Notas iniciais
Povinho, semana que vem dia 04 de abril, a fic vai fazer aniversário! E eu e Cacá vamos tentar postar um especial para comemorar! Não sei se vai dar para ser no dia, mas certamente na semana! Espero que gostem do chap de hoje! xoxo
Kiara e Cacá

\"\"Desconhecido

Não consigo acreditar que uma
Femme Fatale, que já matou milhares de homens e mulheres através dos séculos,
não conseguiu matar crianças idiotas. Gunther
me avisou que ela já estava morta. Daria seu castelo a alguém para que tivesse cada
vez mais aliados. Ainda tinha que conseguir aliados no Olimpo. Mas estava
difícil. Já tinha o que mais precisava, mesmo
que seja sem sua plena consciência e aceitação em relação à aliança.

Annabeth

Ficamos perdidos,
durante dias no meio do mar. Os meninos estavam de mau humor, por que estavam
longe de sua adorada Felícia! Disseram que iam se atirar ao mar! E os prendemos
no porão! Mas eles tinham comida, água, refrigerante e camas! Ficaram
quietinhos e nos deixaram pensar em como voltar para casa!

Poseidon ficou inacessível durante toda a viagem. Não adiantava o quanto tentássemos. Não havia respostas e, por fim desistimos. Tínhamos que confiar em nossos sensos de direção.

Quando a comida e a água estavam ficando escassas, chegamos a uma costa conhecida! Estávamos
chegando em casa! Os meninos recobraram a consciência, em algum ponto da
viagem. Não sei bem o motivo, mas o importante é que eles estavam de volta!
Fiquei muito aliviada! Chegamos a Manhattan e fomos comer alguma coisa! Estava muito frio lá! E decidimos ir logo para o Acampamento!

Foi uma longa viagem. Quando chegamos a Long Island, a estrada que nos levaria ao Acampamento estava fechada. Então ficamos
rodando até encontrar outra que finalmente nos levou para casa.

Thalia


Já estava cansada de Nico enchendo o meu saco por causa da
Felícia. Ele só falava disso e de como nós éramos idiotas por ter saído pelo mar sem falar com ela, deixando-a sozinha e sem saber para onde ir. Por um lado, ele tinha razão, apesar de estar totalmente drogado por causa da Femme Fatale. Nós realmente não sabíamos para onde ir, não sabíamos que direção seguir. Quando estava quase a ponto de jogar todos os garotos no oceano eles voltaram ao normal. Graças aos Deuses, que por sinal estavam muito estranhos.

A água do mar estava muito estranha. Estava escura demais e
turva, em uma hora estava calma e na outra as ondas ficavam fortes e altas. Como se Poseidon estivesse perdendo o controle sobre seus domínios. O céu também estava muito estranho, como se eles estivessem lutando contra alguma coisa...
Que fosse tão forte quanto eles.

Ficamos rodando, até chegar a New York e de lá rodamos mais
até chegar ao Acampamento. Quando chegamos lá, nos deparamos com uma cena que é
de tirar as forças de qualquer um. O Acampamento estava destruído. A barreira mágica que o protegia havia sido desfeita. A Casa Grande estava chamuscada, como se tivesse pegado fogo! Não restava mais nada dos campos de morangos. Alguns chalés caíram ao chão, outros ainda estavam de pé. Eu via alguns meio-sangues carregando os mais feridos para algum lugar. Fiquei paralisada, sem saber o que fazer. Meus amigos saíram correndo para ajudar os outros, achei melhor segui-los.

–O que aconteceu aqui?- Annabeth perguntou a um dos
semideuses que carregava um amigo ferido.

–Fomos atacados. Quíron foi levado, metade dos semideuses
que passavam as férias aqui morreu, o resto está ferido. Os que não estão tão machucados estão fazendo uma revista pelo Acampamento procurando sobreviventes.

–Mas quem poderia ter feito isso?



–Não sabemos, mas um general estranho veio aqui para dar um
aviso. Ele disse que se nos uníssemos à sua Senhora, teríamos uma vida
maravilhosa, repleta de mordomias e luxos. Mas se escolhêssemos ficar contra
ela, nós morreríamos. E é claro, não ficamos do lado deles. Lutamos até a morte
por nossa casa.



Estava abismada. “Minha Senhora”... Essas palavras não me
eram estranhas. Sabia que as havia escutado recentemente. Olhei para meus
amigos e percebi que eles também tinham essa sensação. Claro! O general que foi
falar conosco no navio, era a mesma pessoa.



Percy



Me senti enfeitiçado por Felícia durante dias depois de termos
ido embora, tinha raiva de Annabeth, das minhas irmãs e das outras, que nos
tiraram de lá. Os outros garotos também tinham raiva delas. Mas depois pedimos desculpas,
apesar de saber, tão bem quanto elas, que não era nossa culpa.



Quando chegamos ao Acampamento, ele estava destruído! Foi
duro ver seu estado. Mas fiquei surpreendido quando vi o número de
sobreviventes! Vi no rosto de meus amigos que eles sabiam quem era o general
que havia estado lá no Acampamento. Tínhamos que descobrir quem era a tal
Senhora o mais rápido possível.



Fomos ajudar a cuidar dos semideuses feridos, uns foram
procurar sobreviventes e outros ficaram para cuidar dos feridos. Eu, Bruno,
Dantas, Daniel, Pedro, Monteiro, André, Caio, Rafael, Lucas e Thiago fomos
procurar os feridos e as garotas ficaram para cuidar dos que já estavam lá. Em
uma hora, eu vi Bruno se afastar, deve ter visto alguém para lá. Ele voltou
alguns minutos depois, mas estava estranho.



–Não achou ninguém para lá? – perguntei a ele



Bruno me encarou, como se estivesse procurando o motivo
porque estava falando com ele.



–Não. – ele respondeu rapidamente e se
virou, mostrando que não estava a fim de conversar. Então, eu parei de falar,
que mais poderia fazer? Continuei procurando por meus companheiros semideuses
que haviam lutado com bravura contra a ira da Senhora.



–Não
estou encontrando nenhum sobrevivente! Só vejo corpos mortos, com a vida tirada
com tirania e sem motivos aparentes!- Monteiro falou com desânimo



–Ali! Duas pessoas!- Dantas apontou para alguns
semideuses perto de uma árvore. Corremos
para ajudá-los! Haviam mais de duas pessoas! Alguns deles estavam
gravemente feridos. Os mais fortes carregaram as duas meninas com as pernas
feridas e os outros apoiaram os menos machucados nos ombros para levá-los até
as meninas.



Quando chegamos ao refeitório(onde os semideuses
estavam sendo tratados), as meninas tinham se organizado para atender melhor.



Bia



Os meninos foram procurar feridos e trazer para nós,
pois eram mais fortes e nós mais habilidosas para cuidar dos ferimentos, mas os
que não sabiam ou não conseguiam ver os machucados ou sangue foram ajudar a na
procura. Depois de algum tempo procurando, Daniel, Thiago e Rafael chegaram
carregando uma menina, cada um, meus irmãos, nossos amigos e os que ajudavam na
busca apoiavam outros feridos em seus ombros e os sentavam, enquanto os que
estavam menos feridos ou já haviam sido “tratados” iam ver o que podiam fazer.
Nós nos havíamos organizado para atendê-los melhor e que haviam deixar os que
haviam lutado, descansar.



Havia um grupo que estava cozinhando, os que não
tinham nenhuma habilidade para ajudar com os ferimentos, nem força suficiente
para carregar uma pessoa, mas um talento para cozinhar! O cheiro estava MA RAVILHOSO!



Todos os chalés combinaram de tentar contatar seus
pais a noite. Eu e meus irmãos iríamos a praia tentar falar com Poseidon,
estava rezando para que ele nos atendesse, a situação era desesperadora!



E ainda não havia me tocado que Quíron não estava
mais lá, o meio-sangue que encontramos ao chegar nos havia dito, mas não tinha
dado tanta importância, tinha tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo! Acho
que ninguém mais havia percebido. Mas de qualquer forma, estávamos de mãos
atadas, se o Acampamento fosse atacado
mais uma vez, nós todos morreríamos, não tínhamos nenhuma condição de fazer
nada. Haviam muitos feridos, o lugar estava uma bagunça, ainda teríamos que
fazer muita coisa, antes de pensar em correr atrás de Quíron ou de descobrir o
que estava acontecendo no Olimpo. Meu medo era que quando estivéssemos refeitos
já fosse tarde de mais. Afastei esses pensamentos e estavam me chamando.



Muitos de nós tinham experiência com esse tipo de
situação, por já ter presenciado algumas vezes momentos como esses. Todos nós
estávamos assustados com a situação, então decidimos encerrar as buscas cedo e
ficar no refeitório, todos juntos recarregando as baterias para no dia seguinte pedir ajuda aos Deuses
(desisitimos da ideia de fazer isso a noite) e juntar os corpos mortos e dar um
funeral descente a eles. Os mais corajosos queriam sair para fazer mais buscas
adiantar o trabalho do dia seguinte começando a juntar os corpos, mas decidimos
ficar juntos e andar em grupos.

Notas finais
Gostaram?
Deixem reviews, por favor! E não se esqueçam de checar se postamos o especial!
xoxo
Cacá e Kiara