Notas iniciais
Yoo, mina-san! People, eu quase não tinha cara de voltar aqui para continuar com essa fanfic, mas eu realmente quero muito continuar contando essa história, e, embora eu tenha estado ausente esse tempo todo, eu andei visitando o site eventualmente, e fiquei muito feliz de ver que ainda tem muita gente acompanhando. Eu realmente agradeço do fundo do coração por todo o carinho que vocês dedicam à FIC e por terem tanta fé, afinal de contas, já faz um ano e meio que estamos nessa jornada, eu realmente não tenho palavras para agradecer todo o carinho de vocês pela FIC, isso realmente é o grande motivo de eu continuar voltando aqui, apesar dos percalços. O capítulo de hoje está bombástico, espero que apreciem! Por favor, não deixem de ler as notas finais, porque tem informações importantes a respeito da FIC, no mais é isso. Enjoy!

Encolhida em um canto do futon, Chichi, recém desperta, rememorava os acontecimentos do dia anterior, quando ouviu o suave ruído da porta fina sendo aberta. Black entrou e foi como se todo o quarto fosse preenchido por sua presença imponente e poderosa.

— Princesa Chichi — ele a chamou, mas como resposta viu-a virar-se para o outro lado e ocultar o rosto no travesseiro.

— Princesa... — ele tentou de novo — venha comer, você está sem comer desde ontem, vai fazer mal para o bebê.

— Me deixa voltar para o castelo! — Chichi respondeu agressiva.

— Por que você quer voltar pra lá? Ninguém se importava com você, esse filho não é do Príncipe Vegeta e o pai verdadeiro te abandonou como ele sempre faz.

Chichi sentou-se no futon e secou as lágrimas que ainda desciam.

— Mas pelo menos ninguém mentiu pra mim do jeito sujo que você mentiu!

— Eu não podia falar quem eu era, não antes de te convencer.

— Eu não quero mais ouvir sobre isso, apenas me deixe voltar para o castelo! — ela insistiu.

Ele andou calmamente até ela e sem dificuldade alguma a pegou no colo, Chichi virou o rosto envergonhada, ao mesmo tempo em que protestava. Ele a levou até o cômodo ao lado, onde uma mesa estava posta com comida fresca e boa.

— Coma alguma coisa, por favor. Seu corpo é frágil e eu não a quero ver ficar doente — ele disse enquanto a pousava suavemente na cadeira.

Chichi quis protestar de novo, mas ouviu a barriga roncando, de fato havia comida apenas algumas laranjas e tomado chá. Tinha que pensar no bebê, não podia ficar sem comer. E a comida parecia muito apetitosa, além de cheirar maravilhosamente.

— Você que fez essa comida? — ela perguntou o olhando de soslaio.

— Não.

— E então quem fez?

— Ninguém fez.

— Então ela simplesmente apareceu assim do nada? — Chichi riu.

— Eu sou um Dai Kaioshin, não te falei? Fazer surgir coisas é muito fácil pra mim.

Chichi deu de ombros.

— Já que é assim, porque você faz o seu próprio chá? Porque não faz aparecer como magia como todo o resto? — ela perguntou enquanto servia-se de uma porção de arroz com legumes.

— Porque eu gosto do ritual, de preparar, de sentir o aroma subindo enquanto as folhas secas transformam a água quente em algo completamente novo e delicioso.

— "Que droga... ele é todo poético. O Goku nunca pensaria em responder algo assim. Ele provavelmente estaria devorando essa comida toda de uma vez só" — Chichi sorriu com a lembrança do general estabanado.

— Não perca tempo pensando naquele cara — Black a tirou dos seus devaneios.

— Você pode ler mentes também? — ela serviu-se de um suculento filé.

— Não, mas é óbvio que você está me comparando com ele. Você sempre faz essa cara quando pensa nele.

— Eu não vou me desculpar por isso, principalmente porque ele é o único que eu amo. Você me enganou e me estuprou, vou denunciá-lo assim que possível — ela avisou enquanto começava a comer.

Black cruzou os braços sorrindo. Chichi desviou o olhar, ele tinha o mesmo sorriso largo e generoso do Goku, mas o olhar era cínico e observador, a combinação o deixava mais sexy do que o general.

— Você não me aceitaria se soubesse quem eu era, mas agora que já sabe...

— Eu continuo não te aceitando!

Ela rasgou a carne com o garfo nervosamente e comeu com raiva, alimentar-se assim com certeza não faria bem para o bebê e nem para si mesma.

— Você pensou no que eu te falei? — Black perguntou.

— Você é louco se pensa que vou colaborar com o seu plano maligno!

— Não tem nada de maligno no meu plano — ele respondeu — isso é algo necessário para a humanidade evoluir.

— Você só pode estar brincando... — ela balançou a cabeça a contragosto.

— Eu não estou brincando, eu falei sério. Eu vim aqui para destruir todos os mortais dessa dimensão, assim como fiz com os mortais da linha de tempo original. Assim que todos estiverem mortos, eu vou estabelecer o meu reino de justiça, onde apenas os seres de moral elevada terão direito à vida.

— Então ninguém vai ter direito à vida, não é mesmo? — Chichi debochou.

— Entre os terráqueos, não. Mas, há Kaios, Kaioshins, Dai Kaioshins, deuses, anjos e outros seres poderosos que merecem esse planeta mais do que os terráqueos. É para eles que vou trabalhar e estabelecer a minha justiça.

— E então, você vai reinar absoluto sobre todos eles? — ela perguntou ironicamente, já sabendo a resposta.

— Exatamente... e você vai ser a minha rainha.

— Eu dispenso, prefiro morrer. Pode incluir o meu nome na listinha dos terráqueos sem moral alguma, afinal é exatamente isso o que eu sou. Passei metade da minha vida mentindo e o filho que eu carrego não é do meu marido.

— Isso faz de você a terráquea mais nobre que existe, afinal, você só mentiu para proteger a quem você amava e o seu casamento foi arranjado, nunca teve sentimentos envolvidos, você apenas foi fiel à si mesma.

— Eu não vou cair nessa. Isso não faz o menor sentido. Se eu aceitasse o que aconteceria? Você viveria para sempre e eu seria trocada assim que ficar velha?

— Eu te daria imortalidade, assim você poderia manter essa aparência jovem e encantadora para sempre.

Chichi balançou a cabeça enquanto ruborizava pelo elogio.

— Mas eu sou contra isso de matar as pessoas inocentes, não tem nada a ver comigo compactuar com algo assim — Chichi alegou.

— Pense que mortos, todos eles encontrarão a libertação e serão livres e felizes no outro mundo. Há muitas pessoas sofrendo atualmente. Você não sabe porque é uma princesa que sempre esteve cercada de luxos, mas há pessoas que não tem o que comer, que sofrem com doenças e não podem pagar pelos tratamentos caros, há pessoas se enfiando nas drogas e nos vícios porque já perderam a esperança. Crianças crescendo sem pai e mãe e estando à mercê de todas as maldades, que são cometidas por pessoas que sofreram maldades elas mesmas quando eram crianças. Se olhar rapidamente, parece que eu sou o vilão, mas se parar pra pensar, eu apenas quero conduzir os mortais comuns mais rapidamente ao caminho da evolução espiritual e libertação completa.

Essas palavras pareceram tocar Chichi. De fato, o mundo era um lugar hostil, e ela sempre foi extremamente protegida como uma princesa, sempre teve tudo à sua disposição, sem se preocupar com nada. Mas sabia que havia pessoas pobres, mesmo com toda a prosperidade da Terra, e ali, no Planeta Vegeta, a situação só passou a melhorar depois que voltaram no tempo e ela convenceu o pai a liberar mais recursos e o Vegeta a usá-los abundantemente. E pensar que essa era a realidade dos dois planetas por causa da riqueza acumulada na Terra graças às cápsulas, mas com certeza haviam mundos desconhecidos, onde os seres viviam em situação de extrema miséria e sofrimento.

— Mas e o bebê? — ela perguntou.

— O que tem ele?

— O que aconteceria com ele? E quando ele nascer?

— Vou criá-lo e treiná-lo para ser um guerreiro justo como eu, assim que ele atingir o máximo de força física, eu darei a imortalidade à ele também. Seremos uma família.

Chichi criou imagens da harmonia familiar perfeita que a proposta a esperava. E se fosse para o bem de todos, se fosse assim realmente como ele dizia...

— Eu vou pensar, isso tudo é muito difícil pra mim — ela declarou enquanto pousava os talheres no prato e finalizava a refeição.

— Tome o tempo que quiser, mas não muito, claro. Eu preciso resolver essa questão logo — Black avisou — até lá, você fica aqui comigo, podemos usar esse tempo para nos conhecer, o que acha? E recomeçar com o pé direito. Quando você me conhecer, vai ver como eu sou justo e bondoso. Não vai ser difícil transferir todo o amor que você sentiu pelo Goku pra mim, afinal a cara ajuda.

Ele finalizou com um sorriso e dessa vez não havia cinismo no seu olhar. Chichi estava diante de um companheiro inteligente e sagaz, com o qual conseguia desenvolver um diálogo sem vê-lo fazer cara de interrogação ao menor sinal de complexidade argumentativa por ela expressada. E obviamente, a cara dele ajudava, porque era a cara de Son-Goku-san, o único homem que amava e desejava. Pela primeira vez, poderia ter um relacionamento de igual pra igual com ele.

— "Mas não é ele..." — ela pensou entristecida.

— Eu sei o que você está pensando — Black chamou a sua atenção — eu não sou Son-Goku-san, apesar de ter a aparência e o corpo dele. Mas pense que eu não proporia isso à você se não fosse por te enxergar com você realmente é, e te considerar ideal para ser minha companheira nessa jornada.

— Mas o Goku-san também...

— Não vá dizer que ele te ama? — Black riu — esse cara é uma piada, eu o observo há tempos, e só peguei o corpo dele porque é a única coisa que presta. É o ser mais burro e incompetente que existe, além de não ter nada na cabeça e não enxergar nada além do próprio umbigo. Ele é mesquinho e egoísta, como nunca vi. Toda a comida do mundo é pra ele, toda a bajulação e adoração é para ele. Ele se considera o máximo por apenas cumprir com suas obrigações: treinar e lutar. E não pensou duas vezes em te abandonar pra ir atrás de mais poder e glória, sem considerar tudo o que você sentia por ele e estava disposta a fazer. Você é uma mulher inteligente, Princesa Chichi, não me diga que por um minuto sequer acreditou que Son-Goku-san alguma vez teve algum sentimento por você.

No fundo, ela já sabia disso. Se havia um departamento de sua vida onde se sentia menos, era como mulher, pois amava alguém que já havia demonstrado diversas vezes que não sentia o mesmo. Lembrou das inúmeras rejeições, as dúvidas, as brigas, a indiferença, e como se sentia sozinha quando estava com ele. Black percebeu que havia tocado no ponto fraco dela. Se aproximou e apoiando um dos joelhos no chão, ficou da mesma altura que ela, que sentada, escondia as lágrimas com a cabeça abaixada. Ele a tocou suavemente no queixo, e se aproximou o máximo para dizer com os lábios quase colados no dela.

— É só dizer sim.

Ele tinha o rosto que ela amava, mas todo o resto não era dele, e isso a colocou dividida. O que tinha na vida real era uma ilusão? Será que Black poderia dar à ela mais respostas do que dúvidas? Dúvidas essas que apenas cresciam quando estava com Goku? Já vencida, ela tocou em seu rosto e sem demora, ele a beijou. Cálido e romântico. Nada no seu beijo lembrava o beijo de Goku, que era sensual, urgente e desesperado. A menor lembrança levou-a à comparação inevitável e recusar a carícia virando o rosto, foi natural.

— Eu ainda não decidi completamente — ela declarou — eu preciso de um tempo sozinha.

— Como quiser — Black respondeu sem emoção.

Chichi levantou-se e foi para o cômodo ao lado enquanto Black a observava com um olhar enigmático. Ele saiu da cabana e viu que, oculto pelas sombras, Zamasu havia ouvido toda a conversa entre os dois. Zamasu bateu palmas calmamente enquanto sorria, mais cínico e zombeteiro do que nunca.

— Uau, que performance! Quase me convenceu — Zamasu disse.

— A terráquea não é fácil. É inteligente demais.

— Pensou que ela fosse igual o tonto do Son-Goku? — Zamasu riu.

— São da mesma espécie, não são? — Black sorriu de volta.

Zamasu se aproximou saindo completamente das sombras.

— Quero ver o que você vai fazer assim que ela concordar com você.

— Você sabe, é simples. Assim que o bebê nascer vou pegá-lo, criá-lo, treiná-lo e deixá-lo o mais forte possível. Quando isso acontecer vou trocar de corpo com ele.

— E ela?

— Talvez eu a use um pouco mais — Black respondeu com um sorriso malicioso.

— Isso é nojento — Zamasu estreitou os olhos — você não deveria gastar a energia desse corpo para isso.

Black riu.

— Não é como uma máquina que se usar, quebra. Eu posso recarregar quando quiser, é só descansar. O corpo dos mortais é assim.

— Mesmo assim... isso é nojento. Não o quero mais fazendo isso com ela.

— Tá com ciúmes, é?

— Claro que não. Você sou eu, pra mim é estranho pensar que se sente atraído por uma mortal insignificante e suja como ela.

— Ela não é suja.

— Não vá me dizer que se afeiçoou de verdade?

— Não é isso, acho que é esse corpo. Tem algo nele que me faz querer ela.

— É porque é o corpo de Son-Goku, ele deveria estar inundado de vícios nojentos e repugnantes por ela. Assim que você trocar esse corpo, isso acaba. Até lá, livre-se dessa situação inconveniente.

— Mas vai demorar, até o bebê nascer e crescer, ser treinado e alcançar o máximo de força física... por isso quero mantê-la como uma escrava, assim ela me ajuda a saciar esses vícios.

— Você já foi pego... admita — Zamasu disse se afastando, indo novamente para a penumbra — se soubéssemos que o corpo de Son-Goku não toleraria a sua divindade. Você aos poucos está se deteriorando e cedendo cada vez mais aos vícios humanos, logo estará completamente afastado dos nossos verdadeiros propósitos.

Black se aproximou dele, até que apenas um centímetro os distanciava.

— Isso não vai acontecer. Eu não vou me afastar dos nossos propósitos. Acontece que nós não sabíamos como seria isso de pegar o corpo de Son-Goku-san. Esse é um corpo mortal como outro qualquer, apesar de ser absurdamente forte, quem poderia imaginar que ele não aguentaria? Nem eu e nem você sabíamos que isso aconteceria.

— Eu sei... apenas livre-se dela. Eu não a tolero — Zamasu declarou.

Black o abraçou pelas costas.

— Só mais um pouquinho, eu preciso do corpo do bebê. Se ela descobrir, vai tudo pelos ares. Não há outro com um corpo bom o suficiente para eu possuir.

— Mas então... pelo menos...

— Pelo menos o quê?

— Não quero que a fique beijando, ela é nojenta e suja. Você é perfeito demais para ela.

Black riu. Zamasu estava com ciúmes. Ele envolveu o companheiro em um abraço mais apertado, Zamasu fez menção de dizer mais alguma coisa, mas Black o calou antes que ele pudesse começar. Os beijos sôfregos e intensos que trocavam denunciavam a completa paixão que sentiam um pelo outro, afinal eram a mesma pessoa ocupando corpos diferentes. Tudo eles podiam e se permitiam, era completamente perfeitos e indissolúveis. O corpo saiyajin que Black ocupava era quente e guardava os antigos desejos de Son-Goku, e Zamasu, como um Dai Kaiohshin, estava curioso, apesar de achar aquilo estranho. Gostava de se relacionar pelo diálogo e o conhecimento completo do outro, mas Black o guiava naquele novo caminho de conhecerem-se o mais intimamente possível.

***

Enquanto Zamasu e Black ocultavam suas ações com gemidos e sussurros abafados por beijos e penetrações contínuas um no corpo do outro, Chichi ressonava no futon após chorar. Julgava-se uma tola por estar se deixando levar pela sedução de uma vida em comum com Black e apoiá-lo nos seus planos loucos. Não sabia mais de Goku, e pelo visto, ele nunca mais voltaria. Pode ser até que já estivesse morto. Tinha que pensar no seu futuro. Não podia contar com Vegeta e nem com ninguém, porque o primeiro a desprezava e poderia matá-la se ela o irritasse, e todos os outros logo estariam mortos. Toda a família e os amigos estariam mortos muito em breve, e ela estaria sozinha, apenas com aquele bebê pequeno ainda não nascido para criar. Talvez não fosse tão difícil, afinal de contas, era o rosto do seu querido Goku-san, ela poderia construir uma ilusão em volta disso, e imaginar que de fato sempre foi ele a quem ela amou, aquela versão refinada e elegante dele, não o soldado amalucado e brincalhão a quem um dia deu seu coração. O sono confuso e leve foi interrompido pelo som suave da porta fina sendo aberta. Na certa era Black que a vinha procurar para alguns beijos ou algo mais.

— "Eu vou dizer que sim, vou concordar com ele" — Chichi pensou enquanto abria os olhos e sentava no futon despertando completamente.

Mas a silhueta pequena da pessoa que entrou no quarto nunca poderia ser do Dai Kaioshin que a havia seduzido. Mesmo que há muito tempo não o via, ele era inconfundível. Os cabelos longos e lisos presos em um rabo de cavalo baixo e as roupas diferentes não a confundiram, pois era o mesmo rosto e o sorriso daquele a quem ela mais desejava ver e momentaneamente, havia se esquecido.

— Gohan-chan! — Chichi disse quase sem fôlego.

Ele apoiou um dos joelhos no chão e fez uma suave reverência.

— Olá, okaasan.

Notas finais
É, queridxs, o Gohan apareceu, mas já estava na hora, né? E foi bem quando a Chi já tinha caído na lábia do Black, muahahahaha, como eu sou malvada! Lembram que eu havia dito que estava querendo inserir um casal bem polêmico na FIC? Pois bem, esse casal é oficialmente Black e Zamasu. Por que não, né? Afinal já li tanto yaoi na vida, que me sinto apta a "flertar" com o gênero. Eu pretendo deixar sinalizado no capítulo quando teremos a interação sexual e/ou romântica com foco em yaoi, então, quem não quiser ler, pode pular essas partes, (mas depois não vai vir choramingar que não está entendendo a FIC, afinal, o lance deles não é apenas sexo, deu pra ver no capítulo de hoje que quando eles estiverem juntos, eles vão revelar muita coisa dos planinhos malignos deles, ok?). E como eu sou uma pessoa quase que completamente desprovida de regras e pudores, Black e Chichi também pode ser encarado como um casal, eles ainda vão ter mais interações juntos, aguardem. Agora, a pergunta fatal que não quer calar. Quando sai o próximo capítulo? Do fundo do coração, eu gostaria que fosse duas ou três vezes por semana, mas muito provavelmente eu só vou conseguir liberar dois ou três capítulos no mês, então eu não vou mais me comprometer que tal dia vai sair o capítulo, porque nas últimas vezes que eu fiz isso, eu acabei não conseguindo cumprir, então, eu gostaria de pedir a gentileza de vocês ativarem as notificações do site (para quem ainda não fez isso) e ficarem ligados nos emails do sistema, afinal, ele está aqui pra gente usar. Mas tenham em mente que a frequência de postagem vai ser essa por enquanto, assim que eu puder eu vou liberar mais capítulos, eu prometo! É isso, pessoal, eu não vou me ausentar por muito tempo, e quero ver geral comentando e deixando suas impressões sobre o capítulo nos comentários, vamos nos falando, abraços!