A Love Boring
10 Capítulo 10 - Um amor chato!
Notas iniciais
Capítulo 10 – Um amor chato!
O rosto corado e as ações extrovertidas e sorridentes de Konan e Deidara deixava visível como ambos estavam bêbados. Os dois aproveitaram o máximo que puderam daquela boate, dançando e enchendo a cara, para a infelicidade de Hidan.
– Você viu como aquele dançarino gostoso olhava pra você? – A garota de madeixas azuladas perguntou para o loiro em meio aos risos, enquanto caminhavam até o carro de Hidan.
– Vi sim... – Sorriu – Ele até me deu o número do telefone dele, un. – O loiro respondeu risonho.
O pior de tudo era ter que ajudar aqueles dois a caminhar até o carro, que estava estacionado logo mais a frente. Hidan resmungava a todo instante, mas os dois pareciam não ouvi-lo.
– Que droga, o Itachi vai embora sem mais nem menos e me deixa de babá para esses dois bêbados... Que porra... – Resmungava a todo instante, até finalmente chegar frente ao seu carro, abrindo a porta traseira do veículo e desencostando os dois de seus ombros.
Deidara e Konan entraram no carro, ambos ficaram sentados no banco de trás de forma desleixada, falando besteiras e rindo das coisas que falavam. O albino apenas revirava os olhos, tendo que escutar aquelas babaquices enquanto dirigia, afinal, era o mais sóbrio dentre eles no momento.
– Como estou feliiizzzzz – Exclamou a azulada, erguendo ambos os braços e rindo de maneira boba.
– Bêbados felizes são os mais irritantes... – Resmungou o albino novamente, revirando os olhos, enquanto dava a partida no carro.
– Feliz por quê?
– Ah Dei, não é óbvio? Eu vou me casar! – Exclamou ainda mais animada. – Eu vou casar com o homem que eu amo... Céus, nem acredito. Ta até me batendo um nervosismo! – Falou enquanto colocava a mão sobre o peito direito.
– Isso não é motivo para estar nervosa, Konan! Isso é motivo para... Ah, ficar nervosa também, mas é para comemorarmos, un!
Hidan revirou os olhos mais uma vez e finalmente chegou à casa da noiva, dando graças a Jashin-sama quando chegaram, pois já não aguentava mais aquelas baboseiras sem fim. Ajudou os dois a entrarem e deixou Konan se jogar no sofá e Deidara na poltrona que tinha na sala.
– Vou indo agora. – O albino falou, postando-se até a porta da residência.
– Espera... – Konan pediu antes que o outrem pudesse ir embora.
Hidan suspirou, revirando os olhos mais uma vez e virou-se para ela, ficando encostado na porta de braços cruzados.
– Fala.
– É que eu quero falar uma coisa para vocês dois... – A voz estava amena, em um baixo tom. Abraçou os próprios joelhos, olhando para o loiro que estava sentado de forma relaxada na poltrona e depois desviou os olhos cor de mel para o albino, que estava encostado na porta.
– O que foi? – Desta vez foi o loiro quem perguntou.
– Sabe... – Encolheu-se mais – Eu realmente estou feliz. Não só feliz, mas ansiosa e meio nervosa... Eu nunca pensei que esse dia chegaria. Vocês podem não saber, mas... Eu já levei cada fora do Pain. – Riu baixinho. – E tive que aguentar vê-lo com cada garota escrota... Eu achei que nunca ia aguentar isso tudo. Mas eu não desisti. Eu estive sempre ao lado dele, quando ele mais precisava...
Konan encolheu-se mais e deixou algumas lágrimas rolarem pela face, borrando a maquiagem que delineava seus belos olhos. Deidara levantou-se de onde estava e sentou-se ao lado da amiga, afagando-lhe as madeixas sedosas.
– Desculpem estar sendo uma Drama Queen. – Deu uma risada baixinha. – Mas o que eu quero dizer é que... Não desistam. Porque pode não parecer, mas um dia a felicidade nos encontra.
Hidan mordeu o lábio inferior ao escutar aquilo, virando um pouco o rosto para o lado, pensando na sua situação. Talvez não devesse ficar refletindo tanto nas palavras de uma bêbada, até porque sua felicidade daqui a alguns dia ia embora... E claro, jamais pediria ao Kakuzu para que ele ficasse por sua causa. Era uma chance de trabalho única, sem contar que o moreno sempre quis algo mais, ele era um poço de ambição. Sabia que mesmo que pedisse, ele jamais ficaria por sua causa.
E com o loiro também não foi diferente. Apesar de estar bêbado, ainda estava sóbrio o suficiente para refletir sobre aquilo. Konan até tinha razão, mas Sasori era um homem casado e não havia mais o que tentar. Nunca deixou de ama-lo, mas suas esperanças de ficar com o ruivo se dissiparam a partir do momento em que ele casou-se. Além do mais, estava com outra pessoa e deveria manter-se firme com Tobi. Não seria justo...
– Valeu Konan. – O albino falou em meio a um suspiro pesado. – Eu vou pensar nisso. Até mais. – Saiu dali antes que ela pudesse falar mais alguma coisa. Ela estava bêbada, não devia se deixar levar por aquelas palavras.
Entrou em seu carro e saiu dali o mais depressa possível, mas ao parar no primeiro sinal, pegou seu celular e procurou um número bem conhecido em seus contatos. Selecionou o ícone de mensagens e suspirou, digitando a primeira coisa que lhe veio na cabeça – ou talvez no coração — nunca saberia explicar. Enviou a mensagem, respirando fundo.
Agora já havia feito.
O loiro ficou sozinho com Konan e acabou suspirando enquanto deitava-se no sofá, deixando sua cabeça apoiada nas pernas de Konan, que fazia carinho nos longos cabelos dourados. Ela o fitou, notando como a face de Deidara estava avermelhada e tristonha. Resolveu quebrar aquele silêncio que havia se instalado entre eles.
– O Sasori te ama, Deidara.
– Ele é casado, Konan... – Desviou o olhar, mordendo o lábio inferior em seguida.
– Eu disse que ele te ama. Não estou dizendo que ele é casado com você.
– Isso já não deve me importar mais.
– Dei... Porque você não fala com ele? Só uma vez... Uma única vez?
Deidara suspirou mais uma vez e sentou-se novamente no sofá, logo se levantou e passou a mão nos cabelos, tirando a franja do rosto alvo e levemente delicado, de feições andróginas.
– Não vamos falar disso Konan, por favor. Você em breve vai casar... Vamos dormir porque amanhã você não pode estar com olheiras e já está tarde, un.
– Ta bem... Vou tomar banho primeiro. – A azulada concordou, derrotada, torcendo para que as suas palavras tivessem algum efeito, não apenas em Deidara, mas em Hidan também.
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Após ambos entrarem em casa, Kisame fechou a porta e voltou seu olhar para Itachi. O moreno estava ao lado do sofá da sala, observando qualquer local daquele cômodo, mas logo olhou para o maior quando ouviu o barulho da porta sendo fechada. Ficaram longos segundos em silêncio, apenas olhando um para o outro, até que o maior resolveu quebrar o silêncio que havia se instalado entre eles.
– Então... O que você quer falar?
–... Kisame, eu andei pensando, e... – O Uchiha desviou o olhar novamente, pensando exatamente no que deveria falar. O fato de ter ido até a casa do Hoshigaki por um impulso após uma conversa com Sasuke não o ajudou a formular uma frase. Sabia que aquela atitude havia sido completamente repentina. Ele respirou fundo e voltou a encara-lo novamente, antes de voltar a falar. – Me... desculpe. – O tom de voz saiu mais baixo, num sussurro, ao terminar de formular sua frase. Sentia o coração palpitando como nunca, aquilo era como uma facada em seu orgulho; sentia seu ego ferido, na lama, indo por água abaixo apenas por dizer aquelas simples palavras.
O maior não pode deixar de ficar surpreso e esboçar uma expressão de abalo em sua face ao escutar aquilo. Itachi jamais pediria desculpas para alguém, sabia disso. Já estava até se conformando com o fato de estar sem ele, tanto que até estava pronto para aceitar a oferta de trabalho e sair de vez da cidade. Já havia até feito algumas malas.
Mas tudo o que pensou até agora simplesmente se dissipou. O moreno estava ali, na sua frente, pedindo-lhe desculpas. Não podia nem imaginar o quão estaria ferido o orgulho de Itachi. Aquilo o deixou completamente sem reação, foi uma surpresa e tanto.
Aproximou-se mais do menor, quebrando a distância que havia entre eles, tocando-o no ombro direito. Itachi estava com o olhar baixo, evitando a todo custo uma troca de olhares entre eles, mas ao sentir a mão de Kisame sobre seu ombro, levantou um pouco o rosto, mirando-o.
Itachi parecia estar nervoso, mesmo com aquela face totalmente serena que sempre mantinha, conseguia discernir o que ele realmente estava sentindo. Deixou sua mão percorrer suavemente o ombro do Uchiha, chegando a sua nuca, sentindo a textura dos fios negros e sedosos entre os dedos. Sorriu minimamente quando o viu estremecer e fechar os olhos.
Ver Itachi daquela forma, com os olhos fechados, não o deixou resistir e logo se viu aproximando-se ainda mais, colando seus lábios nos do Uchiha. Iniciou um beijo calmo, sentindo os lábios finos corresponderem o beijo... Céus, como havia sentido falta de beija-lo!
O moreno levou ambas as mãos para os cabelos do maior, apertando-os com força o couro cabeludo, como um pedido mudo para ele continuar e não deixa-lo ir jamais. Kisame aprofundou o ósculo, envolvendo a língua cálida de Itachi em uma dança sensual e calorosa, de uma forma que o fazia se entregar por completo naquele beijo lascivo. Envolveu a cintura do Uchiha com o outro braço, deixando a outra mão afundada nos cabelos negros.
O ar se fez necessário para os amantes, fazendo-os parar o ósculo lentamente. Continuaram com os rostos próximos e os lábios a milímetros de distância. Kisame abriu os olhos, fitando a face do menor, que permanecia com os olhos fechados e a boca entreaberta, recuperando o fôlego.
– Droga... Eu senti sua falta. – O moreno admitiu, abrindo os olhos e encarando-o.
– Eu também. – O maior desceu o nariz pelo pescoço alvo de Itachi, roçando os lábios naquele local que parecia clamar por marcas e beijos possessivos.
E logo o que veio a seguir foram beijos molhados e intensos naquela região que sabia que era sensível. Notava o corpo do menor estremecendo e deliciava-se em vê-lo daquela forma, com os olhos fechados e o pescoço a mostra para seus lábios, que se deliciavam com a pele leitosa e macia do Uchiha.
As mãos já buscavam sentir, tocar, acariciar... Sempre com urgência. Foram semanas longe um do outro, eram desejos que estavam sendo contidos há algum tempo, e agora que estavam tão próximos um do outro, queriam extravasar essa luxúria contida de uma maneira avassaladora e intensa. Os beijos cálidos que compartilhavam; as carícias provocantes, os corpos um próximo ao outro fazendo com que sentissem o calor que emanavam ao estarem juntos, tudo aquilo deixava o momento mais erótico.
Itachi sentiu quando suas costas foram de encontro ao sofá da sala, logo tendo o outro por cima de si, que já havia o livrado de sua blusa e saboreava seu peitoral desnudo, passando a língua por todo o tórax sensível, fazendo-o estremecer. A língua ousada rodeava-lhe o mamilo, passando de um para o outro, enquanto as mãos alisavam toda a lateral do corpo magro e bem trabalhado. O sofá era um pouco apertado, mas a urgência em sentir novamente a sensação abrasadora que unia ambos era tão crescente que aquele local parecia ser perfeito para um sentir ao outro.
– Hmm...Kisame... – Sussurrou o nome do maior em meio a um gemido deliciado, apoiando-se nos cotovelos enquanto observava ele brincar com sua barriga, passando a língua por ali.
– Itachi... Eu havia me esquecido como você era delicioso... – Murmurou entre os beijos que distribuía pelo corpo alvo e perfeito, saboreando aquela pele tão deliciosamente exposta para si. Mas logo subiu novamente os lábios até a orelha do outro, deixando-o sentir a sua respiração quente contra a pele. – Eu queria te torturar um pouco mais. Porém... Eu necessito de você... – A voz saiu carregada de desejo. Sentiu quando o corpo menor sob o seu estremeceu ao escutar aquele sussurro tão ousado.
E realmente queria dar uma lição naquele Uchiha orgulhoso, mas seu corpo pulsava de ansiedade pelo dele. Estava abrasador, sentia que a qualquer momento fosse enlouquecer se não o tomasse para si. Logo o livrou do restante das vestimentas que só atrapalhavam aquele momento, jogando-as pelo chão da sala, e em seguida tendo a ajuda das mãos trêmulas do moreno para retirar sua própria roupa.
Itachi podia sentir a excitação do Hoshigaki roçar contra seu corpo, e aquilo o deixava ensandecido, sedento por mais. Suas mãos trêmulas passeavam pelas costas largas e bem trabalhadas do corpo sobre o seu, fazendo questão de deixar marcas de suas unhas ali. Em seguida já sentia um dígito roçando em sua entrada, penetrando-o aos poucos, fazendo-o soltar alguns gemidos involuntários devido ao leve desconforto e prazer que sentia com aquilo. Em seguida o outro dedo o preparava, e a medida que sentia sendo tocado em certo local, jogava sua cabeça para trás e movia o quadril, em busca de mais, em uma visão que deixava o maior louco de desejos por aquele corpo belíssimo.
Itachi era sem dúvidas a idealização de seus sonhos mais eróticos. O moreno contorcia-se enquanto tentava conter os próprios gemidos, afinal ele sempre mantinha o orgulho até mesmo nessa hora e isso só o deixava mais excitado. Sorriu, vendo a forma que ele fechava os olhos e estremecia. Os longos cabelos negros e sedosos espalhados pelo corpo alvo, fazendo um contraste na pele branca... Era excitante.
Seu corpo enlouquecia a cada instante. Não conseguiria mais conter a sua excitação.
– Kisame... Rápido... – Sussurrou num fio de voz. – Quero você... awm...em mim... – Odiava parecer tão submisso, mas se não o sentisse em si talvez enlouquecesse. Se é que ainda tinha algum resquício de sanidade em si naquele instante...
Kisame pensou que teria uma ereção só em ouvir àquele pedido sensual do seu tão orgulhoso Uchiha. Não conseguiu mais se conter, suas mãos já seguravam com firmeza a cintura delgada e aos poucos ia ganhando espaço no corpo apertado e quente do menor, jogando a cabeça para trás e gemendo deliciado ao sentir-se dentro dele. Itachi também gemia alto, apertando mais as costas largas do maior, deixando as marcas de suas unhas ali enquanto sentia-se preenchido. Aquilo estava sendo maravilhoso... Estava sanando a vontade imensa que crescia em seu âmago.
Os movimentos eram leves e cadenciados, mas à medida que Itachi ia acostumando-se, os movimentos aceleravam. Movimentava agora o corpo mais rapidamente, saindo quase por inteiro e voltando impetuosamente no corpo alvo e perfeito, podendo ouvir os corpos se chocarem, o que dava um toque a mais no erotismo do momento. Gemidos, sussurros e carícias eram trocados a todo instante, enquanto o ato se intensificava a cada instante.
Itachi tentava ao máximo manter seus olhos ônix fixados nos do outrem, porém, aquela excitação era extrema, que mal conseguia deixa-los abertos. O corpo era movimentado de acordo com as potentes investidas contra si, o fazendo apertar mais suas unhas nos braços e costas largas enquanto os gemidos altos saiam de seus lábios finos, que agora não fazia questão de contê-los, apenas demonstrava o quão enlouquecido sentia-se naquele momento, principalmente pelo fato de ter seu ponto mais prazeroso ser tocado a todo instante.
– Ahh.... Itachi... Meu Itachi... – Sussurrava roucamente, deliciado naquela sensação única de estar dentro dele.
– Kisa...ahmm...
O moreno buscou o outrem para um beijo, no qual foi correspondido prontamente, enquanto sentia as estocadas firmes e intensas acelerar. Rapidamente, como uma fração de segundo, se viu sendo puxado para o colo dele e continuo os movimentos com ainda mais afinco, jogando a cabeça para trás, fechando os olhos e deliciando-se com aquele ato libertino, sabendo que ele se deliciava tão quanto a si, enquanto a mão do maior agora envolvia seu membro e o masturbava na mesma intensidade do ato lascivo.
E tão logo o orgasmo atingiu o casal de amantes em meio aos prazeres carnais e gemidos deleitosos, de uma maneira atroz, dominando-os seus corpos solenemente.
Ficaram abraçados por um tempo, sentindo a respiração fora do compasso um do outro. Itachi pousou a cabeça no ombro largo de seu parceiro e fechou os olhos, sentindo uma carícia leve em seus cabelos negros e sorriu, enquanto ainda tentava normalizar a respiração.
– Vamos tomar um banho...? – Perguntou num murmuro, rente à orelha do maior.
– Vamos sim... – Sua voz também estava vacilante, mas um sorriso no canto de seus lábios se fez. Como havia sentido saudades disso...
Levantou-se, levando o moreno consigo em meio a beijos e carícias até o banheiro de sua casa, onde se amaram por mais uma vez naquela tórrida noite...
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Kakuzu havia ficado pensativo em relação àquela conversa que teve com Pain. O ruivo estava ao seu lado, mas já olhava o relógio, pronto para ir embora. Ele realmente parecia não querer transar com nenhuma gata que estava por ali, e acabou fazendo o mesmo que aquele idiota.
Resmungou consigo mesmo após se despedir do amigo, entrando em seu carro e dando a partida. Deveria ter ficado mais e tirar algum proveito daquela noite ao invés de apenas beber. Havia agido como um idiota, no meio de tantas mulheres atraentes e não terminar sua noite com nenhuma delas.
Mas não estava com cabeça para aquilo, apesar de querer. De certa forma, em seu âmago, sentia certa angustia que não conseguia decifrar.
Suspirou mais uma vez, e quando iria começar a dirigir, escutou seu celular tocando. Pegou o aparelho telefônico, verificando que era uma mensagem e ficou um tanto quanto surpreso ao receber aquilo repentinamente.
Apertou o aparelho em sua mão, como se aquele pequeno objeto fosse o causador de toda a sua estranha angustia e releu mais uma vez o conteúdo daquele sms.
“Eu te amo...” Era tudo o que a mensagem de Hidan dizia.
(Continua...)
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