A Lenda De Cho, O Esquilo
1 A primeira guerra: H̄māp̀ā læa s̄ingto
Notas iniciais
Era noite quando os exercitos de Corvalon marchavam sob o deserto do grande reino de Rahimen. Eles pretendiam atacar a noite, quando Cho e seus guerreiros descansavam. Eram muitos, mas sabiam que mesmo 10.000 homens não eram páreos para Cho e seus 50 homens...por mais incrivel que possa parecer, os exercitos de Corvalon marchavam com medo.
Quando estavam próximos aos portões de Aktut, o mago Jikozo se materializou e começou a incentivar seus guerreiros com palavras inspiradoras, que deixaram seus homens mais confiantes em suas lanças e arcos. Mas Cho já tinha percebido, ele estava a espera dos guerreiros de Corvalon. Ele e seus 50 homens abriram os portões de Aktud e gritaram em um dialeto desconhecido, mas os guerreiros de Corvalon sabiam: A guerra tinha começado. Cho e seus guerreiros não tinham armamentos, eles lutavam de mão nua contra as lanças, arcos e espadas dos guerreiros de Jikozo e mesmo assim não pereciam. Eles tinham algo com eles, algo que era indomável em seus corações, como se não pudesse morrer antes de derrotar seus inimigos. Passaram-se três dias e três noites e a guerra continuava, e nenhum guerreiros de cho tinha perecido. O numeroso exercito de Jikozo agora recuava perante a fúria de Cho e seus guerreiros...foi então que aconteceu. Jikozo desceu ao campo de batalha e ao balançar de seu cajado matou todos os guerreiros de Cho. Tomado pela fúria, Cho deu um grito misto de ódio com tristeza, e destruiu o restante dos guerreiros de Jikuzo em um piscar de olhos. Só tinham eles dois, e eles lutaram, incessantemente durante dias, e quando Cho finalmente teve a chance de matar Jikozo, o mesmo desistiu. Ele disse que nunca mais atacaria Akmud se Cho o deixasse viver, e Cho, como um homem piedoso o deixou ir.
Ao virar as costas para seu inimigo, Jikuzo usou uma magia que transportou ele e Cho para um lugar desconhecido, e nenhum dos dois nunca mais foram vistos...
CONTINUA...
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