Notas iniciais
Eai monolitos, estão gostando? Deixem Reviews lá Õ/ hihi BOM BOA LEITURA PARA VOCÊS XUXUS
@batatinhado1D e @1touchthesky

Era o primeiro dia de aula. De volta a aquele inferno. Mesmo eu não gostando muito da escola, eu estava feliz....Eu tinha acordado, me arrumado e agora eu estava de fones de ouvidos tomando café da manhã. De repente, minha música é interrompida por uma ligação.

LIGAÇÃO ON

– Oi pequena... — Disse Felipe, falando baixo.

– Oi mô, como vai? Por que a ligação nessa hora? — Digo rindo.

– Nada não, mas você tá atrasada.

– Você já está na escola?

– Não, abre a porta aí vai...

LIGAÇÃO OFF

Vou correndo abrir a porta pra ele entrar. Abro a porta bem devagar para não acordar meus pais. Ele entra, põe uma mão na minha nuca, e sussurra no meu ouvido.

– Estava com saudades princesa.

Dou uma risada tímida. E ele me da um pequeno beijo.

– Vamos Becca? Você tá realmente atrasada! — Felipe disse rindo.

E fomos de mãos dadas. Quando chegamos lá, vimos Gustavo, ele estava esperando Felipe. Logo que eu o vi, tentei sair de perto.

– Felipe, eu vou ali com a Su... — Digo já saindo, mas Felipe me puxa pelos braços.

– Mas ela nem chegou ainda amor.

– Eu sei, mas eu já vou ficar esperando. Digo tentando convencce-lo de me deixar ir.

– Espera aqui enquanto conversa com a gente. — Diz Felipe.

– Okay, eu espero.

Para mostrar para Gustavo que eu não estava entereçada na conversa, eu coloquei meus fones novamente, no ultimo volume deixando que eles escutassem oque eu estava ouvindo. Eu também ficava olhando para baixo. Percebi que Gustavo não parava de me olhar, isso me deixava preocupada. Até que a Suelen chegou. -Ah ela salvou minha vida.

– Becca!!! Cheguei, preciso falar com você! — Disse Suelen gritando

Suelen foi se aproximando.

– Oi Gu, oi Felipe, vou roubar ela um pouquinho, ta bom? — Ela disse me puxando pelo braço.

– Espera Suelen. — Digo forte, porque ela estava me machucando kkk.

– Ta bom Su, pode levar ela, mas ela não vai sem antes me dar um beijo. — Disse ele olhando nos meus olhos. Depois ele me deu um selinho.

– Tchau gente. — Eu disse.

Saí com a Suelen.

– Oque você estava fazendo conversando com o Felipe e o Gustavo? — Disse ela com um tom nervoso.

– Esperando você. E aí, oque você quer conversar comigo?

– Nada. Eu só estava salvando você daquele olhar do Gustavo te queimando. — Disse Suelen com tom de deboxe. Eu ri...

No meio da aula. Eu estava pensativa, e acho que Suelen percebeu isso. Ela colocou uma mão em meu ombro, fazendo com que eu virasse para tráz.

– Becca, vai ficar tudo bem... — Disse ela com um sorrisinho simpático, que foi muito bom pra mim naquela hora.

Eu devolvi o sorriso e fiz um sinal de sim com a cabeça.

No fim da aula, Felipe me esperava do lado de fora da sala junto a Gustavo — Oque esse Gustavo tem com o meu namorado que ele não desgruda dele? — Felipe me abraçou de lado e disse que me levaria em casa. Fomos para casa juntos, Suelen, Gustavo, Felipe e eu.

Chegando em casa, toquei a campainha, meu pai estava trabalhando mas minha mãe estava lá. Ela convidou o Felipe pra entrar e ele aceitou. Ficamos na sala assistindo filme. Minha mãe teve que ir ao mercado. Até que a mãe de Felipe ligou para ele, e disse que ele tinha que ir embora. Quando Felipe saiu de casa, me deram grandes tonturas e a minha presção baixou. Meu celular comecou a tocar, era a Su.

LIGAÇÃO ON

– Rebecca, você está melhor? — Diz Suelen.

– Vou bem Su, mas estou com tontura, e minha presção acabou de baixar.

– Você tem que ir no médico, pra fazer um ezame de gravidez, sei la. — Diz ela com uma voz preocupada.

– Não posso, só se eu fizer o exame de farmácia!

– Faz então, sinto muito dizer mas acho que você está gravida! — Diz Suelen, com um tom um pouco mais alto do que antes.

LIGAÇÃO OFF

Depois de muito insistir, Suelen conseguiu me convencer. Fui até a farmácia e comprei o exame de grávidez. Fiz o teste super despreocupada, mas o resultado não foi oque eu esperava. Me desabei em lágrimas quando vi escrito que era positivo o resultado. Minha mãe chegou do super mercado.

– Rebecca, vem me ajudar aqui com as compras!

Eu não respondi.

– Rebecca você está me ouvindo? — Diz ela já nervosa.

Não respondi novamente. Vendo que não havia resposta alguma que viesse de mim, minha mãe subiu, e veio até meu quarto. Ela me viu ali, sentada no chão, em frente ao banheiro, chorando desesperadamente.

– Oque aconteceu filha? — Diz ela muito preocupada.

– O pior mãe... O pior! — Eu digo em meio a tantas lágrimas.

– Oque filha, oque? — Diz ela vindo em minha direção.

Eu entrego o exame a ela. Ela o vê em absoluto silêncio, me deixando ainda mas preocupada, até que ela decide falar.

– Filha, isso não pode ter acontecido, com a gente não! Como você vai falar isso para o seu pai?

– Eu não sei mãe, estou com medo... — Digo enchugando as minhas lágrimas e olhando no fundo dos olhos de minha mãe.

– Quem é o pai dessa criança? — Diz ela com um olhar muito nervoso!

– O Felipe! Claro que o Felipe, você sabe ná mãe? — Digo convencida.

Depois disso, toca a campainha. Era meu pai, o que eu mais temia, era a freação dele enquanto a isso.

– Rosana, abre a porta aqui vai.

– Já vou Otavio! — Diz ela olhando para tráz e para mim.

– Vem logo Rosana. — Diz ele batendo forte na porta.

Minha mãe desceu as escadas devagar e abriu a porta pro meu pai.

– Rosana, hoje no traba...

Meu pai nem pode terminar a frase com a minha mãe presente. Ela subiu as escadas correndo... Achando estranho meu pai foi atráz. Ele ficou perto da porta, mas nem eu e nem minha mãe podemos o ver.

– Rebecca, agora não da mais pra esconder, você tem que pensar em um jeito de falar para ele.

– Eu sei mãe, mas como eu vou dizer para o meu pai, Otavio Augusto, que eu estou gravida?

Terminando a frase, meu pai saiu correndo ao meu encontro e começou a me agredir fisicamente. Ao mesmo tempo ele gritava, me chamava de impura, dizia que eu não posso mais o chamar de pai, disse que eu fui burra, e que eu era uma puta, piriguete e mais coisas. Vendo isso minha mãe pulou em cima de mim em forma de proteção e começou a gritar "A criança Otavio, a criança" Assim meu pai me soltou.

– Quem é o pai dessa criança Rebecca? — Disse ele pronto para me bater novamente.

– Eu não sei. — Falo olhando para baixo.

– Não sabe? Você agora virou prostituta? Sai aí se vendendo a todos? Olha Rebecca, na minha casa você não fica. Você vai arrumar um lugar para morar. Com o seu dinheiro. — Diz ele gritando muito alto.

E meu pai saiu do meu quarto.

– E agora mãe, oque eu faço?

CONTINUA...

Notas finais
ESSE CAP. FICOU MINI MINI MAIS É TIPO UMA PONTE PARA O PROXIMO HAHA Õ/