A Loba e o Frio
1 PRÓLOGO
Notas iniciais
PRÓLOGO
“È o fim.” – pensou, admirando a Lua cheia. A ameaça Volturi havia sido afastada, os Cullens estavam a salvo, os Qileutes também. Será um período de paz para todos, menos para ela, Leah Clearwater, pois agora que tudo se apaziguaria e não haveria mais motivos para Sam e Emilly adiarem o casamento.
-- Preciso dar o fora daqui. – falava sozinha, enquanto rapidamente socava algumas peças de roupa em sua velha mochila. – Não vou suportar assistir a isso.
-- O que você está fazendo? – perguntou Seth ainda sonolento. – Que mochila é essa?
-- Estou dando o fora. – disse a Quileute sem nem ao menos encarar o irmão mais novo.
-- Como assim? – perguntou confuso, agora totalmente desperto.
-- Não vou ficar para receber o convite de casamento do Sam. – falou amargamente.
-- Não acredito. – Seth olhava a irmã, perplexo.
-- Diga para a mamãe que... – agora ao encarar o irmão, a garota loba vacilava em sua resolução. Os olhos de Seth estavam marejados. – Eu voltarei. – puxou o menino para um abraço. – Não chore, eu prometo que voltarei.
-------------Enquanto isso, na casa dos Cullen--------------
-- Por favor, tenha a bondade de sentar-se. – disse cordialmente Carlisle. – Myridam, deixe-me ver se entendi direito. – o loiro tinha uma vinca em sua pálida tez, fruto do esforço que estava fazendo ao tentar assimilar as novas informações. – Você se intitulou a lei para os vampiros que vivem na América do Norte, é isso?
-- Quase isso. – respondeu a mestiça de olhos azuis, bem humorada. – A partir de hoje em diante estou me responsabilizando por todos os vampiros viventes na América do Norte. – a bela mulher deu um sorriso maroto. – Sou a nova administração.
-- E Aro aceitou isso? – perguntou Carlisle incrédulo.
-- Bem, demos o aviso. Se vão respeitar ou não, é com eles. – falou resoluta. – E para garantir que os Volturi nunca mais perturbem a paz de sua casa, vamos fixar residência nas proximidades de Forks. – comunicou. Diante da expressão espantada de Carlisle, a mulher se apressou em dizer. – Então, creio que seja só isso. Desejo a você e a toda a sua família uma boa noite.-a mestiça fez um leve reverencia e sorriu. – Aidan? – chamou.
-- Sim, Myridan. – respondeu um belo vampiro com rosto de anjo sem desviar o olhar do céu. Aidan estava junto a uma das janelas admirando a Lua cheia, com sua mente imersa em pensamentos. – “Começou.” – pensou.
Notas finais
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