A Guerra das Cápsulas
37 Quatro dias - hentai
Notas iniciais
Depois de "mimar" Bulma naquela ocasião da torta de morangos, Vegeta observou ela melhorar gradativamente. O médico ainda a acompanhava de perto, mas ela já estava bem melhor, seu organismo aceitava melhor a comida e seu estado de espírito estava restabelecido. Não cem por cento, porque ela ainda se ressentia das ações de Vegeta, mas a situação entre eles havia melhorado, pelo menos um pouco.
Não tinha muito o que fazer na nave, exceto treinar e copular, que era basicamente as únicas coisas que os saiyajins faziam, além de comer muito e dormir. Então Vegeta treinava muito, embora o seu parceiro ideal de treino tivesse ficado pra trás. E copulava mais ainda, e nesse departamento a sua parceira ideal de cópula o ajudava e muito.
Enquanto ele treinava, Bulma andava pela nave, puxava conversa com todos, embora de início eles tentassem não responder devido às ordens de Vegeta para não falarem com ela, logo os saiyajins passaram a conversar com ela e responder suas perguntas. Em pouco tempo acabou conhecendo e dominando a tecnologia deles, aprendeu até mesmo a pilotar aquele tipo de nave. Ela consertou várias coisas e até fez algumas novas. Vegeta ficou impressionado, pensou que ter levado ela seria mais vantajoso do que ele imaginava.
Certa vez, quando ele voltou do seu treinamento, Bulma estava no dormitório que ela usava. Ele costumava ficar com ela boa parte da noite, mas depois para dormir de fato, ele usava o dormitório ao lado. Não fazia seu tipo dormir abraçadinho com nenhuma mulher. Ele se aconchegou no meio das pernas dela e já foi tateando a vulva por cima da roupa mesmo. Ela o repeliu com a mesma agressividade de sempre, mas ele achando que era a recusa normal que já fazia parte do joguinho deles, continuou insistindo.
— Eu não quero! — ela gritou por fim.
— O que foi agora? Vai se negar por quê?
— Eu não posso...
— Por quê?
— É coisa de mulher.
— De mulher fresca, não é?
— De toda mulher...
— Só você é assim, uma hora quer, na outra não quer mais.
— Seu tonto, eu estou falando de... — então ela parou subitamente — não me diga que com vocês é diferente?
— O que é diferente?
— O período.
— Que período?
— Pode ser que seja isso, afinal de contas vocês são todos aliens — ela ponderou.
— Do que está falando, mulher?
— Nada, deixa pra lá. Apenas saia — ela não queria prolongar aquela discussão.
— Não vai me dar mesmo?
— Pode ser um soco? — ela perguntou irritada.
— Não, esses eu troco com os meus homens. De você eu quero a buceta... ou o cu.
Ela deu com o travesseiro na cara dele.
— Saia daqui, seu estúpido! — ela brigou com ele.
— Não vai ter nada mesmo, então?
— Por Kami-sama, Vegeta! Quando você vai entender?
— Eu não estou entendendo nada, mulher. Acho que você está com frescura!
— Eu não estou com frescura, seu idiota. Eu estou menstruada!
Vegeta ruborizou.
— Ah... isso.
— É, seu bronco! Agora saia, estou cansada. Com cólicas — ela virou para o lado e se cobriu.
Vegeta levantou e ficou a observando.
— Quanto tempo dura isso?
— Quatro dias.
— A gente ainda pode...
— Não! — ela gritou.
— Mulherzinha insolente... já que é assim vou procurar outra! — ele reclamou saindo do quarto.
— Pode ir, me faça esse favor! Tenho dó dessa coitada que você vai escolher! — ela jogou um travesseiro na porta.
Ao invés de cumprir sua ameaça ele foi para o seu quarto e ficou remoendo sua raiva. Ficou com a terráquea por pouco tempo na Terra, depois durante o primeiro mês na nave ela esteve doente e o afastou, então ele ainda não havia observado essa situação natural do seu corpo. Agora que retomaram as relações, percebeu que era a primeira vez na sua vida que ficava com a mesma mulher durante tanto tempo. Tempo o suficiente para ela entrar em um período e ser obrigada pela natureza a rejeitá-lo.
— Ah, mas que droga! — ele socou o travesseiro ao lado.
Apesar de não saber muito sobre essas situações femininas, tinha uma coisa que ele queria muito, muito mesmo. E por mais ignorante que fosse, ele sabia que isso ela poderia dar muito bem dado, se quisesse. Com esse pensamento, voltou ao quarto dela.
***
Bulma ressonava tranquilamente, estava quase pegando no sono quando sentiu os braços fortes do saiyajin a envolvendo.
— Você só pode estar de brincadeira, né? — Bulma virou-se para olhá-lo.
— Mulher, me escuta pelo menos! — Vegeta pediu.
— Eu não quero escutar as perversões que você vai me sugerir. Da última vez você me machucou, não vou deixar você fazer daquele jeito de novo.
— Vai ouvir ou vai continuar matraqueando?
— Fala logo, seu imbecil!
— A gente não precisa fazer sexo.
Bulma riu.
— Até parece... vai ficar aqui comigo, dormindo de conchinha?
— Não...
— Então?
— A gente pode se beijar, não pode?
Bulma ruborizou.
— Poder pode... mas eu sei que você não vai querer parar por aí.
— Eu não vou fazer nada forçado com você. Não fiz antes, não vou fazer agora.
— Então tá... mas só um beijo. Um beijo e você vai embora!
— Cheia de querer me dar ordens...
— É porque você nasceu pra obedecer, principezinho.
Ele se inclinou sobre ela e começou a beijá-la. Como sempre, começava beijando calmamente, com suavidade e até certo cuidado, depois intensificava os movimentos, enfiava a língua na boca dela, as mãos acompanhavam o ritmo dos beijos, apertava suas carnes com força, a pélvis se movimentava como se estivesse dentro dela. O volume das calças crescia e a pressão diretamente sobre a vulva da jovem, somente os tecidos finos separando aquele desejo insaciável.
Bulma estava perdendo-se naqueles beijos, já pronta, querendo muito ser devorada pelo seu predador favorito.
— Pare, vá embora — ela espalmou a mão no rosto dele e o impediu de continuar.
— Só mais um?
— Não, cai fora.
— Não vai aguentar, né? Você pode pôr na boca também — ele sugeriu malicioso.
Mais uma travesseirada e Vegeta deixou o quarto.
***
Nos dias seguintes foi a mesma coisa. Até que Vegeta convenceu Bulma a colocar na boca.
— Já coloquei em você inteira. Só falta aqui — ele falou casualmente.
Ela aceitou. Deslizou para dentro com cuidado. Ele ficou gemendo alucinado enquanto ela o olhava diretamente nos olhos e movia-se com suavidade, entrando e saindo, sem parar.
— Eu não vou aguentar nem mais dois segundos — ele avisou.
Ela tirou para ele jorrar fora, mas ele prendeu a cabeça dela entre as mãos e jorrou na boca dela.
— Agora engole — ele ordenou enquanto pressionava o queixo dela a impedindo de abrir a boca.
Para não morrer sufocada, ela foi obrigada a engolir. O empurrou e passou as mãos pelos lábios o limpando.
— Filho da mãe...
Ele riu. Ela deu um tapa no peito dele.
— Por que me obrigou?
— Pra quê essa frescura? É o precioso sêmen do príncipe. Deveria estar lisonjeada.
— Vá se foder! Cai fora daqui.
Ele foi andando para a porta. Então se virou e disse:
— Mulher, eu contei os dias, amanhã acaba né?
— Não, tem mais uma semana ainda! — ela mentiu irritada.
— Melhor ir ao médico então... deve ser algo grave. — ele respondeu irônico.
***
Os últimos meses de viagem passaram voando. E nesse clima eles chegaram ao Planeta Vegeta. Bulma olhou pela janela da nave. Era um planeta pequeno, se comparado à Terra, vermelho e feio. Quando finalmente pousaram ela sentiu que não seria fácil. Os saiyajins saíram da nave respirando fundo, pularam e socaram o ar, estavam felizes e bem dispostos em seu habitat natural. Já ela sentia um peso absurdo, mal conseguia mover as pernas, o corpo parecia pesar meia tonelada, fora o calor insuportável e o ar quente que entrava difícil nos pulmões. Ela caiu sobre os joelhos dobrados e não conseguiu levantar de jeito algum.
Vegeta já havia saído da nave e a deixou para trás. Ele nem ligou que ela não conseguia andar. Bulma olhou a longa plataforma que dava até o "castelo". Parecia mais uma prisão de segurança máxima. Todo cinzento, de aspecto tenebroso e nada convidativo. Pensou que não estava muito a fim de se esforçar para chegar até lá.
Então sentiu ser erguida no ar por uns braços muito fortes, foi carregada como uma pluma. Olhou para o rosto da pessoa que a levava e tomou um susto absurdo.
— Goku?! — ela gritou.
— Não precisa esculhambar também, né mocinha?
A voz grave, o olhar duro e uma atitude arrogante denunciaram que aquele não era Goku.
— Desculpe, eu pensei que...
— Todos cometem esse erro — ele respondeu — mas pra que você não o repita, muito prazer, eu sou o Turles — ele completou com um sorriso de canto, sacana.
Bulma ruborizou. Agora olhando bem de perto, entendia a paixão violenta que tomou conta de Chichi. O jovem era idêntico à Goku, e era lindo de morrer. Sem aquele comportamento bobalhão ele tornava-se mais atraente ainda.
Estava sentindo-se o máximo sendo carregada como uma carga preciosa por aquele gato, quando os gritos de Vegeta foram ouvidos.
— Turles! Solte a garota.
Turles olhou para Vegeta, olharam-se duramente durante alguns segundos, então Turles pousou Bulma delicadamente no chão, fez uma reverência rápida para Vegeta e saiu.
Bulma ficou no chão, tentou levantar mas não conseguiu.
— Você me carregue então! — ela gritou para Vegeta.
— Você tem pernas, ande.
— Mas eu não consigo! Sinto um peso absurdo nas costas.
— É a gravidade, logo você se acostuma.
— Eu vou pedir para um desses moços me ajudar — ela falou olhando os saiyajins ao redor. Vários vieram correndo ajudá-la.
— Quem encostar nela, morre — Vegeta avisou e os rapazes recuaram.
— Vegeta, eu não vou conseguir andar...
— Já te falei, tem pernas: ande.
Ele foi andando e a deixaria sozinha se ela não fosse mais esperta do que ele.
— Tudo bem, pode ir — ela gritou — vou me rastejar até a nave e dar meia volta até a Terra, sabe que eu sou uma excelente piloto!
Vegeta parou e olhou-a com ódio. Andou até ela e a pegou rudemente no colo e a carregou para o interior do castelo. Ao redor os saiyajins todos se entreolhavam e comentavam a respeito daquela alienígena tão atrevida.
***
Vegeta chutou a porta do quarto que seria de Bulma e a jogou na cama com violência.
— Você nunca mais me desmoralize diante dos meus homens! — ele gritou com o dedo em riste.
— A culpa é sua! Sabe que eu mal consigo me mexer!
— Não consegue, né?
— Não consigo, você mesmo falou que a gravidade...
Bulma parou ao perceber que ele abria a braguilha da calça. Ele se aproximou e ordenou.
— Abre a boquinha.
— Não...
— Abre!
Ela abriu, ele colocou dentro.
— Faz daquele jeitinho gostoso, faz.
— Vou te morder.
— Canibalismo? Eu aboli essa prática há algum tempo — ele disse com um sorriso safado.
Ela começou a movimentar enquanto o olhava, ele massageava a nuca dela. Rasgou a camisa que ela usava e ficou apertando os mamilos dela a excitando.
— Vou gozar em você.
— Não — ela disse ainda com a boca nele.
Vegeta a ignorou e se derramou nela. Sentou na cama e a trouxe para cima dele.
— Agora senta e rebola bem gostoso.
Ela sentou e o obedeceu. Usou as mãos com suavidade para abrir a boca dele. Derramou todo o líquido que ela ainda mantinha na boca.
— Engole... ou vai ficar com frescura? É o precioso sêmen do príncipe... — ela pressionou o queixo dele enquanto o olhava com um sorriso malicioso.
Vegeta engoliu.
— Sua puta obscena... — ele praguejou entredentes enquanto a girava na cama e deitava sobre ela — agora vou te foder como nunca!
Bulma riu. Vegeta estava se mostrando cada vez mais fácil de lidar.
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