Notas iniciais
Fala aí pessoal, beleza? Cansados de esperar? xD Gomen, gomen xD Eu tive muitos contra-tempos e também começaram as aulas, curso e etc, ou seja, menos tempo para escrever, já que chego em casa mais ou menos 00h xD Mas estou aqui de volta xD Eu vinha escrevendo numa folha do meu caderno, mas eu acabei perdendo ela ^-^' E agora eu consegui lembrar o que tinha escrito e escrevi adoidadamente no tempo que tive xD Então, mais uma vez, me desculpem e aproveitem este capítulo xD Boa Leitura a todos :3

– Ah. Esqueci de perguntar o nome dela...

–------------------------------ / / -------------------------------- / /-----------------------------------

Link:

Caminhei por dias e noites até a montanha. Mas o mais estranho foi que não havia nenhum monstro em meu caminho. Eu andei tranquilamente, peguei água em riachos, tomei banho neles também. Ficar sem tomar banho é ruim. “-Você fica fedido e não aguenta mais o seu cheiro”, dizia vovô. Então eu tomava banho todos os dias.

Finalmente, cheguei à entrada da caverna. Tinha uma subida mais rápida, mas lá havia uma pedra grande, e eu ainda não tinha bombas. E se tinha, gastei. Não as achei em lugar algum. E havia também, a entrada principal. Era um buraco na parede onde, eu realmente acho que foram mineiros. Devia ter algumas instalações lá dentro então, onde eu conseguiria sobreviver.

Entrei pelo buraco e olhei dentro da caverna. O que eu vi? Nada! Estava muito escuro e eu estava acostumado com a luz lá de fora.

Os barulhos que vinham da escuridão, altos e assustadores, pareciam chegar ainda mais e mais perto. Eu estava entrando em completo desespero. Ao não enxergar nada e ouvir ecos de uma caverna completamente escura e que não deveria haver ninguém, nem mesmo eu, estava tão barulhenta.

Barulhenta sim, pois vários sons se propagavam. E estes pareciam ser estalidos, rugidos e coisas assim.

Assim que meus olhos se acostumaram à escuridão, vi uma escada ao meu lado direito. Na hora, no minuto, no segundo em que pisei no primeiro degrau, quatro cobras voaram de um teto falso, que caiu e se espatifou.

Elas cuspiram um veneno, que me acertaria se eu não tivesse pulado para trás. Assim que o veneno tocou o chão, este se corroeu. Não era veneno? Era ácido?! Como vou lutar com elas?

Vovô:

– Malditos! Me dêem um tempo! Eu sou apenas um velho! – gritei para os monstros que se amontoavam em volta de mim – É covardia lutar vários contra apenas um senhor de idade!

– Você não deve ser morto. Apenas torturado e quase morto. Por mais que nossa mestra seja poderosa, absorvê-lo a ajudará a ter um poder quase ilimitado. Se ela absorver pelo menos três dos possíveis portadores da tri-force, ela será imortal e terá seu poder inacabável. Embora tenha sido difícil, você será o segundo. Por ironia, seu filho foi antes. E a mulher dele nós matamos mesmo por pura diversão. Agora só resta você e seu neto. Você já está aqui conosco. E seu neto está vindo. Graças a você! – disse um javali, saindo do meio da multidão e se posicionando em minha frente enquanto nos rodeávamos e ele ia terminando de falar.

– O que?! Meu neto conseguiu? Tenho que ajudá-lo. Ela é muito forte mesmo para ele...

–Você é um maldito, velho! Chegou bem na hora em que a mestra iria absorvê-lo enquanto ainda era um bebê! Pouparia muito trabalho e súditos. Mas não. Você tinha que chegar! – disse ele na hora em que tentou me perfurar com sua grande lança, mas eu aparei com a espada. – Você ainda é habilidoso, mas nós nunca envelhecemos. Nós nunca nos cansaremos!

– Veremos – sorri em escárnio e fui saraivado por golpes de espada, lança e flechas. – Meu neto sobreviverá. Não conseguirá me salvar, embora seja isso que ele queira. Mas ele vai matar todos vocês! – a visão obscureceu.

Acordei acorrentado numa parede. Uma luz roxa se acendeu em minha frente e vi a garota-mestra.

– E então? Como vai ser? – falei.

– Fácil – ela riu – Você simplesmente perderá sua alma para mim e trabalhará.

– Onde está meu filho? – perguntei.

– Aah. Aquele chato! Acredita que ainda não consegue criar coragem para matar o garoto mesmo sob meu poder?

– Você quer que um pai mate o próprio filho?! Você é louca?! – gritei furiosamente.

– Então vamos ver se o filho mata o pai? – perguntou ela e soltou minhas correntes. Jogou uma espada para mim e falou: — Venha. Mate aquele que protege apenas sua cria e não você. Aquele que é seu primogênito não foi salvo e nem sua pobre mulher. Venha! Mate-o! – um círculo se formou no chão e o meu filho saiu dali.

– Maluca! Eu nunca mataria meu próprio filho!

– Mas ele matará você. Ele sente rancor por não ter salvado nem ele e nem a mulher dele. Ele tinha poderes como os seus, mas não tão desenvolvidos. Ele não era capaz de proteger a família. Mas você era. E você estava fora na hora. Agora, boa batalha. – falou ela enquanto se afastava e deixava um espaço para a luta.

– Filho... Me desculpe... Mesmo naquela época já era um velho. Eu não conseguia correr. Mas quando eu vi que tinha algo errado, eu corri. Mas não tinha como salvá-lo. Me perdoe! – gritei enquanto me defendia de cada espadada que era desferida contra mim.

– Não o mate! Só quase... – falou a garota.

O loiro, alto e magro, era bem a definição que eu daria de quando eu era jovem.

Link:

Se continuassem jogando seu ácido, poderiam colocar em perigo a minha situação. Pensei que se eu as cortasse, o ácido dentro delas derreteria minha espada. Peguei uma pedra afiada que achei na parede. Arranquei a força e joguei na boca de uma cobra na hora em que esta abriu a boca para jogar o ácido. Ele até corroeu a pedra, mas apenas fez com que ficasse mais afiada e a transpassasse. Ela gorgolejou com o próprio veneno e morreu, derretendo o chão e a pedra que a tinha matado. Olhei para as outras três. O que eu faria? Bati contra a parede atrás de mim enquanto elas se aproximavam. Eu tinha uma opção e uma chance: correr, pular e correr.

Elas chegaram perto e foram soltando seu ácido para me prender num pequeno espaço. Mas não foram inteligentes. Não muito. Elas atacaram de uma vez só, num bote que pegaria minha perna e a derreteria. Mas as três voaram contra a parede quando pulei para o lado e bati na parede também. A única diferença é que eu não soltei veneno quando bati a cabeça na parede. Elas sim. Derreteram entre si. Triste, mas fazer o quê? Dessa vez eu conseguiria subir as escadas e me dirigi a elas.

Zelda:

Meu peito está ardendo. O que será isso? E o que é isso na minha frente? Um... Triângulo?

“Sou um dos três que compõem um maior. Eu sou o da Sabedoria. Existe também um da Coragem e um do Poder. No momento, os outros dois estão desaparecidos. Eu não sei suas localizações. Mas juntos formamos a Jóia Perdida, ou Tri-Force. Na realidade é só Jóia, mas há muito não nos juntamos então eu coloquei um Perdida pra ficar legal. Mas o que importa é que você precisa sair daqui e me encontrar. Você precisa me encontrar. Ninguém mais.”

– Mas como saio daqui? – perguntei mentalmente, já que era a única coisa que eu conseguia fazer.

“Eu vou te contar como quebrar o feitiço e sair daqui...”

Vovô:

Deitado, no chão, preso à vida por um fio, e meu filho pairava sobre mim com ódio nos olhos e espada em punho.

– Já chega! – disse a garota. – Agora pode se afastar. – e meu filho se afastou com um pouco de relutância. – Agora você me dará o que quero. Mais poder!

– Eu queria não deixar isso acontecer, mas não tenho como... Ou melhor, tenho. – comecei a levar a minha espada até a barriga para me matar e tentar impedir o ritual e o contrato.

– Opa! Não senhor! – disse ela lançando uma magia de paralisia e me deixando sem movimentos. – Agora, você será meu escravo!

???:

– Agora você fará como eu quiser. Venha a mim, alma do antigo herói e me dê mais poder! – assim que eu disse isso, o velho perdeu o brilho dos olhos, e de seu corpo saiu uma coisa branca como um fantasma e veio de encontro a mim. De repente um poder mais forte surgiu e eu senti meu corpo formigar até a ponta dos dedos das mãos e pés.

– E agora, o corpo sem dono, trabalhe para mim, com suas antigas habilidades, para assassinar o novo herói!

O corpo dele se levantou lentamente, se ajoelhou e falou:

– Sim, mestra!

Notas finais
E aí? O que acharam? O que acham que vai acontecer? Comentem aí xD Até o próximo capítulo! o/