A História de Joanna Beth Harvelle.
2 O estranho sino agudo.
Notas iniciais
Saímos do Roadhouse acenando para minha mãe, em seguida, coloquei as minhas coisas no banco de trás do Impala, Sam fez o mesmo. Depois de ligar o carro, Sam ligou o rádio com uma música da minha banda favorita, REO Speedwagon, Back on the Road Again. Saindo daquele jeito, Dean ficou com cara de inveja pra cima de Sam, ele se perguntava por que eu, Jo Harvelle estava escolhendo Sam. Eu também não fazia ideia porque estava saindo somente com Sam, provavelmente, iria acontecer algo entre a gente.
Chegando ao "hotel", dei uma grande quantidade de dinheiro para o moço, paguei uma parte do meu apartamento novo, no qual, iria usar por um ou dois dias. Eu estava bem, iria resolver meu caso, só não acreditava que tirei Dean dessa, mas acredito que não teria outra forma de eu resolver esse caso com ele. Chegando lá, arrumei minhas coisas, perguntava a mim mesma como resolver esse caso maluco.
— Será que vamos dar conta? – eu disse olhando pra Sam que estava arrumando as armas.
- O Dean não é um super-herói Jo. – disse ele sério.
— Eu sei disso, mas ele é tão ... – disse eu se lembrando do seu olhar.
-Então porque você não chamou ele pra vir com você ? – disse ele irritado.
— Talvez porque eu goste de você e dele não. – disse e entrei no banheiro pra tomar banho.
No banheiro, após o banho, de toalha, sentei ao lado da banheira, lágrimas saíram, eu queria que Dean estivesse ali, mas, meu orgulho era forte demais, e minha vontade de caçar naquele momento era muito maior que qualquer paixonite. Foi quando um som, semelhante a um sino, começou a ficar agudo, me fazendo tampar os ouvidos, o espelho quebrou. Eu gritei, Sam no mesmo momento quebrou a porta e viu o espelho quebrado, e me carregou no colo até a sala.
— Jo? Você está bem? – disse ele passando a mão sobre meus cabelos e olhando em meus olhos.
— Eu... É... Eu... Você ouviu?- perguntei gaguejando.
– Ouviu oque?
– Esse sino agudo, quase me fez ficar surda.
– Não ouvi nada Jo, será que é o fantasma?
– Não, não teve queda de temperatura, só começou do nada.
– Estranho nunca ouvi algo do tipo.
Me levantei, segurando a toalha, percebia que Sammy me olhava de uma forma devoradora, uma forma diferente, no qual sua cara de anjinho e inocência sumisse. Voltei pro quarto, peguei minha blusa favorita, um xadrez rosa, e a vesti, com uma calça jeans simples e meu coturno marrom. Quando ia fechar minha bolsa, vi a brilhante faca do meu pai, W.A.H, As iniciais de seu nome. Era por ele que eu estava nesse caso, era por ele que eu queria vingança.
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