A Força Desse Amor

49 Uma Pista.. Uma Conversa


Notas iniciais
Olaa!! Como vão? Eu vou muito bem!!.. Estou tão feliz lendo os comentários!! agradeço demais a quem disponibiliza o tempinho pra comentar ♥ a opinião de vocês é sempre muito importante pra mim! E claro agradeço muiiito tambem aos leitores fantasminhas ♥ e espero que estejam gostando!

CRAAACH — O impacto foi forte e com o tiro, Cascuda foi lançada para a janela quebrando a vidraça e caindo num canteiro de flores que havia atrás da casa.

Quando os robôs viraram para o lado de fora, a turma já não estava mais lá.

Cascão, Cebola e Magali se escondiam no meio das flores que haviam no jardim de Cascuda e procuravam por ela.

— Ela ta ali!! — Disse Cascão.

— AAAAAIIII, eu.. eu não consigo me mexer! AHHHH — Cascuda gritava pela dor, estava cheia de arranhões causadas pelos vidros, haviam cacos grossos rasgando todo seu corpo, mas o mais impressionante foi seu ombro em carne viva causada pelo tiro que foi de raspão mas não deixou de fazer aquele estrago. Imagine se fosse certeiro, certamente era uma arma altamente poderosa.

— Ela precisa ir ao hospital urgente!! — Disse Magali.

— Filha!! Meu amor!!! — Mãe de Cascuda aparece correndo, não parava de chorar junto de seu esposo, desde que acordaram com toda a confusão estavam desesperados pela filha.

— O hospital agora não é um lugar muito seguro! Vamos para o laboratório do Franja! Talvez ele possa ajudar nos ferimentos dela! E... — Dizia Cebola mas...

POW POW POW POW — Os Robôs finalmente acharam eles e começam a atirar...

Todos tentam se proteger em meio ao jardim.

— Vão indo vocês!!! A Cascuda precisa de mais ajuda!! Os robôs querem a gente! Se ficarmos juntos vamos acabar colocando vocês em perigo! Vão indo na frente! — Explicou Cebola.

— Mas não sabemos onde fica esse...

— Eu sei papai, vou ditando a vocês e AAHHHH

— Vão!! Rápido!!

O pai de Cascuda a pega no colo e vão em direção ao laboratório de Franja.

POW POW POW — Os robôs continuavam com os tiros e procuravam pela turma pelo grande jardim onde tinham vários canteiros e arbustos.

— E agora?? Como vamos despistar eles!!! — Perguntou Magali

— Temos que achar um jeito de sair daqui!! — Disse Cascão se abaixando quase sendo atingido

(Ai, já está me dando arrepios esse lugar, coitada dessas pessoas sendo dominadas pela tecnologia e... Espera.. É ela!! Tenho certeza que é ela!! Eu a encontrei!!) — Nikki pensava voando pelo bairro e viu Magali abaixada num arbusto junto com outros dois garotos. (Vixi Maria! Ela ta em apuros… E agora??) — A fada via de longe os robôs se aproximando cada vez mais — (Não estou tão forte aqui, minhas magias vão durar pouco mas tenho que tentar..Primeiro, vamos causar uma pequena falha na tecnologia...)

Fuuuu- Com apenas um sopro de fada...

POW POW POW.... Pow.. tec tec

— Hum?? — Os robôs começaram a estranhar. — Defeito detectado! Defeito detectado!

— É nossa chance galera!! — Gritou Cebola

A turma sai em disparada sendo seguidos pelos 3 robôs, que não ficaram nada satisfeitos com isso... Embora fossem máquinas, corriam perfeitamente bem, feito um atleta, e pareciam ainda mais furiosos com os olhos intensamente vermelhos.

Com uma das armas em defeito, ainda podiam usar uma de suas outras funções: Como a arma laser, que não era tão poderosa mas machucava, e poderia muito bem pará-los.

Tzziiiu tzzzzziu tzzzzziu

— Ah fala sério! Tiros de laser agora? Será que esses caras nunca cansam? — Cascão reclamava enquanto corria.

— Eles são robôs ô tapado! Eles não sentem cansaço e eitaa...- Cebola chamava a atenção do amigo desviando de um laser que passou rente a sua cabeça.

— Gente se concentra, precisamos chegar logo no laboratório!!

— Mas chegando lá eles ainda vão estar seguindo a gente e....

TZIUUU

Um tiro de laser pega o panturrilha de Cascão em cheio o fazendo cair pra frente.

— CASCÃO! — Gritou Magali tentando levantá-lo.

— AAARGG.. Cara, como isso dói — Cascão ainda no chão gemia de dor.

— Vambora cara, ce consegue!

(Magali chegou a sua hora de mostrar um pouquinho do seu poder, você tem que começar a se acostumar...) — A fadinha repousava numa flor vendo tudo acontecer e com apenas um movimento das mãos destravou parte dos poderes de Magali.

— Levanta meu amor! A gente precisa correr e...

Os robôs já estavam bem perto apontando para os 3, quando num ato de desespero, tentando proteger Cascão, Magali tenta pará-los com as mãos.

— FICA LONGE DELE!!!!!

Algo surpreendente acontece... Uma grande carga de energia, de coloração amarela, sai das mãos de Magali

TCCHHHHIMMMMUUUUU

Os Robôs são lançados alguns metros longe, até caírem em cima de um carro.

CAAAPOWW

(Yes!!!) A fadinha vibrava e pulava de felicidade.

— O que... Meu Deus.. Vocês viram isso? O que eu fiz? O que aconteceu? — Magali assustada, olhava para suas próprias mãos, enquanto Cascão e Cebola se olhavam confusos, ninguém ali havia dito a frase chave.

Os robôs ainda funcionavam e estavam se recompondo para voltarem a persegui-los, mas essa queda deu tempo suficiente para que pudessem correr.

— Não importa, com isso ganhamos tempo! Temos que correr! — Cebola ajuda Cascão a se levantar. Devido ao corte, ele não conseguia andar tão bem. Enquanto Cebola o ajudava, Magali ainda estava paralisada olhando pra si mesma.

— Vem Magali!! — Cebola a puxa pela mão e correm o mais rápido em direção ao laboratório que já estava próximo.

Chegando la, Cebola toca o interfone.

— Quem é?

— Sou eu!! O Cebola!!

— Qual a palavra chave

— VA SE CATAR FRANJA! CASCÃO TÁ MACHUCADO AQUI!

Franja abre imediatamente e os 3 entram correndo, felizmente os Robôs chegaram até a porta de Franja mas não detectaram nenhum alvo. Decidiram descer a rua novamente para continuar procurando.

Por enquanto, estavam salvos... E finalmente respiraram aliviados.

— Por aqui! — Franja os chama para que o siga até seu laboratório de casa.

— Ué cadê o povo? — Perguntou Cascão se apoiando no amigo. Devido ao corte na panturrilha estava difícil andar.

— Eu não disse que ficaríamos no meu laboratório, eu disse que o esconderijo fica por aqui… No laboratório em si, ainda estamos vulneráveis se caso entrarem em minha casa ou destruí-la. — Franja digita um código na parede e o chão se abre — Vamos ficar abaixo de meu laboratório.

O esconderijo era bem grande, como se fosse uma casa subterrânea, e as paredes eram bem fortes a prova de som. Havia uma pequena cozinha e claro, um laboratório para Franja fazer suas pesquisas e experiências. E um mini quarto de hospital com kits de primeiros socorros caso alguém passasse mal ou se cortasse.

Todos já instalados no lugar estavam mais calmos.

Tinham alguns corredores com quartos para que cada família pudesse ficar.

Tudo bem feito para a sobrevivência de qualquer catástrofe.

A turma preferiu ficar reunida no laboratório de Franja e estavam conversando juntos.

— Caramba, achei que tinham batido as botas! — Disse Denise vendo Cascão, Cebola e Magali chegarem.

— Que bom que estão bem! — Marina abraça Magali.

— Nossa Franja, aqui é grande por ser algo subterrâneo. — Disse Cascão.

— É praticamente do tamanho da minha casa, não foi difícil construir isso tudo... E pensei em construir justamente como fuga caso algo aconteça.

— E caiu como uma luva numa hora dessas. — Disse Cebola.

— Aiii — Cascão se sentou numa das cadeiras para descansar sua perna que ardia devido o corte. — Esse corte ta doendo pra caramba

— Franja, não tem algo aí pra ajudar ele? Perguntou Magali sentada ao lado de seu amado.

— Não se preocupe, tenho um robô que pode cuidar disso... — Franja faz um sinal e rapidamente um robô vestindo um jaleco, aparece com um kit de primeiros socorros. — Esse é o RD3.000 é como um robô enfermeiro.

— Bom dia senhor! Aqui estou pronto para o atendimento! Identifiquei que foi um corte seguido de uma leve queimadura — O robô escaneia a panturrilha de Cascão — Mas não há problema, com um curativo podemos resolver! — O curativo é feito rapidamente — Não seja irresponsável! não se machuque novamente! Obrigado.

— Irresponsável é a vó!!... Experimenta correr de robôs enquanto seu mundo ta acabando ô robozinho... Seus parente tão tudo destruindo ai fora viu!!

— Gente e a Cascuda? Ela chegou? Ela ta bem? — Perguntou Magali

— Sim, ela e os pais chegaram e estão bem, ela se cortou feio, teve que ser toda enfaixada devido tantos cortes, e seu ombro estava em carne viva mas minha robô especialista em curativos deu um jeito, fora as dores e a dificuldade de locomoção, ela está bem.

— Ufa... Que bom.. — Magali suspira aliviada.

— Gente a Ramona chegou! — Disse Franja vendo na tela de seu computador, ele sabia tudo que ocorria em sua casa até do lado de fora com as câmeras de segurança.

— Ramona!! Ai que bom que você ta bem! Eu quase morri de preocupação! — Nimbus corre para abraçá-la forte.

— É que eu.. Tive uns probleminhas com minha mãe... — Disse ela retribuindo o abraço cheio de saudade.

— Ué achei que você ia pro seu mundo mágico loco lá! — Disse Denise lixando as unhas

— EU NÃO SOU LOUCO — Licurgo passa pela porta indo em direção aos quartos comendo uma maçã.

— Eu ia mas, meu pai é humano e ele não ia se encaixar bem lá, ainda mais sem minha mãe, e eu não gosto muito do mundo mágico, prefiro ser mais normal...

— Ué, mas sua mãe não vai pra lá porque? — Perguntou Marina

— Gente, foi ela mesma que deu aquela poção ao Toni, ela está nisso desde o começo! Eu ouvi tudo!!

— Tudo? Como assim tudo? Ela disse onde a Mônica está? — Cebola se aproxima de Ramona ansioso pela resposta.

— Não... Ela sabe, mas ela não quis falar...

— Aquela bruxa ... filha da..... — Cebola bufafa de raiva tentando se controlar passando a mão pelo rosto e pelos cabelos — Me desculpa Ramona, sei que é sua mãe mas...

— Você não tem que se desculpar de nada, eu mesma estou com raiva dela por tudo isso!

— E ela disse mais alguma coisa? — Perguntou isa

— Que ia dominar o mundo mágico junto com um cara lá... — Ramona suspira e já não contendo mais as lágrimas, começa a chorar sendo abraçada por Nimbus — Eu...eu não queria que ela fosse assim... Me sinto tão culpada por ter uma mãe dessa.. Gente…por favor… me perdoem!

— Não esquenta Ramona, vamos dar um jeito em tudo isso, você não tem culpa alguma. — Cebola tentava tranquilizá-la.

— Deixa disso monamu, aqui estamos seguros e juntos na farofa, isso que importa, não adianta ficar aí desaguando e desidratando, vem vou lixar sua unha pra você ficar maaaara pro fim do mundo, vem — Denise a puxa pra sentar ao seu lado e começa a lixar a unha.

— Er... Franja, eu posso falar com a Cascuda? — Perguntou Magali se levantando.

— Claro, ela está descansando no quarto de hospital, fica aqui do lado, é a porta a esquerda.

— Obrigada. — A moça sai do local.

— E aí Franja? Achou alguma informação sobre a Mônica no celular do Toni. — Cebola pergunta num tom preocupado.

— Não muita coisa... Desconfio que esse cara tenha vários celulares viu... E o pior que se ele estiver com algum nesse momento, nem podemos rastreá-lo, já que não sabemos o número de contato

— Do jeito que esse babaca é delinquente, não dúvido nada.

— Fiz uma limpa, vi todas as conversas e mensagens, não achei nada demais, além de umas conversas bem sinistras com gang's e até traficantes barra pesada! — Cebola passava a mão pelo rosto não escondendo sua preocupação ao saber daquelas coisas, nunca esteve tão apavorado por saber que Mônica estava nas mão de um crápula desse — Mas isso não vem ao caso... Apenas uma conversa me chamou a atenção.

WHATSAPP ON

Toni: Eae onde é esse lugar?

+55 XX XXXX-XXXX: Atrás do monte dos desafios.

Toni: Pô mano.. Vou ter que passar por lá?

+55 XX XXXX-XXXX: Não idiota burro! Eu disse atrás do monte dos desafios, não exatamente nele! Não se preocupe estarei lá quando chegar!

Toni: Olha o respeito garota, tá achando que eu sou quem?

+55 XX XXXX-XXXX: Ah me poupe chérie, para de draminha, esteja lá pra nossa primeira reunião..

Toni: Blz!

+55 XX XXXX-XXXX: E não seja idiota de salvar meu nome no seu celular por favor! Não quero investigações pro meu lado.

Toni: Já disse que não sou idiota!!!

WHATSAPP OFF

— Sei que não tem a Mônica no meio disso, mas já é um começo.. Nesse lugar que estiveram fazendo reunião, pode ter alguma outra pista!

— E sei muito bem de quem é esse "chérie"... Provavelmente essa conversa, pela data, é lá bem no início, quando ele e Penha estavam planejando tudo. Agora tenho certeza que os dois estão juntos nessa, Mônica ser sequestrada e horas depois Penha vir com tudo isso é impossivel ser coincidência!

— Você acha que a Mônica possa estar nesse lugar?

— Se não estiver lá, vai ser lá que vou encontrar alguma outra pista...

— Vou tentar encontrar mais informações sobre o local.

— Valeu Franja… Só sei que não vou descansar enquanto não encontrar ela, e é melhor que Toni tenha a tratado bem, porque se ela estiver com um arranhão se quer... Eu não vou ter piedade nenhuma dele!!!

Notas finais
UFAAA! Estão salvos...Cascuda não morreu galera kkk não tive coragem de matar ela... Mas posso afirmar aue ela sofreu com essas dores viu! Mas e a Mônica? Será que está bem?.. Já Cebola está com o ódio la em cima!! Toni pode estar ganhando... Mas espero que seja por pouco tempo. Muito obrigada a quem está acompanhando!! Nos vemos na próxima!