A Garota do Cullen
22 Capítulo XXI
Notas iniciais
Td bem com vcs??
Thaaaaank's Thaaaaank's Thaaank's pelos reviews *-*
Nossa, ameei mesmo!
Leitoras novas, sejam mto bem-viindas, amores!
Nos vemos lá embaixo =)
So, enjoy *
Capítulo XXI
- Edward, amor – dei um beijinho de leve- A janta já está pronta.
Observei-o se levantar da cama, apenas com a calça do pijama, e ir caminhando até a cozinha. Depois que eu passei um remédio nos seus arranhões, felizmente, em questão de pouco tempo, fez com que ficasse bem melhor. O Edward fazia um semblante de indignação por não ter ido trabalhar, que a última vez que ele fez isso – de ficar em casa- já faz tanto tempo, que nem se lembra direito.
Servi a sua comida e em seguida, coloquei a minha. Começamos a comer normalmente, engatando numa conversa amena.
- O Emmett finalmente marcou a data do casamento. Ele disse que irá falar conosco depois – deu uma mordida em uma torrada- Por falar em depois, tenho que revisar os contratos. Ainda falta assinar e fazer uma correção em boa parte deles.
Dei um gole no meu suco – Seu pai disse para você não se preocupar com isso, que ele resolvia.
- Mesmo assim.
Terminamos de comer, e enquanto eu lavava a louça que havíamos sujado, ele checava seus e-mails no notebook.
Fui até onde ele estava – estirado no sofá- e me sentei ao seu lado.
- Falta muito?
- Na verdade, eu já acabei – sorriu de leve- Não é muito legal digitar com um braço só – balançou no alto o braço que ainda estava na tipoia- Ainda bem que eu vou tirar essa porra amanhã.
Revirei os olhos. Amanhã iria completar uma semana desde que o Edward sofreu aquele pequeno acidente. Imagino o quanto tinha sido chato e entediante passar a manhã toda sozinho em casa. Afinal, pela manhã eu tinha escola e – mesmo que eu quisesse- não poderia me dar ao luxo de faltar. O horário da tarde é que foi problema, ele praticamente surtou quando me viu começar a se arrumar para ir trabalhar. Falei que era minha obrigação ir – independente de tudo- mas ele continuara dizendo que não, insistindo na tese de que ‘’ Eu trabalhava para ele, e se ‘ele’ não estava indo, eu também não teria que ir’’. Acabou que, realmente não fui.
- Sim – falei sorrindo e me aconchegando ao seu lado- Amanhã você não terá mais essa tipoia no braço – beijei sua mandíbula-
Ele já não estava sentindo mais dor, só foi preciso tomar o remédio nos primeiros dias. Eu tentava a todo custo evitar que o Edward fizesse algum esforço. Foi um pouco difícil tentar convencê-lo a não trabalhar em casa, mas ele disse que não era pra tanto e que não iria se esforçar muito com isso. Acabei concordando, afinal, realmente não era nada de mais.
Enfim, mesmo o Edward estando com um braço ‘debilitado’ – assim dizendo- isso não impediu que tivéssemos os nossos momentos mais íntimos, óbvio que não.
Fechou o notebook e o colocou em cima da mesinha. Encostou-se no braço do sofá, e abriu as pernas, me chamando com o dedo para que eu ficasse entre elas. Fui andando de joelhos no sofá, e sentei-me de frente para ele.
- Tô precisando de cuidados – levantou a curvatura dos lábios num sorriso malicioso-
- De cuidados é? – falei já entendendo o que ele queria dizer. Retribuí o sorriso e inclinei meu corpo para frente, em busca de mais contato com o seu. Comecei a distribuir beijos molhados por todo o seu pescoço, subindo e parando no seu rosto.
Sua barba para fazer fazia uma cosquinha gostosa. Alisei seu rosto e o procurei para um beijo. Entreabri os lábios, e sua língua se infiltrou na minha boca, encontrando-se com a minha. Sua mão direita prendeu a minha cintura, puxando-me mais na sua direção, em busca de um atrito.
Ajeitei a minha posição, para facilitar um pouco. Minhas mãos foram para a sua nuca, puxando os fiozinhos que se encontravam no local. Arfei contra a sua boca quando o senti acariciar o meu seio – mesmo que por cima da blusa-. Em busca de resolver esse empecilho, afastei um pouco nossos corpos e ele resmungou baixinho.
Retirei a minha blusa, jogando-a num canto e voltei a beijá-lo. Sua língua macia enroscava-se com a minha, fazendo contracenarmos um beijo quente, onde nos separarmos apenas quando o ar se fazia necessário.
Seu braço esquerdo, que está na tipoia, ficava tocando a minha cintura – eu procurava ao máximo não fazer nenhum movimento brusco para machucá-lo. Sua mão boa foi descendo pela minha cintura e parou na minha bunda, dando um forte aperto.
Gemi baixinho, sentindo-o deitar o corpo no sofá, colocando-me em cima dele.
Rebolei contra o seu colo, e o Edward soltou uns impropérios, apertando-me cada vez mais de encontro a ele. Sentei-me em cima dele, e coloquei uma perna a cada lado do seu corpo, para facilitar que eu tirasse o meu sutiã.
Abri o fecho que ficava na frente e, o mesmo, tomou o mesmo rumo que a minha blusa – indo parar sei lá onde-. Voltei a me deitar por cima dele, buscando novamente a sua boca, e sentindo a sua já crescente excitação embaixo de mim.
Sua mão boa entrou por dentro da saia que eu usava – devido a posição ela já tinha subido uma boa parte- acariciando a minha coxa. Logo em seguida, alcançou a minha calcinha e tocou o meu centro.
Pressionou meu clitóris, por cima do pano, e involuntariamente eu rebolei meus quadris no seu dedo – querendo uma fricção no ponto que eu mais precisava.
Tão rápido quanto das outras vezes, a saia e a calcinha já não estavam no meu corpo.
- Você agora está muito vestido – desci beijos por todo o seu peitoral, minhas mãos acompanhando todo e qualquer movimento-.
Parei na sua calça e olhei pra ele com falsa hesitação. Apertei seu membro por cima da calça, e a sala foi tomada por um gemido seu – mais do que alto-.
- Tira logo essa porra, Bella.
Sorri e fiz rapidamente o que estava com vontade de fazer. Puxei sua calça para baixo, juntamente com a cueca, colocando em exposição o seu membro. Gemi só com a visão, sentindo meu centro latejar e ficando ainda mais molhada – se é que isso é possível-.
Fui para cima dele, buscando o beijo sedento, e foi isso o que aconteceu. Começamos a nos beijar sofregamente, de forma faminta, sedenta. Nossas línguas travavam uma batalha interna. Nossos corpos, já desprovidos de roupa, imploravam um pelo outro.
- Vem cá – pediu-me para subir um pouco mais o corpo, fazendo com que meus seios ficassem na frente do seu rosto.
De supetão, ele pôs a mão nas minhas costas, e fez com que abaixasse eu abaixasse meu corpo. Sua boca tomou meu seio direito entre ela, e em resposta eu gemi cada vez mais alto.
- Oh, Edward – apertei seus cabelos com mais força, quando senti sua língua rodear o mamilo-.
Largou o direito, e deu a mesma atenção ao outro.
Sua boca voltou a procurar a minha, e beijamo-nos novamente. Nossos corpos suados pediam por um contato maior, e estávamos quase fazendo isso, quando por um relâmpago, lembrei-me da camisinha. Da maldita camisinha.
Separei-nos um pouco, e resmunguei rápido o porquê. Corri nua até o quarto, pegando uma delas na cabeceira da cama, e voltei em tempo luz para a sala.
Deitei-me novamente em cima dele, e balancei a camisinha no ar.
- Desse jeito, nós temos que deixar uma em cada canto do apartamento – falou-.
Vesti-a nele, e já com prática, sentei-me em cima. Gememos alto pelo contato delicioso.
Sua mão foi diretamente para a minha cintura, e eu comecei os movimentos. Meu corpo se movia por conta própria.
- Oh, Bella – apertou mais a sua mão na minha cintura- Vai, rebola.
Não precisava nem pedir, meu corpo se movia constantemente, subindo e descendo.
Com muita rapidez, ele virou nossos corpos – nos deixando de lado- de uma forma que eu fiquei com as minhas costas encostada no sofá. Vi que o Edward ergueu o braço que estava na tipoia para não machucar, enquanto a outra foi para a minha coxa – levantando a minha perna- e entrelaçando-a no seu quadril.
Penetrou forte, numa única estocada, e deu inícios aos movimentos que nos levariam ao maravilhoso poço de sensações.
- Minha Bella – beijou o meu pescoço- Perfeita.
- Te amo – sussurrei-
Minha mão foi para as suas costas, onde finquei as minhas unhas. O silêncio da sala estava sendo interrompido por nossos altos gemidos.
Suas estocadas ficaram mais rápidas, e não demorou muito para começarmos a sentir aquele turbilhão de sensações se instalando no nosso corpo, e tomando conta de nós. Foi assim, perdidos um no corpo do outro, que chegamos ao delicioso ápice do prazer.
XXXX
- É um alívio ter tirado aquela merda – o Edward esticou a mão-
Concordei, levantando-me da minha mesa e indo até a sua, onde ele estava apoiado na frente.
Estamos na empresa, ele tirou a tipoia do braço ontem, e exclamava sempre que possível o quanto estava aliviado por não ter mais aquilo no braço.
- Sabe – começou- Não era, realmente, necessário eu ter ficado em casa todos esses dias. Não foi nada de mais – sorriu- Meus pais queriam que eu tirasse uma ‘folga’ – balançou os dedos para dar mais ênfase a essa palavra- E se aproveitaram do que aconteceu – terminou revirando os olhos-.
- Eu sei – sorri de leve- Mas mesmo assim, você estava precisando de um descanso.
- Oh, sim – sorriu maliciosamente- Descansei maravilhosamente, com toda certeza.
Caminhei calmamente até ele, e o abracei – encostando a minha cabeça em seu peito-.
- Boa tarde, pombinhos – alguém abriu a porta e entrou. Foi o Emmett-.
Viramo-nos em sua direção. O Edward ficou por trás de mim, com o queixo apoiado na minha cabeça, e as mãos ao redor da minha cintura.
- Boa tarde, Emmett – falei e ele acenou de volta pra mim-.
- Boa tarde– o Edward falou e me soltou, indo para trás da sua mesa pegar algo- Veio pegar os papeis pra levar para a reunião?
- Também – ele sorriu- Lembra que eu disse que depois ia querer falar com vocês?
Assentimos. O Edward pegou os papeis, colocou dentro de uma pasta e os entregou para o irmão.
- Pois bem – continuou- Vim convidar vocês para serem os meus padrinhos de casamento. Aceitam?
Antes que eu falasse, o Edward respondeu – É claro que sim – foi até o irmão, e deu aquele abraço meio que de lado, dando umas breves tapas nas costas- Parabéns, mesmo!
- Obrigado.
Fui até ele – Parabéns, Emmett – abracei-o- É claro que aceitamos – sorri brincando-.
Ele abriu um sorriso ainda maior – Obrigado, cunhadinha.
Passamos mais um tempo conversando, e ele nos entregou até o convite.
- A Rosalie me apressou tanto, que eu acabei marcando a data – sorriu e viu o irmão revirando os olhos- Brincadeira – balançou os papeis- Vou levar logo isso aqui. Até mais.
Andou até a porta e depois se virou, olhando pra gente – O próximo casamento que formos tenho certeza que será o de vocês – apontou para a gente-.
O Edward abriu um sorriso torto e me puxou para perto, abraçando-me – Pode apostar.
Notas finais
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Até maais õ/
bye~~
bjãO_
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