A História De Alice Cullen
25 Capítulo 25 – Escola?
Notas iniciais
J'espère qu'il vous plaira et comprendre ce que j'ai écrit.
Bisous et mord.
Já foi ontem aquela confusão toda e agora a minha atenção estava voltada para outra coisa.
Não posso acreditar no que acabei de ver! Não sei se os outros vão ficar contentes, provavelmente Jazz não vai mas eu dou-lhe a volta. E não só isso mas havia outra surpresa.
Eu não era capaz de ficar quieta no lugar de tanta empolgação. Nós estávamos todos na sala a conversar.
– Conta lá Alice. O que viste? – Perguntou Rose.
– Vão saber dentro de 5… 4… 3… 2… 1… — Anunciei.
– Boa tarde, família. – Saudou Carlisle. – Tenho uma surpresa. – Anunciou.
– Isso nós já sabemos, Alice teve essa visão á sei lá quanto tempo mas não nos contou o que é. – Disse Rose já super farta de tanto mistério.
– Saiam. – Ordenou Carlisle.
Todos saímos e todos menos eu e Edward arregalaram os olhos com o que estava a nossa frente.
– Eu achei que não fosse justo, eu ter dado um Ford ao Edward e não dar nada aos outros. – Explicou-se Carlisle.
Na nossa frente estava um Jipe Willys, um Alfa Romeo 1900 rosa, tinha diversos tecidos de cores diferentes e estrangeiros e alguns instrumentos de guerra.
No jipe tinha uma placa que dizia "Emmet", no carro tinha uma placa a dizer "Rose", os tecidos estavam em duas caixas uma dizia "Esme" e a outra "Alice", os instrumentos só podiam ser para Jasper.
Mesmo que eu tenha visto o que era com antecedência fiquei também embasbacada, finalmente tinha mais tecidos para fazer as minhas roupas.
(jipe: http://img2.mlstatic.com/mola-patim-freio-mo-jeep-1950-1954-jipe-willys-0km-jogo_MLB-O-127764624_6685.jpg
(carro:http://www.alfaromeo.pt/pt/media/image/history/timeline/alfa-24c-1900-1950-t.jpg)
– Obrigada Carlisle. Todos adoramos. — Edward expressou o que pensavamos, já que nenhum de nós consegui dizer. nada.
– Agora arrumem tudo na garagem e venham para dentro que eu quero dar outra novidade. – Disse Carlisle.
E lá vinha a bomba. Provavelmente ninguém iria gostar muito a não ser eu.
Todos arrumaram as coisas na garagem menos eu e Esme que trouxemos os nossos tecidos para dentro.
Depois de todos aparecerem na sala de estar e sentarem-se a pedido de Carlisle, ele começou a falar.
– Bem, as pessoas já estranham o facto de nenhum de vós estarna escola. – Carlisle fez uma pausa observando as expressões da sala. – E eu decidi que era melhor inscrever-vos para começarem as aulas ainda esta semana. – Concluiu Carlisle hesitante.
Eu mostrava empolgação, a Rose só esboçou um pequeno sorriso, o Edward ficou de trombas, o Emmet sorria vivamente e o Jasper continuava indecifrável.
– Todos? – Perguntou Edward.
– Sim. – Respondeu Carlisle olhando para Jasper sugestivamente. – Isto se tiverem preparados para estarem rodeados de humanos.
– Sinceramente Carlisle – Manifestou-se Rose – Acho que era melhor deixar-mos o Jasper longe disto.
Eu não acredito no que ouvi, eu não vou para a escola sem Jasper. E se ele não for nunca mais aprende a controlar-se.
– Assim ele não vai aprender a controlar-se. – Transformei o que pensava em palavras, dando início a uma discussão.
– Á pouco tempo ele teve uma recaída, eu acho um pouco perigoso colocarmo-lo sobre pressão ainda. – Retorqui Rose.
– Não precisam de lembrar. – Continuei.
– Mas temos de ter cuidado com o nosso disfarce e com os humanos. – Atacou Rose.
– Parem… — Ordenou Carlisle
Nem ligamos.
– Eu fico responsável por ele. – Disse.
– Nem todas as aulas serão com ele, sabes. – Disse Rose.
– PAREM… — Gritou Carlisle.
Todos o olhamos e pelos visto não era só eu que nunca o tinha ouvido gritar.
– Não deviam já saber-se comportar como adultas que são? – Perguntou Carlisle. – Primeiro nem deixaram Jasper dar a sua opinião sobre o assunto e depois nem notaram que o motivo da vossa discussão abandonou a sala, farto de vos ouvir.
Só naquele momento é que me apercebi que Jazz não estava mais na sala.
– Desculpa Rose. – Pedi.
– Eu é que tenho de pedir desculpas, Alice. – Pediu.
Abraçamo-nos, logo depois separamo-nos e eu fui á procura de Jasper que estava no telhado, deitado a olhar para o céu que escurecia lentamente.
– Eu confio em ti e sei que vais conseguir. – Encorajei-o sentando-me ao seu lado.
– Sabes, acho que a cada dia que passo contigo e os Cullen, acho que estou a ficar emotivo demais. – Disse ainda de olhar preso no sol que desaparecia lentamente no horizonte. – Não gostei de te ver discutir com a Rosalie, e também não gosto de não terem confiança em mim.
– Mas temos confiança em ti. Bem a Rose parece que não mas eu tenho. – Disse deitando a minha cabeça no peito dele.
– Eu amo-te. E contigo eu irei até ao fim do mundo se for preciso. – Disse-me beijando-me os cabelos.
Ficamos ali os dois deitados observando o pôr-do-sol, as estrelas e o nascer do novo dia. Eu poderia permanecer ali eternamente, pois a única coisa que eu precisava estava comigo, a acariciar e a beijar os meus curos e repicados cabelos.
– Não se cansaram de namorar a noite toda? – Emmet interrompeu um dos momentos mais queridos que eu já tive.
– Desçam, Carlisle quer falar connosco. – Chamou Edward.
Eu preparava-me para chamar todos os nomes que me viessem a cabeça a quem teve a insensibilidade de interromper-nos se não fosse Jasper interromper-me com um beijo intenso e caloroso que me fez ficar sem folego.
– Como consegues? – Perguntei quando nos separamos.
– Como consigo o quê? – Perguntou.
– Tirar-me o folego. – Disse.
– É o meu charme. – Respondeu sorrindo.
– Parvo. – Xinguei-o.
– Corvina.
– Descem ou querem que os vamos buscar? – Perguntou Emmet.
Revirei os olhos e bufei, descemos.
Notas finais
E beijocas!!
Quem quiser eu escrevi uma on-short de halloween.
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