A Lenda de Uzumaki Naruto
31 Partida Dolorosa, Chegada Confortante
Notas iniciais
Não sabem como eu senti falta de sentar na frente do pc e começar a digitar e escrever o capítulo, depois responder aos comentário. É o que eu mais gosto de fazer.
Com relação a história, seu que muitos pensaram: MAS O MULEKE SÓ TEM TRÊS ANOS!!!!!!! Realmente, é muito pra uma criança de três anos, mas tudo será explicado, não preocupem-se.
Quero agradecer a vocês pessoal. Enquanto o capítulo 29 ficou abaixo da média de comentários, o 30 ficou acima. Isso me deixa muito feliz.
Agradeço a Two Ramos por ter favoritado a fic.
Não me chamem de tapado, mas só agora percebi quantos leitores eu tenho. O sistema indica 68 leitores, o que é muito legal.
Valew por comentarem pessoal, até amanhã. Boa leitura.
A vida pode ser cruel. Na verdade, depende dos olhos que a vê. Pode-se dizer que a humanidade está fadada ao fracasso simplesmente por terem medo de fracassar. Aqueles que passam a entender que a vida pode ser mais que fracassos de outrora, se tornará o que será seguido por quem está procurando pela mesma resposta.
-Ele não é normal Karin. Você tinha que ter visto quando ele saiu do quarto da mãe. Parecia que ia atrás do criador do vírus. Exclamou o loiro sentado na beirada da cama em que Jiraya estava deitado.
-Não acredito que um menino de apenas 3 anos possa se comportar assim. Sussurrou a ruiva com medo de acordar o pequeno.
-Mas não é culpa dele prima. Seu sonho sempre foi se tornar Hokage. Tem a determinação do fogo e isso o faz agir assim.... A vida nos manda lições que muitas vezes nos recusamos a aprender. No caso do Jiraya, ele não teve escolha.
-Mas não é só ele que passa por problemas Naruto. Todos têm suas desventuras, inclusive você.
-Pode ser, mas eu não tenho mais 3 anos. Retrucou o loiro deixando a prima que estava escorada no batente da porta, pensativa.
-Sei que existem pessoas em situações piores. Jiraya pelo menos está entre a família, não o deixaremos só. Completou Naruto.
-Acho melhor sairmos. Ele tem que acordar cedo pra ir visitar a mãe. Exclamou o loiro parando o carinho que fazia na cabeça do pequeno.
-Você também precisa dormir primo. Usou chakra demais hoje.
-Tem razão. Acho que vou pra cama. Exclamou Naruto se dirigindo à prima.
-Boa noite prima. Sussurrou Naruto dando um beijo na testa da prima.
-Boa noite, primo. Sussurrou a garota de volta, esfregando-se no primo.
Naruto saiu e foi para seu quarto. Karin ficou ali, fitando Jiraya. Mesmo sendo um Uzumaki, aquilo não fazia sentido. Como conseguira ganhar dela no Shogi? Karin já havia participado de torneios quando era menor. Quase todos havia ganhado. Mas naquele dia perdera todas as partidas para Jiraya, e olha que ele estava apreensivo com a conversa que Naruto teria com sua mãe.
“Não acredito que esse garoto realmente seja ele” Pensou Karin fitando o garoto adormecido mais um pouco e saindo.
A noite realmente estava calma, o que era ruim para os moradores daquela casa. Se tivesse pelo menos uma coruja piando, um vento mais forte soprando ou mesmo uma chuva caindo, a noite teria sido mais tranqüila. Mas a calmaria daquela noite assustava, era uma premissa de dor. A natureza curvarva-se em respeito ao moribundo, não deixando que nenhum de seus elementos atrapalhasse o silencio lutórico.
Kaori havia morrido.
Pela manhã, a primeira palavra que saiu da boca do loiro foi.
-Força.
Não precisava dizer aquilo, Jiraya era maduro o suficiente pra saber que precisava ser forte.
-É melhor irmos logo Naruto-sama, não quero que seja tarde de mais. Exclamou o garoto já com lágrimas no rosto.
Os dois foram o mais rápido possível. Mesmo viajando na velocidade da luz, chegaram tarde.
-Okaa-san! Vociferou o menininho ao ver que não via sua mãe.
-Calma Jiraya, eu estou aqui. Sussurrou Naruto abraçando o garoto.
-Pra onde a levaram Shizune-san? Indagou o loiro entre soluços.
-Seu corpo está na autópsia. Ela faleceu às 3:00. Respondeu a morena de modo acolhedor.
-Nós podemos vê-la? Indagou Naruto acariciando os cabelos negros de Jiraya.
-Não é aconselhável Naruto. Pode ser um choque muito grande pra uma criança de apenas 3 anos. Respondeu Shizune.
-Eu não sou uma criança de três anos, sou um filho de três anos. Exclamou o garoto com gotas de lágrima em seus olhos.
-Acha mesmo que é uma boa ideia Naruto? Indagou a Kunoichi.
-Se ele diz que agüenta, eu acredito. Respondeu o loiro.
Shizune apenas assentiu com a cabeça e se pôs a andar. Os dois apenas a seguiram. Naruto segurando na mão de Jiraya.
-Por favor, não fiquem muito tempo. Exclamou Shizune.
-E podem ver apenas pelo vidro da porta. A sala é esterilizada e estamos investigando o vírus que causou a doença da Kaori-san. Completou Shizune.
Naruto já deixava que as lágrimas rolassem. Era alto o suficiente pra ver através do vidro, mas ver aquela criaturinha pulando pra tentar enxergar a mãe pela última vez cortou o coração do loiro.
-Já pode ver como sua mamãe está linda. Exclamou Naruto erguendo Jiraya pelos braços e o posicionando perto do vidro.
Kaori ainda não tinha sido cortada, os legistas acharam melhor esperar. Estava somente com a cabeça exposta, e como sempre, com um belo sorriso.
-Kaa-san... Sussurrou o garoto deixando que suas emoções saíssem pelos olhos.
As lágrimas já pingavam formando uma pequena poça.
-É melhor sairmos, não vamos querer que a Shizune-san brigue porque fizemos bagunça. Falou Naruto dando um sorrisinho de canto, perceptivelmente forçado.
Jiraya apenas assentiu com a cabeça.
Naruto começou a caminhar carregando o garoto no colo como se carrega um bebê.
-Confortável? Indagou Naruto sentindo o “sim” que o garoto indicava com seu balançar de cabeça.
Não se despediram de Shizune e foram logo para casa.
-O que vai acontecer com minha kaa-san, Naruto-sama? Indagou o garoto sonolento de tanto chorar.
-Ela ajudará a descobrir a cura pra doença que ela tinha, depois, nós a colocaremos bem perto da família, no nosso clã.
-Vou poder ir visitá-la?
-Sempre que quiser.
-E o que vai ser de mim? Sem minha kaa-san, não tem ninguém pra cuidar de mim. Sussurrou o garoto.
-Eu sou ninguém? Indagou o loiro tirando um leve sorriso do rosto choroso do menino.
-Você vai ser meu pai?
-Porque, você não quer? Indagou o loiro.
-Quero sim.
-E o que acha da sua mamãe Hinata? Naruto fitou os olhos do garoto esperando a resposta.
-Aquela do dia do treinamento?
-É. O que acha dela ser sua mamãe substituta.
-Queria minha mãe de volta, mas como ela já se foi, eu preferia a Hana-chan ou a Karin-san. Respondeu o garoto.
Naruto arregalou os olhos. Não esperava uma resposta daquela. Aquele garoto não era um garoto, e isso meio que assustava Naruto.
-Agora, não tem que crescer sem querer filho. Sussurrou Naruto.
-Já é um pouco tarde, pai. Respondeu o garoto se enterrando no peito de Naruto e estranhamente dormindo na mesma hora.
Naruto caminhou com o garoto adormecido nos braços e logo estava em casa. Foi pôr o filho na cama e voltou pra conversar com Karin.
-O que aconteceu Naruto, não me diga que...
-Sim Karin, chegamos tarde. Ela se foi. Sussurrou o loiro com lágrimas nos olhos.
-Não deu tempo nem pra se despedir. Completou Naruto.
-O que vai ser do Jiraya?
-Nós vamos cuidar dele. Ele será meu filho. Respondeu Naruto.
-Seu? Indagou a ruiva com receio.
-Bom, a Hinata vai recebê-lo como um filho também. Mas até nos casarmos e Jiraya ir morar junto de nós, você e eu vamos cuidar dele. Posso contar com você prima?
-Nosso filho Naruto... Sussurrou a garota.
-Sim priminha, só tome cuidado porque em um ano a estadia dele nessa casa acaba e você irá sofrer muito se tiver se apegado de mais.
-É nosso filho Naruto. Sussurrou Karin abraçando Naruto.
-Primo, eu tenho que te falar uma coisa... Exclamou Karin com o ouvido no peito do rapaz.
-Pode falar priminha, tô escutando.
-Primo, eh... Eu te...
-KAA-SAN.........KAA-SAN!
-JIRAYA! Vociferou Naruto soltando Karin rápido, mas delicadamente, e correndo até o quarto de Jiraya.
-Calma filho, eu tô aqui do seu lado. Sussurrou Naruto acariciando os cabelos do garoto, que dormia.
-O que foi Naruto, o que aconteceu? Indagou Karin chegando ao quarto.
-Ele teve um pesadelo. Me sinto inútil em não poder entrar no sonho pra defendê-lo Karin. Não sou um bom líder e muito menos bom pai! Sussurrou Naruto.
-Claro que é primo. Os pais têm que saber que criam seus filhos pro mundo. Um dia ele precisará enfrentar a realidade e precisará estar preparado. Se você o ficar protegendo a toda hora, ele nunca vai aprender a se proteger sozinho.
-Mas ele é tão pequeno. Sussurrou Naruto deitando na cama e envolvendo o garoto com seu corpo.
-Você viu como ele é Naruto. Se não soubesse diria que ele é realmente seu filho.
-Ele é meu filho Karin. A Kaori-san deixou a responsabilidade da criação dele em minhas mãos. Não posso ignorar o último pedido de um membro do meu clã.
-Sei que tem medo do que pode acontecer, mas lembre-se, ele é Uzumaki Jiraya, filho de Uzumaki Kaori e agora também é filho de Uzumaki Naruto. Ele vai superar, Naruto. Exclamou a ruiva saindo.
Naruto ficou lá, envolvendo o garoto como se quilo impedisse os pesadelos. O que por incrível que pareça, funcionou. Jiraya teve um sono tranqüilo, apesar de ser de manhã.
Já eram 3 horas quando Naruto foi acordado por Jiraya.
-Naruto-sama!? Sussurrou o garoto sacudindo Naruto levemente.
-O...Oi Jiraya. Está bem?
-Tô sim. Só estou com um pouco de fome. Retrucou o garoto.
-Eu também tô com fome, mas eu tenho uma ideia que vai te animar.
-O que é Naruto-sama?
-É uma surpresa. Vamos, eu te carrego.
-Não. Eu vou andando, pelo menos até lá fora. Sou o segundo homem da casa e não posso fraquejar.
-Eu disse que não precisa crescer sem querer Jiraya. Sussurrou Naruto.
-E eu disse que já era tarde. Retrucou o garoto.
-Karin, vamos ao Ichiraku. Quer nos acompanhar?
-Claro! Exclamou a garota levantando do sofá em que estava sentada.
Os três caminharam rumo ao Ichiraku. Jiraya, apesar de ser diferente, ainda era uma criança e gostava muito de ser carregado nos ombros.
-Temos que ter cuidado pra Hanabi não te ver. Você tá no lugar dela. Exclamou Naruto.
-A Hanabi-chan é bem legal. Ela não vai se importar em dividir você.
-Tem razão. Até porque ela vai ter que dividir a irmã com você também. Retrucou o loiro.
-De divisão em divisão, você acaba ficando com muito pouco. Poderia ficar com o todo que está bem do seu lado. Sussurrou Jiraya.
-Esse garoto. Porque ele fala essas coisas estranhas? Indagou Karin sem entender o que o garoto acara de dizer.
-Jiraya, não quero que desrespeite a Hinata. Ela será sua nova mãe. Exclamou Naruto até bruscamente.
-Não a desrespeitei Naruto-sama, só disse o que penso.
-Seu pensamente pode ofender outras pessoas Jiraya, lembre-se disso.
-H-Hai. Sussurrou o garoto de volta.
Chegaram ao pequeno restaurante.
-Tio, um ramen pro meu filho, um pra minha prima e três pra mim. Exclamou Naruto sentando.
-Filho? A Hinata-san já sabe disso?
-O filho é dela também. Respondeu Naruto sorridente mesmo naquelas circunstâncias.
O velho pôs os ramens no balcão e os três começaram a comer.
Naruto já estava terminando sua primeira tigela quando percebeu a tigela vazia ao seu lado.
-J-Já? Mas ninguém é mais rápido que eu! Exclamou Naruto surpreso.
-Isso é muito bom! Exclamou Jiraya sorrindo. Coisa que realmente era necessária naquele momento.
Naruto parou de comer. Abaixou a cabeça ficando na mesma altura da cabeça do garoto e o fitou nos olhos.
-Eu te desafio! Exclamou Naruto.
-Para com essas criancices Naruto! Vociferou Karin.
-Eu aceito o desafio.
-QUÊEEEE? Jiraya, você é bem menor que o Naruto. Não cabem tantos ramens assim nessa sua barriguinha.
-Mas ele me desafiou Karin-kaa-san. Sussurrou o garoto que fitava Naruto nos olhos.
Karin ficou paralisada com a resposta do garoto. Ela a tinha chamado de... mãe.
Naruto estava tão concentrado na disputa que nem percebeu as falas do garoto.
O velho pôs os ramens no balcão, quatro para cada um. Quem comesse mais rápido ganharia.
Começaram a comer e Naruto viu Jiraya se distanciar um pouco, acelerou o passo e conseguiu passar a frente do menor. O garotinho percebeu que ia perder, tentou acelerar, mas não adiantava. Já tinham comido três tigelas, aquela era a decisiva. Naruto começou primeiro sendo seguido rapidamente por Jiraya.
-AHHHHH. Eu sou o melhor. Exclamou Naruto batendo a tigela vazia na bancada.
-Fo...foi por pouco Naruto-sama. Exclamou o garotinho.
-Se não vai me chamar de pai, me chame de só de Naruto. Sussurrou o loiro fitando o garotinho com a boca toda suja de ramen.
-Vem cá. Deixa eu te limpar. Falou Karin pegando um guardanapo e limpado a boca do garoto.
-Desculpe, pai.
-Acho que realmente não sou um bom pai. Você acaba de sofrer um grande trauma e eu já estou exigindo demais de você. Sussurrou Naruto.
-Não diga isso pai. A kaa-san confiava em você, por isso ela pediu que cuidasse de mim. Ela disse que você seria um bom pai pra mim, e ela nunca erra.
-E-Ela disse mesmo isso? Indagou o loiro com um sorriso no rosto.
-Disse sim. Minha mãe sempre acertou com suas escolhas.
Naruto pegou o garotinho e deu um forte abraço.
-O que acha de ir visitar a mamãe Hinata?
-Tá certo. Assim você pode voltar a ensinar aquela coisa pra Hanabi-chan.
-Acho que vou dar uma pausa no treinamento da Hanabi. Pelo menos até as coisas se acalmarem.
-Karin, você não vem certo?
-Está começando a me entender. Exclamou a ruiva já saindo do estabelecimento.
Os dois foram para o clã Hyuuga.
-Oi Hanabi, olha quem eu trouxe pra te visitar!? Exclamou Naruto soltando Jiraya, o qual carregava, como sempre.
-Jiraya! Exclamou a garota contente.
-Pode chamar a Hinata pra mim? Indagou o loiro vendo a cunhada brincar com Jiraya.
-Claro. HINATA-NEESAN! Vociferou Hanabi sem parar de brincar com o garotinho.
-Se era pra gritar eu mesmo teria gritado. Retrucou Naruto.
-Oi Naruto. Quem bom que veio. Exclamou Hinata descendo as escadas e se jogando nos braços do amado.
-Eu vim te apresentar meu filho, ou melhor, nosso filho, Jiraya.
-Não me diga que, a mãe dele já morreu? Indagou a garota sussurrando a ultima parte no ouvido de Naruto.
Naruto apenas assentiu com a cabeça.
Hinata soltou Naruto e foi caminhando em direção à Jiraya.
-Oi, eu sou Hinata. Você quer que eu seja sua mãe? Indagou a garota de forma doce.
-Tenho que falar a verdade? Indagou o garoto parando a brincadeira e fitando Hinata nos olhos.
-JIRAYA! Vociferou Naruto.
-D-Desculpe, Otou-san. Sussurrou o garoto.
-Se meu pai vai casar com você, então eu tenho que aceitar que seja minha mãe. Completou o garoto deixando Hinata com uma cara tristonha.
-Não precisa forçar um sentimento que você não cultiva Jiraya. O fato de que vou me casar com seu pai não implica no sentimento de filho que você tenha comigo. Quero ser sua mãe porque gosto de você e não porque vou me casar com seu pai. Exclamou Hinata fitando o garoto nos olhos.
Ele apenas deu de ombros e voltou a brincar. O que deixou Naruto nervoso.
-Jiraya, depois vamos conversar. Exclamou Naruto.
-Não vá falar nada ruim pra ele Naruto. Ele acabou de perder a mãe, não precisa passar por isso. Retrucou Hinata.
-Está bem meu amor. Tá vendo Jiraya, uma mãe faz o que Hinata acabou de fazer, cuida do filho. Exclamou Naruto fitando Jiraya que não correspondeu o olhar e continuou brincando.
-Você não quer dormir lá em casa hoje Hinata? Indagou o loiro.
-Não sei se meu pai deixa.
-Você já me deu muitas provas de que posso confiar em você Naruto, e você também filha. Pode ir. Exclamou Hiashi.
-Sério pai! Exclamou Hinata com um grande sorriso.
-Posso ir também Naruto? Indagou Hanabi.
-A casa é bem grande, se seu pai deixar pode sim.
Hiashi apenas assentiu com a cabeça.
-E esse garoto? Não me digam que já é meu neto? Indagou Hiashi só de brincadeira.
-Ele não me tem como uma mãe, papai. Sussurrou Hinata abraçada com Naruto.
-Calma Hinata, você mesmo disse que ele tá muito confuso por tudo o que aconteceu. Dê mais tempo a ele, ele vai te aceitar. Sussurrou Naruto de volta.
-Quem quer ser carregado nos ombros? Indagou Naruto esquecendo que as duas crianças queriam.
-EU! Responderam em uníssono.
-Acho que é a vez da Hanabi filho. Exclamou Naruto deixando o garoto tristonho.
-Espera, eu tive uma ideia.
-KAGE BUSHIN NO JUSTU!
Naruto cria um clone pra ajudar a carregar as duas crianças.
Os quatro vão para casa. Tiveram uma noite maravilhosa, sabendo que Kaori estaria em um lugar melhor. Sabiam que a Uzumaki não queria choradeira em sua partida, e principalmente que seu filho fosse forte.
Agora poderiam dizer que aquele lar refletia a existência de uma família, exceto por uma coisa, havia duas mães!
continua...
Notas finais
E SE POSSÍVEL RECOMENDE. FAZ 300 ANOS QUE NÃO RECEBO UMA RECOMENDAÇÃO, SERÁ QUE NÃO MEREÇO???
PLEEEEEAAAASSEEEEE!!!!!!!!!!
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