A Hospedeira do Reino de Montemort
3 Capítulo III
Notas iniciais
Na data programada, após muitos planos para evitar alertar a direção de Hogwarts, Hermione se prepara para cruzar a Floresta Proibida e encontrar, na hora marcada, a monarca do Reino de Montemort.
Antes mesmo do amanhecer, ela inicia a travessia da perigosa Floresta Proibida em cima da vassoura, levando somente a varinha para proteger em casa de acontecer algum imprevisto durante a jornada até o castelo.
A travessia não precisou de muito tempo, porque o castelo também está ao derredor da Floresta Proibida, porém sem encantos. Assim, em pouco tempo, as duas se encontraram no local combinado na Floresta.
— Recebi sua mensagem, mas faltou me explicar o motivo da preocupação.
— Vamos entrar no castelo. No caminho, te conto o que tem acontecido comigo nestes últimos dias.
Enquanto as duas caminham na direção do castelo, Amália vai contando a cena estranha, presenciada nos últimos dias, algo cheio de energia sobrenatural. Por isso, ela decidiu enviar lhe uma mensagem em especial.
O dia está iniciando nos domínios do castelo, porém, como de costume, os súditos já iniciaram as atividades antes mesmo do nascer do sol. Isso impressionou muito a visitante, enquanto passam pelo pátio.
Ao chegar no corredor citado, tendo contado todas as cenas, vivenciadas neste local ermo do castelo, as duas param onde ocorreram as últimas manifestações.
— Como você pode ver — disse Amália — a janela está aberta, mesmo tendo sido trancada e vigiada.
— Estranho... — suspeitou Hermione e, em seguida, diz: — tem alguma coisa anormal acontecendo aqui.
— Sempre suspeitei disso, sempre suspeitei de algo errado, mas ninguém quiz me escutar.
Depois de andar alguns metros, Hermione, seguida pela Amália segurança o arco com a flecha pronta para disparar em casa de ameaça, empunha a varinha e diz a seguinte palavra mágica:
— Luminus!
A ponta da varinha dela libera um brilho muito forte, iluminando todos os cantos do ermo corredor. Após algum tempo de busca, não muito distante delas, um barulho é emitido, chamando a atenção das duas.
— Ali! — indicou o local, iluminando com a intensa luz emitida pela varinha. — Parece ser ...
— Parado aÍ! — alertou-o Amália, segurando o arco pronto para disparar a flecha. — Seja lá o que for!
As suspeitas de Amália foram confirmadas, quando uma menina se revela da sombria penumbra de um dos cantos do ermo corredor, vestindo roupas simples e usando um belíssimo colar prateado.
Ao chegar próximo da janela, uma lufada de vento entre pela janela e balança os cabelos soltos da menina. Fazendo a prendê-los atras da orelha. A cena acalmou ainda mais o ânimo das duas.
Amália, vendo uma menina, rapidamente desarma o arco e acolhe a em seus braços, porém Hermione, vendo os sinais da varinha, sinalizando uma energia estranha emitida pela estranha visitante, fica em alerta.
— Não precisa ter medo! — disse Amália, enquanto Hermione ajusta a janela. — Não vamos fazer-lhe mal!
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