A História Da Imperatriz Rin
24 Uma nova vida e uma ova aliada
Inuyasha e a Kagome estavam a descer as enormes escadarias felizes com a novidade. Lá em baixo estavam os Imperadores para se despedirem do casal.
- Mãe! Pai! — disse o hanyou
- Vossas altezas — disse a humana reverenciando
- Kagome querida não precisas de fazer mais isso. Agora somos uma família — comentou a Satori
- Faço minha as palavras da minha esposa — concluiu o Inu
- Toma minha querida — disse a youkai entregando uma caixinha
Lá dentro estava um diadema simples de ouro.
- Arigatou é muito bonita — disse a Kagome
- É meu presente de casamento — falou a Imperatriz — Com ela tornas-te uma hime oficialmente
- O meu vocês sabem que é a vossa lua de mel com tudo pago
- Arigatou chichiue. É a segunda melhor prenda de casamento que podia receber.
- Olha! E qual é a primeira? — perguntou o Inu com um pouco de ciúmes.
- Não fique assim meu sogro, o Inuyasha está brincando — falou a Kagome
- Não estou nada. A melhor foi do meu irmão e da Rin.
- E o que seria que essa humana ofereceu? — perguntou a youkai.
- Que eu e a Kagome vamos ser tios. Não é maravilhoso, logo teremos um hanyouzinho a correr por este shiro a fora
Os Imperadores ficaram chocados com a noticia. Mas até que a Satori reagiu bem.
- Um neto? Vou ser avó? Que alegria o meu primeiro netinho ou netinha vem a caminho. Inu vamos ser avós.
- Hai mãe. Agora temos que ir senão fica muito tarde. Sayonara aos dois. — disse hanyou
Kagome também se despediu e assim os dois foram até a uma carruagem que estava pronta para os dois pombinhos. Entretanto ainda na entrada o Inu estava furioso.
- Kuso! Aquela humana deu um golpe da barriga e o baka do teu filho caiu que nem um patinho.
- Inu?! É nosso neto
- Correcção minha cara é teu neto.
- Como queiras. Vou indo com licença — Satori virou as costas.
- O que vais fazer?
- Vou fazer aquilo que qualquer mãe e sogra faria. Vou ver a mãe do MEU NETO
- Fosse a ti não ficaria tão pegada a essa cria.
- NANI?
- Essa criança não vai vir ao Mundo. Eu sei e tu sabes bem o porquê — virou também as costas para ir embora
- A onde está?
- O quê?
- O youkai bondoso e carinhoso com quem eu me casei?
O Inu nada disse apenas continuou a andar até ao seu escritório. Chegando lá, trancou a porta e foi até a sua mesa. Com raiva espalhou todos os objectos em cima desta e sentou-se chorando.
- BAKA, BAKA! És um baka Sesshoumaru. Kami-sama porquê? Se a Rin afastasse de ti ainda teria uma chance de viver mas, grávida a sua opurtunidade é nula. Meu neto, meu pobre neto. Ele não terá direito nascer e eu não posso fazer nada para salvá-lo. Não é justo — começou a chorar mais. Noutras circustâncias em vez de estar a chorar estaria a comemorar a vinda do pequenino.
Entretanto Satori no meio do caminho encontrou a Lia.
- Lia manda chamar o meu costureiro e pede para ele vir aqui o mais rápido possível. Preciso de muita roupa para crias recém-nascidas — a Lia ficou quieta — Anda logo criatura
- Hai minha senhora.
Satori bateu na porta do filho. Sesshoumaru com uma cara de sono abriu.
- Mãe? O que faz aqui?
- Posso entrar meu filho?
- Hã, a Rin está a dormir, ela passou mal e agora precisa de repouso
- Passou mal? E o meu neto? — perguntou empurrando o filho da sua frente
- A senhora já sabe?
Satori caminhou lentamente até à direção da cama e ajoelhou-se no chão para ficar na altura da Rin.
- Eles estão bem? — sussurou
- Hai, foi apenas um mal estar passageiro. A Kaeda já analisou-a e disse que seria normal.
- Souka. Ela tem que comer bem, não podes deixar comer porcarias como doces e assim. Só se for em caso de desejo.
Satori sentiu a energia do bebé e sorriu.
- Tão pequenino e já tão forte. Bom quando ela acordar eu faço questão que jantem conosco.
- É melhor não mãe. Gomenasai mas o pai vai enervá-la e isso pode fazer mal para a minha cria.
- Nada disso. Ele não vai fazer nada, dou-te a minha palavra.
- Está bem então. E a senhora? Gostando de ser avó?
- Muito meu filho. Arigatou aos dois por esta surpresa maravilhosa — disse levantando-se e abraçando o filho
- Não mãe. Arigatou a senhora pelo o seu carinho.
- Vou estar sempre ao vosso lado. Mas eu sei que além da felecidade estás preocupado
- Estou com medo, pela a primeira vez na vida estou com muito medo.
- Do Conselho não é?
- Hai. Tenho medo do que possam fazer à Rin e à minha cria. Mas eu vou lutar até ao fim.
- Como eu disse ainda à pouco estarei ao vosso lado. Vou deixá-los a sós mais um pouco. Ja ne futuro chichiue — disse sorrindo
- Ja ne futura obaa — sorriu também
- Ah soubesses como eu estou a adorar essa palavra. Não vejo a hora de te-lo nos meus braços e chamar obaa
Satori eu um beijo carinhoso e maternal ao seu filho e saiu dali. Sesshoumaru voltou a deitar-se supreendido com a atitude da sua mãe. Ele sabia que uma nova etapa da sua vida iria começar. O seu anjo e o fruto do seu amor estavam rodeados de perigo, não poderia vacilar nenhum segundo ou perderia os dois maiores tesouros da sua vida. Ficava triste por não poder partilhar esta alegria com o seu chichiue. Nunca pensou que quando fosse pai não teria o seu ao seu lado para apoiá-lo.
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