de olhos fechados.

R- Tem certeza que quer continuar? — Ela abriu os olhos e eu vi aqueles olhos que eu tanto amo verde-escuros, como uma esmeralda.

Q- Absoluta meu amor... — eu sorri e repeti o que ela falou.

R- Meu amor... — ela sorriu. — Eu vou começar agora ok? — ela afirmou com a cabeça. Eu comecei a beijar-la e coloquei um dedo nela. Ela apertou meus ombros com força.- Dói?

Q- Um pouquinho. Na verdade não chega a ser dor. É mais um incômodo...

(Videogames — Lana del Rey)

Eu comecei a fazer um vai e vem lento pra ela se acostumar.

R- Vou colocar mais um... — eu coloquei e ela apertou mais. E novamente eu comecei com o lento vai e vem. E comecei a ir um pouco mais rápido e ela começou a se contorcer e eu senti ela apertar meus dedos. Eu coloquei mais um e continuei rápido e ela gritou. Em pouco tempo ela começou a ter leves espasmos. E esse foi o seu primeiro orgasmo. Eu olhei pra ela e sorri. Alguns fios de cabelo estavam grudados ao seu rosto que estava um pouco suado e rosado. Eu tirei meus dedos de dentro dela e ela gemeu.- Doeu?

Q- Um pouco.

R- Mas você gostou?

Q- Sim. Foi incrível!

R- Você deve estar cansada... Vai tomar um banho enquanto eu troco os lençóis.

Q- Por que vai trocar os lençóis?- eu apontei para a mancha de sangue no lençol. — Ah...

R- Vai lá. — eu levantei e a puxei junto à mim. Ela olhou pro meu corpo e seu olhar parou na minha cueca. Eu sabia o que ela ia falar — Não tem problema. Vai tomar teu banho. — ela se enrolou em um dos lençóis da minha mochila e foi pro banheiro. Eu troquei os lençóis e sorri pra mim mesma. Ela é minha. Só minha. E ela me ama. Mesmo eu sendo diferente. Ela me ama... — Ela me ama...

Q- Quem te ama? — ela perguntou sentando no colchão.

(Bound To You — Christina Aguilera)

R- Você! — eu estava rindo feito uma idiota. — Você me ama! Meu Deus! — eu deitei por cima dela e a beijei enquanto ela sorria. Eu senti a mão dela descer para minha virilha e ela começou a massagear meu pênis. Eu gemi baixinho. — Quinn... Não precisa fazer isso. Você está cansada. Precisa dormir. Fazemos isso outro dia...

Q- Não. Eu quero agora.

R- Quinn...

Q- Rachel... Por favor... — ela falou apertando com mais força.

R- Ok, mas quero que me diga se doer. — ela afirmou com a cabeça. Eu tirei minha cueca e ela ficou olhando para meu pênis.

Q- Acho que vai doer... E muito!

R- Por que?

Q- Por que? Olha o tamanho disso ai!

R- Quer desistir?

Q- Não! — eu sorri.

R- Eu vou devagar... — eu coloquei um pedacinho e ela cravou as unhas nas minhas costas e gemeu baixinho. — Dói?

Q- Não muito... Só continua... — Eu continuei e coloquei tudo devagar. Quando coloquei tudo dei um tempinho pra ela se acostumar. Ela impulsionou o quadril pra cima pra fazer eu continuar. E eu continuei.

(Adore You — Miley Cyrus)

Depois de um tempo Quinn mordeu meu ombro com força e nós gozamos ao mesmo tempo. Eu sorri pra ela, fiz um carinho no rosto dela, afastando alguns fios de cabelo do rosto dela.

R- Agora está cansada? — ela sorriu.

Q- Muito!

R- Vamos dormir?

Q- Por favor... — eu sai de cima dela e deitei puxando ela pra deitar no meu peito e no cobri com o lençol que ela saiu do banheiro.

R- Eu te amo muito Quinnie.

Q- Eu adoro você. Amo você... — Quinn rapidamente adormeceu e eu também.

(Young And Beautiful — Lana del Rey)

Quando eu acordei eu vi que Quinn ainda estava dormindo. Parece um anjinho... Ela acordou e olhou pra mim sorrindo.

R- Hey...

Q- Hey...

R- Bom dia.

Q- Bom dia... — ela esticou o pescoço e me deu um selinho.

R- Dormiu bem?

Q- Tirando a parte que eu estou com um ardor incrível em minhas partes íntimas que me incomodou a noite toda, sim. E você?

R — Maravilhosamente bem. — eu falei sorrindo. — Mas está mesmo incomodando?

Q- Sim. E dói quando eu toco.

R- Sinto muito...

Q- Hey! Não é sua culpa. É natural algumas meninas ficar desse jeito depois da primeira relação sexual. Vai passar, tenho certeza.

R- Tudo bem.

Q- Se eu te disser que tô com frio acredita? — eu ri.

R- Sim. Afinal, a janela dormiu aberta... — Eu puxei o lençol mais pra cima e vi que era o fazedor de bebes onde todos os Berrys foram feitos. Eu comecei a rir.

Q- O que foi?

R- Você botou esse lençol na minha bolsa?

Q- Não, por que?

R- Sabe que lençol é esse?

Q- Acho que não.

R- É o fazedor de bebês... — ela olhou pro lençol, eu pensei que ela iria rir, mas ela ficou séria. — O que foi?

Q- Agente não usou camisinha e dormimos com o lençol onde todos da sua família foram feitos...

R- E?

Q- E se eu ficar grávida?

R- Não será um problema.

Q- Você sabe que eu só tenho dezessete anos e você dezenove né?

R- Sei sim.

Q- Você é completamente louca...

R- Eu sou completamente louca por você! — eu virei por cima dela na cama e a beijei.

(All Of Me — John Legend)

R- Vamos levantar, tomar banho e comer. Agente bota as coisas no carro e vamos pra uma cachoeira que tem aqui perto.

Q- Tudo bem. — Nós fizemos tudo rapidamente. Enquanto Quinn tomava banho eu juntei as coisas e comecei a descer-las. Quando ela terminou eu ajudei-a descer e fui tomar banho enquanto ela terminava de arrumar as coisas no carro. Quando eu desci ela já estava dentro do carro me esperando.

R- Vamos?

Q- Sim... — Eu liguei o rádio e começou a tocar uma música lentinha. Eu ia trocar de estação mas Quinn me impediu. — Deixa, eu gosto dessa música.

(Never Let Me Go — Florence And The Machines)

Ela foi cantando essa música, cantou 'Barely Love You Too — Frank And Derol', 'Figure 8 — Ellie Goulding, 'Please Don't Leave Me — Pink', Adicted To You — Acivii e Audra Mae', Hey Jude — The Beatles', Across The Universe — The Beatles', ' Sex On Fire-Kings Of Leon', 'Head Over Heels — Digital Daggers', 'Imagine Dragons- Fallen', 'Instant Crush — Daft Punk', 'Passenger — Let Her Go', 'Born This Way- Lady Gaga' e 'Bad Romance-Lady Gaga'. Quando chegamos tiramos apenas água e algumas frutas de dentro do carro. Passamos o dia todo namorando e brincando uma com a outra. Nós tiramos foto e postamos no instagram. No fim da tarde eu levei Quinn até uma parte alta perto da cachoeira pra ver o pôr do sol e sorri ao ver que ela fica ainda mais linda nessa luz natural. Eu tirei outra foto. Ao ver todas as nossas fotos eu falei sem parar pra pensar:

R- Quinn, quer casar comigo? — ela virou pra mim com uma cara confusa.

Q- Como? Perdão, é que eu tava distraída e pensei ter ouvido você pedir pra casar comigo. Que louco né?

R- Quinn, quer casar comigo?

Q- Oh. Meu. Deus. — ela arregalou os olhos e colocou a mão na boca.

R- É só falar sim ou não.

Q- Ai Rach! Sim! Sim! Sim! Sim! Mil vezes sim! — ela pulou em cima de mim beijando meu rosto.

R- Você vai ser pra sempre minha...

Q- Eu já sou sua.

R- Quando você quer casar?

Q- Que tal nas férias de verão?

R- Isso é só daqui à sete meses, no fim do ano!

Q- Temos muitas coisas pra resolver. Nós vamos nos mudar pra NY daqui a duas semanas junto com as meninas e o Finn e vamos começar a faculdade. — Quinn vai fazer música, teatro e dança junto com Brittany e Dani em Julliard e eu vou fazer direito em NYU junto com Santana e Finn, que é o namorado da Dani.

R- Quem diria que eu um dia iria fazer direito em NYU e me casar por livre e espontânea vontade...

Q- Quem diria que eu iria achar o amor da minha vida em Lima...

R- Pois é. A vida é cheia de surpresas. Vamos nos vestir e ir pra casa?

Q- Vamos sim. — nós nos levantamos e fomos nos vestir. Quinn colocou um short azul claro e uma blusa preta e eu um short preto com uma blusa vermelha-melancia e fomos descalças mesmo. Ao chegarmos arrumamos as coisas no lugar e subimos pra desarrumar nossas coisas.

R- Vou falar pra minha família hoje. Do casamento.

Q- O que acha que eles vão achar?

R- Sei lá. Minha família é muito imprevisível.

Q- E se eles não gostarem?

R- Tô nem ai.

Q- Sua família é meio estranha...

R- É muita gente sem juízo num lugar só. Tem certeza que quer entrar nesse hospício?

Q- Estando com você eu topo tudo.

R- Até um Foursome?

Q- Não! — eu sorri e abracei-a rodopiando com ela. — Rach! — ela falou sorrindo. Eu parei e comecei a empurrar-la pra cama e fiquei entre suas pernas e começamos uma seção hot de amassos. Quando ela sentiu minha excitação ela falou: — Rach, acho que ainda não tô pronta pra outra...

R- Eu sei. Mas é um pouquinho impossivel controlar o garotão lá, não acha? — ela sorriu.

Q- Fazer o que se eu sou muito gostosa?

R- Você não imagina o quanto...

A- Hu-hum... — eu pulei de cima de Quinn quase caindo no chão. — Desculpa interromper, mas o Dugan veio aqui chamar vocês pra irem jantar e falou à todos que você estava fazendo safadezas com a Quinn aqui em cima, e eu fui designada pra chamar-las pra jantar, pois o vovô e o Tio Hiram querem fazer um comunicado. Então para de tentar comer a Quinn e desçam logo. — falou Anne e saiu — Ah, e da próxima vez fechem a porta. O Dugan só tem oito anos já sabe o que é isso, agora imagina se os menores veêm, como vamos explicar?

R- Ok An, já entendi. Vamos descer com você. — Nós descemos e jantamos conversando animadamente com todos. Eu pedi silêncio e chamei a atenção de todos. — Bem, eu sei que o vovô e o papai querem falar algo importante, mas eu quero falar algo mais importante ainda...

S- O que é estrelinha? — falou minha mãe.

R- Mãe, já disse pra não me chamar assim na frente dos outros.

S- Fala logo!

Q- É estrelinha, fala logo o que é. — ela falou rindo.

R- Bem, família, Quinn e eu vamos nos casar! — todos na mesa ficaram calados. Estavam meio que em choque. Quinn começou a ficar vermelha. Anne olhou pra ela e pra mim e gritou:

A- Ai meu Deus! Você comeu ela Rach! — Eu olhei chocada pra Anne. Quinn estava a ponto de virar um tomate de tão vermelha. Minha vó sorriu e falou:

Vovó- Eu sabia que tinha que dar o lençol da família pra vocês.

R- Vovó!

Vovó- Você usaram ele? — Quinn e eu ficamos caladas. — Viu?- ela deu uma risadinha — Eu disse que você ia usar-lo. Tenho certeza que daqui à nove meses a Quinn vai está com meus bisnetinhos aqui nessa casa.

R- Vovó! Anne! Parem com isso!

S- Oh meu Deus! Meu bebê vai casar... Minha estrelinha vai casar! — E foi ai que a coisa saiu dos eixos. Começou um falatório infinito. Ninguém antendia mais nada. Eles falavam comigo, com Quinn ou com as duas. Já fazia vinte minutos que eles começaram a falar, minha mãe já estava fazendo o planejamento do nosso casamento quando meu pai pediu silêncio com um grito.

H- SILÊNCIO! — todos se calaram e olharam para o meu pai. — Meu pai e eu temos algo a falar. E esse assunto vai chegar em boa hora pra vocês meninas. Seu avô e eu vamos deixar todas as empresas da família pra você Rachel.

R- O QUÊ???

Vovô- Rachel, você sabe que é a única ajuizada nessa família. E a única que tem talento pra isso.

R- Vovô, eu nem entrei na faculdade ainda.

H- Nós sabemos. Assim que terminar a faculdade toda a rede de hotéis, restaurantes, bares e boates que eram do seu tio Leroy seram seus.

R- E a Anne?

A- Eu que dei a ideia pra eles. Você sabe que meu negócio é medicina e quando o papai morreu deixou tudo pra mim. E você vai me ajudar a administrar os consultórios da mamãe. Ela que pediu.

R- Mas é muito pra mim. Eu não vou conseguir.

H- Ah, e os escritórios de advocacia do papai e as minhas empresas também.

R- Meu Deus! — eu estava em estado de choque. Eu era a herdeira de praricamente tudo. Meu tio Leroy deixou dez hotéis espalhados pelos Estados Unidos, duas boates, dois restaurantes e três bares. Meu avô foi um dos melhores advogados do país e tem dezeseis escritórios no país, um na Rússia, um em Londres e um na Itália. Meu pai tem duas empresas e não cuida de nenhuma, deixa isso pro irmão da mamãe. E minha tia tem quatro consultorios. Um de cardiologia, outro de pediatria, veterianária e dentista. Fora as fundações pra idosos, crianças carentes e animais abandonados. Meu Deus, como eu vou ter uma mulher e filhos com tudo isso pra cuidar?

Q- Rach? Hey meu amor... — Quinn falava baixo comigo e apertava minha coxa. — você está bem? — eu olhei pra ela.

R- Você ouviu isso?

Q- Sim.

R- Você sabe quantas coisas vou ter que administrar?

Q- Bem, tenho uma vaga ideia...

R- São quarenta negócios no pais inteiro e três fora do país, fora as fundações pra idosos, crianças carentes e animais abandonados!

Q- E qual é o problema? Eu sei que você pode fazer isso tudo e muito mais.

R- E onde você vai se encaixar nessa equação?

Q- Onde você quiser. Rach, só por que você vai trabalhar como uma louca, não significa que eu não vá querer ficar perto de você.

R- Você vai querer casar e ter filhos com uma mulher que vai trabalhar vinte e duas horas por dias?

Q- Desde que essas duas horas restantes você passe comigo, sim, eu quero.

R- Eu tenho que agradeçer a Deus todos os dias por ter alguém tão incrível como você... — ela sorriu envergonhada e me deu um beijo na bochecha. — Problema resolvido papai. Ah mamãe, deixa que a Quinn e eu cuidamos de tudo pro nosso casamento. E eu não vou casar de vestido nem fodendo.

Q- Rach! Olha a boca!

R- Desculpa mamãe. Mas eu não vou casar de vestido.

A- Ah, a Rach tá tão dominada... Cadê a coleira dela Quinn?

R- Anne! — eu corri atrás dela rodando a mesa. Minha mãe, minha tia e minha avó começaram a pedir pra nos pararmos, mas de nada adiantou. Minha vó sussurrou alguma coisa no ouvido de Quinn e ela começou a rir. Eu parei pra ouvir a gargalhada gostosa da minha noiva. Minha noiva... — Ai! — Anne deu um tapa na minha cabeça.

A- Olha a baba!

R-Sua vadia! — Eu comecei a correr atrás dela de novo. — Volta aqui sua cadela! — depois de nos duas quase morremos de tanto correr nós ajudamos a arrumar a cozinha e Quinn subiu junto com minha mãe e minha vó, eu fiquei na cozinha com Anne, Lizzie (a irmã da namorada do meu primo Nick), Elsa (outra prima) e Luc (meu primo mais velho) conversando enquanto os outros jogavam videogame na sala. Depois de três partidas, Luc e Elsa subiram para seus quartos. Lizzie que estava dormindo no sofá acordou e subiu também. Ficamos apenas Anne e eu.

A- Então, gostou de foder a Quinn?

R- Anne! Eu não vou falar sobre isso com você.

A- Então deve ter sido boa. Você chupou ela? Ela chupou você? Fizeram anal?....

R- Anne Melanie Berry! Respeita minha noiva!

A- Ok Rach! Desculpa! Só queria saber como foi!

R- Vai continuar querendo saber. — Eu sai e deixei a Anne na sala e fui pro meu quarto. Quando eu entrei procurei em todo canto e não achei-a, então fui ao quarto da minha mãe. — Mãe, a Quinn tá ai? — Falei entrando sem bater e vi minha mãe com uma lengerie vermelha nas mãos. — Ainda bem que eu entrei antes de você estar vestida nisso....

S- Rachel Barbra Berry!

R- A Quinn tá ai? Procurei ela no nosso quarto e não achei.

S- Olhou no banheiro?

R- Não...

S- Ela deve está lá. Ah, Rach, leva isso aqui pra ela. — ela falou me dando uma caixinha.

R- Que isso?

S- Absorventes. E eu recomendo que não os abra. Nós odiamos quando homens olham nossos absorventes.

R- Mamãe, eu também sou mulher.

S- Da cintura pra cima. Rachel, só faz isso ok?

R- Ok... — eu fui para o quarto morrendo de vontadade de abrir acaixa mas me segurei. — Quinn... — falei batendo na porta do banheiro mas ela não respondeu. Eu encostei o ouvido na porta e ouvi ela cantarolando 'We Can't Stop — Miley Cyrus'. Uma das coisas que eu aprendi nesse um ano e vinte e nove dias convivendo com a Quinn é que ela ama cantar no banheiro. Eu ouvi ela parar de cantar e desligar o chuveiro. — Quinn? — tentei novamente.

Q- Oi amor! — me derreti toda.

R- Toma... — ela abriu uma brechinha da porta e eu entreguei a caixinha à ela.

Q- Obrigada baby...- ela falou, me deu um selinho e fechou a porta. Eu troquei de roupa e tranquei a porta antes de arrumar a bagunça que fiz no quarto e arrumar a cama. — RACHEL!

R- O que foi? — perguntei preocupada.

Q- Eu não vou usar isso aqui.

R- Isso o que?

Q- Não se faz de inocente. Você sabe muito bem o que tem aqui nessa caixa.

R- Tem absorventes. Mamãe pediu pra te entregar, mas se não...

Q- Espera.

R- O que?

Q- Não tem absorvente nenhum aqui. Tem uma lengerie vermelha aqui.

R- Oh meu Deus...

Q- Por isso a sua avó derrubou o perfume dela em cima de mim e mandou eu vir tomar banho enquanto ela escolhia minha roupa.

R- Eu amo minha avó e minha mãe... — eu falei baixinho. — Se não quiser usar tudo bem. Mas só pra constar já te vi de calçinha e sutiã inumeras vezes e já te vi nua.

Q- Você quer que eu use?

R- Só se você quiser... Se não quiser nós vamos dormir.

Q- Então pode ir indo pra cama... — eu fechei a cara e fui pra cama. Acho que não vou fazer sexo por um bom tempo. Me deitei de bruços e me enrolei. Quinn saiu pouco tempo depois enrolada num roupão. Ela pegou o celular dela e plugou no aplificador e antesde dar play na mpusoca me chamou e falou:- Rach, eu sei que você já ouviu e viu-me cantando e performando essa música, mas essa é um arranjo diferente... Espero que goste. E eu sei que os quartos são a prova de som... — eu olhei pra ela confusa. O que porra a Quinn vai fazer? Ela deu play na música e eu sorri de lado ao reconhecer a música.

(Toxic — Glee -New Version — 100th episode)

Ela puxou o meu lençol e começou a tirar o roupão e, porra, que mulher gostosa! Essa mulher vai me martar do coração. Esse jeitinho de rebolar, os gemidos que ela fazia durante a música me fez despertar o Rick. Mas eu me transformei totalmente no Rick quando ela sentou no meu colo e terminou a música rebolando em cima de mim.

R- Quinnie. Hoje você vai conhecer o Rick. Hoje não é amor ou sexo...

Q- E o que é? — ela perguntou lambendo meu pescoço. Eu rodei-a na cama e fiquei por cima dela, roçando meu pênis nela. Eu sussurrei em seu ouvido:

R- Eu vou foder você. — eu senti ela se arrepiar toda. Eu rasguei a lengerie dela e joguei no chão do quarto e tirei minha roupa rápidamente. — Você é muito gostosa... — eu falei me esfregando devagar nela.

Q- Rachhhh... — ela gemeu em meu ouvido.

R- Não querida, não é a Rachel, é o Rick.

Q- Simmm..... Riiiiiiiick.... Por favor......

R- Me diga o que você quer.

Q- Faz amor comigo...

R- Resposta errada.

Q- Faz sexo comigo...

R- Ultima chance ou eu paro... -eu falei mordendo seu pescoço e orelha.

Q- Me fode Rick... — ela sussurrou em meu ouvido.

R- Seu desejo é uma ordem baby. — eu enfinhei com tudo e ela gritou alto — Te machuquei?

Q- Não sei...

R- Quer continuar?

Q- Sim.... — eu comecei novamente mas não fui tão bruta. Eu coloquei e tirei vagarosamente meu pênis de dentro dela. Depos eu fui aumentando a velocide até gozarmos.

R- Ainda não acabou querida. Ainda não te fodi direito.

Q- Oh Deus... — eu sorri pra ela e nós voltamos a fazer sexo. Fizemos no armário, banheiro, estante, janela, porta, closet, nums pufs que tem perto da janela, parede e no sofá. No final o quarto estava todo quebrado. Nada estava intácto. Eu coloquei um roupão e fui buscar uma garrafa de água pra Quinn e eu. Depois de bebermos a água fomos pra cama. — A sua vó quer mesmo me ver grávida. — ela mostrou que a nossa cama estava forada com o fazedor de bebês Berry.

R- Sim,ela quer... Agora vamos dormir. — ela se enroscou em mim e eu beijei seu cabelo e logo adormecemos juntinhas.

(toc toc)

Eu acordei e olhei pra jenela e vi que o sol já estava bastante forte lá fora, e tinha alguém batendo na porta. Só que pelo lado de dentro. Ainda bem que estavamos semi cobertas.

S- Oh querida, vocês quebraram o quarto todo! — falou a mamãe.

Vovó- Ainda bem que as paredes são a prova de som...

R- Como vocês conseguiram entrar aqui? Eu mesma tranquei a porta!

Vovó- Eu tenho as chaves reservas querida. Queria ver se vocês já estão fabricando meus bisnetinhos.

R- Até você mamãe?

S- Eu já te disse, quero muitos netinhos...

R- Vocês não deveriam ter entrado. Poderiamos estar fabricando seus netinhos agora.

Vovó- Eu não me importo. Sabe que eu já vi de tudo um pouco. Inclusive quando seus pais estavam fazendo você.

R- Eu sinceramente não quero saber disso. Aliás, porque não esperaram agente sair?

S- Nós temos que ir embora Rae. Já são onze e meia da manhã.

R- Nossa! Isso tudo? Nem parece que dormi isso tudo...

Vovó- Claro, ainda deve estar cansada da noite de sexo selvagem de ontem...

R- Dá pra parar?

S- Filha, aquilo era da lengerie que eu dei para a Quinn? — ela apontou para alguns pedaços de pano vermelho no chão.

R- Sim. Aliás, mãe, muito obrigada por me proporcionar uma puta vergonha quando a Quinn descobriu o que tinha na caixa.

Q- Rachel olha a boca — Quinn resmungou contra o meu peito. Cara, ela me repreende até dormindo ou é impressão minha?

R- Pensei que estivesse dormindo.

Q- Acondei agora pouco. Bom dia. Bom dia para as senhoras também.

Vovó- Viu Barbra, é assim que se cumprimenta alguém pela manhã...

Elas saíram do quarto e Quinn e eu demos uma rapidinha antes de ir arrumar o quarto e ir tomar banho. Descemos, tomamos café da manhã e fomos pra casa às uma e meia da tarde. Papai e mamãe nos deixaram no nosso apartamento. Assim que eles saíram Santana ligou perguntando se poderia vir aqui em casa com as meninas e o Finn. Depois de arrumarmos tudo, fomos para o quarto. Começamos uma sessão hot e começamos a fazer sexo. Já estávamos todas assanhadas e quase gozando quando a campainha tocou.

Q- Rach, continue me fodendo. Se você for atender essa maldita porta antes de me fazer gozar eu vou entrar de greve de sexo!

R- Eu não ia abrir mesmo... – cinco minutos depois gozamos. – Satisfeita?

–Pow! – Escutamos a porta da sala ser aberta. Só tivemos tempo de nos enrolarmos nos lençóis e Santana abriu a porta com tudo. Ela estancou quando viu como estávamos.

S- Mas que porra! Britt! A Rachel comeu a Quinn! – Brittany, Dani e Finn chegaram correndo na porta.

F- Cara, isso deve ter sido hot...

S- As coelhinhas podem vir aqui na sala?

R- Podemos nos vestir?

D- Definitivamente não.

B- Qual é, venham assim mesmo. Eu já vi vocês nuas. Várias vezes.

Q- Mas eles não.

S- Vadias venham logo! — Nós fomos pra sala — Até que enfim treparam. Tava ficando chato essa coisa de celibato...

R- Calada cadela. Nós vamos casar...

S- Rachel cachorrona! Pediu ela em casamento pra poder comer ela... Esperta...

R- Não sua pervertida. Eu pedi depois. Aliás, o que fazem essa hora na minha casa?

S- Só queremos saber como foi a viagem.

R- Foi ótima. Agora saiam.

S- Vão transar mias?

R- Não te interessa Lopez.

B-Arh ok! Vamos Sant.

D- Que horas vamos sair amanhã?

Q- Umas 9 da manhã.

F- Beleza. Tchau meninas!

R e Q- Tchau. — eles sairam e eu puxei Quinn pro meu colo.

R- Vamos terminar de arrumas as coisas? — ela me deu um selinho.

Q- Vamos. — Colocamos uma roupa confortavel e continuamos à arrumar as caixas. Quando tudo estava empacotado nos deitamos no sofá. — tudo pronto.

R- Huhum... Pronta pra começar uma nova vida? Pra ser a senhora Berry?

Q- Fabray Berry.

R- Ahr... Tanto faz. — falo sorrindo.

Q- Eu estou pronta. E você? Tá pronta pra se prender à mim pra sempre?

R- Eu estou.

Q- Certeza?

R- Absoluta. Eu te amo Quinnie. Me prender à você pra sempre é o que eu mais desejo na minha vida. — ela sorriu e me beijou.

Q- Também te amo Rach. Muito.

R- Você é a namorada perfeita... Bem, vamos dormir? Já são 11 horas e amanhãvamos passar o dia na estrada.

Q- Huhum... — Ela fala escondendo o rosto em meu pescoço. — Boa noite amor.

R- Boa noite meu anjo... — dou um beijo em seus cabelos e pego no sono rapidamente.

No outro dia acordamos cedo, colocamos as coisas no caminhão, esperamos ele ir embora pra poder fechar tudo e ficamos esperando as meninas e Finn na frente do predio.

S- Eai vadias.

B- Oi meninas — Britt deu um beijo nos nossos rostos.

F- Prontas pra ir? — perguntou abraçado à Dani. A diferença de altura dos dois era assustadora. Imaginar esses dois transando é aterrorizante. Acho que o Finn pode esmagar a Dani ou quebrar ela no meio. Ou os dois.

Q- Sim. — ela sorriu pra mim.

D- Bem, então, vamos a nossa nova vida. — ela fala entrando no carro com Finn. Britt e Sant foram pro carro da latina e Quinn e eu entramos no meu carro. Ligo o carro e vou dirigindo em direção à NY.

R- Adeus Lima...

Q- Adeus... — ela virou pra mim e sorriu. E ali foi onde percebi que a minha nova vida estava começando. E que ela seria perfeita.

Notas finais
E ai? Gostaram? Sorry a demora. E sorry mais uma vez porque não sei quando vou postar novamente :/
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.