A Guerra dos Reinos

1 Capítulo 1 - Despertar


Notas iniciais
Olá pessoal, ai vai minha primeira fanfic.
Peço deis de já que se gostarem, por favor, acompanhem e divulguem.

Em um mundo onde não há humanos, os Pokémon batalhão por novas terras e nosso querido Ralts se encontra em meio a isso tudo.

Nesse primeiro capitulo, Heran, conhecera a fúria dos selvagens. Trazendo assim mais duvidas a sua mente em branco.

A Guerra dos Reinos

Uma luz forte tomou conta de tudo. Era uma luz forte e quente, do tipo que tranquiliza a alma. Passei os segundos seguintes de olhos fechados, apenas apreciando a sensação da luz me abraçando.

Quando finalmente abri os olhos, vi um Pokémon a minha frente. Sua mão estava pousada sob minha cabeça. Ela era enorme. Eu praticamente sumia dentro dela. Mas não me preocupei com isso. Eu deveria sentir medo, mas foi ao contrário. Meu coração palpitava tão calmamente que era possível me comparar a uma estatua de tão imóvel que eu estava.

No meio da minha apreciação, o Pokémon voou vagarosamente e então percebi que não era uma mão em minha cabeça, mas sim uma asa. E como a voz mais doce e suave possível o Pokémon se dirigi a mim.

— Bem vindo meu caro. — e sorri gentilmente à mim. — Como gostaria que fosse seu nome, pequeno ralts?

Só então parei meus pensamento confusos e reparei em mim mesmo. Levantei as mãos com estranheza, mas logo percebi que era mesmo um ralts, pois tinha pequenas mãos brancas, mas ao invés de ter dois chifres vermelhos eu tinha quatro, um para cada direção. Havia algo a mais que me chamou a atenção, algo diferente. Nas costas da minha mão direita havia uma tatuagem de luz. Sua forma era uma asa de cinco pontas reluzentes. Porem, ela era quase imperceptível, pois era banca como minha pele.

— Heran. — respondi sem pensar. Como se eu já soubesse.

— Belo nome. Agora Heran, quero que você dê o seu melhor em nosso crescimento.

Dessa vez ele toca meu coração, foi como uma pena solta caindo levemente em um lago tranquilo. O mundo se encheu de luz. Uma luz quente e aconchegante. E depois não houve nada.

...

Quando me dei conta novamente de quem eu era, ou pelo menos parcialmente de quem eu era a noite já estava em seu ápice. O local estava escuro de uma forma que foi difícil dizer se eu estava em um lugar fechada ou não. Eu não conseguia ver nada a minha frente, mas notei que o chão era gramado e havia raízes em toda parte. O estranho era que eu não me lembrava de como havia chegado lá, nem nada antes disso. Sentia apenas um vazio no peito, com marteladas surdas do coração.

"Heran. Esse é meu nome." Pensei com convicção, tentando pelo menos não esquecer disso.

Com o tempo meu olhos se adaptaram a escuridão da noite e eu pode ver melhor o local a minha volta. As arvores preenchiam todo o terreno, arvores de troncos altos e copas largas. A luz da lua mal iluminava o chão. O silencio enchia os ouvidos com uma sensação agonizante, como se estivessem cheios d'agua.

Caminhei sem rumo, sem saber o que fazer ou pensar. Quanto mais eu andava, mais sozinho me sentia. Pouco a pouco minha cabeça começou a dor. Talvez por estar procurando pensamentos onde não havia nenhum.

Até que deparei com um Aipom. Ele me parecia estressado, pulando de galho em galho freneticamente. Quando ele se aproximou vi o tamanho e sua raiva em seus olhos vermelhos de fúria.

Era tarde quando notei que ele se lançara em um ataque. Cai no chão por susto e vi suas garras aranharem meu braço. Levantei atordoado de medo. Nunca batalhei, pelo menos não que eu me lembrasse. Minha cabeça estava uma bagunça com pensamentos de medo e angustia. Notei que o arranhão começou a esquentar de dor e a sangrar. "espero de não infeccione". Uma parte distante da minha mente continuava pensando em coisas dispersas, mesmo em meio aquela confusão.

— Acalme-se. Não quero brigar com você. — minha voz soou rouca e estranha a meu próprios ouvidos. Como se eu não estivesse mantendo o habito e falar.

Mas o macaco não me ouviu e se atirou de novo em cima de mim. Desta vez eu estava preparado e consegui desviar a tempo. Antes dele se recuperar do ataque, algo em minha mente despertou. A luz me inundou. Senti uma paz interior como nunca antes. E mesmo naquela enrascada eu pude ficar com a mente calma. De repente eu pude ver com clareza a mente de Aipon. Era nítida como aguas de um lago calmo e cristalino. Minha cabeça voltou a doer e latejar, fazendo a imagem da mente do adversário se contorcer. Em resposta ele se inclinou de dor, pondo suas mãos na cabeça.

Sem intenção ou consciência minha boca proferiu uma palavra segundos antes. Confusão.

Minha mente havia atacado por instinto. Não sei como, mas ela já estava habituada a batalhas.

Um surto de poder fluiu por meu celebro. Minha mente se encheu de luz e então ataquei. Confusão.

Aipom gritou de dor, um som agudo e penetrante. Ele se debateu no chão até desabar inconsciente. O silencio voltou preenchendo o espaço, assim como minha mente. Um enjoo forte me pegou, fazendo tudo ao redor girar até eu cair sem forças e apagar.

Notas finais
Eai pessoal, o que acharam?
Peço que deixem suas opiniões, como ideias, criticas, duvidas e tudo mais que surgir em sua mente.
Agradeço por lerem até o final e espero vocês no próximo capitulo.