A Herdeira (Dramione)

43 Capitulo 42 – O Plano se forma


Notas iniciais
O segundo de hoje, gente a fic esta se aproximando do fim, :'''''''((, mas calma que tem muita coisa ainda, não sei se vai dar muitos capítulos, estou planejando eles com muito cuidado e amor, quero que fiquem incríveis, boa leitura e não esqueçam de comentar! bjokas.

Pansy funcionava como uma boneca sobre o controle de Voldemort, a parte da alma dele que estava no filhote de cobra Naguini era bem fraco de poderes, mas o fragmento da alma tinha todo o poder mental e lembranças dele, dessa vez ele não conseguiria usar a mesma forma para retornar, ele iria precisar de um corpo onde sua alma possa se instalar, mas para isso acontecer tem um preço, uma alma por outra alma, a magia vinha dos rituais profanos antigos, tentativas invalidas de trazer reis e ditadores de volta a vida.

A magia funcionava da seguinte forma, a pessoa tem de ter uma linhagem direta, um filho, o mesmo sangue, o mesmo DNA, essa criança tinha de dar o sangue e este se esgotar de seu corpo o levando a morte, o seu corpo não serviria para instalar a alma que não deve estar totalmente morte, ela deve viver de alguma forma em algum corpo, objeto, uma horcrux, a poção deve ser feita com a parte da alma, com sangue do filho e com uma mistura de criaturas mortas e vivas, deve haver um voluntário para tomar a poção onde a alma se instalara, a outra alma vive, mas hiberna no corpo, se a pessoa beber a poção contra a vontade, a alma mais forte vence e fica no corpo somente uma alma.

A mansão Malfoy estava escura, os móveis da sala haviam sido retirados o lugar tinha se tornado uma câmara de tortura, tinha duas mesas de pedra onde os corpos devem estar, uma mesa central com o caldeirão para poção. Pansy estava sentada no chão abraçava as pernas e se balançava uma parte estava com muito medo e perdida, a outra estava totalmente ao dispor de Voldemort, a cobra se aproximou dela.

“Pansy, estamos quase lá, tenho mais uma missão para você”

– Sim mestre! – disse ficionada na cobra

“Você voltara a Hogwarts, avisará ao Weasley que ele deve levar a menina Granger até a casa dos gritos, mas pela floresta, depois eu mesmo vou mandar que os busquem. Você entendeu?!”

– Sim.

“Você deve falar com Draco no sábado de manhã e pedir a ele que venha pra casa, que a mãe disse que ele viesse para a véspera do ano novo no domingo.”

– Eu direi mestre.

“Eu sei que sim, agora você deve ir, para que não sintam sua falta.”

– Sim mestre.

Ela se levantou do chão estava tremendo, ao sair da casa começou a chorar no automático, mas seu rosto estava sombrio, ela aparatou e voltou para o castelo.

*** Uma olhada no tempo, Hermione foi para o Canada no sábado, a véspera de natal foi no domingo e na segunda natal, voltou para Hogwarts na terça, na quarta descobriu que era filha de Voldemort, na quinta brigou com Rony. Então estamos na quinta-feira a noite. ***

Pansy foi procurar Rony no salão da Grifinória, bateu no quadro Simas atendeu.

– O que foi Sonserina?

– Quero falar com o Ronald.

– Certo fique ai vou chama-lo.

Ele saiu alguns minutos depois o ruivo saiu pelo quadro já vermelho de nervoso.

– O que foi Pansy, ficou louca aqui é perigoso!

– Leve Hermione sábado a casa dos gritos, e a leve pela floresta, então na floresta espere, de lá vamos levar vocês para a mansão Malfoy.

– Ok, você já acertou tudo com..

– Sim.

Ela se virou e saiu andando, Rony entrou pensativo como iria fazer para levar Hermione sozinha até a floresta.

Pansy não notou mas desde do momento que entrou no castelo estava sendo seguida por duas sombras, que ouvirão a conversa dela com o Rony, e que não gostaram nada de a ver andando como um zumbi.

– Ela esta mais esquisita ainda, Draco esta mesmo em perigo Blas!

– Isso é muito estranho Nott, ele nos pediu que seguisse, ela esta, esta... não sei... hipnotizada, será que foi o pai de Draco, será que ele quer se vingar por ele ter ficado com a Granger e esta usando Pansy, você sabe que ele já fez esse tipo de magia de controle com os ministros no nosso segundo ano, lembra?

– Sim, Draco ficou muito revoltado por ver que o plano do pai fracassou, ele era outra pessoa na época.

– Sim, mas vamos temos de segui-la em silencio, se perdemos ela Draco nos mata, ele quer provar a Hermione que esta em segurança.

– Acho que estou com a morena, Draco esta encrencado!

Pansy foi de volta ao dormitório da Sonserina, no salão comunal Draco estava em pé frente a lareira ele viu Pansy entrar. E depois de alguns minutos os amigos entraram e começaram a desfaçando.

– Pansy! – Draco chamou.

– O que foi Draco. – ela disse seca.

– Onde esteve o dia inteiro? Precisamos conversar!

– Não posso falar com você hoje, só sábado.

– O que!? Não importa, olha preciso me desculpar, sei que fui um idiota com você, te fiz sofrer, eu sou um completo babaca, você sempre foi uma boa amiga, juro que não estou magoado por você ter me torturado, me perdoe por favor, podemos tentar ser amigos!?

Pansy olhava direto para os olhos dele, então mais uma lágrima escorreu pelo seus olhos, mas seu rosto ainda estava fixo, sombrio.

– Eu tenho de subir, nos falamos sábado.

Ela subiu as escadas e não saiu de lá por toda noite e por todo o outro dia inteiro. Os três amigos se revezaram no dia vigiando ela, estavam muito preocupados, parecia que a qualquer momento, ela iriam ter uma ataque psicológico.

Do outro lado do castelo, na sexta a tarde, quatro amigos jogavam cartas no chão perto da lareira, Arthur não sabia mas o que fazer para animar Hermione, ela não jantou quinta, não quis sair da torre da Grifinória na sexta, as refeições foram trazidas por ele, e quando ele não estava com ela Gina estava. Hermione estava seria e triste, parecia que se a tocassem ela quebraria, choraria. Depois de muito insistir Harry, Gina e Arthur conseguiram convence-la comer e a jogar cartas. Os três estavam conversando normal, Mione só assentia e jogava, sua mente parecia estar em muitos lugares, pois em certos momentos ela fazia que não com a cabeça e fechava o rosto.

– Ahh bati de novo!! – Arthur disse.

– Você esta roubando! – Gina retrucou rindo.

– Não estou, eu apenas tenho sorte, Mione é prova que não estou roubando, somos parceiros, não Mione?

– Ahh !! Sim, esta muito legal. – ela disse sem jeito, pois não sabia do que estavam falando.

– Mione tem certeza que não quer ver a madame Pomfrey? – Harry perguntou.

– Sim Harry eu estou bem, apenas dor de cabeça.

– Que tal um chá com biscoitos? – Arthur perguntou – Assim você se alimenta e o chá pode ajudar!

– Pode ser! – ela disse sorrindo de leve, estava tão agradecida a Arthur, não sabia como retribuir.

Ele se aproximou dela e beijou seu rosto, ela sorriu.

– Eu te ajudo Arthur! – Gina disse lançando um olhar a Harry que dizia “Faça alguma coisa por favor!”.

Eles se levantaram e saíram pelo quadro. Hermione encostou no sofá e pós a cabeça para traz. Harry a observava triste.

– Mione tem que parar!

– Com o que!?

– De se culpar, você não tem culpa, ele que sempre foi insanamente desumano!

– Eu sei Harry, mas não consigo não sentir repulsa, dele, de mim, de pensar que sou, eu não sou, eu o renego, ele não é meu pai! – ela diz com os olhos com raiva e vermelhos com vontade de chorar. – Ele é um monstro!

– Sempre foi! Olha eu sempre me culpei também, ate saber a profecia inteira, eu me culpava pois achava que era minha culpa, porque eu tinha de ter nascido, sabe eu pensava, se eu tivesse nascido um mês antes ou um mês depois, mas não foi culpa minha, ele me escolheu, ele escolheu o próprio fim.

– Fim!! Isso é o que mais me deixa irritada, passamos por tanta coisa para destruí-lo e agora tem mais uma daquelas coisas, e essa profecia, e pensar que ele precisara de mim, isso me revolta, eu nunca faria nada para traze-lo de volta, precisariam me matar e nem assim eu concordaria.

– É disso que eu tenho medo.

– Como?

– De eles te matarem, de pegarem você, por favor seja muito cuidadosa ate encontrarmos essa horcrux, eu estou me esforçando, mas você sabe que, graças a Deus, não tenho mais ligação com a mente dele.

– Eu sei, eu vou tomar!

Nisso Rony se aproximou deles.

– Harry, Hermione posso me sentar?

– Sim Rony. – disse Harry.

Hermione bufou.

– Hermione me desculpe! – ele abaixou a cabeça.

– Não se incomode comigo! Não faço questão nenhuma das suas desculpas!

– Eu sei. Mas mesmo assim, peço que me perdoe, eu passei dos limites, estou tão desesperado para me redimir com você que sai metendo os pés pelas mãos. – ele se sentou entre os amigos. – Por favor me perdoe, é de coração!

Hermione olhou pra Harry, ele assentiu.

– Ok, eu te desculpo, mas vai precisar de muito mais que duas palavras para se retratar comigo.

– Sim eu sei, que tal nós irmos tomar um lanche no sábado na loja dos meus irmãos em Hogsmead?

– Não sei não.

– Venha, nos vamos na frente conversamos um pouco, depois Harry, Gina e ate mesmo Arthur podem ir encontrar com a gente.

– É uma boa ideia, assim vocês conversam e depois passamos todos um tempo juntos. – Harry incentivou, queria ver os amigos bem de novo, ele não surpotava ver os dois brigados, e já faz quase 6 meses que estavam assim.

– Ok saímos as oito. – ela disse.

– Ótimo.

Nisso Gina e Arthur voltaram, Arthur pós a bandeja no chão perto de Mione e beijou seus lábios rapidamente, a pegando de surpresa.

– Senti sua falta!

– Eu também. – disse sorrindo, ele é impossível.

– O que ele faz aqui?

– Estava se desculpando comigo, esta tudo bem Arthur.

– Sim esta tudo bem, nos vemos sábado Hermione.

Ele saiu subindo para o quarto.

– Como assim? — Arthur perguntou, já preocupado e com ciúmes.

– Vamos conversar um pouco sábado, tentar voltar a ser amigos.

– Só amigos. – ele disse um tanto implorante.

– Sim, só amigos. – ela sorriu e pós a sua mão sobre a dele.

– E a onde vocês vão!!

– Casa dos gritos! Na loja dos irmãos dele.

– Ahh sim, eu posso ir?

– Sim, todos vamos, mas vamos dar uma dianteira pros dois conversarem, depois nos juntamos a eles, tudo bem pra você Arthur? – Harry perguntou.

– Sim, se estiver tudo bem pra você Mione.

– Sim tudo bem.

– Bom agora coma. Você precisa se alimentar! – Gina insistiu servindo chá a todos.

Eles ficaram ali o resto da tarde conversando, e brincando. As palavras de Harry amenizaram um pouco da culpa de Hermione, seu amigo sabia como lhe ajudar, mas ainda assim era difícil não pensar, não sentir raiva, não ficar triste por Ariana, por tudo.