A Melodia das Águas
2 Elos de esperança
Notas iniciais
Palavra de hoje: "Greda", também conhecida como aquela argila que você brincava de tacar no jornal na aula de artes.
Começando a definir aonde eu quero chegar com essa história. A experiência de escrever podendo me expressar de um jeito que gosto tanto já está valendo o desafio... E que desafio viu?
O amplo mar havia ficado lá fora da formação rochosa, onde se fixavam criaturas coloridas que dançavam o ritmo da morna corrente. Toda a sorte de recipientes espalhava-se por onde a geografia permitia, exibindo a nudez de sua essência material: greda, metal, cimento, vidro. Gostava particularmente do vidro.
Intrigante a rapidez com que os filhos da terra produziam coisas novas. Em contrapartida, que poderia uma sereia devolver-lhes senão a pura sintonia do oceano?
A habilidade de seus dedos tomava para si um colar comprido, seu novo tesouro pesando-lhe os finos elos de metal. A inquietude do porvir pesando-lhe a alma.
Notas finais
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(estou tentando, de maneira sutil, te fazer me dizer o que achou)
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