– Já era hora de acordar, meu caro. Estava ficando preocupado. – disse uma voz cuja o dono o homem não conseguia enxergar direito.

— Quem… onde estou? – o homem disse num sussurro rouco enquanto esfregava os olhos.

— Está na minha cabana. Encontrei você desmaiado na estrada e te trouxe na minha carroça.

Amigavelmente, o anfitrião estendeu ao homem uma caneca de madeira com um líquido semi-transparente. Ao tocar naquele utensílio rústico, ele sentiu que suas mãos ficaram geladas e tomou uma porção generosa daquela bebida imediatamente, dando pequenas goladas amiúde até ela acabar, como se temesse que fosse só um sonho.

Notas finais
Finalmente alguém!