Notas iniciais
Hii, peopleeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee õ/
Dessa vez eu não demorei *comemora*
Thaaaaaaaank's peelos reviews *-*
Leitoras novas, sejam mto bem viindas, amoores!
Sandra Pena, thaaaaaaaank's pela recomendação *-*
Ameeeeeeeeeii Ameeeeeeeeeeii Ameeeeeeeii
Mto obg, amoore *-*

Lá vai mais um cap.

So, enjoy *

Capítulo XX

- Edward, você viu o meu casaco branco? – perguntei- Tá fazendo muito frio hoje – passei as mãos no braço, como se estivesse constatando-.

- Tá aqui – andou até a minha direção com ele na mão-.

- Obrigado, amor – dei um selinho.

- De nada, linda.

- Vou preparar o nosso café-da-manhã.

Ele assentiu.

Hoje o dia amanheceu mais frio do que de costume. A chuva caía muito forte lá fora, deixando o ambiente escuro e um clima daqueles que dá vontade de deitar na cama, abraçar o namorado, e passar o restante do dia curtindo embaixo das cobertas. Mas, infelizmente, hoje tem colégio e trabalho.

Abri a boca, soltando um bocejo, enquanto caminhava pelo apartamento – indo até a cozinha-. Comecei a fazer a nossa comida, enquanto o Edward terminava de se arrumar no quarto. Terminei de preparar e ajeitei a mesa.

- Hum – ele chegou sorrindo- Eu tava sentindo o cheiro de longe. Tô com muita fome.

- Senta aí que eu vou lhe servir.

Nosso tempinho antes de sair, eu para o colégio e ele para o trabalho, foi bem delicioso. Acabamos de comer, e logo em seguida, partimos para as suas respectivas atividades.

Cheguei ao colégio e logo engatei numa conversa com as meninas. Ouvimos ansiosa, e muito pacientemente, a Ângela falar de como havia sido o seu encontro com um garoto que morava na sua rua. O quanto ele tinha sido o cara de seus sonhos.

Fomos para a sala, assim que o sinal tocou. O professor entrou na sala e começou a dar uma maratona de assuntos. Endireitei-me na cadeira e apertei o lápis entre meus dedos, concentrando-me nas anotações que estava fazendo. A chuva ficou mais forte, fazendo com que o frio aumentasse.

Fiquei feliz quando o sinal tocou novamente, indicando que a aula já acabara. Rumei para o refeitório com as meninas, e assim como as primeiras aulas, o intervalo também passou rapidamente.

Segui para a sala da próxima aula, e sentei-me normalmente no meu canto. O professor ainda não tinha entrado na sala, tirei o livro da bolsa e já deixei em cima da mesa. Senti meu celular vibrar no meu bolso. Número do Edward. Ele não costuma ligar nesse horário.

- Oi – falei, e antes que continuasse, uma voz começou-.

- Alô, Bella – era a Esme. Esme? – Olá, querida. Aqui é a Esme.

- Oi, Esme. Ham, tudo bem? – perguntei achando estranho o fato de ela estar ligando do celular do Edward-

- Ér, está sim. Bem, não quero que se preocupe, calma ok?

- O quê? O que foi que aconteceu?

-É que o Edward estava dirigindo para ir à empresa, e...-

- E o quê? Oh meu Deus, Esme o que aconteceu? – desesperei-me-

- Está chovendo muito, e você sabe que ele não dirige devagar. O Edward acabou sofrendo um pequeno acidente automobilístico.

- Onde ele está? – apoiei o celular entre meu ombro e minha bochecha, deixando nessa posição para que ficasse possível guardar o livro que eu havia tirado-.

- Calma, Bella, não foi nada de grave, ele está bem. Foi só o susto, mas mesmo assim achei melhor avisá-la.

Não resolvi dar muito ouvido ao que ela dizia, mesmo que tenha sido só um susto, ou seja lá o quê, a palavra acidente e Edward numa mesma frase é suficiente para levar minha cabeça a loucura.

O professor entrou na sala e já foi pedindo silêncio. Levantei-me pegando a minha mochila e colocando-a nas costas. Ainda com o celular no ouvido, fiquei escutando atentamente a mãe dele me dizer o hospital em que ele estava, mesmo insistindo que não foi nada grave – que não era para eu me preocupar-. Passei pelas meninas, que me olhavam interrogativas, e murmurei apenas um ‘Tenho que ir’. O professor me parou na porta, perguntando para onde eu estava indo. Expliquei rapidamente, sem dar muitos detalhes, e ele permitiu a minha saída. Porém, eu sairia com ou sem sua permissão.

Dissolvi as informações que a Esme me deu, enquanto passava pelos enormes corredores do colégio. Mesmo ela tendo dito que ele está bem, que não é pra se preocupar ou faltar aula por causa disso, eu tinha plena certeza que só me acalmaria se estivesse lá com ele, vendo-o bem.

Como tinha pressa, peguei um táxi, e uns vinte cinco minutos depois, cheguei ao hospital.

Fiz exatamente como ela me informara, e em seguida, praticamente corri até onde ele estava.

Abri a porta e entrei. Dentro do quarto estava a Esme, Carlisle, o Emmett e ele deitado na maca. Fechei a porta e fui em sua direção. Os olhares se viraram em minha direção e os cumprimentei com um breve aceno de cabeça.

Pus minha mochila em cima de uma cadeira que ficava ao lado. Sentei-me na pontinha da maca, e levei minhas mãos ao seu cabelo.

- Oi, amor – ele falou sorrindo- Não precisava se preocupar.

- Você está bem? – comecei a depositar beijos por todo o seu rosto- Bem mesmo?

- Estou sim, foi só um susto.

- Você me deu um susto muito grande – senti meus olhos lacrimejarem, e a minha voz vacilar-.

Abracei-o apertado, enterrando a minha cabeça em seu peito. Céus! Só de pensar que alguma coisa poderia ter acontecido com ele, sinto até um aperto no peito e um nó na garganta. Suas mãos circundaram a minha cintura, e me apertaram contra ele.

- Ei, estou bem, não tem com o que se preocupar.

Percebi agora que seu braço esquerdo estava na tipoia.

- Ele está bem mesmo não é? – virei um pouco minha cabeça, perguntando para os outros, que até então eu não tinha falado direito-.

- Está sim, Bella – o Emmett sorriu nos olhando- Meu irmão é forte.

- O susto foi maior – Carlisle disse- Mas é por que, realmente, é perigoso sair de carro nessa chuva.

- Principalmente uma pessoa que gosta tanto de velocidade – Esme o interrompeu e olhou para o Edward num tom reprovador-

- Como o meu pai disse, foi só um susto, amor – me deu um selinho- A chuva estava muito forte, o carro acabou deslizando um pouco na pista e enfim... o resto você já sabe.

- Quem me deu a notícia foi o Emmett – Carlisle disse, se encostando a um canto na parede, e passando um braço pelos ombros da mulher- E vão por mim, ele é péssimo dando notícias.

- Fiz meu melhor – sorriu-

Um médico entrou na sala, e eu desci da maca, ficando apenas ao lado – para dar espaço para que ele o examinasse-.

- Bom dia – cumprimentou-nos, e fizemos o mesmo-.

Falou um pouco sobre os exames que ele tinha feito, que não sido nada grave e tal.

- Mas mesmo assim, é bom você ficar em casa repousando. Passe o resto do dia descansando, e dê uma maneirada no trabalho. Não foi nada grave, mas mesmo assim é melhor prevenir – olhou para o Edward e este assentiu, mas estava com uma cara de quem não iria cumprir essas recomendações-.

- Não deixe que ele faça nenhuma estripulia — falou dessa vez olhando pra mim- Sei que ele consegue ser bem teimoso.

- Pode deixar, vou tomar conta dele.

- Vou passar alguns remédios para aliviar a dor. Então já sabe, repouso.

Assentimos e alguns minutos depois, o doutor liberou sua alta.

Realmente, não tinha sido nada grave, mas ele estava com algumas dores no corpo, um braço na tipoia e alguns arranhões no braço e no rosto – que já são coisas suficientes para me deixar desesperada-.

O senhor Carlisle nos deu uma carona até o apartamento de Edward, ou o nosso apartamento – como este sempre insiste em falar-.

XXX

- Amor, tá na hora do seu remédio – dei um selinho e lhe entreguei o copo e o comprimido-.

- Obrigado – sorriu-

Quando acabou peguei o copo da sua mão e me abaixei para lhe dar mais um beijo. Sua mão direita alisou de leve a minha cintura e em seguida, me apertou contra ele. Começamos com um beijo calmo, lento, mas aos poucos foi aumentando a intensidade.

- Você precisa descansar – constatei- Lembre-se do que o médico disse.

- Ele exagerou – fez um biquinho lindo. Não resisti e me inclinei para lhe roubar um beijo- Obrigado por se preocupar comigo.

- Eu te amo, amor – fiz um carinho no seu rosto-

- Também te amo – respondeu com um sorriso torto- Muito... muito... muito – falou entre selinhos.

Deixei-me ser envolvida por seus carinhos e foi em questão de segundos para que o Edward virasse nossos corpos, ficando por cima de mim. Afastei uma das minhas mãos, que ainda segurava o copo.

- Ai – o ouvi gemer baixinho, provavelmente por ter sentido alguma dor-

- Amor, não vou deixar você fazer esforço nenhum. Nenhum – fiz questão de enfatizar de novo-

Virei nossos corpos novamente, mas sem pressionar meu peso nele. Dei um beijo na sua testa e comuniquei que iria guardar o copo na cozinha, e foi o que fiz.

Voltei para o quarto e me deitei ao seu lado na cama. Ficamos abraçados, procurei não apertar muito o seu corpo. Na tevê passava um programa qualquer, passamos um tempo assistindo-o.

XXX

Hoje de manhã o Edward acordou sentindo dor. Fiquei preocupada e resolvi não ir para o colégio, com o intuito de não deixá-lo sozinho. Ele insistiu dizendo que estava bem, que eu não precisava me preocupar, mas mesmo assim, preferi não ir.

Coloquei uma roupa norma, já que ia ficar em casa. Uma blusa de manga, rosa claro, com um desenho enorme de um urso na frente e um short branco. O Edward foi tomar um banho e saiu do banheiro resmungando o quanto os arranhões estavam doendo, devido à água que bateu, e começou a arder.

Ele vestiu uma calça de flanela azul, e se sentou na cama. Sua expressão demonstrava que o mesmo estava sentindo dores no corpo, o que me fez lembrar que está na hora do seu remédio – que serve justamente para aliviar isso-.

Fui à cozinha buscar um copo com água e voltei rapidamente para o quarto. Coloquei o copo junto com o comprimido na cabeceira da cama, e fui ajuda-lo a se acomodar melhor na cama.

- Ainda tá doendo muito? – perguntei-

- Já está passando. Só os arranhões que doeram quando a água bateu.

Peguei o travesseiro e ajeitei, colocando atrás dele, para que ficasse apoiado melhor.

- Depois que tomarmos o café da manhã, eu coloco um remédio nos arranhões, pra sarar mais rápido. O médico deixou.

Ele balançou a cabeça positivamente – Se der uns beijos em mim também passa – pediu manhoso-

- Amor, eu dou quantos beijos você quiser. Mas só depois. Por que agora você tem que tomar o remédio – peguei e o entreguei-

- Obrigado.

- Não precisa me agradecer – sorri e me inclinei para lhe dar um selinho- Vou preparar algo para comermos, quero o meu namorado bem alimentado.

- E o meu beijo? – deu um sorriso torto-

Inclinei meu corpo em direção ao seu, e depositei um beijo casto nos seus lábios. Sua língua pediu passagem, que dei prontamente. Nossas línguas se encontraram e começaram a maravilhosa dança, que só elas sabiam. Passeei minhas mãos pelos seus braços, tomando cuidado para não bater e machucar o que estava na tipoia.

- Vou preparar a nossa comida.

- Fica aqui, Bella.

Sorri – Eu adoraria muito – afastei-me um pouco- Entretanto, nós temos que comer.

- Ok – rendeu-se-

- Depois podemos passar o resto do dia na cama, se você quiser.

Ele deixou-me ir, a contra gosto. Preparei um café da manhã bem reforçado, e quando acabamos de comer, nos sentamos no sofá – na sala-.

O Edward se sentou no meio daquele sofá, que por sinal é muito confortável. Fui andando de joelhos até o meio dele, e me sentei ao seu lado. Tirei o remédio de dentro de uma pequena maletinha.

Ensopei um pedaço de algodão e comecei a passar nos machucados — o ouvi resmungar um pouquinho-.

Na hora em que passei em um pequeno corte, que se encontrava perto da sobrancelha, ouvi-o gemer de dor. Instintivamente, assoprei de leve e disse que já ia passar. Quando acabei de cuidar desses machucados, dei um beijinho na sua testa.

- Acabei.

- Que bom – soltou um suspiro- São pequenos arranhões, mas incomodam.

- Eu sei, mas não se preocupe – beijei a pontinha do seu nariz- Vou cuidar de cada um deles.

Notas finais
Então, o que acharam??
Reviews? Recomedações? Sugestões?
Já vou começar a escrever o próximo :*
bjoKKitas_
Até maais =)