Notas iniciais
Boa leitura!

Ren

Eu embalava Kells em meus braços, ela estava fria, mas respirando. Sua respiração estava bem leve, parecia ter desmaiado. Mas por que? O desespero e a confusão me consumiam. Depois de um tempo ela se mexeu e abriu os olhos. Perguntei o que aconteceu, mas ela não sabia como havia desmaiado e caído.

— Você me pegou? — perguntou.

— Eu disse que não ia deixar você cair — digo firme.

Ela agradece e pede para eu pôr ela no chão. Coloquei-a com cuidado no chão, e quando a larguei, suas pernas falharam e ela tombou para o lado. Quando eu fui pegá-la novamente, ela gritou comigo.

— Eu disse que posso ficar de pé! Pode me dá um minuto, por favor?

O desespero da lugar à raiva. Me afasto um pouco, enquanto ela se senta e calça o tênis. Cruzo meus braços no peito, a encaro e pergunto o que aconteceu para ela ter desmaiado. Ela me disse que teve um tipo de visão e, nessa visão havia três pessoas, o Sr. Kadam, ela e um homem, que ela definiu como um homem assustador. Nesse momento meu sangue gela.

— E como era esse homem assustador? — pergunto.

Ela explica que ele parecia um homem da máfia, um tipo de pessoa que gosta de ficar no poder e fazer mal ás pessoas. Quando eu perguntei se ele era indiano, ela disse que ele tinha semelhança. As descrições dão tudo a entender de que era o Lokresh. Mas o que Lokesh estava fazendo numa visão de Kelsey? Tenho que contar isso a Kadam quando chegarmos.

Ela pegou o fruto de minhas mãos e enrolou em uma colcha, com todo cuidado para não me tocar. Ótimo, nem me tocar ela quer mais.

— O que foi? Agora você não pode nem me tocar? É bom saber que eu te causo tanta repugnância! Que pena que você não convenceu Kishan a vir, assim podia me evitar ao máximo! — digo.

Ela me ignorou e continuou a arrumar a mochila. Isso já está me irritando. O que diabos está acontecendo com ela? Depois de mais algumas discussões e gritos, seguimos o caminho, para sair da cidade.

Assim que atravessamos a primeira construção, ouvimos um tremor no chão e ao olharmos para trás, vimos as árvores se encolherem e voltar as duas estátuas. Havia um brilho estranho vindo de dentro das estátuas. Sem pensar, disse para a Kells que era hora de sairmos o mais rápido possível.

Aceleramos os passos, e depois de passar mais algumas construções, ouvimos um silvo e um grito, e depois algumas coisas se movendo em cima de nós. Eu já sentia o cheiro, e sabia que eram macacos.

Enquanto corríamos, Kells gritou para mim zombando, dizendo que eu poderia nomear os macacos enquanto nos atacavam.

— Pelo menos enquanto os macacos a atormentam, você não tem tempo de me atormentar. — zombei.

Quando olhei para trás vi que eles estavam se aproximando. Saltei na forma de tigre por sobre um chafaris, pousando como homem.

— Ren, estou atrasando você. Pegue a mochila e dê o fora daqui. — pediu.

Ri com deboche e fiquei de frente para ela enquanto corria.

— Ah! Bem que você iria gostar de se livrar de mim! — zombei.

Me afastei mais um pouco e me transformei em tigre. Voltei ao contrário de Kells, saltei por cima de sua cabeça e ataquei um dos macacos, tentando afastar os outros. Mas não deu certo. Continuei lutando contra eles, para dar tempo de Kelsey fugir, mais havia mais uns dez atrás dela. Nesse momento havia muitos deles em cima de mim. Continuei tentando me livrar deles, mas era muitos e se agarravam com muita força em meu pelo. Mesmo com o peso deles corri em direção a ponte. Vi que Kells já havia atravessado, mas estava lutando com vários que se agarravam em sua perna. Eu debatia meu corpo de tigre nas árvores, para se livrar deles, por fim depois de um tempo consegui afastar todos eles.

Quando olhei a Kells, o babuíno (grande) estava agarrada a ela, com seus braços envolta dela. E tinha um macaco menor em seu ombro puxando seu cabelo, via lágrimas em seus olhos. Sem ao menos pensar, corri em direção a ela, me tranformei em homem e arranquei o macaquinho menor e o lançei de volta á cidade. E quando peguei a gada da mão de Kells e mirei em direção ao Babuíno, ele não quiz lutar, soltou Kells e fugiu. Kelsey desabou no chão arfando. Nesse momento, o lugar ficou quieto, sem nenhum som, á não ser de nossas respirações.
Me virei para ela.

— Você está bem? — perguntei.

Ela gesticulou com a mão, dispensando minha preocupação, mas eu vi machucados em seu pescoço e ombros. Quando analisei melhor, fiz um comentário irônico, dizendo que o macaco era pequenino mais era bastante forte.

Peguei garrafas de água e lhe dei com uma barra de cereais. Ela me perguntou se eu não iria comer uma.

— Eu? Comer uma barra de cereais quando a selva está cheia de macacos apetitosos? Não, obrigado. Não estou com fome — zombei.

Ela ignorou meu comentário e começou a comer sua barra de cereais. Depois de um breve descanso, retornamos nossa caminhada, atravessando pelo riacho e pelas pedras. Eu batia com violência nas árvores de espinhos. Eu descontava minha raiva e mágoa nas árvores, ainda não conseguia entender o motivo de Kells estar me evitando. Quero saber se eu fiz alguma coisa de errado.

Quando eu estava prestes a perguntar a Kells qual o problema, vi os kappas se levantando da água. Mas dessa vez eles ergueram o corpo inteiro, apressamos o passo e eu me mantive entre Kells e o riacho. Tentamos nos curvar à ele, mas parece que a história da minha mãe não existia, pois isso só incentivou eles a se levantarem mais e virem atrás da gente. Gritei para Kelsey correr, e assim disparamos em direção as árvores.

Kelsey estava cansada e disse que não aguentava mais correr. Mandei ela correr mais rápido enquanto eu tentava atrasá-los. Ela correu e eu voltei e comecei a atacar os kappas, eles eram muitos e bem fortes. Depois de matar alguns, corri em direção a Kells e disse para continuar correndo. Conseguimos manter um pouco de distância, e então achamos a saída e a árvore de agulhas, que entramos no começo da nossa jornada. Atravessamos com Kelsey em meus braços, pois ela estava muito cansada, nem liguei para as agulhas se cravando em minhas costas e braços. Assim que atravessamos a árvore, deixei Kells descansando e voltei para dentro das árvores, afim de atrair os Kappas para lá.

Voltei a cidade, e havia milhares de macacos e kappas ali, eram muitos, me transformei em tigre e tentei afastar alguns. Mas eles apenas se aninharam em meu pelo, mordendo e arranhando. Tentei correr para as árvores, mas o peso atrapalhava.

De repente ouço um grito agudo, vindo do lado de onde Kelsey estava. Com toda a força que eu tinha, arranquei os kappas de meu pelo e corri em disparada em direção à ela. Atravessei a árvore e me transformei em homem.

A imagem que eu vi nesse momento gelou meu sangue, mas não de medo e sim de raiva. Aquele Babuíno nojento estava sugando o sangue do pescoço de Kelsey. Corri em disparada em cima dele, e lhe acertei com a 'gada'. Ele se afastou um pouco, e eu não esperei uma volta , lhe acertei novamente, dessa vez em seu pescoço. Ele cambaleou um pouco e pulou em cima de mim, mas antes de chegar perto, acertei-o novamente, dessa vez com mais força. Ela caiu no chão e continuei a acerta-lo. Minha raiva e tristeza por ele ter machucado Kelsey foi descontado nesses golpes, o bati até não haver mais vida em seu corpo. Joguei seu corpo morto na água, e me ajoelhei ao lado de Kells, segurando-a firme nos braços. Eu estava desesperado com o tanto de sangue que eu via em seu pescoço.

— Kells? — chamei. — Kells, fale comigo, por favor — pedi.

Ela tentou se mexer e até falar, mas seu corpo não respondia. Ela ainda respirava, mas seu corpo estava mole, ela abriu os olhos e me olhou fracamente.

— Iadala, não me deixe, por favor. — peço, sentindo lágrimas descendo em meu rosto.

A segurei mais firme e então seu corpo ficou parado. Não! Prendi minha respiração.

— Não! Kells, não me deixe. Olhe para mim, por favor. — peço com mais lagrimas vindo em meus olhos.

Ela estava fraca, sem pulso fraco. Eu estava com tanto medo. Não podia e nem queria deixar ela morrer. Ela é minha vida agora. Agarrei seu corpo com mais firmeza e chorei mais. Lembro dessa sensação, na Caverna do Sono e da Morte, quando vi a imagem de Kelsey morta em meus braços. Naquela época eu soube depois que era tudo uma farsa, mas agora...

Durga?Pai, mãe? Alguem, por favor me ajude. Não deixe a Kells morrer. Eu preciso dela, ela é minha vida agora. Me leve mas não leve ela. Alguém por favor me ajude. Faço preces silenciosas, mas ninguém me ajuda nesse momento. Só há o silencio.

Depois de um tempo, a deito delicadamente no chão, está frio e seu corpo está ficando do mesmo jeito aos poucos, e começo a preparar uma fogueira para aquecê-la. Não enxergo muito bem com os olhos úmidos das lagrimas. A noite vem chegando e Kells ainda não acordou ou demonstrou qualquer sinal de ia fazer.

Sento ao seu lado e fico encarando o fogo, distraído. Era para ser eu! Tinha que ser eu. Por que aquele nojento daquele babuíno não me atacou? Posso sentir a dor de Kelsey. Agora tudo que ela sente, eu sinto.

Meu pensamentos são interrompidos quando sinto Kelsey se mexer. Rapidamente me levanto e me ajoelho ao seu lado, erguendo sua cabeça delicadamente para ela beber um pouco de água. No momento em que ela bebeu a água, mais sangue derramou em sua garganta, era um ferimento super fundo e mortal. Pousei sua cabeça novamente ao chão e comecei a brincar com seus dedos da mão.

— Eu sinto muito. Nunca deveria ter deixado você sozinha. Isso deveria ter acontecido comigo, não com você. Você não merece isso. — digo baixinho, tentando conter as lágrimas que ameaçam cair.

Acariciei seu rosto.

— Não sei como consertar isso. Não sei o que fazer. Não sei quanto sangue você perdeu ou se a mordida é letal. — sussurrei — Não posso perde-la, Kelsey — concluo.

Se eu a perder não haverá mais mundo para mim. A única razão pela qual estou lutando agora para quebrar a maldição é para poder ficar todo o tempo ao lado dela.

Kelsey se contorceu de dor, e eu sentia o mesmo que ela. Não enervante. Limpei seu rosto com um pano molhado, mas isso não diminuía sua dor.

De repente vi que Fanindra também estava se contorcendo. Será que ela estava incomodada? Ela veio até minha coxa e me olhou fixamente. Ela deve ter percebido meu medo, medo de perde-la.

Então ela se virou para Kelsey, foi até seu pescoço, onde se encontrava a mordida. Então, ela escancarou sua mandíbula e deu um bote! Fanindra enterrou bem fundo suas presas na ferida. Nesse momento meu corpo ficou dormente, não sabia como agir à aquilo. O que Fanindra estava fazendo? A curando? A matando mais rápido? Fiquei estático sem reação. Se eu afastasse a cobra poderia matar Kelsey, ou salvar.

Ela continuou picando a ferida várias vezes, injetando seu veneno. Havia gotas de um líquido dourado brilhante escorrendo ao redor do pescoço de Kells. Levei a garrafa novamente a boca de Kelsey e ela engoliu a água. Fanindra estava enrolada ao meu lado, paralisada. Usando uma camisa molhada, limpei todo o sangue e o líquido de seu pescoço.

Kelsey estava quieta, provavelmente o que Fanindra fez, aliviou sua dor. Ela fixou o olhar em mim por minutos, parecia que queria me dizer alguma coisa, mais não tinha forças para abrir a boca.

Ela fechou os olhos e eu me deitei ao seu lado, sustentando sua cabeça em meu braço direito. Ela riu bem fraco quando eu a apertei para mais junto de mim. Ela estava adormecendo. Eu a mantive assim, colada ao meu corpo.

— Eu te amo, Kelsey. — digo baixinho em seu ouvido.

E então ela adormeceu.

Eu não consegui dormir nem um segundo se quer, fiquei apenas olhando-a, esperando qualquer reação de Kelsey. Com medo de que alguma coisa aparecesse, ou se ela acordasse e precisasse de algo. O dia foi amanhecendo devagar. Kelsey ainda dormia, e seu ferimento havia cicatrizado, graças a Fanindra. Acariciei sua cabeça como agradecimento, e seus olhos verdes brilharam. Agora a respiração de Kells era mais forte. Me levantei e apaguei a fogo que ainda queimava na fogueira. Ouvi Kelsey se mexer e sussurrar.

— Isso é muito doloroso para ser o céu. Deve ser o inferno.

Esse comentário me fez rir. Ela achou que havia morrido e ido ao inferno. Disse a ela para beber uma garrafa de água enquanto me ajoelhava ao seu lado. Inclinei lentamente a garrafa em sua boca, mas por descuido, derramei água em sua blusa.

— Obrigada. Agora tenho uma camiseta molhada. — sussurrou irônica.

Sorri novamente. Mas não pelo comentário e sim por ouvir seu senso de humor que tanto iria sentir saudades se fanindra não tivesse ajudado.

A puxei de encontro ao meu peito e lhe dei aspirinas, para melhorar suas dores de cabeça. Expliquei que teríamos que atravessar mais algumas cavernas e subir para Hampi de volta. Lhe disse que ela havia ficado apagada por dois dias. Ela se assustou e disse que havia morrido. Mais logo expliquei que o que Fanindra tenha feito, a curou. Enquanto ela bebia mais água, desabafei.

— Já passei por muitas situações difíceis em minha vida. — fiz uma pausa — Já estive em batalhas sangrentas. Vi amigos morrerem ao meu lado. Testemunhei coisas horríveis serem feitas com homens e animais. Mas nunca tive tanto medo. — fiz uma pausa para recuperar o fôlego — Nunca experimentei esse medo de fazer suar frio, o tipo que corroí um homem vivo, que lança de joelhos e o faz implorar. Pensei que nada poderia me assustar tanto. — beijei seu pescoço — Eu estava errado. Quando a encontrei. Quando encontrei e vi aquela... aquela coisa tentando matá-la, fiquei enfurecido. Eu a destruí sem hesitar.

— Os kappa eram aterrorizantes — comentou.

— Eu não tive medo dos kappa. Tive medo... de perder você. Senti um pavor corrosivo, angustiante e infinito. Era insuportável. A parte mais torturante foi perceber que eu não queria mais viver sem você e saber que não havia mais nada que eu pudesse fazer. Eu estaria preso para sempre nesta existência miserável sem você.

Sinto calafrios somente de pensar nisso. Kells fez um comentário irônico sobre estar aqui agora e que vai me ajudar na maldição ainda. Eu lhe disse que quebrar a maldição não era minha preocupação, e sim de que ela morresse.

— Bem, não morri. Sobrevivi mais um dia de brigas com você. Não acharia que era melhor eu ter mesmo ido?

O que ela tem na cabeça para dizer isso? Eu ter acabado de falar o que eu sentia não fez nenhuma diferença? Estourei.

— Nunca mais diga isso, Kells.

— Bem, obrigada. Obrigada por me salvar.

A abracei com força e ficamos assim por minutos. Ela insistiu dizendo que estava bem e que queria ir embora. Mesmo preocupado, a ajudei a arrumar as coisas e assim partirmos. Ela agradeceu a Fanindra por ter salvo a sua vida.

Entramos na caverna negra, e ao estender a mão para Kells, ela me ignorou e continuou andando. Kells podia me magoar, ignorar, até me avacalhar, mas eu nunca vou colocar a vida dela em risco por causa de joguinhos. Parei na sua frente e estendi a mão novamente. Ela hesitou mas então a pegou. Eu não daria opção afinal, pensei.

Atravessamos o túnel pelo qual havia vários de mim e de Kelsey. Mas dessa vez não demos ouvidos e atravessamos sem intermédios. Depois de um tempo ela tentou arrancar a mão da minha, mas a apertei mais forte. Ela então a puxou com mais força e assim a soltei, mas com um sorriso no rosto. Você não vai ganhar esse jogo iadala!

Quando chegamos ao fim do túnel e vimos os degraus de pedra que levava a superfície eu me detive.

— Kelsey, tenho um ultimo pedido a você antes de subirmos.

— O que?

— Quero que você me dê um beijo.

Quero comprovar algo. E só assim vou ter certeza. Pedi novamente, e ela comentou algo que me magoou novamente, disse que assim que quebrássemos a maldição eu poderia sair por ai beijando qualquer mulher que visse.

— Não quero beijar qualquer mulher, quero beijar você.

Ela se inclinou e me deu um beijo na bochecha.

— Não. Isso não basta. Na boca, minha prema.

Ela se inclinou e me deu um selinho.

— Podemos ir agora? — pediu.

Ela comentou a subir os primeiros degraus, mas eu agarrei seu braço e a girei, fazendo-a parar de frente para mim. Teria que demonstrar muito mais seus dons.

— Um beijo. De verdade. Um do qual eu possa me lembrar.

Antes que ela protestasse algo, colei meu lábios nos dela. Que se dane a permissão. Ela permaneceu rígida e lutou por um tempo. Mas depois desistiu e se entregou ao meu beijo.

A apertei mais ainda de encontro ao meu peito e deslizei uma mão para seu pescoço, afim de mantê-la no lugar. Ela gemeu baixinho e aprofundou o beijo, respondendo ao meu contato. Era isso que eu queria saber, ela me ama, como eu amo ela. Kelsey não me beijaria assim se não me amasse. Mesmo lutando, eu sei que faço parte do seu coração.

Suas mãos passearam até meu cabelo e com os dedos ela os puxou delicadamente e me apertou mais ainda de encontro ao seu corpo. Ela agarrou a minha camisa, querendo mais de mim. Seu cheiro era delicioso. Kelsey era tudo para mim. Não vou deixa-la escapar assim. Ela pode me irritar, magoar, ou até me ignorar, mas não pode fingir que não me ama.

Nós precisávamos de ar. Mesmo relutante, me afastei um pouco. Ela abriu os olhos, e vi que estava ofegante, como eu.

— Isso, foi... esclarecedor — arquejei. — Obrigado, Kelsey.

Nesse momento ela começou a explodir de raiva, de mim. Ela subiu os degraus rapidamente de dois em dois resmungando sobre eu a deixar em paz. Eu até estava me divertindo com sua reação.

— Isso não é tudo que eu quero, Kelsey — digo.

Eu ainda quero você para sempre ao meu lado.

Ela não deu bola e continuou subindo. Resmungando algo com Fanindra. Apenas sorri meio abobado e a segui para a superfície de Hampi. De volta ao mundo real.

Notas finais
OH povo meu! O que acharam? Sei que já sabem o que vou pedir... Mas é isso... Mendingo comentários mesmo, e se não gostou comenta aí e me xinga. Mas pra quem gostou COMENTA EM DOBRO! Até a próxima!