A Jóia Perdida

17 Dinheiro? Mas eu não tenho!


Notas iniciais
Fala aí pessoal! Beleza? Quanto tempo! Estava com saudades xD Desculpe por ter ficado sem postar. O 3º Colegial faz isso com as pessoas xD Ainda mais ter começado a trabalhar '-' Bom, eu tenho que ir rápido xD E me desculpem pelo cap pequeno. Espero que gostem. Então Boa Leitura! o/

– Sim, mestra!

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O mundo estava quieto. As pessoas estavam trancadas dentro de suas casas, com medo de que eles as pegassem. Em todo local que se ia, estava vazio. As pessoas não freqüentavam mais os bares, lojas e etc. Ficavam no fundo de seus porões para não serem os próximos. Eles quebravam portas, batiam e extorquiam homens, mulheres e até crianças. O que estava acontecendo?

Link:

Quando subi as escadas, me deparei com um paredão e um corredor fino do lado direito e um largo do esquerdo. Tentei ir pelo direito, mas era estreito demais. Então, fui pelo esquerdo e me deparei com alguns vasos e umas estátuas. Não havia nada além disso. Eu olhei tudo sem mexer em nada. Mas não havia qualquer coisa para se abrir algum caminho ou algo do tipo. Voltei e dei uma conferida na sala anterior. Não havia nada lá também. Voltei na sala dos vasos e quebrei todos. Achei uns Rupees, um total de 10 (agora eu tenho 30!) e um botão embaixo de um deles. Os Rupees verdes valem apenas um, os azuis cinco, e o vermelho uns 20 se não me engano. Bem, agora, vamos às estátuas.

Havia uma parede atrás onde elas estavam grudadas. Tentei puxar todas. Só uma se moveu. Mas antes, e se algo acontecesse? Pisei nele. Um estrondo enorme ecoou pela sala anterior. Sai correndo pra lá. No momento em que tirei o pé do botão, o mesmo barulho e quando cheguei lá na sala, nada havia mudado.

Pensei, pensei e pensei. Só tinha um jeito de fazer algo pela lógica. Puxei a estátua até em cima do botão. O estrondo veio, mas não seguido por outro. Corri lá de novo. O caminho que era estreito demais agora era bem maior e havia uma porta. Eu a abri completamente e dei de cara com um espaço aberto quase no topo da montanha. Eu realmente não entendi. Foi uma quebra de espaço? Eu só subi uma escada pequena! Como assim?

Havia mais um buraco e um caminho até mais acima. Decidi entrar no buraco da montanha antes. Havia uma mesa lá e alguns vasos. Quebrei todos, mas não veio nada pra mim. Havia uma escadinha e um buraco. Entrei lá e encontrei um homem idoso olhando umas pedras.

– Hm... Senhor? O que está fazendo?

– Hmmmm? Oh! Um visitante! Há muito não tenho um. Como vai você...?

– Link, senhor. Meu nome é Link. E estou procurando pelo elemento de fogo.

– Ooh. Link! Você é o... Não. Deixemos quieto por enquanto.

– O-o que? O que você sabe? Conte-me!

– Hahahahaha. É. Você é um dos bons.

– Não estou entendendo nada...

– Bem, digamos que exista uma linhagem Link. Esta linhagem, vem desde a antiguidade, junto com a Triforce e a família real de Hyrule. A família real portaria o poder da Triforce para criar um mundo bom e justo. Já a família Link, veio com a função de proteger a família real e a Triforce, pois caso esta caia em mãos erradas, o mundo se tornaria o grande caos. Mas como sabe, o Rei foi capturado e a Princesa também. Já são tantos boatos que chegam até aqui! Só que alguns ligados mais intimamente à família Real, dizem que nem o próprio Rei e Princesa sabem onde estão. Talvez a Rainha soubesse, mas ela faleceu ao dar a luz à Princesa Zelda. Enfim, o que quero dizer é, só você pode acabar com tudo isso. Entenda.

– Então, se o Sr me der licença, eu vou me retirar e ir até o topo da montanha, procurar o elemento Fogo.

– Oh. Quanto a isso, não vais conseguir escalar sem um equipamento de escalada adequado.

– E onde eu consigo isso? – perguntei ansioso, já que até agora, estávamos tendo uma conversa completamente normal e séria, eu precisava voltar à criança que eu realmente era.

– Ah, aqui mesmo! – exclamou ele. E tirou um cinto com uma corda enrolada nele. – Por apenas 150 Rupees! – falou ele, todo sorridente.

Eu estava disposto a pagar, mas... Eu tenho apenas 30 Rupees!

– Hohohoho. Você realmente acreditou? – perguntou ele a me ver mexer em minha bolsa de Rupees. — Desculpe, desculpe. É de graça! Pode levar! – falou rindo da minha cara.

– Hã... Hm... Sério? Eu posso mesmo? Você jura? – falei com os olhos brilhando.

– Hahahaha! Sim! Mas é claro! Aqui, tome! – e estendeu o equipamento.

Peguei-o e coloquei na cintura e encaixei o negócio que me faria ficar preso na parede da montanha. Era estranhamente leve! Com isso, me despedi do senhor, agradecendo-o muito e corri para a parede da montanha que me parecia “escalável”. Que tinha muitas rochas como apoio. Joguei o rapel (acho que é isso. Só tenho experiência como ferreiro...) e ele prendeu numa rocha bem saliente. Puxei um pouco para verificar sua resistência e comecei a subir. Quando terminei, era noite, e não tinha chego ao topo ainda. Havia um buraco pequeno, onde eu poderia entrar apenas engatinhando, então eu o fiz.

Do outro lado estava escuro. Muito escuro. Havia apenas uma tocha do meu lado e só. Depois disso, só escuridão. Fui andando. Ouvi uns guinchos, mas nada fiz.

De repente, um vulto (que eu nem sei como consegui distinguir) passou ao meu lado, guinchando. Certo. São... Morcegos? Me preparei. Desembainhei a espada e esperei. Vi novamente o vulto e o cortei em dois. Ele caiu no chão e virou fumaça. O outro veio aleatoriamente de qualquer lugar e me acertou no peito. Me fez cambalear um pouco e me virar para qualquer lugar para tentar acertá-lo. Brandi a espada desesperadamente na esperança de acertar o maldito. Mas não acertei. Fechei os olhos e me concentrei no barulho que ele fazia. Tanto das asas, quanto dos guinchos. Brandi a espada e cortei sua cabeça fora. Ele virou fumaça e me deixou um Rupee. Peguei, guardei e fiquei pensando se ele tinha engolido aquele Rupee.

Passando por eles, havia um baú. Abri o baú e peguei seu conteúdo. Era apenas muitos Rupees. Não muitos verdes, mas 2 vermelhos! Tenho 71 Rupees! Hahahaha! Consegui muitos nessa minha viagem. Vamos voltar e continuar subindo. Se bem que é de noite... Mas eu estou com energia extra depois de ganhar tanto dinheiro! Vamos lá!

No momento em que saí, mirei numa outra rocha, embora mal desse para vê-la. Lancei e consegui acertar. O gancho prendeu e eu comecei a escalar a parede, já que isso só servia para não me deixar cair. Eu não tinha tentado subir pela corda, mas sabia que não seria uma boa ideia.

Então, de repente, eu ouço um barulho forte, como uma rocha batendo em alguma outra. Olho pra cima e vejo a Lua. De repente, algo enorme tapa minha visão. Droga. Era uma pedra enorme caindo! Como que eu vou fazer agora? A pedra bateu contra a montanha e veio na minha direção. Me soltei e balancei pra fora do alcance da pedra. A corda fez um “rangido” bem estranho e eu me prendi na parede de novo. Todo o meu progresso, tinha sumido. Ia ter que começar do zero...

Ou quase, já que eu estava naquela parte da montanha. Subi me desviando de todo jeito que dava. Colando na montanha, ou indo para o lado e fazendo a corda ficar na parede pra pedra não pegar nela, etc.

O dia que eu conseguir chegar lá no topo, não conseguirei lutar, de tão cansado que estarei. Enquanto eu pensava isso, uma pedra caiu e eu encostei-me à montanha, mas calculei mal. Eu devia ter ido para o lado. Ela acertou as minhas costas, rasgou a minha camisa e minhas costas. Eu sentia o sangue escorrendo de lá. Eu gritei. Muito alto. Mas provavelmente ninguém estaria me ouvindo. Cheguei na rocha onde eu tinha prendido meu gancho e me escondi num buraco que tinha, também pequeno, mas dessa vez, sem nada. Peguei minha mochila, abri e peguei outra camiseta. Deitei ali e não consegui dormir de dor.

Se eu não consigo nem subir uma montanha, como resgatarei Zelda? Eu sou tão fraco...

Notas finais
E aí? Gostaram? Comentem aí! Eu não sei quando aparecerei de novo, mas sempre que der, eu estarei por aqui xD Até o próximo capítulo!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.