A Ilha Perdida
2 A Primeira Semana
Notas iniciais
Se gostarem comentem, por favor!!
O pânico me invadiu e comecei a gritar, senti um medo que jamais senti antes, sabia que morreria em instantes e esse pensamento me fez chorar, deixando minha visão embaçada, tudo estava tão confuso. Então Diego me abraçou de um jeito protetor. E então o escuro!
Quando acordei pensei que estava morta, mas não eu estava deitada em cima do braço de Diego que parecia inconsciente, em uma ilha e ao meu redor vários destroços do avião. Estava um dia claro, provavelmente era manhã. Minha cabeça doía tanto, eu deveria ter ficado inconsciente por horas, não sabia o que fazer, por isso eu sentei ao lado de Diego resolvi tentar acordá-lo, e desejava com todas as minhas forças que ele estivesse vivo, eu o sacudi e ele acordou. E eu disse:
- Você está bem?
Ele sentou e colocou a mão na cabeça, então respondeu:
- Acho que sim e você?
- Também.
- Vamos ver se há mais sobreviventes.
Então nos levantamos, eu estava fraca e cambaleei, mas Diego me segurou. E começamos a procurar por sobreviventes. Ele achou uma mulher adulta de cabelos ruivos e olhos verdes, a pele clara, de nome Maria, e um homem negro de olhos castanhos e cabeça raspada, que se chamava Walter. Eu achei um homem de cabelos e olhos castanhos, da cor da Maria, chamado de Henry, e uma mulher de cabelo preto, olhos castanhos e pele morena, de nome Alex. Então vasculhamos tudo, eu peguei minha mochila, pegamos tudo que conseguimos. E a Alex pegou sua mala de mão e de dentro tirou umas armas de fogo e facas e ai começou a distribuir e falou:
- Eu sou uma fuzileira fugitiva do governo americano, vim para a Austrália para me esconder. Estamos sem sinal, por isso sem comunicação, estamos perdidos e provavelmente não vão nos encontrar, então vamos ter que sobreviver por nós mesmos. Então devemos procurar por suprimentos! Procurem por algo comestível, cuidado com plantas venenosas, depois precisamos fazer um abrigo. Precisamos ficar juntos pra sobreviver... Vai ser um longo dia!
E Henry complementou:
- Nós somos seis e podemos no dividir em dois grupos e depois nos encontrar aqui!
Alex concordou:
- Certo, vamos eu Anna e Henry no grupo de alimentos, e Diego, Walter e Maria no de procurar abrigo, boa sorte! Vamos!
Eu estava confusa e com tanto medo que não estava acompanhando as coisas direito, mas sabia que tinha que fazer as coisas que a Alex disse, ela era a nossa única de chance de sobreviver. No caminho a procura dos alimentos ela nos ensinou a usar as armas, como destravar e recarregar, ela disse que quando fosse atirar tinha que mirar e segurar firme. Eu tinha que ser corajosa e forte, eu queria tanto e pra casa. Quando pegamos as frutas, e a Alex caçou um cervo com a faca, mas quem levou foi o Henry, morrendo de nojo! Voltamos pro avião, e lá encontramos apenas o Walter. Então eu disse preocupada:
- Cadê os outros?
- Estão no abrigo que preparamos, é simples, mas vai dar para passarmos a noite. Venham eu levo vocês até lá.
Ele ajudou com as frutas e nós o seguimos até o abrigo. Fizemos uma fogueira com pedras, madeira, e diesel que pegamos do avião, e o isqueiro da Alex. Depois que comemos todos resolveram dormir, mas eu resolvi ficar acordada por mais um tempinho, só pra pensar nas coisas que estavam acontecendo. Então Diego sentou ao meu lado, e disse:
- Você está bem?
- Estou.
Eu menti.
- Você sabe que pode contar comigo, não é? Que não precisa fingir.
- Agora eu sei, obrigada por isso, eu realmente não estou bem. Meu pai morreu há dois anos, e agora eu perdi minha mãe, porque eu vou ficar nessa ilha pra sempre!
E comecei a chorar não aguentava mais, eu precisava desabafar. E ele me abraçou, e disse:
- Sinto muito. Sabe, meus pais morreram também. Só sou eu e meu irmão mais velho, o Raphael. Vem, vamos dormir, amanhã vai ser um longo dia!
Fomos dormir, e logo eu peguei no sono, pois estava muito cansada e precisava descansar. Mas no meio da noite eu acordei, o sol estava começando a nascer e o céu estava roxo. Me sentei, e então ouvi um guinchar de um cavalo, sendo que o guinchar era mais suave do que o de um cavalo, achei muito estranho. O que um cavalo estaria fazendo nessa ilha? E resolvi ver, então me levantei. E comecei a andar em direção a onde eu ouvi o cavalo, até que eu o vi, mas havia uns galhos na frente e só deu pra que ele tinha o pêlo tão branco quanto à neve e que era fêmea, ela começou a andar e eu a segui, até que ela parou ao lado de um lago, então fui até ela e a toquei, seu pêlo era tão macio, e seus cabelos tão lisos, era parecia gostar quando eu a acariciava, foi ai que eu percebi que havia um chifre na sua cabeça sendo que era diferente, era brilhoso, e seu formato era como se fosse dois chifres enrolados e pontiagudos. Eu estava tão distraída a admirando que não havia visto, fiquei tão impressionada, eu nunca acreditei em unicórnios, mas agora eu tinha que acreditar. Ela se agitou e correu rapidamente, logo desapareceu entre as árvores, e de uns galhos atrás surgiu Diego que disse:
- Oi, o que está fazendo aqui?
- Eu só fui caminhar. E você?
- Também, para esfriar a cabeça. É melhor voltar antes que sintam nossa falta.
Então voltamos, me ajeitei e fui dormir, assim que fechei os olhos cai no sono e dessa vez eu dormi até a Maria me arcodar. Que eram oito horas da manhã, então nos arrumamos e tomamos banho na cachoeira que encontramos, lavamos as roupas sujas, e comemos frutas no café da manhã. Quando acabamos Alex disse:
- Peguem suas armas, e dessa vez Anna e Maria cuidam da comida, e os outros vão comigo fazer um abrigo mais resistente, forte, que nos proteja dos animais perigosos.
Então eu e Maria pegamos várias frutas e colocamos em uma mochila, e Maria conseguiu pegar um cervo bem gordinho que carregamos juntas até o abrigo, e vimos eles trazendo madeiras, pois eu resolvi ajudá-los e Maria também, depois Alex pegou um folha e uma caneta, provavelmente pega do avião, e desenhou como seria o abrigo. Era grande e em cima de uma árvore que ela achou que ficaria perfeita e segura, e começamos a construir com madeira, cordas, cipós, tudo que ajudaria. Os homens ficavam com trabalho pesado e eu e Maria amarrávamos as madeiras, enquanto a Alex dizia o lugar de tudo. Paramos na hora do almoço, para descansar e comer, Alex preparou a carne e eu distribui as frutas. Eu estava sentada ao lado de Diego, então ele disse:
- Está gostando do almoço?
- Já tive melhores, mas da pra comer e você?
- Também. Como está seu segundo dia?
- Melhor, tenho tanto trabalho, que ocupa minha mente e ai eu não fico mais triste e quanto a você?
— Até agora estou bem.
Então Alex disse:
- Vamos continuar o trabalho!
Nos levantamos, começamos a trabalhar. Nas noites seguintes não aconteceu nada de mais, e nos dias só trabalhavamos e nos alimentavamos.
Apenas na quinta tarde que eu escutar o guinchar de um cavalo de novo, sendo que dessa o guinchar era mais forte, pensei que poderia ser a unicórnio de novo, então resolvi ver, e segui por onde eu havia escutado o guinchar, mas quando cheguei mais perto vi que não tinha um chifre, mas tinha asas, um cavalo alado, também conhecido como pegasus! Como? Que criaturas são essas que eu estou vendo que só existem em mitos, e lendas?
Links:
Unicornio:http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2009/08/small_unicornio.jpg
Pegasus:http://4.bp.blogspot.com/_Jb9sD4ks0G4/TNy8Oear43I/AAAAAAAANYg/Bvvi9wPhEXc/s1600/Pegasus3.jpg
Fale com o autor