A Love Story
6 Capítulo 6 - Dias no hospital
Notas iniciais
Irene: Ah é? — Nesse momento ela pegou uma faca em sua mala, e atirou na perna de Mônica
Mônica: Tá louca menina? — Disse ela segurando em sua perna
(Licurgo: EU NÃO SOU LOUCO!!!)
Cebola: Meu Deus Irene! Vai embora daqui sua vagabunda, xingar até tudo bem, mas agredir, até que ponto você vai? Idiota. — Depois que ele terminou de falar, pegou Mônica no colo, e levou para a enfermaria da escola.
Na enfermaria
Enfermeira: Olha, isso é um pouco grave, vai ter que levá-la no hospital, para dar pontos e tudo mais. Não garanto que ela irá ficar boa em pouco tempo.
Cebola: Meu Deus! Tudo culpa daquela Irene, calma amor, você vai ficar bem, obrigada pela ajuda enfermeira. — Depois que ele terminou de falar, pegou ela no colo e levou em direção a seu carro, todos olhavam para eles, e olhavam feio para Irene.
Mônica: E-e-la colocou veneno na faca...- Disse, bem baixo, e logo depois desmaiou.
Cebola: Calma, você vai ficar boa, que nem antes. — Disse, pisando no acelerador, e indo no hospital mais próximo.
Quando chegaram no hospital, logo foram atendidos, na seção de emergência.
Consulta com o médico
Médico: Olha, o estado dela foi grave sim, mas agora ela está tomando soro na veia, e logo vai retirar o veneno do corpo dela, o veneno que a faca tinha, era um dos piores venenos, os que agem mais rápido, se você, Cebola, tivesse demorado mais um minuto, ela morreria. Se precisar de algo me chame ok? — Disse ele, saindo da sala.
Cebola: Sim, pode deixar,chamo sim.
Depois de alguns minutos, Mônica acordou:
Mônica: O que aconteceu?
Cebola: Meu amor, a Irene enfiou uma faca na sua perna, e essa faca tinha um dos piores venenos.
Mônica: Já ligou para a polícia? Porque essa aí é louca!
Cebola: Vou ligar agora. Vou falar no telefone lá fora, ok?
Na escola
Magali: Nossa Irene, você me enoja, como um ser humano pode ser tão baixo a esse ponto. Meu Deus.
Denise: Gatz, você precisa de ajuda psicológica viu? Anota a dica.
Cascão: Pois é mano, guria doida, fumou?
Irene: Humpf, vocês nunca vão chegar aos meus pés. Se conformem com isso.
Do Contra: Coitada é da Mônica, tudo era uma aposta.
Magali: Hã? Como assim?
Denise: Conta tudo, que eu tô filmando
Do Contra: Eu apostei com o Cebola, se ele conseguiria conquistar a Mônica, em um mês, e pelo visto, ele conseguiu.
Denise: Babado! Vou postar no meu facebook.
Irene: HAHAHAHA! Tudo era uma aposta, aposto também, que o Cebola ainda é caidinho por mim
Magali: Nossa, coitada da Mô! E dentro dessa aposta, ela se machucou feio, espero que o Cebola dê uma boa desculpa.
No hospital
Cebola: Pronto amor, já liguei. — Disse, fechando a porta
Mônica: Ok, vou ficar mechendo no meu facebook, para distrair...- Disse, pegando seu celular.
Cebola: Ok! Vou me sentar aqui, e olhar o meu também
Mônica: Hãm, que vídeo é esse? TUDO ERA UMA APOSTA?
Cebola: Calma, é, hum, eu meio que me apaixonei por você, e você por mim, então não conta.
Mônica: Ah, então se você não tivesse essa aposta, nem olharia na minha cara? VAI EMBORA DAQUI. NÃO OLHA MAIS NA MINHA CARA.
Cebola: Meu amor, me desculpa... Eu te amo.
Mônica: VAI EMBORA, AGORA!
Mônica resolveu comentar naquele vídeo, o quanto se sentiu humilhada, e estava muito triste, então pegou uma cadeira de rodas, alugada do hospital, e foi para casa assim mesmo, chorando. Até que alguém chega nela.
Do Contra: Você soube, né?
Mônica: Claro que sim, né. Tudo que postam no facebook, chega rapidinho nas mãos de todos.
Do Contra: Olha, me desculpa, a culpa é toda minha, eu que apostei com ele...
Mônica: Não, não se culpe, a culpa não é sua. Ele que aceitou a aposta, ele podia muito bem falar que não.
Do Contra: Mônica, olha eu conheço bem ele e, eu acho que ele te ama sim.
Mônica: Acha, ou tem certeza?
Do Contra: Tenho certeza, na verdade.
Mônica: Me deixa em paz ok?
Do Contra: Uma menina linda como você, não deveria andar de cadeira de rodas, sozinha ainda.
Mônica: Pois eu sei me virar muito bem! — Disse ela apressando a cadeira de rodas.
Quando Mônica entrou em sua casa, ouviu uma pessoa gritando seu nome... Mas ela não respondeu, e se despediu de Do Contra.
Mônica: Mãe, pai, preciso contar várias coisas para vocês.
Depois, ela e seus pais conversaram, ela contou sobre a aposta, sobre a faca com veneno, sobre tudo, e seus pais resolveram mudá-la de cidade.
Sr. Souza: Arrume suas malas, nós vamos para o Rio de Janeiro.
Mônica: Ok.
Sr.Souza: Mas antes, vou ter uma conversinha com o Cebola.
Mônica: Pai, não vá lá, ele não presta! — Disse ela, impedindo, mas já era tarde demais...
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