A História De Ravena
1 A moça do capuz
Notas iniciais
Revena (Visão)
Estava uma noite sombria como outra qualquer e eu me pegava fazendo a mesma coisa de sempre. Esta olhando fixamente para uma lápide em busca de respostas. Sempre que repetia esse gesto, meu passado vinha em minha mente parecia me assombrar todas as noites. As pessoas tem medo de mim me achava intimidadora sem ao menos me conhecer. Meu visual não ajuda muito. Eu usavo um cabelo desfiado até o ombro e me escondo atrás de um capuz. Não sou muito de falar a menos se necessário. Eu uso a telecinese para combater meus inimigos e recito uma frase que quase ninguém entende (Azarath Metrion Zinthos), mas que tem um poder incrível. Sempre que visitava a lápide levava comigo uma rosa e colocava sobre a foto velha e gasta que ali se encontrava.
Minha rotina esta assim agora ando de um lugar para o outro sem rumo algum, mas por um motivo que eu não sei qual é aquela cidade me prende eu nunca fui de ma apegar a nada e nunca tive uma casa para chamar de lar. Como de costume fiz minha oração silenciosa e contive algumas lágrimas no rosto. Já estava em retirada quando olho para o lado e me deparo com um homem de quase dois metros de altura com uma foice e usando uma armadura de bronze estava encostado em uma árvore. Olhei de relance e me assustei com o que vi parecia que conhecia esse homem. Senti alguns flashes em minha mente. Será que eu estava sendo observada todo esse tempo e não sabia?
Robin (Visão)
A torre estava calma o que era uma surpresa para mim nada de bandidos o algo do gênero. Eu estava comendo pizza na maior tranquilidade, Stellar penteava seus cabelos longos enquanto Ciborg e Mutano brigavam pelo assunto mais corriqueiro.
Mutano: Robin você pode falar para o Ciborg que eu sou o melhor no vídeo game?
Ciborg: O que você disse? Vamos fazer um campeonato para ver quem ganha.
Mutano: Não precisa disso é só ver as estatísticas eu ti venci quinze vezes. O computador não mente né Cib?
Ciborg: Vem cá seu maluco se vai ver se eu não te pego. Foi ai que abriga começou eles partiram para socos e ponta pés. Estava ficando louco sorte que o alarme tocou e era bandido avista.
Robin: Parem de brigar, o alarme tocou vamos ver o que é.
Tinha uma luz piscando em um lugar pouco habitado no mapa o que me deixou um pouco preocupado. Fiz um sinal para o grupo e fomos averiguar o que era. Quando chagamos percebemos que se tratava de um cemitério. O lugar era sombrio e tenebroso dava para ver que meus amigos não estavam gostando muito da ideia principalmente estellar que estava tremendo e não era de frio. Demos uma explorada na área até encontrar duas pessoas se encarando uma de frente para outra e não pareciam nada felizes em se encontrarem. Tinham árvores caídas e muitas coisas arrebentadas ao redor deles um sinal de batalha ambos estavam ofegantes. Decidi me aproximar para ver quem eram, porém não conseguia identificar seu rosto meio ao escuro. Será que eu deveria me interferir na briga deles? Não parecia nada casual.
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