Notas iniciais
Oi gente! Obrigado pelos comentários!!!! Boa leitura!

(Por Federico)

Quando vi Bartolomeo ali parado, nos olhando assustado fiquei extasiado.

– Bartolomeo, não...se assuste.- Eu disse

– Não estou assustado, somente surpreso.- Disse ele ainda com a mesma expressão confusa.

– A Luiza e eu... estamos... juntos.- Eu disse nervoso.

– Como é?

– Isso mesmo Bartolomeo. Mas por favor não espalhe para todo mundo.

– Como quiser Alteza.

Dito isso sorriu, mas logo ficou sério e com expressão preocupada.

– Você disse que não precisávamos nos esconder.

– Não precisamos. Mas meu pai vai rejeitar que eu me case com você, ele pode ficar muito bravo. Por isso não quero que isso se espalhe, por que ele é a única pessoa que não deve saber de maneira nenhuma.

– Mas ele não sabe que eu sou de verdade.

– Mas você é plebeia agora. Não posso me casar com uma plebeia. Mas como já te disse, a data da coroação está próxima e então poderei retirar todas essas leis.

– Bom tomara que ele não descubra.

– Sim, mas isso não irá acontecer.

O tempo passou e nos divertimos bastante. Bartolomeo parecia um pouco inseguro quando me via junto de Ludmila. Eu sabia que Bartolomeo não contaria para meu pai, ele é muito fiel a mim.

Uma semana se passou até que finalmente chegamos a Itália.

– Vossa Alteza, bem-vindo de volta.- Disse Bartolomeo quando aportamos no porto de Roma, onde ficava o castelo.

Havia muitos plebeus lá, feliz por me verem de volta. Pegamos a bagagem e descemos, alguns guardas apartaram a multidão, deixei Ludmila ir em minha frente. Então fomos até a carruagem. Eu me sentei do lado de Giovanni e Angelo, perto da janela, e Ludmila ao lado de Bartolomeo. Eu fiz questão de deixá-la ficar ao lado da janela, para eu pudesse ver o castelo. Ludmila olhava tudo admirada e percebi que estava muito animada.

– E então Luiza, aonde irá morar?- Perguntou Angelo.

– Eu... não sei.- Ela disse pensativa.

– Que tal morar conosco no castelo? Ela poderá pintar lindos quadros para nós!- Disse Bartolomeo, que sentia muito carinho por Ludmila, ou melhor, por Luiza.

– Não sei se o rei aprovará a ideia.- Disse Giovanni.

– Ora, por que não? Lá vive tanta gente, criados, serviçais, nós, uma garota não irá atrapalhar em nada!- Eu disse desejando muito que ela morasse no castelo.

– Vamos ver primeiro a opinião do rei. Depois, então, resolveremos.- Disse Giovanni.

...

Notas finais
Eu sei que tá pequeno, mas tá corrido aqui. Beijos e não se esqueçam de comentar.