A Magia Do Amor !!!!
40 A União Faz a Força... Seria Um Adeus???
Notas iniciais
REGINA NARRANDO ON.
Só poderia ser mesmo um pesadelo. Quando Bianca me ligou, sabia que tinha acontecido alguma coisa de errado. Ao descobrir que minha mulher e minha filha estavam desaparecidas, não pensei duas vezes em acabar com as pessoas que a levaram para longe de mim.
Neste momento estamos no loft. David, quando informou que Mary é quem tinha ido buscar Neal, ficou desesperado ao saber que nenhuns dos dois se encontravam lá.
D: O que faremos? Nem Emma, Agatha, Neal ou Mary estão na mansão. Estou angustiado pois minha neta e minha filha estão longe de mim, e eu não sei o que fazer. – falou David nervoso.
E: Se desesperar não vale a pena, vai por mim, já tentei e o que eu mais ganho é raiva, ódio, e os meus piores sentimentos. – fala Elsa.
RM: Falei com o Killian, ele vai ver se consegue algo com a Agatha, mas até agora nada. — diz nervosa também.
MW: Isso não é bom! Só tenho medo que machuquem minhas meninas, não vou aguentar... – Nana mostra seu desespero.
Estávamos sem ideias. Stella, Bianca, Rafael e dona Elena estavam procurando pela cidade. Pelo que eu pude ver e sentir, eles possuem um escudo poderoso ao redor deles, então quem tentar fazer mal a eles, vira simplesmente pó.
Eu tentava entender o poder que Emma tinha desenvolvido, e pelo que Gold tinha comentado, era algo grande. Era como se fosse a Fênix, que se regenerava, e tudo que tocava virava pó, mas tinha que ser usado com sabedoria, só assim ela controlava bem a sua magia.
E: Droga, droga, droga, droga.... — falava Elsa.
Ela estava nervosa, e no apartamento estava um frio enorme.
RM: Se continuar assim vamos virar picolé, senhorita Gelo. – amava implicar com ela.
E: Pode ter certeza que seu coração será o primeiro a eu congelar. – sua irritação era visível.
RM: Posso descongelar num piscar de olhos. – digo formando uma bola de fogo.
E: Pouco me importa majestade. – fala fazendo o mesmo, só que ao contrario: uma bola de neve.
MW: PAREM AS DUAS! – gritou Nana – Precisamos nos unir para encontrar nossas meninas, e vocês duas tem um bom potencia! Mas brigando o tempo todo nada vai adiantar. Só peço que pensem em Emma, Agatha, Neal e, não acredito que vou falar isso, na sem sal Branca de Neve. – coloca as mãos no rosto.
D: Hei, ela é minha esposa, e mãe das suas netas. – David num tom bravo.
MW: Eu sei, mas pouco me importa. O que importa é que você, Regina, e você, Elsa, precisam trabalhar em equipe, só assim iremos encontrar elas. Brigar não nos levará a nada, só vai piorar ainda mais a nossa situação. Vamos unir forças para acabar com isso, ou iremos ver Storybrooke ir ao vento, se algo acontecer a Agatha. “Temos três mães super poderosas aqui, e sabemos o que acontece quando as magias são unidas. Precisamos uma da outra, e brigar assim não ajudará em absolutamente nada! – fala olhando para mim e Elsa, num tom determinado.
RM: Certo, só por um momento uniremos forças, depois disso seremos inimigas. Murmuro, apagando o fogo.
E: Certo, pela Emma e Agatha, seremos unidas. — Elsa estende a sua mão para mim.
Aperto sua mão a contra gosto. Mas pelas mulheres da minha vida, farei o possível. Antes de eu falar algo mais, a porta é aberta bruscamente, e já sei quem é: Killian Jones.
H: Conseguir localizar a Agatha. Ela está com o Neal, estão na floresta onde está a Emma. – diz ofegante.
E: Isso é bom, iremos encontrá-las o mais rápido possível. Nana, fique aqui, quando os outros chegarem, diga que já as encontramos. E logo estaremos de voltar. – fala abraçando Nana.
MW: Volte segura minha querida, e traga nossas meninas de volta.
E: Eu prometo Nana!
Elsa sai, acompanhada de Killian e David, e antes que eu posso sair, Nana me chama:
MW: Regina, traga-as seguras. Só isso que eu te peço: que traga todos em segurança. – seus olhos estão marejados.
RM: Eu prometo Nana, pela minha vida as trarei. – asseguro, não só referindo a Emma e a Agatha, mas a Elsa também.
Saio apressada. Do lado de fora encontro Leroy, Ruby, David, Elsa e Gold.
L: A coisa está feia, majestade, vai precisar da gente. – Leroy se prontifica.
G: Três portais foram abertos Regina, e acho que estão usando a Emma para isso. Temo que as coisas ficaram feias. Cuidarei de fechar os portais, enquanto você encontra Agatha, pois se essa pequena menina cair em mãos erradas, a coisa vai ficar ainda pior! – fala Gold nervoso.
D: Iremos nos separar. Você e Elsa juntas terão mais vantagens. Irei com o Killian e o Leroy, e Ruby irá com o Gold, assim poderemos nos sair bem melhor. – falou David.
Depois de nos dividirmos em grupos, formos rumo ao local, onde com certeza posso sentir a energia da minha filha.
REGINA NARRANDO OFF.
ENQUANTO ISSO NA FLORESTA...
Mary seguia Agatha e Neal a certa distância, pelo que pode ouvir da conversar entre os dois, Emma estava desaparecida. Estava pensando em como salvar a sua menina quando escuta um grito de Agatha, e ouve Neal:
N: Solta ela, seu monstro, vou acabar com você! —fala Neal indo em direção aos soldados de Hans.
S: Ora, o que temos aqui?! Agatha Swan, a doce menina linda! Sua mãe quase acabou com a minha vida. Nada mais justo do que eu fazer o mesmo com você. —segura a menina pelos braços.
MM: Eu não faria isso se fosse você. —Mary o interrompe, saindo atrás da árvore.
S: Ora, vejam só, meus amigos: temos aqui a mãe da Salvadora. —seu olhar passou de sarcasmo para raiva— Sua filha levou nosso rei para outro mundo, e nada mais justo fazer o mesmo com sua filha. — finaliza com uma gargalhada asquerosa.
Pelo que Mary pode contar eram quatro soldados. Agatha estava sendo segurando pelo chefe e Neal segurando uma pequena espada de madeira. Ela riu com isso, pois mesmo criança, se parecia com sua irmã e seu pai.
MM: Eu já perdi a minha filha várias vezes, e duas delas a perdi por causa do meu egoísmo. Ela nunca vai me perdoar se algo acontecer à minha neta comigo por perto. Eu vou acabar com cada um de vocês. —fala pegando seu arco e flecha.
S: Tente princesa, quero ver se consegue. Aliás, somos quatro contra uma. — debochou, rindo.
N: Mamãe, cuidado... — pede Neal chorando.
Agatha só assistia tudo, nada falava. Ela precisava sair dali, sua avó e seu tio estavam precisando dela.
AS: Você não vai machucar minha vovó, eu não vou deixar. —se debate.
Ao ouvir sendo chamada de vovó — algo que ela sempre quis -, o coração de Mary é tomado por uma energia positiva e magnífica, finalmente pode sentir o amor de sua neta se manifestando dentro dela. E ela entendeu o que dona Marisa quis dizer.
LEMBRANÇAS ON:
MW: Quando você sentir o amor de sua neta tocar seu coração, vai entender o que eu falo. É algo puro, bondoso, mágico, confortante, esperançoso. E a única coisa que você quer é proteger aqueles que estão ao seu redor, é isso que eu sinto em referencia à Agatha e Emma, pois elas são tudo para mim, Mary. E logo você vai entender, quando ela te chamar de Vovó.—fala com os olhos marejados.
LEMBRANÇAS OFF.
MM: Veremos! Que vença o melhor, seu idiota. —fala lançando a primeira flecha.
N/AS: Palavra feia. — os pequenos repreendemao mesmo tempo.
E assim começava a luta de Mary com os três primeiro soldados, já que o chefe ainda segurava Agatha pelos braços. Não era uma luta justa, todos sabiam disso, mas eles estavam pouco se lixando. Todavia Mary estava determinada a salvar seus filhos e sua neta.
Os dois primeiros soldados estavam no chão, já sem vida, o terceiro estava desacordado, restando apenas o chefe.
S: Veremos se você realmente é boa no que diz, princesa. — desafia,jogando Agatha no chão.
MM: Ninguém machuca as pessoas que eu amo, e não será você que fará isso. — demonstra suaraiva em cada palavra dita.
Então, começa uma nova luta, porém o soldado estava levando vantagem: Mary estava cansada, tinha derrotado três soldados dele. Ela só se preocupava em salvar seus filhos e sua neta, e sair viva para que pudesse conversar com sua filha e pedir perdão por tudo que tinha falado nesses últimos meses desde que sua volta.
Com esses pensamentos, Mary ganha força e começa a avançar com seu espírito de lutadora Derrubava o soldado-chefe à todo custo. Sabendo que perderia essa luta, decide jogar baixo: com uma pequena adaga que estava escondendo nas costas, e numa velocidade admirável, mira na pequena Agatha que estava ajudando Neal que tinha caído, pois um dos soldados que estavam desacordados, tinha acordado e pronto pra lutar de novo.
AS: Você não vai atlapalhar essa luta. — afirma, batendo na cabeça dele.
N: Isso mesmo, essa luta é da mamãe. —fala batendo a espada de madeira nele.
XX: Ora, seus moleques... —tentava se defender.
Com um passe de mágica, ele cai novamente desacordado, e Neal, ao tentar comemorar, acaba caindo e arrancando sorrisos de Agatha.
MM: AGATHA, CUIDADO. —grita desesperada.
Porém a vida, às vezes, nos prega peças e não temos como impedir que certas coisas aconteçam. Foi tudo tão devagarzinho, o olhar de Agatha assustado, o grito de Neal, e Mary tomando a frente de sua neta, levando a adaga bem no seu coração.
ENQUANTO ISSO: ZELENA, MALÉVOLA E EMMA...
Mesmo dizendo que odiava sua mãe, era tudo mentira. Por mais que Mary tenha lhe machucado com suas palavras e atitudes, ela amava sua mãe. Emma sempre dizia que quando as pessoas te magoavam, devia-se esperar ela tentar várias vezes e, assim, ela poderia acertar.
Assim estava sendo com Mary Margaret: ela estava errando várias vezes, mas estava conseguindo finalmente acertar. E quando acertou, ela sentiu em seu coração.
Era como na visão de Agatha, seus cabelos de loiros foram para pretos. Sua raiva, sua dor, sua magia, seu ódio... Tudo se manifestava. Ela podia sentir de longe aquele suspiro. Podia sentir sua filha sofrendo.
Ah, sua menina... Que ela sentia quando estava em apuros, as lembranças de Mary rondando sua mente, e como ela se jogou na frente para salvar o seu bebê, que durante nove meses carregou em sua barriga, e quase morreu em seu parto. Mas não podia deixar a Agatha sozinha, e logo agora que tinha descoberto sobre sua terceira gravidez. Tudo estava tão bem, se organizando, e agora isso.
Zelena, que estava mais perto, viu a magia da Salvadora mudar. Ela continuava desacordada, mas sabia que Emma estava lutando para despertar, e grande ia ser o estrago se isso acontecesse.
M: O que estar acontecendo? —perguntou Malévola ao entrar no quarto.
ZM: Não sei, mas boa coisa não é. Olha só o cabelo dela, essa magia é muito poderosa. E se não a determos, iremos nos ferrar bonitinho. —fala preocupada.
E elas tinham mesmo que se preocupar: Emma estava fora de controle, e as coisas não estavam nada bem.
LONGE DALI, REGINA E ELSA...
E: Não... —sussurra.
RM: Você sentiu também? É algo grande, e sei que Emma não estar nada bem. —diz, levando a mão ao peito.
E: Não é só isso, preciso me concentrar. — murmura fechando os olhos.
Antes de Regina falar alguma coisa, sente Elsa apertando sua mão. Ela é levada para outro lugar, mais especificamente, o lugar onde estava Neal, Agatha e Mary, gravemente ferida. Com o impacto, elas voltam respirando fundo.
E: Desculpe, odeio fazer isso sozinha, mas precisava saber o que causou essa raiva em Emma. — conta, secando uma lagrima.
RM: Mary! Não acredito... Temos que ir logo, me dê sua mão. — seu tom é desesperado, logosumindo em sua fumaça roxa junto com Elsa.
MINUTOS ANTES DA CHEGADA DE ELSA E REGINA...
Mary perdia muito sangue, o Soldado já nem mais respirava, pois em certo momento Robin tinha aparecido e lançado uma flecha diretamente em seu peito, onde se localizava seu coração.
RB: Neal, Agatha, vocês estão bem? — questiona, tentando estancar o sangue de Mary.
AS: Vovó, me desculpa! — implora chorando.
MM: Não meu amor, não... se... desculpe! Perdi tanto... tempo com.... você... que acabei machucando... você e sua mãe... —fala tossindo, sôfrega.
RB: Vai ficar tudo bem, vou levá-la ao hospital... — ampara-a, secando as lágrimas de Neal.
N: Mamãe, não me deixe... — pede chorando.
AS: Mas era pla eu ter plestado atenção... — se lamenta, soluçando.
MM: É tão... bom te ver... de perto... te tocar... minha netinha... linda... você estar... ficando uma... mocinha... Eu te amo! Cuida bem do seu... tio... — tenta dizer, com dificuldades.
AS: Não vovó! A senhola vai cuidar dele. A mãezinha está com muita raiva, ela está sentindo tudo isso também. Você não pode morrer, tem que cuidar dela também. —fala segurando a mão de Mary.
Antes de Robin falar algo, Regina aparece, juntamente com Elsa. Vendo, então, o estado de Mary.
AS: MAMÃES! — diz esbaforida, correndo para duas.
Regina abraça Agatha forte, e logo a passa para Elsa. Enquanto segue o caminho onde Robin comprimia o ferimento de Mary.
RB: Não consegui chegar a tempo. Só sei que estava por perto e acabei vindo parar aqui. — sua voz era receosa enquanto olhava para Regina.
RM: Emma está com raiva, e temo que eu não consiga acalmá-la. — confessa, olhando para Mary.
MM: Você... precisa... caso contrário....adeus Storybrooke. Cuida dela pra mim... do Neal... da Agatha... e do David. — murmura, perdendo as forças.
RM: Não posso cuidar deles, pois quem vai cuidar é você! Não deixe de lutar Mary, por eles. A Emma já sofreu demais, por favor, não deixe... — pede já com lágrimas nos olhos.
MM: Me desculpe... mas... está difícil de lu... tar... — suspira, fechando os olhos.
Regina sente o aperto em sua mão ser solto, e temia pelo que estivesse acontecendo.
E: Regina?
Ao olhar para cima uma luz forte chama atenção de todos ali. David, Killian, Gold, Leroy e todos na pequena cidade de Storybrooke, também sentiram.
A Salvadora tinha despertado, e com seu pior sentimento...
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