A Fonte da Juventude

7 Conhecemos um deus, um monstro e o Mc Donald's!


Notas iniciais
Mais um pra vcs hein!

Lucas

A Cacá e o Thiago foram bem gentis, explicando para mim e para minha mãe o que estava acontecendo. Logo depois eu fui com eles para um ônibus que nos levaria para o tal Acampamento Meio-Sangue.

Eu me despedi dos meus ‘’pais’’ e desci com eles. Lá embaixo, assim que a Isa me viu, ela veio correndo em minha direção e pulou nos meus braços. Eu ri e ela saiu. Depois eu entrei e conheci meu verdadeiro pai: Apolo.

Também me fizeram dar um abraço nele. E eu descobri, que Ana B.,Isa e André eram meus irmãos. Eu me sentei em um dos lugares vazios e adormeci...

Apolo

Foi tão bom conhecer meus filhos, apesar de serem mais filhos... E três de uma vez! E também conheci minha meio-irmã, a Cacá.

Continuamos nosso caminho, agora para o Rio de Janeiro.

Duda

Eu ainda estava em choque. Sem nem saber quem era meu pai... Mas tudo indica que era Dionísio.

Ele deve ser legal... Pensei Espero

Lucas adormeceu assim que entrou no ônibus, assim como várias pessoas. Mas não eu.

Estávamos andando já fazia tempo e eu comecei a me sentir mal.

-Apolo? – perguntei

-Oi.- ele disse

-Não tem um vinho ai não? Estou passando mal. – eu disse

-Não. Mas tem ambrosia. Come um pouco. – disse ele me dando um pedacinho pequeno de alguma coisa.

-Isso é bom? – perguntei

-Muito. – ele disse

Eu experimentei. Realmente é bom. Tem gosto de chocolate branco...

-Não tem mais não? Isso é bom! – eu disse

-Tem, mas você não pode comer, é a comida dos deuses, se você comer mais do que deveria pode te transformar em pó! – ele disse

Isso me deu medo. Acho que ele percebeu.

-Só se você comer mais do que deveria!

Eu assenti.

-Vai demorar pai? – ouvi Ana B. perguntar

-Mais ou menos... Daqui a pouco o sol nasce, e vamos mais rápido. – ele disse

Eu assenti e peguei no sono.

Ana B.

Eu estava dormindo, mas acordei por causa de um pesadelo. Foi assim:

Eu, Gabriel Monteiro, Isa, Lucas, Pietra, Gabriel Dantas, Sisi, duas garotas e dois garotos que eu não conheço.

Estávamos todos andando em um lugar escuro e estranho... Ai tudo clareava um pouco, quando deu para ver, estávamos em um deserto. Era quente, muito quente, o sol batia no nosso rosto, eu estava morrendo de sede, quando vi uma cachoeira na minha frente. Sai correndo para beber, ignorando meus amigos que gritavam para eu não ir, falavam que era uma armadilha, quando eu senti a água na minha boca, desmaiei e cai em um buraco. A última coisa que ouvi, foi meus amigos gritando ‘’não não não não !’’

-Ah! – eu acordei gritando. Todos no ônibus olharam pra mim.

-O que foi? – perguntou meu pai.

-Eu...tive...um...sonho. – eu disse arfando.

-Isso acontece normalmente com os meio-sangues. – disse meu pai.

15 minutos depois ele disse:

-Crianças, botem o cinto e se segurem firme! Vamos voar! -ele disse

Alguns de nós gritamos. E começamos a voar. O vento batia em nossos rostos, passarinhos cantavam, e todos conversávamos. Tudo ótimo.

Se passaram meia-hora mais ou menos, foi tudo ótimo, tirando pelo rock pesado que meu pai botou novamente.

-Crianças vamos pousar, segurem firme! – ele disse e o carro começou a pousar...

-AHHHH – gritamos.

Logo estávamos de volta no chão firme. Estávamos em um lugar conhecido. Niterói, nossa cidade.

-Em que casa vamos primeiro? – perguntou meu papai.

-Vamos primeiro em Icaraí, e pegamos as coisas de quem mora lá, depois São Francisco, Pendotiba, Região Oceânica... Não tem ninguém que more em outro lugar que não seja esses né? – perguntou Bia

Lucas levantou a mão.

-Você não conta bobão! – eu disse

Ele se fez de desentendido e riu. Todos rimos.

Bia

Todos concordaram com a minha sugestão e estávamos indo em direção á casa de: Pedro, André, Pietra, Bruno e Thiago. Demos 15 minutos para cada um. Primeiro fomos na casa da Pietra, que com a ajuda de Apolo entrou sem que ninguém visse.

Ela demorou quase meia hora, em que ficamos no ônibus tendo que aturar olhares estranhos, de pessoas estranhas.

Quando ela voltou fomos pra casa do Bruno, do Thiago, Pedro e André. Eles (graças a Zeus) demorar 15 minutos.

Depois fomos na casa da Ana B., em São Francisco, e da Sisi, Duda, do Gabriel Dantas, e Monteiro, em Pendotiba. Depois na minha, da Cacá e da Isa. Logo eram 15:30 da tarde. Essa parte em que íamos de casa em casa, Apolo fez o trajeto de carro, em terra firme mesmo. Depois que a Isa, que foi a última a pegar suas coisas, o deus foi para um lugar vazio, perto da casa dela, e começamos novamente a voar. Eu, Cacá, Ana B., Isa, Monteiro, Dantas, Pietra, Lucas, André e Duda fomos conversando, ouvindo música, dormindo... Enquanto, Thiago, Bruno, Sisi e Pedro gritavam. Eles não podem voar, tudo bem, mas eles também estavam exagerando pô!

-Não da pra vocês pararem não? – perguntou Apolo começando a ficar com raiva.

Eles pararam um pouco.

-Vamos demorar? – perguntei á Apolo

-Algumas horas... – ele disse

-Aff... Estou com fome. – disse Pedro

-Querem parar em algum lugar para almoçar? A última coisa que vocês comeram foi o jantar no NR né? – disse o deus

Todos assentimos.

-Precisam parar em algum lugar para comer, deuses! – ele disse

-Aonde? – perguntei

-Mc Donald’s tem no mundo inteiro... – disse André com um sorriso travesso

-É! Mc Donald’s! – concordou Pedro

-Não sei não... – disse Apolo

-Por favor... – pediu Ana B.

-Por favor Apolo! – pediu Thiago

-Quem quer parar no Mc Donald’s? – perguntou o deus

Todos levantamos a mão.

-Eu sou um deus, mas vocês são maioria... Vamos ao Mc Donald’s! – disse ele

Todos ficamos felizes e começamos a conversar novamente.

Uns 5 minutos depois ele pediu para falar comigo.

-Bia. – ele me chamou

Eu olhei para ele.

-Vem aqui? Quero conversar com você. – ele disse

Eu assenti e fui andando até o lado dele.

-Esta tudo bem com você? – ele me perguntou

-Sim, é só que... Não sei explicar... – eu disse

-Você sabe quem é sua mãe né? – perguntou ele

Eu fiz que não com a cabeça

-Ai meu deus! Você é filha de Atena! – ele disse — E irmã daquele Mané ali. – disse ele apontando pro Gabriel Monteiro.

-Não pode ser! – eu disse sorrindo –Ele é um mané! – eu disse

-Mas é. – ele disse

Eu ri e fui andando.

-Maninho! – eu disse tapando os olhos do meu irmão.

-O que? – ele perguntou

-Somos irmãos por parte de mãe. – eu expliquei

-E quem é?

-Adivinha! – eu disse rindo dele

-Afrodite? – ele tentou

Eu dei um tapa na cara dele

-Atena seu burro! – eu disse

-O nome dela é ‘’Atena seu burro’’? Achei que fosse só Atena. – disse ele rindo

-É Atena. O burro é você. – eu disse

Ele riu.

Foi quando me toquei que estava no meio dos meninos que conversavam.

-Quando é seu aniversário? –ele me perguntou

-Dia 14 de dezembro. – eu disse – Porque?

-Nada. Maninha! – ele disse

-Como assim? – perguntei

-Eu faço 1º de setembro, maninha! – ele zombou de mim

-Você vai se ver comigo hein! – eu disse me levantando e voltando para o meu lugar.

Gabriel Monteiro

Foi um choque pra mim quando a Bia disse que éramos irmãos, mas o que eu posso fazer? Se Atena gerou nós dois fazer o que?

Mas eu fiquei feliz em saber que ela é minha irmã, ela é uma pessoa muito legal...

Pietra

Eu dormi quase a viajem inteira, só acordei quando Apolo perguntou aonde queríamos almoçar.Todos queríamos almoçar no Mc Donald’s, então teríamos que ir lá mesmo... Depois disso, dormi novamente, e só acordei, por causa de um sonho...

Era assim:

Eu tava lá, Gabriel Monteiro, Isa, Lucas, Gabriel Dantas, Sisi, duas garotas e dois garotos que eu não conheço.

Estávamos em um lugar quente, mas meus olhos estavam fechados, quando abri, vi um deserto. Eu estava morrendo de sono, muito cansada, quando vi camas na minha frente. Sai correndo para me deitar, ignorando meus amigos que falavam ‘’não não não não’’. Assim que eu me deitei, desmaiei e cai em um buraco.

Acordei gritando. Todos me olharam assustados.

-Tive um sonho. – eu disse

-Não pode ser. Ana B., acordou gritando que nem você, será que vocês tiveram o mesmo sonho? – perguntou Apolo

-Não sei. – eu respondi.

Acampamento Meio-Sangue

Thalia

A caça a bandeira foi chata, perdemos rapidinho... Também, chalé de Ares no outro grupo... Não tem como ganhar. Mas então, logo eles ganharam e eu fui encontrar com o Nico no refeitório.

-Oii. – eu disse quando vi ele sentado nas escadas do refeitório.

-Oi. – ele disse quando me viu.

Eu sentei do lado dele e dei um beijo na bochecha dele.

-Queria falar comigo? – perguntei

-Sim. Eu tive um sonho... – ele começou – em que chegavam 14 novos meio-sangues.

-Hum... – eu disse

-4 eram filhos dos 3 grandes. – ele disse

Meu queixo caiu novamente.

-Eles vinham com Apolo. – disse meu namorado.

-O que tem? – perguntei

-14 meio-sangues juntos! 4 filhos dos 3 grandes! – ele disse – Isso não é normal.

-Mas as vezes foi só um sonho. Relaxa. – eu disse pra ele – E dorme, que não sei você mas eu preciso ir. Beijos.

Eu disse e sai correndo para o meu chalé.

Deitei na cama e fiquei fitando o teto. Muito tempo depois eu consegui dormir.

Ana B.

Foi muito estranho o meu sonho, pelo visto da Pietra também... Mas ficamos com tanto medo (fazer o que?) que preferimos não comentar mais sobre o sonho. Umas meia hora depois do sonho da Pietra, pousamos em uma cidadezinha da Venezuela, chamada Tucupita. Papai parou o ônibus em um estacionamento, todos descemos do ônibus, e começamos a andar. Era uma cidadezinha bonita, com altos prédios, uma praia bonita, jardins de flores por toda parte, e pessoas de bom humor.

Pedimos informação a uma mulher que vinha andando com uma criança, ela disse que o Mc Donald’s mais perto ficava a umas quatro quadras dali.

Fomos andando e logo chegamos. Todos acharam estranho, 14 crianças e um adulto andando, todas as crianças vestindo uniforme de uma escola...

Entramos lá, e pedimos. Nos dividimos em 3 grupos de 5 pessoas. Uma mulherzinha veio nos atender. Ela disse alguma coisa que Apolo traduziu que era o que a gente queria. Pedi um cheesburger e uma coca-cola pequena.

Duda

Estávamos no Mc Donald’s e eu estava MORRENDO de fome. Pedi uma batata média, um hambúrguer, e um guaraná médio. Apolo foi passando de mesa em mesa, para ajudar com as traduções. Eu sentei em uma mesa com, eu, Cacá, Ana B., Pedro e Thiago.

Cacá e Pedro dividiram uma batata média, uma coca-cola e um sorvete de creme com ovomaltine.

Thiago e eu dividimos a batata e o guaraná.

Ana B. pediu um cheesburger e uma coca-cola pequena. Os outros grupos eu não vi.

Em meia hora, estávamos saciados. De onde Apolo arrumou dinheiro para pagar nossa lanche eu não sei, mas tudo bem. Estávamos andando para o ônibus, ouvimos um barulho. Apolo se virou para ver o que era, mas não tinha nada.

Continuamos andando, estávamos a centímetros do ônibus quando ouvimos novamente o barulho.

Todos nos viramos, mas não tinha nada.

Continuamos andando. Quando pisei no ônibus para entrar (eu fui a primeira) ouvimos um rugido,desses de leão.

Me virei assim como todos e o que tinha ali?

Quem dera uma simples baratinha...

Mas não, o que tinha era um monstro ENORME, com não sei quantas cabeças (7 eu acho)! Uma meio que mistura, parecia um leão, mas com dentes afiados, garras afiadas, 7 cabeças, que soltavam fogo e uma pele escamosa nojenta.

Depois da luta contra as dracenais no restaurante, passamos a andar SEMPRE com nossas armas (Apolo também mandou,mas tudo bem...). A minha era uma adaga roxa. Rapidamente todos pegamos nossas armas.

-Parabéns! – disse Apolo quando viu – Mas como vão matá-la?

-Cortando as cabeças? – tentou Pietra, que nesse momento o bicho (Hidra mas é mais legal chamar de bicho...) chegou perto dela, e ela cortou uma das cabeças.

-Assim não Pietra! – gritou Apolo – Quando se corta a cabeça de uma hidra, outras duas crescem no lugar!

E é verdade, começaram a crescer outras duas cabeças.

-Então como podemos fazer? – perguntei

André lançou uma flecha, que bateu na hidra, mas não causou nenhum dano, ela gemeu um pouco mas continuou só com mais raiva.

-Incendiando! – disse Apolo

-Ou dando um choque! – disse Sisi

-Mas como vamos dar um choque no bicho? Não da! – disse Cacá

Nessa hora, a hidra jogou uma bola de fogo, na direção da Sisi, que para desviar e não morrer se jogou no chão e foi rolando. Mas ela não viu um carro e bateu com a cabeça nele. A cabeça dela começou a sangrar e ela a gemer.

-Continuem lutando! – ela disse e fechou os olhos. Não sei se ela dormiu, desmaiou ou não queria ver nossa morte, mas ela fechou os olhos.

-Como vamos incendiar? – perguntou Thiago

- Não da pra ajudar? – Lucas perguntou á Apolo. Foi quando lembrei que ele não tinha armas. Coitado, resolvi ajudar a defender ele.

-Não posso. – disse o deus. – Sou proibido de ajudar meio-sangues. – ele gritou entre os rugidos do monstro — Mas vocês podem!

-Como?

-Só precisam... – começou ele mas um grande raio cortou o céu. – Não posso dizer. Boa luta!

-Vamos dar um choque nele. – disse Pedro para Cacá.

-Não sei se consigo, você consegue? – ela perguntou

-Temos que tentar. – ele disse

Cacá

-Vamos dar um choque nele. – disse Pedro pra mim

-Não sei se consigo, você consegue? – perguntei

-Temos que tentar. – ele disse

-Tudo bem. – eu disse – Não custa nada.

Assentimos. Tentei centralizar meu poder, para formar um raio nas mãos, mas eu ainda não sabia como, então foi meio...complicado.

Vi que ele fazia caretas. Eu não devia estar diferente...

Algum tempo depois, enquanto os outros lutavam, consegui fazer um pequeno raio, e ele conseguiu ‘’convocar’’ um pouco de água.

-No já! – eu gritei

-1...2...3...JÁ! – ele disse

Joguei o raio no monstro, ele jogou a água.

A hidra caiu no chão, mas tentava restabelecer forças.

-Vocês não conseguem fazer uma bola de fogo e incendiar tudo? – perguntei á Ana B.

-Acho que não... – ela disse

-Tentem! Por favor! Eu achava que não conseguia mas consegui! – eu disse pra ela

-Vou tentar. – ela disse

Seus irmãos, que ouviram a conversa tentaram ajudar.

Eles fizeram algumas caretas, mas logo depois, conseguiram, cada um, formar pequenas bolas de fogo.

Eles jogaram as bolas no monstro, que ficou mais fraco, mas ainda não morreu.

-Os carros! – gritou Pietra

-O que? – perguntamos

-Bota carros em cima dela, senão, caso ela não tenha morrido, ela morreria – ela gritou desesperada

Todos concordamos e tentamos levantar os carros. Mas carros são MUITO pesados, e acho que vocês sabem disso.

Olimpo

Ares

-Filho. – disse meu pai –Preciso que ajude as crianças.

-Mas por que eu? Não tem filho meu lá! – eu disse

-Mas tem uma irmã sua, e filhos de vários de nós. – disse meu pai.

-Não quero ir não pai... – eu disse

-Vai logo Ares! – ele disse

-Não quero... – eu disse

Ele formou um raio nas mãos e ameaçou jogar em mim.

-Ta ta ta. Eu vou... – eu disse com medo.

Eu sei que sou deus da guerra e coisa e tal, mas pô, ele é meu pai, e você não iria querer ir para o tártaro tão novinho como eu...

Sai andando da sala do trono, peguei minha moto e fui para a VENEZUELA salvar aquelas crianças idiotas que nem são minhas filhas...

Pedro

Foi muito ruim ver minha ‘maninha’ rolar pelo chão, bater com a cabeça e depois desmaiar, mas não tinha nada que eu pudesse fazer. Logo, eu e Cacá (minha priminha) conseguimos eletrocutar o monstro, e os filhos de Apolo, lançaram bolas de fogo na hidra. Mas precisávamos de mais alguma coisa... Pietra disse para jogarmos carros em cima. Não é má idéia, mas não conseguimos nem tirar o carro do chão! Todos tentamos, mas nada, só conseguimos andar alguns centímetros pro lado, mas ainda estava muito longe da hidra. Ficamos tentando, quando chegou um cara estranho, forte, com cara de bad-boy em uma moto, vermelha e preta.

Todos recuamos com medo. Apolo foi falar com o cara

-Irmão! O que faz aqui? – perguntou o deus

-Papai me mandou aqui para ajudar vocês... – disse ele

-Anh, com licença, mas quem é você? – perguntou Bruno.

Notas finais
Reviews! Nao mata!