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Mais um dia amanheceu no reino, Rin foi despertada com batidas na porta. Era a Lia com mais algumas servas. Traziam água quente para o banho e o desejum dela. Rin depois do banho e da sua refeição, pegou num livro da estante e sentou-se numa das poltronas para ler. Estava sozinha mas durou pouco. Kagura entrou sem bater numa posse altiva e superior. Trazia nas mãos um kimono simples e velho. De uma cor neutra e desgastado.

- Então estás aqui! Optimo assim poupas-te o meu trabalho. Toma veste isto — ordenou

- Mas para quê? — perguntou a Rin sem perceber nada

- Apenas veste.

Rin fez o que a youkai mandou. Vestiu aquele pedaço de pano.

- Muito melhor. De facto, esse trapo condiz contigo, não achas? — falou debochando da jovem — Agora vem?

As duas sairam do shiro pelas as traseiras. Algumas servas viram, incluindo a Lia. Kagura levou a Rin até às polcigas do reino e chamou o trabalhador responsável.

- Aqui tens a tua ajudante. — disse para um senhor de idade e depois se virou para a Rin — Apartir de hoje trabalharás aqui limpando e cuidando destes porcos.

- Mas.. — Rin tentou-se defender

- É uma ordem vinda da Imperatriz vais desafiar a sua autoridade?

Rin abaixou a cabeça.

- Lie.

- Foi o que eu pensei. Sayonara e diverte com os teus novos amigos — saiu dali gargalhando

- Kagura-sama, o princípe não vai gostar nada — disse a Lia tentando defender a sua nova milady

- Ele não tem que gostar ou deixar de gostar. Aqui na ausência do Imperador quem manda é a Imperatriz. — e saiu dali.

Entretanto nas pocilgas.

- Menina não precisa de fazer nada disto — disse o senhor vendo a Rin empurrando um carrinho de mão com baldes de água e lavagem para os porcos.

- Não se preocupe. Eu não tenho medo de trabalhar, além disso estou acustumada a pegar no pesado desde pequena. — disse com um sorriso e continuou a empurrar

- Que Kami nos proteja da fúria do princípe. — murmurou

Apesar de ser recente, todos sabiam quem era Rin e o relacionamento que tinha com Sesshoumaru. Sabiam que ela não era só um passatempo e sim que sabe a nova Imperatriz. Ali uma novidade se espalhava rapidamente. Kagura contou para a Imperatriz do trabalho da humana. Esta concordou e disse que tomaria conta da situação dali para frente. A Kagome soube e veio correr para socorrer a sua amiga. Tinha que tentar convencer a Satori de desistir desta loucura.

- Satori-sama — disse fazendo uma vênia.

- Oh Kagome. Ora minha querida não precisas dessa cortesia toda, em breve serás a minha norinha. Mas diz-me o que eu posso fazer por ti.

- O assunto que me trás aqui é sobre a Rin. Eu soube que a senhora ordenou que ela trabalhase nas pocilgas.

- Hai é verdade.

- Mas, quando o seu filho chegar vai explodir de raiva.

- Tanto faz. Não me importo com isso. E não quero falar mais sobre isto. Agora sai que tenho relatórios para ler.

- Como a senhora quiser.

Kagome foi para o seu quarto pedindo que eles voltassem logo.

- Seja que Kami quiser. Aguenta firme Rin e não desista do teu amor.

Longe dali e já nas fronteiras do reino de Daisuke. Os quatro youkais estavam apostos esperando informações vinda dos dois soldados espiões. Para evitar serem reconhecidos e detectados pelo o cheiro, cada um vestiu uma capa de viagem negra com capuz, fabricada por youkais raposa. Sesshoumaru agora soube como os seus pais obeservaram o almoço dele com a Rin sem serem detectados. Esperaram até ao anoitecer. Por fim, chegaram os dois youkais. Relataram tudo o que viram e ouviram. A jovem tinha razão em relação aos maus tratos por parte do Imperador. Inu No Taisho estava em choque.

- Pareçe que alguém deve um pedido de desculpas a uma certa pessoa, não é chichiue? — disse Sesshoumaru olhando para o seu pai que ainda estava tentando obsorver as informações. — E os pais da Rin, encontraram-nos? — perguntou virando para os soldados.

Estes olharam um para o outro um pouco tristes.

- Falem? — ordenou

- Meu princípe, nós encontramos sim. Mas eles já não estam vivos. Encontramos um corpo na barraca dos tapetes, era um homem que forá decapitado e outro em casa, uma senhora enforcada. Já estavam em estado decomposição avançada. Nós enterramo-los no quintal.

Sesshouamru sentou-se numa grande pedra.

- Não pode ser. A minha Rin, a minha pobre Rin. E agora como eu vou contar para ela sobre a morte dos seus pais?

- Ela é forte meu irmão. Contigo ao seu lado ela vai conseguir superer esta tragédia — disse o hanyou

- Há mais alguma coisa? — perguntou Naraku

- Hai há. Ao que pareçe Daisuke-sama anda a receber informações sobre o nosso reino. — falou o primeiro soldado

- Um Traidor entre nós? — disse o general incredulo

- É o que parece. Não sabemos de quem se trata apenas que é uma femêa. — conclui o segundo

- E imagino de quem se trata. Só pode ser a Rin — disse o Inu

Sesshoumaru levantou-se.

- Como é que é. Ela passou o inferno para fugir das garras do seu irmão. Quase perdeu a vida e o senhor ainda acusa-a.

- Como sabes que não passa de um plano deles. Eles saberiam que mal visse-mos ela naquele estado tudo fariamos para ajudar. Foi assim que ela consegue passar as informações. Infiltrando-se no nosso mundo. Seduziu-te e ganhou a tua confiança. Tudo faz parte do jogo dela.

- ELA PERDEU OS PAIS! — gritou furioso com o seu pai pronto para ataca-lo

- Meus senhores acalmem-se — disse o general pondo-se no meio dos dois

- Sesshoumaru, meu irmão controla-te — pediu o hanyou segurando-o por trás.

- O amor cega-nos Sesshoumaru — concluiu o Inu

- Gomenasai meu Imperador. Mas não pode ser a jovem. — comentou um dos soldados

- Nani?! — disserem em simultaneo os quatro

- O Daisuke-sama já anda a receber informações à dois anos e poucos meses. A jovem entrou no shiro à três dias.

- Então o traidor realmente não pode ser a menina Rin — concluiu o general

- Ainda duvidam? A minha femêa é inocente. — falou o Sesshoumaru — E quanto ao senhor...- virou-se para o pai — Para a próxima é melhor ter provas concretas antes de acusar alguém. Mais uma acusação sua contra a minha amada e eu próprio denuncio-o ao Coselho por calúnias e difamação.

- Um dia vais dançar nas mãos dela. Tu não a conheces. Pensas que sim mas não.

- Quem não concheço e pensava quem sim, é o chichiue. Deixe a Rin paz aliás nos deixe em paz. — virou-se para os soldados — Levem-me até ao local onde os MEUS SOGROS estão enterrados — o youkai de enfesa à palavra sogros para irritar o seu progenitor.

- Não te atrevas sair daqui — ordenou o seu pai

- Esqueça-me de uma vez — retorquiu e saiu dali.

- Espero que esteja contente meu pai pois com tanta embirração sua acabou de perder o amor e o respeito do seu filho — concluiu — Hey Sesshoumaru espara por mim que também vou

- E nós meu senhor — perguntou o general

- Vamos voltar, já não estamos aqui a fazer nada

- Hai

Os dois irmãos sairam dali montados nos seus cavalos e acompanhados pelos os soldados. O Inu e o Naraku também partiram mas na direção oposta.