Notas iniciais
Fala aí pessoal, beleza? To de volta aqui, mais uma vez, mas muito mais rápido do que antes! Haha! Eu me senti inspirado e escrevi =3 Espero que gostem, quero agradecer à... À... Hã... Bem, à pessoa que bombardeou meus capítulos com comentários xD E também àquelas que favoritaram a história e àquelas que estão acompanhando. Tá aí. Boa Leitura =D

“- Eu tento ajudar o Rei, e olha onde venho parar. Numa cela! – disse para mim mesmo, sarcástico. – Agora só falta ele me condenar à morte! Fantástico!”

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Link:

A noite se passou e nada de me soltarem. O que será que aconteceu? De repente, o carcereiro voltou.

– Ordens do Rei. Vamos! – disse o carcereiro me arrancando da cela.

– Finalmente ele percebeu que precisa de minha ajuda, hein? – falei, todo cheio de mim.

– Sim. Claro. Agora vamos! – disse enquanto me puxava.

Assim que saímos, ele me levou para fora do castelo. Havia um tipo de palco na praça principal. Será que ia ter algum tipo de show? Enquanto nos aproximávamos, havia guardas lá em cima do palco. Certo. Ia ter um show. De morte.

– Agora, vamos ao julgamento público de Link! – disse um velhinho sentado atrás de uma mesa, fora do palco.

– Ei, ei! O que é isso? O que diabos está acontecendo aqui? – perguntei desesperado.

O carcereiro, que até então havia me levado até a parte de trás do palco, voltou para o castelo. Os guardas que estavam ali me levantaram e me colocaram no “palco”.

– Ei! Eu não fiz nada de errado! Ei! – gritei desesperadamente.

– HÁ! Todos dizem a mesma coisa! Agora fique quieto! – disse o guarda ao meu lado, me dando um soco no estômago, com o qual fiquei de joelhos. Assim que olhei para frente, havia uma multidão enorme presenciando o momento. Alguns riram da minha cara.

– Link é acusado de sequestrar a nossa querida Princesa! O que vocês acham disso? – gritou o velhinho. As pessoas começaram a berrar querendo que eu morresse. – Culpado! E também é acusado de dar falsas informações ao império! O que acham disso? – as pessoas queriam enlouquecidas que eu morresse.

Então, o velhinho levantou, foi até o lado do palco, pegou algo e subiu neste. Era a minha espada!

– Que tal matá-lo com sua própria lâmina?! – gritou novamente o velhinho. A multidão gritava enlouquecida. Menos uma pessoa. Que percebi o olhar no meio daquele povo. Era o dono daquela academia de espadas. Ele me olhou, com o olhar cheio de significados que eu entendi. Então, este foi embora. Eu precisava esperar pelo momento certo.

Os guardas me levaram até a parte da frente daquele lugar e baixaram minha cabeça, deixando meu pescoço à mostra.

– Então que se finalize o julgamento! Você é culpado de todos os seus atos e sua sentença é a morte! – disse ele puxando a espada da bainha.

Neste momento, eu dei uma cambalhota para frente, fazendo os guardas se desequilibrarem e caírem junto comigo do palco. O velhinho ficou atônito. Completamente chocado. Me levantei mais rapidamente do que os guardas, aproveitei o estupor do velho, peguei minha espada e bainha. Vários guardas vieram me enfrentar. Eu não conseguiria vencer todos. Droga...

O primeiro guarda veio me enfrentar. Ele, de repente, não era mais um guarda. Era um porco. Como aquele que levou Zelda, só que bem menor. Eu me defendi e esperei. Vieram ataques de todos os lados. Teria que usar minha técnica. Assim que todos voltaram às suas posições, coloquei minha espada para trás. Esperei.

Quando todos se aproximaram novamente, eu usei minha técnica. Esta consistia em dar um giro de 360º. Um belo giro cortante. Com isto, a maioria dos porcos virou fumaça.

Foi então, que ouvi um grito. Olhei para o público. Um porco fora para lá enquanto eu lutava! Eu nunca chegaria a tempo para salvar aquelas pessoas. Foi então que ele reapareceu. Cortou o porco em duas partes e o fez se transformar em fumaça.

– Vá Link! Salve a Princesa! Eu cuidarei deles! – gritou meu mestre.

– Mas... – pronunciei. Este momento de distração me custou uma nova cicatriz.

– Vá logo! – disse ele pulando no palco e destroçando os porcos, transformando-os em fumaça. – Confie em mim!

– Certo! Obrigado! – embainhei a espada e saí correndo. Nem acreditei que havia me safado da morte. De novo.

Passei correndo pelo chafariz que tinha no meio da praça. As pessoas corriam como loucas. Corri para os portões. Estes estavam sendo fechados. Assim que os alcancei, pulei para fora e continuei correndo. Eu tinha que ir para aquela floresta. Passei pela minha casa e parei. Voltei até lá, entrei pelo buraco que havia em minha parede e subi até o quarto de meu avô que, até então, estava aberto e eu nem havia lembrado.

Subi até lá e me deparei com um escudo, um mapa e um bilhete. Peguei primeiro o bilhete:

“Link, o dia que conseguir abrir está porta, estarás em boa companhia. Pegue o escudo que um dia usei para defender-se no mal. E use o mapa para chegar aos elementos. A espada que você fez deve ser um ótimo recipiente para eles. Com todos os quatro, você irá poder completar a Four Sword e derrotar os vilões. Boa Sorte em sua jornada.

Vovô.”

Deixei o bilhete em cima da mesa e peguei o escudo que estava em cima da cama. Era pequeno e tinha um símbolo triangular no meio. Era um fundo azul e o símbolo era amarelo. Quando o coloquei em meu braço, se encaixou perfeitamente. Era leve e deixava movimentar-me livremente. Tirei-o e amarrei-o. Girei e ele ficou em minhas costas. Peguei então o mapa. Vi todo o reino e mais do que ele. Era uma área enorme aquela. Havia uma mochila ali perto. Eu poderia guardar algumas coisas lá. Seria útil. Guardei o mapa e um estoque de comida. Eu não voltaria tão cedo.

Saí e ouvi guardas gritando. Era hora de ir. Corri floresta adentro. Tinha uma trilha, mas como eu tinha demorado demais em casa, estava anoitecendo e eu mal a via. Eu já não sabia mais se estava ou não na trilha. Encostei-me numa árvore e percebi um brilho arroxeado nela. Passei os dedos ali e era um pó. Estranho... Mas não era hora de investigar. Estava na hora de descansar. Puxei minha mochila, acomodei-a como um travesseiro e dormi sobre a relva.

???:

Comecei a andar sobre meu palácio. Já tinha dado um jeito naquela Zelda, já que esta tinha o poder de me subjugar. Provavelmente ela não sabe controlá-lo. O general javali, que é isso que eles são, estava contando o que tinha acontecido aos subordinados:

– Ele me chamou de porco! Hahahahaha! – disse, enquanto todos gargalhavam.

Passei reto, como se aquilo me incomodasse. Agora só faltava o Rei. Assim que cuidasse dele, se transformaria nele e trocaria os guardas. Em vez de humanos, os guardas seriam javalis e esqueletos. E mais alguns encantamentos.

Cheguei nas masmorras. Passei por Zelda em sua cela, deploravelmente... Paralisada. Na última cela, estava o Rei.

– O que fizeste com minha filha? – gritou ele.

– O mesmo que farei com você – disse calmamente, já conjurando uma bola arroxeada em minha palma.

– Pare! Socorro! Socorro! – gritou o Rei. Mas de nada ia adiantar. Soltei a bola de magia em sua direção e assim que pegou nele, este se calou.

Me transformei no Rei e me teleportei para o castelo de Hyrule. Era um castelo agradável. Mas não seria mais. Cada guarda que vi, transformei em um subordinado meu. Javali ou esqueleto. Tanto fazia.

Agora tinha de agir como um Rei. Alguém queria falar comigo. Assim que sentei no trono, um guarda entrou pedindo permissão. Deixei que os outros entrassem. Assim que entraram carregando Link, o guerreiro que continha também, o poder para me deter, fiquei feliz. Agi como o Rei agiria, mas o mandei para a cela da prisão e o mataria no outro dia. Fácil.

Agora eu tinha os dois idiotas que poderiam me deter, e ninguém mais poderia me vencer!

Notas finais
E aí, gostaram? Bem, espero que sim xD Me perguntaram no que eu me baseei para escrever a Fic. Bem. Em nada! xD Saiu do nada e eu decidi postar =D Até o próximo capítulo!