A Marota- Caroline Caldin

67 Feitiços voam por Hogwarts


Notas iniciais
Lumus!!! Oi, gente, então, por que não comentaram? Só uma pessoa comentou. Fiquei chateada por vocês não terem comentado. Bom, eu já tinha escrito esse capítulo á dois dias, mas fiquei esperando se mais alguém comentava, mas ninguém comentou. Gostei bastante de escrever esse capítulo, principalmente demostrando uma parte das raivas que a Carol tem por varias pessoas. Espero que gostem. Boa leitura!

Uma semana depois (final de Setembro)

P. D. V. Carol

Ultima aula antes do almoço era a de DCAT. E lá estava eu, vendo o professor mais bonito de Hogwarts, por enquanto. Qual é? Eu não posso negar que ele é o professor mais bonito de Hogwarts. Bom, na verdade o professor Acilio Moore tinha acabado de entrar com o seu famoso sorriso.

– Não precisem tirar os livros, vamos ter aula pratica hoje. — Falou quando alguns começaram a mexer na mochila.

– Aula pratica? — Perguntou um sonserino.

– Isso mesmo. — Falou sorrindo e olhou para aluno.

Eu estava sentada com o Remo, Sirius com o Jay e o Pedro com o Frank. Já a Lily estava no começo da sala sentada com a Lene (que olhava para o professor com cara de paisagem), e a Dorcas estava sentada com a Alice.

– Hoje vamos aprender o feitiço Expecto Patronum, ou o feitiço do patrono, como também é conhecido. — Falou o professor ainda sorrindo, eu já tinha lido sobre esse feitiço, ele parecia muito legal. — Alguém sabe como podemos conjurar um patrono?

– É só falar o feitiço. — Respondeu a cara de buldogue como se foce obvio, como ela é idiota.

O professor fez que não com a cabeça e deu a palavra ao Remo, que eu não tinha reparado que estava com a mão levantada.

– Para conjurar um patrono tem que pensar em alguma coisa feliz, deixar esse pensamento te consumir e então pronunciar o feitiço.

– Muito bem, 10 pontos para a Grifinória. — Falou com um sorriso largo. — O senhor saberia conjurar um patrono? — Perguntou com os olhos brilhando de empolgação.

– Não, senhor, nunca tentei. — Falou Remo dando um sorrisinho.

– Bom, então é essa a nossa aula de hoje, conjurar um patrono corpóreo, que é bastante difícil. Só não se esqueçam de falar com bastante clareza, Especto Patronum. Podem começar. — Falou e todo mundo levantou empolgado.

Não demorou nem 4 segundos e eu já escutei varias pessoas falando Expecto Patronum, mas nenhuma conseguiu produzir um patrono corpóreo. Alguns ficaram pensando em uma lembrança bastante feliz, assim como eu. Eu fiquei revirando o meu cérebro para tentar uma lembrança realmente feliz, a acho que acabei encontrando.

O meu pensamento feliz foi no terceiro ano, quando o Malfoy entrou no salão principal com vestido e cabelo ruivo, aquele tinha sido um dia muito feliz, e foi ótimo fazer a pegadinha, eu fiquei rindo com os meninos e com as meninas durante uma semana. Acho que foi o único dia em que os meninos e as meninas pensaram igual.

Deixei aquela lembrança me consumir e falei baixo, mas claramente "Expecto Patrunum". Enquanto eu via um fiapo, quase uma linha prateada sair da minha varinha, fiquei feliz, mas a minha felicidade durou pouca, logo o fiapo de luz prateado sumiu.

– Vamos, pessoal, é preciso se concentrar. — Falou o professor sorrindo.

Agora veio uma lembrança mais feliz ainda, não era bem uma lembrança, era um sonho que eu tive. Estava eu, toda a minha família, com os meus avôs, os meninos e as meninas, todos se divertindo em casa. Eu tive esse sonho na noite em que eu soube que a vovó morreu, eu ainda tinha esperança de ser uma brincadeira da mamãe, mas depois desse sonho vi que ela nunca brincaria com uma coisa dessas.

Deixei novamente uma lembrança me consumir consumir e falei com mais confiança:

– Expecto Patronum. — Falei, mas não foi só eu, escutei o Sirius, Remo e Jay falando também.

Fiquei vendo o meu patrono virar um cachorro, e sair correndo pela sala. Vi outros três patronos e logo os identifiquei. O cervo só poderia ser o Jay, o cachorro era o Sirius, e um lobisomem era o Remo. E os quatro correram lado-a-lado pela sala, e todo ficaram olhando aquilo abismados, nós tínhamos conseguidos.

Depois que os pratonos sumiram, olhei para os meninos sorrindo e eles estavam sorrindo também, e então sorrimos um para o outro. Era muita coincidência nós quatro fazermos um patrono corpóreo ao mesmo tempo. Eu sentei na mesa e logo os meninos seguiram o meu exemplo, o Remo sentou na cadeira no meu lado esquerdo, o Jay na cadeira no meu lado direito e o Sirius na mesa no lado do Jay.

– Conseguimos. — Falei sorrindo.

– Nota máxima nos NOM's, em Defesa Contra as Artes das Trevas, aqui vou eu. — Falou Jay sorrindo e apoiando o seu braço na minha perna/cocha.

– Esse ano vai ser fácil. — Falou Sirius, quero ver até quando esses pensamentos positivos vão.

– É, mas não é nem por isso que vamos esquecer de estudar. — Falou Remo sem preocupação.

– Remo, dá para ser menos nerd? Você está acabando com a nossa praia. — Falou Sirius fazendo uma careta, fazendo eu e outros dois rirem.

Fiquei vendo as pessoas tentando fazer os patronos, algumas conseguiam um fiapo, outras conseguiam um fiapo de luz prateada bem grossa sair das suas varinhas. Enquanto eu ficava vendo os meus "colegar" tentarem, escutava de fundo os meninos dando palpites dos patronos das pessoas. Era cada palpite que nem vou descrever.

– A Burg vai ser um buldogue. — Falou Sirius.

– Concordo. — Falei olhando para eles e começamos a rir. Então vi o Snape produzir um patrono corpóreo, e era uma corça. — Ai. Meu. Merlin. — Falei abismada pausadamente.

– Que foi Carol? — Perguntou Remo.

– Olhem o patrono no Snape. — Falei, o patrono dele estava dando voltas por ele.

– Meu Merlin, é uma corça. — Falou Sirius e começou a rir, e nem eu e nem os meninos entendemos porque.

– Sirius, por que está rindo? — Perguntou Remo.

– Corça. — Falou e apontou para o Snape. — Veado. — Apontou para o Jay sorrindo, e então eu entendi.

Eu, assim como o Remo começamos a rir. O Sirius queria dizer que o Snape gosta do James. O Snape do James. Isso era ou é possível? Acho que o Jay também entendeu, pois ficou com uma cara nada boa, que era mais engraçado ainda. Enquanto eu ria sento um par de olhos me observando, mas nem liguei, tinha muitos alunos que ficavam olhando para gente.

Depois de num cinco minutos vi outro patrono, outra corça, mas dessa vez era da Lily. Será que a Lily gosta do Jay mas nunca contou? Ou ela está predestinada a ficar com o James? A minha sorte é que ninguém consegue ler a minha mente, se o Jay ou algum dos meninos ler isso que estou pensando, eles vão pirar.

– Bom, quem já conseguiu produzir um patrono corpóreo, pode ir embora. — Falou o professor.

– Até que fim, não aguentava mais ficar aqui. — Falou Sirius ficando em pé.

– Tava bom. — Falei dobrando a minha perna e apoiando o meu queixo no joelho.

– Carol, você está de saia. — Falou Remo com a mochila dele e a minha na mão.

– Eu uso short por baixo. — Falei levantando e pegando a minha mochila.

Os meninos me olharam desconfiados, e eu revirei os olhos e assim saímos da sala de DCAT, Remo, James, Sirius e eu. Andamos pelos corredores, os meninos mais a frente, e eu mais atrás, pensando no que poderia significar o patrono da Lily. Enquanto eu andava e pensava nisso, estava tudo bem até eu ser pendurada de ponta cabeça, mas não tinha nada me segurando.

Olhei em volta e vi o Seboso com a varinha na mão e olhando para mim.

– Seboso, desfaz esse feitiço agora. — Gritei com muito raiva.

Os meninos olharam para trás e me viram de ponta cabeça, e viram também que eu realmente usava um short por baixo da saia.

– Não é que ela usa mesmo. — Falou Sirius me olhando abismado.

– Sirius, agora o foco é outro. — Falou Jay olhando do Sirius para o Seboso. — O que você fez, Ranhoso? — Perguntou olhando bravo para o Snape.

– Eu não fiz nada. — Falou dando o seu famoso sorriso sonserino.

– Pode ter certeza que quando eu sai daqui, vou te estrangular. — Falei ainda com raiva, acho que estou com TPM.

– Até parece que tenho medo de você. — Falou sorrindo com desdém.

– Pois deveria, ela consegue ser pior que nós três juntos quando está com raiva. — Falou Remo, esse dai é o meu lobinho. Nossa, isso suou tão estranho.

– Continuo não tendo medo dela, não tenho medo de vocês. — Falou ainda com o sorriso.

– Ranhoso, você escolheu a hora errada para mexer com um de nós. — Falou sorrindo maroto o Sirius

– Verdade, mexeu com um Maroto, mexeu com todos. — Falou Jay sorrindo do mesmo jeito, e sendo seguido pelo Remo. É isso que eu falo, ele é um Maroto mesmo não querendo demostrar.

– Expelliarmus. — Gritou Snape.

– Protego. — Gritou Remo sendo rápido e pegando a varinha, dando tempo para os outros pegarem a varinha.

E então eles começaram a duelar, Sirius, Jay e Remo contra o Snape, e eu ainda estava de ponta cabeça, tentando pegar a minha varinha, mas então eu vi que a minha varinha tinha caído no chão, junto com a minha mochila. Tentei de todos os custos pegar a minha varinha, mas nada funcionou. Como não conseguia pegar a varinha fiquei olhando o duelo, e via vários feitiços e luzes voando, mas não conseguia identificar de quem vinha.

Depois de uns 2 minutos escutei um grito, mas era um grito de uma menina.

– O que vocês pensam que estão fazendo? — Perguntou Lily aos berros fazendo todos pararem o que estavam fazendo. — Carol, o que aconteceu com você? — Perguntou me olhando.

– O seu amiguinho jogou esse feitiço em mim. — Falei alto e com plena raiva na voz.

– Você fez isso, Sev? — Perguntou olhando para o Seboso.

– Claro que não. — Respondeu, mas ainda estava com a varinha na mão.

– Lily, você me conhece, sabe que não minto. — Falei e ela pareceu pensativa. Tinha que sair dessa posição rápido, já estava ficando com dor de cabeça.

– Lily, você me conhece a mais tempo que a Caldin. — Falou Snape, ai que raiva dele.

– Eu conheço os dois muito bem. — Falou olhando do Seboso e para mim.

– Lily, segue a sua intuição. — Falou Remo, só ela poderia me tirar daqui agora.

Eu ficava olhando para o Seboso, eu sabia que tinha sido ele, só ele estava no corredor e só ele tinha tanta raiva da gente. Vi a Lily girando para olhar para ele novamente e ele mexendo na varinha, e então fui solta do feitiço e cai no chão, e acho que entortei o meu pulso.

Levantei em um pulo e eu já ai para cima do Snape, mas o Remo me segurou pela cintura.

– Não vale a pena. — Sussurrou para mim. — Não agora. — Completou sorrindo maroto.

Olhei para ele e suspirei, não valia a pena bater nele agora,não com a Lily aqui. Olhei para a Lily e senti um pouco de tontura, acho que não foi bom levantar assim, de uma hora para a outra. Olhei para a Lily e ela estava me olhando. Aproveitei e mexi a boca formando: Nós conversamos depois. E ela fez um gesto discreto com a cabeça.

– Vamos, Sev. — Falou Lily e puxou o Seboso para um outro caminho.

– Não acredito que ela confiou nele. — Falou Sirius.

– Ela não confiou nele, só não sabe o que aconteceu. — Falei e abaixei para pegar as minha coisa que tinha se espelhado pelo chão. — Na verdade nem eu entendi o que aconteceu. — Falei e vi que os meninos estavam me ajudando a pegar as coisas.

Abri a minha bolsa e vi se o tinteiro tinha aberto, mas ele não estava lá, estava no chão, aberto, de pé, mas não caiu nenhuma tinta no chão. Recolhi tudo e coloquei dentro da mochila novamente, levantei e o Jay me deu a minha varinha. Logo em seguida voltamos a andar pelo corredor, acho que faltava alguns minutos para o final das aulas, já que ainda não tinha ninguém nos corredores.

Droga, na queda eu realmente entortei o meu punho, estava doendo. Coloquei a minha mão direita nele e o girei, para ver se parava de doer.

– Está doendo? — Perguntou Remo, e eu concordei com a cabeça. — Melhor ir na ala hospitalar.

– Não é para tanto, eu só o torci. — Falei e o cortei quando ele pensou em abrir a boca. — Pode parar, eu não quero ter que ir todo ano para a ala hospitalar.

– É, mas como nós somos Os Marotos, tem 70% de chaces de irmos pelo menos uma vez por ano para a ala hospitalar. — Falou Jay, quando ele começou a calcular isso?

– Não, ala hospitalar nããããoooooo. — Falou Sirius fazendo sena.

– Ai, amigo, concordo com você. — Falei fazendo voz de gay, e olhando para o Sirius, e claro que fiz a famosa mãozinha dos gay (e novamente, nada contra).

– Agora eu te mato. — Falou Sirius e começou a correr atrás de mim, ainda bem que essa era a ultima aula.

O Sirius ficou correndo atrás de mim, e eu corria dele rindo, e os meninos corriam atrás da gente revirando os olhos. O Sirius só conseguiu me alcançar quando estávamos perto no lado negro. Ele me abraçou por trás e assoprou a minha bochecha, fazendo um barulho estranho e minha bochecha balançar.

– Seu insuportável. — Falei rindo olhando para o Sirius.

– Sou igual a você. — Falou sorrindo para mim. — Jay, segura o pé dela. — Falou sorrindo maroto para o James.

– Que? Não, pera ai. Remo. — Falei enquanto o Jay segurava os meus pés e supliquei olhando para o Remo.

– Desculpa. São dois contra um. — Falou sorrindo e dando de ombros, mas sabia que ele queria ver isso.

– Se vocês me jogarem no lago negro, vão sofrer as consequências. — Falei enquanto eles me balançavam de um lado para o outro.

– Vamos arriscar. — Falou Sirius e ele e o Jay me jogaram no lago.

A água do lago estava gelada, isso significava que o inverno iria começar. Depois que eles me jogaram, logo sai e peguei a varinha.

– Aquamente! — Gritei apontando para o Sirius e o Jay que estavam rindo um no lado do outro, então molhei os dois de uma vez.

– Meu cabelo. Meu lindo cabelo está destruído. — Falou Sirius dramático.

– Nossa, não estou enxergando nada, meu óculos está todo molhado. — Falou Jay tentando tirar a água dos óculos.

– Ai, como vocês são dramáticos. — Falou Remo revirando os olhos de braço cruzado.

– Aquamente. — Falei junto com os meninos, molhando o Remo inteirinho.

O Remo ficou com a roupa completamente molhada e o seu cabelo estava em cima do olho, nossa como estava grande. Jay, Sirius e eu começamos a rir da cara dele, e como revanche ele nos molhou também. E foi assim que começou uma guerra de água em plena Hogwarts, Sirius, James, Remo e eu todos molhados.

Enquanto atirávamos uns nos outros, eu me escondi atrás de uma árvore, e como recompensa levei três jatos de água na cara, quase me fazendo afogar. O único jeito que consegui tirar os jatos de água na minha cara, foi abaixar e atirar na cara deles também. E enquanto eles tentavam limpar os olhos ou o óculos, no caso do Jay, eu sai de perto deles.

E assim ficamos durante uns 4 minutos jogando água um nos outros, e claro que começamos a ficar com frio, e é claro que eu me sai pior ali, também eram três contra um algumas vezes. Depois de rirmos bastante jogamos o feitiço Ar quente para nos secar, e logo depois entramos novamente no castelo, que estava quente.

Fomos para a sala comunal e logo subimos para os dormitórios, precisávamos tomar um banho para tirar o cheiro de cachorro molhado, principalmente o Sirius. Subi para o meu quarto, deixei a minha mochila na minha cama e entrei o banheiro. Tomei um banho quente e demorado, acho que o banho demorou uns 30 minutos, sendo que eu tomo em 20 ou 25 minutos normalmente.

Quando eu sai do banheiro, já devidamente trocada, encontrei a Lily sentada na sua cama, lendo um livro. Quando ela reparou que eu tinha saído do banheiro, parou de ler imediatamente e me olhou.

– Podemos conservar? — Perguntou.

– Claro. — Respondi e sentei na sua cama.

– Eu conversei com o Sev sobre o que aconteceu mais sedo. — Falou calmamente.

– E o que ele disse? — Perguntei tentando não demostrar a minha raiva.

– Ele disse que não sabe o que aconteceu, estava andando quando você começou a gritar com ele e o Potter, Black e Lupin começaram a jogar feitiços nele. — Respondeu ainda me olhando. — Pode me explicar o que aconteceu pelos seus olhos?

– Claro. — Falei e respirei fundo. — Bom, eu e os meninos estávamos andando pelo corredor, quando alguém jogou aquele feitiço em mim.

– Então você não sabe se foi o Sev?

–Lily, só tinha ele no corredor, e ele estava segurando a varinha, além de estar olhando para mim com um sorriso no maior estilo sonserino. Só pode ser ele. — Falei e ela ainda estava com um olhar desconfiado. — Olha, eu sei que é difícil, mas foi ele. E sobre os meninos atirarem feitiços nele, saiba que ele que atirou primeiro. — Falei e ela ainda estava desconfiada. — Lily, quando você chegou todos pararam de jogar os feitiços, e os meninos guardaram as varinha.

– Isso é verdade. — Falou como se lembrasse da sena.

– E não tinha ninguém no corredor, só a gente, e o Snape não guardou a varinha. — Falei e ela pareceu pensativa. — E do nada o feitiço se desfaz, sendo que não tinha ninguém no corredor e o único que estava com varinha era o Snape.

Ela levantou e ficou andando de um lado para o outro, ela fazia muito isso quando estava em duvida.

– Ai, eu não sei em quem acreditar. Você é minha melhor amiga, e o Sev é meu melhor amigo desde antes de Hogwarts. — Falou coçando a cabeça.

– Lily. — Falei e segurei ela. — Eu não posso te forçar a acreditar em mim, mas posso falar para escutar a razão ou o seu coração. — Falei sorrindo. — Seria isso que o Dumbledore diria. — Falei e a soltei indo para a porta.

– Carol. — Falou e me abraçou. — Você tem razão, eu não queria acreditar que o Sev poderia ter feito aquilo, mas só pode ser ele. Mas por que ele fez aquilo?

– Eu não sei, Lily. — Falei dando de ombros. — Você sabe que nunca fiz nada para ele, mesmo querendo muito.

– Carol. — Falou de modo repreensivo, e eu comecei a rir, e ela logo me seguiu. — Vou falar com o Sev.

– Está bem, mas agora vamos jantar. — Falei sorrindo e descemos juntas para o salão principal.

Chegamos lá e encontramos os meninos sentados no lado das meninas, fomos e nos sentamos junto com eles e assim passamos o jantar, rindo e nem lembramos do que aconteceu antes do jantar.

Notas finais
Gente, quero mais de três comentários, se não, não posto, ok? Vou começar a fazer isso se vocês não começarem a comentar nos capítulos, isso me ajuda a escrever mais, estou falando serio. Bom, espero vocês no comentários. Beijos, beijinhos e beijões. Nox.