A Ilha Perdida
5 A Jornada Começa
Notas iniciais
Mas ai esta o 5º cap.!!!
Se gostarem comentem, por favor!!!!
Quando eu acordei o dia estava claro, pensei que hoje seria um lindo dia, também percebi que casa na árvore era cercada por árvores menores. Então resolvi trocar de roupa e coloquei um short jeans, uma camisa azul e as minhas botas. Então fui para a mesa tomar café da manhã, todos já estavam lá quando eu desci. Na mesa tinha várias frutas, mas que hoje tinha um bolo, e achei muito estranho, porque desde que chegamos não havíamos comido bolo, e perguntei:
- Quem fez esse bolo?
Maria sorriu e respondeu:
- Eu fiz! Prove, está muito bom!
- Mas como você fez?
E eu fui pegando uma fatia do bolo enquanto ela respondia:
- Bom, eu achei uns pacotes de bolos instantâneos e peguei nos destroços do avião, então hoje eu resolvi fazer.
- Legal!
Então comi um pedaço e comentei:
- Hum! Está delicioso!
E ela sorrio em resposta. Bolo me lembrava aniversário, então eu me lembrei do meu aniversário de 16 anos que passou há mais de três anos, e eu nem havia comemorado. Na verdade eu só vim me lembrar agora, eu estava com tanta coisa na cabeça, que me esqueci de que estava com 16 anos! Isso me fez sentir falta da minha mãe, ela sempre festa para mim, e como será que ela estava agora, devia estar preocupada. Eu voltaria da casa da minha avó em um mês, e com certeza minha mãe já havia ligado para a vovó para saber se eu cheguei. Porém ela nunca vai saber onde eu estou, porque em uma ilha perdida no meio do nada.
Resolvi afastar esses pensamentos da minha cabeça e terminar de comer. Então fui até meu quarto para pegar meu casaco e minhas botas, pois eu iria lá pra fora, e o dia estava claro, porém frio. Quando eu estava pegando o casaco eu notei que o colar que Aithusa me deu estava caindo, mas pouco antes de chegar ao chão eu o peguei, e o coloquei no pescoço, e fiquei calma e confiante, então quando eu ia descer pela do buraco Diego aparece e diz:
- Oi, você vai para onde?
- Vou só passear!
- Posso ir com você?
- Claro!
Então eu desci, e quando eu estava no meio da corda ele desceu também. Quando chegamos ao chão caminhamos até a floresta, então eu ouvi um barulho vindo de um arbusto, e fui olhar o que era, e vi o pufoso, e disse:
- Ahh! É você pufoso!
E estendi a mão e pulou para ela, então o limpei com a mão, porque estava um pouco sujo dom folhas, e o coloquei em meu ombro. E continuamos a caminhar, havia muitas árvores e pássaros cantando, e o efeito do sol era lindo sobre as árvores, o solo tinha umas raízes, as vezes plantas menores, mas a maior parte era só terra, então eu comentei:
- Diego! Devíamos dar um nome ao pufoso!
- Verdade! Qual?
- Que tal Mimmy! A gente não sabe o sexo dele, e esse nome é unissex.
- É legal esse nome, gostei!
Então eu tive uma idéia e sugeri:
- Vamos escalar uma árvore!
- Legal, e a gente também pode fazer um forte em uma árvore só para a gente!
- Boa idéia! Melhor já ir começando!
- Certo, vamos buscar materiais para o forte!
E começamos a fazer o forte pegamos varias madeira, cipós, bambus, tudo que achamos que seria útil. Íamos todo o dia fazê-lo depois do almoço e voltávamos antes do jantar. Depois de quase um mês o forte estava pronto. E nesse tempo a Maria já tinha terminado as quatro capas e capas de couro para as espadas, e o Walter as espadas. Então voltamos para a casa na árvore e fomos jantar. Nós iríamos amanhã para a nossa viagem de exploração na ilha.
Quando acabei o jantar fui tomar banho, depois fui arrumar minha mochila para amanhã, com roupas, casaco, corda, o livro que minha mãe me deu, água, colcha, tudo que eu iria precisar. Coloquei uma roupa e fui dormir, e Mimmy já estava dormindo na caminha que eu fiz pra ele. Então fui pra minha cama dormir, e logo adormeci. No outro dia eu acordei cedo, pois sabia que hoje seria a viagem. Penteei meus cabelos e prendi em rabo de cavalo, depois fui trocar de roupa e coloquei minha bota (e nela eu coloquei a faca, que não era grande, cabia ali sem me machucar, porque a Alex pediu), uma calça jeans e uma camisa verde, e fui para a mesa tomar café da manhã, todos estavam lá menos a Alex, sentei uma cadeira lateral esquerda, e comi três maçãs.
Depois que acabei de comer as maçãs a Alex chegou, ela estava vestida com uma roupa estilo aquelas que se usa no exercito quando vai pra floresta, e se sentou em uma das cadeiras na ponta, pegou uma maçã mordeu-a, e depois disse:
- Bom dia! Hoje, como já sabem iremos viajar, eu deixei as espadas e capas na sala, eu já peguei minhas coisas, a sua cor é violeta Anna, e você Diego é azul, e Walter é marrom. Sairemos daqui a 15 minutos!
E quando ela acabou a refeição foi pra sala, pouco depois voltou com a mochila, com a espada em um cinto na cintura, e já vestia sua capa que era verde. Quando acabei meu café da manhã, fui para meu quarto e peguei minha mochila, depois fui até a sala, lá eu vi que estavam separados os conjuntos de espadas e capas, mas só restavam dois lá, o meu e o de Diego. Peguei meu cinto que nele estava prendida a espada, e prendi em minha cintura, depois quando eu estava colocando a minha capa violeta Diego chega, e diz:
- Oi! Que estranho isso, não é? Eu nunca pensei que usaria uma espada.
- É, nem eu!
Então ele pegou o cinto com a sua espada e colocou em sua cintura, depois colocou a capa azul rapidamente, e disse:
- Vamos!
-Vamos!
E fomos até o buraco na casa e descemos a corda, quando chegamos aochão notei e que o céu estava azul claro, e o clima estava um pouco frio, mas a capa ajudou, e vimos a Alex, Walter, Maria e Henry, então eu perguntei:
- Atrasados?
E a Alex respondeu indiferente:
- Não se preocupe, nós é que estamos adiantados. Maria e Henry, nós vamos partir agora, não temos previa de quando voltaremos, mas acredito que será antes de seis meses, pois a ilha é grande. E fiquem aqui tomando conta da casa, fiquem alerta, e boa sorte!
Então o Henry acenou e Maria se despediu:
- Tchau! Boa sorte pra vocês também!
E começamos a andar mata adentro. Depois de muito caminharmos, e de tanto, eu me sentia como se estivéssemos sendo perseguidos, então disse:
- Vocês, não acham que está silêncio demais? É impressão minha ou estamos sendo perseguidos?
Então a Alex respondeu alerta:
- Verdade, silêncio demais, nada bom, e sim acredito que estamos sendo perseguidos desde pouco depois que saímos da casa. Não olhem para trás! Mas quem será que nos persegue?
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