A Fonte da Juventude

10 Começam os treinamentos


Notas iniciais
Mais um pra vocês gente...
Olha, me desculpem, mas to santa demais, nos próximos capitulos vai ter palavrão, a fic nao é a mesma sem eles!
Beijos e espero que gostem.

Cacá

-Ele é muito chato! – disse Pedro

-Eu ouvi isso! – disse Percy aparecendo na janela

-Anh...Não é você que é chato, o meu anh...cachorro! Meu cachorro que é chato! – disse Pedro

-Por que? – perguntou Percy com um sorriso travesso

-Ele...pula nas pessoas e late que nem um maluco! – disse Pedro – Agora vai procurar a Annabeth, vai! Vai! Tchau!

Percy revirou os olhos e saiu.

-Ele ainda é muito chato! – cochichou Pedro

-E eu ainda ouvi isso! – gritou Percy lá de fora.

Pedro revirou os olhos.

-Vai demorar Sisi? – perguntou Duda gritando

-Não, já estou saindo! – disse ela

-E ai? Qual a novidade? Vocês ainda não me falaram. – disse Pedro

-É que... eu... – eu comecei

-Ela consegue ler pensamentos! – disse Duda

Eu a fulminei com os olhos e me virei para o Pedro.

Dei um sorrisinho, desses tipo ‘’colgate’’.

Ele me deu língua e disse:

-É sério, qual a novidade? – disse ele

-É sério, eu consigo ler pensamentos. – eu disse

-Duvido. – disse ele

-Pensa em um número. – disse Duda

-8. – eu disse

-Isso. – ele disse – Deve ter sido só coincidência.

-Pensa em outro. –eu disse.-1348.

-Isso. – ele disse – Mais uma vez e eu acredito.

-12562. – eu disse

O queixo dele caiu.

-I-i-isso. – ele disse

-Viu? – perguntou Duda

Ele assentiu.

-Agora acredita? – perguntei

Ele assentiu novamente.

-E ai gente? – perguntou Sisi saindo do banheiro com uma calça jeans que nem a minha e a da Duda, e uma blusa laranja.

Duda também estava de calça jeans, mas ela usava uma blusa roxa, com um casaco jeans, que depois tirou.

-Oiii. – eu disse me levantando para dar um abraço nela.

Ela riu.

-Desculpa, não pude deixar de ouvir a conversa de vocês. – disse ela – Você consegue mesmo ler pensamentos?

Eu assenti.

O queixo dela caiu.

Ouvimos um barulho de trombone.

-Café da manhã. – falamos juntos.

Fomos andando para o refeitório e no caminho, encontramos André, Thiago, Isa e Lucas.

Chegando lá, nos separamos e cada um de nós fomos para nossas mesas.

Encontrei a chata da Thalia. Taaaa, ela é legal, mas é mais legal falar que ela é chata.

Sisi

O café da manhã foi normal, e depois dele tínhamos treino. Como eu não entendia nada, fiquei o tempo inteiro com o Percy e o Pedro.

-O que a gente vai fazer? – perguntei

-Vou emprestar meu horário pra vocês, é o mesmo, a não ser que Quiron mude. – disse Percy

Ele pegou um papel amassado na bermuda e deu pra mim.

-Aqui. Daqui a cinco minutos temos aula com os pégasos, me encontrem nos estábulos que eu tenho que falar com a Annabeth. – disse ele

Eu e Pedro assentimos e saímos correndo apostando uma corrida até os estábulos.

Como era de se esperar (N/A:Sisi não me mata, mas ele é mais rápido!) ele ganhou... L

Como ainda faltavam pelo menos 3 minutos, ficamos conversando e mexendo com os ‘cavalos’.

-Esses cavalos são tão fofos! – eu disse

Obrigado.

Ouvi alguém dizer em minha mente.

-O que foi isso? – perguntei em voz alta

-Isso o que? – perguntou ele

-Você não ouviu? – perguntei – Alguém falando ‘’Obrigado’’?

-Não, você ta bem Sisi? – ele perguntou como se eu tivesse ficado maluca.

-Acho que sim, mas quando elogiei os cavalos ouvi alguém dizer ‘’Obrigado’’ na minha mente. – expliquei

-Deve ter sido só o vento. – disse ele

Logo chegou Percy correndo, acompanhado de alguns campistas da minha idade...

Um deles era um menino, pelo visto, filho de Hefesto, muito fofo...

Louise se concentra! Você esta aqui para treinar, não para namorar!

-Eu já disse que por Poseidon ter criado os cavalos conseguimos ente-los? –perguntou Percy

-Na verdade não, você esqueceu desse detalhe. – disse Pedro

Percy e os 3 campistas que estavam com ele, riram.

-Vamos gente, escolham um cavalo. – disse Percy

-Qual o mais...manso? – perguntei

-A Butterflie. – disse ele

-Vocês deram o nome do cavalo de ‘’Borboleta’’? – perguntou Pedro

-É...não reclama! – disse Percy – Sobe logo no cavalo!

Ele revirou os olhos. Subi no cavalo que o Percy indicou, era bem bonito, todo branco...

Thalia

Depois do café da manhã, nas terças feiras (como hoje), eu tenho uma hora de descanso (o que é ótimo!), falei isso para a Cacá, ela foi procurar algum amigo, que como eu disse pra ela, os filhos de Dionísio, Hades e Afrodite também não tinham nada nessas uma hora que nem a gente.

Eu fui procurar Nico.

Achei ele conversando com um de seus novos irmãos, o Bruno eu acho.

-Oi amor. – eu disse dando um beijo na bochecha dele.

-Oi. – disse ele sorrindo. – Bruno essa é a Thalia e Thalia esse é o Bruno.

-Oi Thalia. – disse Bruno

-Oi. – eu disse

-O que a gente estava falando mesmo? – perguntou Bruno

-Que tinham que pintar de uma cor melhor o nosso quarto e botar umas janelas. – disse Nico como se conversar com o garoto fosse a pior coisa do mundo.

Eu vi ele fazendo um ‘’vai embora cara’’ com a cabeça.

-Desculpa, mas eu vou indo... – disse Bruno e saiu correndo dali.

-Simples como tirar doce de criança. – disse ele chegando perto para tentar me beijar

Eu deixei, não posso fazer nada ele é muito gato!

Mas o negócio começou a ficar...’’pesado’’ demais e eu tentei sair, mas ele não deixou, começou a me ‘’abraçar’’ (N/A:Pra não dizer coisa pior).

-Nico. – repreendi

-O que foi amor? – ele perguntou me ‘’abraçando’’ mais.

-Nico, aqui não! – eu disse tentando sair

-O que foi? – perguntou ele sem me largar.

Ele começou a beijar meu pescoço...

-Meu fantasminha! – eu disse abraçando ele também. Se não pode ganhar junte-se a ele (N/A: Acho que é assim o ditado)!

Até que ELE começou a querer me soltar.

Depois de um tempo tentando continuar, me rendi.

Todos á nossa volta nos olhavam com umas caras...

Ele me deu mais um beijo e saiu correndo para algum lugar.

Ele estava meio...bagunçado. Seu cabelo preto, estava totalmente embaraçado e sua boca tinha parte do meu batom.

Sai correndo de volta pro meu chalé e dei de cara, com Cacá e alguns amigos conversando na entrada dele.

Ela me olhou com um olhar repreendedor, me disse um ‘’vamos conversar sobre isso’’, enquanto os outros riam. Eu acenei e entrei correndo.

Quando me vi no espelho do banheiro... Eu tava HORRÍVEL!

Meu cabelo estava espetado, como se meu querido papai tivesse me dado um choque. Meu batom borrado, meu rosto vermelho e meu pescoço com uma marca que não daria para explicar nem depois de uma luta com Ares!

Apressei em me arrumar. Tomei um delicioso, relaxante banho. Penteei meu cabelo, que estava totalmente revoltado, passei um batom descente e sai.

Minha maninha e os amigos já não estavam mais ali.

Cacá

Depois do café, Thalia disse que a gente tinha uma hora de descanso, assim como os filhos de Afrodite, Dionísio e Hades.

Fui procurar Duda.

Fui andando até o chalé de Dionísio e bati na porta.

-Quem é? – perguntou uma voz de menino

-Cacá, amiga da Duda. – eu disse

Ele abriu a porta, era um dos irmãos da Duda.

-A filha de Zeus não é? – perguntou ele

Eu assenti.

-Pode entrar. – disse ele

-Cadê a Duda? – perguntei

-Tomando banho. – disse ele apontando para o banheiro.

Eu assenti e disse.

-Vai demorar Duda?

-Não, espera...anh...nem 5 minutos!

-Ta bom... – eu disse

-Pode ficar a vontade. – disse outro garotinho.

-Obrigada. – eu disse – E quais são seus nomes?

-Castor. – disse o que abriu a porta pra mim.

Ele era meio baixo, tinha cabelos curtos, encaracolados e loiros. Seus olhos eram azuis. Ele estava de calça jeans e uma blusa azul escrita ‘’Dionisio é D+!’’

-Pollux. – disse o outro.

Ele era um pouco mais alto que o primeiro, tinha os mesmos cabelos, mas seus olhos eram castanhos. Ele também estava com calça jeans e uma blusa preta escrita ‘’AMO vinho, seu idiota’’.

-Prazer em conhecer, sou Cacá. – eu disse estendendo a mão para eles apertarem. Mas ao invés disso eles me deram um abraço. Ta né...

Eles indicaram para que eu sentasse em um dos beliches e sentei.

-Quantos anos vocês tem? – perguntei

-9. – responderam juntos, depois começaram com uns 50 ‘’mandracks’’. Foi engraçado

-Oi povo. – disse Duda aparecendo no quarto.

Ela estava com um MINI short, apesar de estar o maior frio lá fora, e uma bata roxa, mas nela tudo sempre fica tão bonito, é incrível!

-Troca. – disse o...Castor se não me engano.

-Por que? – ela perguntou

-Muito curto. – disse Pollux

-Isso é problema meu, não de vocês, e EU sou a irmã mais velha. – disse ela, eu ri.

-Troca. – disse Pollux.

-Não. – disse ela

-Troca. – disse Castor

-Não. – disse ela

-Troca. – disse Pollux.

-Não. – disse ela

-Troca. – disse Castor

-Não. – disse ela

-Troca ou eu chamo o papai. – disse Pollux.

-Não. E to me lixando! – disse ela dando de ombros.

Ela me pegou pela mão e saiu do chalé rebolando. Maluquinha!

-Eles me irritam! – ela disse

-A minha pelo menos é mais velha, pode me ajudar...Mas ontem ela ficou falando que o... gostava de mim! – eu disse com raiva – Da pra acreditar?

Ela riu, me pegou novamente pela mão e saiu correndo me levando. Para onde? Adivinha! Pro chalé de Hades! Falar com o Thiago... ELES SE AMAM!

Paramos na frente dele, e não vimos ninguém. Ela me puxou de novo, para a praia dessa vez.

Ela me levou correndo pra lá, rindo, eu e ela. Todos as pessoas (garotos em especial...) que passavam pela gente, riam muito.

Mas quando chegamos na areia, que eu achei que ela ia me soltar, não, ela continuou me puxando, para a água!

Quando vi, já estava com os pés na água. Ela começou a jogar água em mim, e rir. Eu não pude evitar, comecei a rir junto. Quando comecei a sentir dor de cabeça. Eu sempre sinto quando estou na água, e sempre passa, então resolvi ignorar. Mas ao invés de passar, como normalmente, começou a piorar. Eu falei pra ela que estava com muita do de cabeça e queria ir á enfermaria, mas ela disse pra gente continuar a guerra de água. Fomos indo mais para o fundo e minha dor ia aumentando. Minha dor de cabeça avançou para dor de garganta, barriga, muscular...Resumindo, tava tudo doendo!

-D-u-d-a. – resmunguei – Esta doendo, tenho que sair.

-Ah vai! Deixa de bobeira! Vem brincar. – disse ela jogando água na minha cara.

Eu já não me agüentava em pé. Quando ela jogou água na minha cara, cai e fiquei boiando, até que ela me pegou e tentou me ajudar á ir para a areia.

Ela me deitou na areia. Minha cabeça latejava, meu coração doía e eu via tudo embaçado. Ela saiu correndo gritando socorro e pedindo ajuda.

Logo ela chegou com Sisi, Pedro, Percy, Annabeth, e outros campistas que eu não conheço.

-Ai. – resmunguei tentando sentar.

-Deita. – disse alguém, um filho de Apolo eu acho.

-Minha cabeça. Esta doendo. – eu disse

-Imagino! Uma filha de Zeus na água! Maluca você de entrar lá! – disse ele

-Ela não entrou por vontade própria. – disse Duda

-Quem a levou? – perguntou o garoto de uns 13 anos á Duda – Quiron vai reclamar!!!!!

-Eu fui sozinha sim. – eu disse

Duda me olhou sem entender, eu pisquei e ela entendeu, murmurou um obrigado e se sentou ao meu lado.

-Quem é você? – perguntei

-Mike, filho de Apolo. – disse ele

-Eu sou... – eu tentei dizer, mas ele me interrompeu.

-Todos sabemos quem você é. – disse ele

-Devo ficar feliz? – perguntei

Ele sorriu.

-Não por muito tempo, você não deveria ter entrado na água mocinha. – ele me repreendeu

-Você parece minha mãe! Larga do pé chulé! – eu disse

-É sério. Você não podia ter entrado, poderia ter morrido. – ele disse -Vem , vou te levar para a enfermaria.

Ele me pegou no colo.

-Mike! – ouvi alguém gritar.

Ele olhou.

-O que foi? – ele perguntou

-Ajuda aqui! Algum monstro atacou uma menina! – disse o ‘’alguém’’.

-Eu to ajudando aqui! Pede pro Chris! – ele disse

-Ele não é tão bom em medicina quanto você! – disse o alguém.

-Eu levo ela, vai lá. – disse quem? Percy que não foi. Pedro! (N/A: vocês já devem ter reparado que a Cacá gosta do Pedro né?)

-Tudo bem por mim. Pode ser Cacá? – perguntou Mike

-Pode.

Ele disse alguma coisa no ouvido do Pedro e resmungou um ‘’depois falo com você’’ pra mim e saiu correndo em direção á floresta.

Pedro me pegou no colo.

-Pode deixar que eu vou andando. – eu disse tentando descer.

-Não posso não. – disse ele

-É sério Pedro, pode me deixar. – eu disse

-Ele não deixou você ir andando, ele disse que se descobrisse que eu fui andando ia se ver comigo depois! – disse ele

-Com medinho de um filho de...ai...Apolo? – perguntei, o ‘’ai’’ no meio, foi minha cabeça que doeu.

-Não, só não quero ser acusado de assassino. – disse ele rindo

-Você não mata nem uma mosca! – eu disse

Ele me deu língua e ameaçou me jogar no chão.

-Ai eu tava só de brincadeira! Parece até sua irmã, que fica irritadinha por qualquer coisa! – eu disse

-Você me chamou de irritadinha? – perguntou ela

-Não, minha avó! – eu disse com sarcasmo.

Ela deu um soco no meu ombro.

-Ei! Seu pai quase me matou na água, não da pra parar por ai não? – perguntei

Ela revirou os olhos pensativa e disse:

-Não, você já me deu muitos choques!

-Não foi culpa minha! – eu disse

Por um instante esqueci minha dor. Por um instante. Ela logo voltou.

-Ai minha cabeça. – reclamei

-Acho que você vai ficar um bom tempo na enfermaria hein! – disse um dos garotos que eu não conheço, eles vieram seguindo a gente!

E eu querendo um momento á sós...

Pedro me levou até a enfermaria, me deitou em uma maca e foi falar com uns seres que ‘’trabalhavam’’ lá, ninfas eu acho.

Depois só lembro de uma delas me dando um pouco de um remédio, eu acho, com gostinho de chocolate, e eu apaguei.

Duda

Me senti tão culpada pela Cacá... Eu não fiz por querer! Mas fiquei meio feliz quando ela não botou a culpa em mim, ela é uma verdadeira amiga.

Pedro botou ela na maca e foi falar com as enfermeiras, que eram ninfas eu acho.

Tava me sentindo tão mal... Aproveitei que estava na enfermaria e pedi um remédio, mas eles não me deram alegando que eu não tava com nada.

Não pude fazer nada a não ser sair, assim como todo mundo. Quem pode, voltou para suas atividades e eu fiquei andando por ai.

Estava de volta á praia, quando senti mãos nos meus olhos.

-Quem é? – perguntou a voz

-Anh...Sei la! – eu disse

-Adivinha. – disse ele. Deu pra ver que era um menino.

-Anh...André? – tentei

Ele resmungou e disse.

-Tenta de novo. – disse ele

-Anh...Lucas? – tentei

-Mais uma chance! – disse ele com raiva

-Eu sei que é você Thiago. – eu disse rindo

-Como você sabe? – ele perguntou

-Sei la, mas eu sabia que era você.

Ele revirou os olhos e sentou ao meu lado na areia.

-E ai? – ele perguntou

-E ai o que?

-Como vai?

-Bem e você?

-É... Gostou dos seus irmãos?

-Sim, eles são legais e super fofos. E você? Gostou dos seus?

-Bruno, não é novidade, o mesmo chato de sempre. E o Nico...é, ele é legal. – disse ele

Eu ri.

-Mas meu quarto da um pouco de medo... – disse ele corando

-É todo preto né? – perguntei

Ele assentiu.

Eu ri.

-Não era pra rir! Assim você me deixa constrangido! – disse ele fazendo (ou melhor ,tentando) fazer cara de bravo.

-Você sabe que eu te adoro. – eu disse dando um beijo na bochecha dele.

Depois do beijo que tivemos que dar no verdade ou conseqüência, ficamos mais amigos, e anh... ele me pediu em namoro, ta admiti!

Ele riu.

-Você também sabe que eu te adoro. – disse ele me dando um beijo na bochecha.

Sorrimos.

Ele levantou com um sorriso travesso, me pegou no colo (esses garotos são fortes hein!) e foi andando para a água.

-Não Thiago! Depois do que aconteceu hoje não quero ver esse mar por um bom tempo. – eu disse

Ele deu outro sorriso travesso e começou a correr. Como não estávamos longe do mar, ele logo entrou na água. Como ele é alto, demorei a ficar molhada, mas a água já ia até a cintura dele, quando comecei a sentir.

Eu ri, ele riu mais.

Ele foi entrando mais fundo, quando vi, tinha água até meu pescoço.

Quando chegou ai, ele parou.

Me largou, me fazendo boiar.

Olhei para a praia. Parecia estar a quilômetros de nós. Eu via ao longe, todo o Acampamento, até alguns carros passando na rodovia ali por cima. O Acampamento é tão bonito...

Seus grandes campos de morango, crianças correndo de um lado para o outro, todos de bem com a vida... Ao longe, o anfiteatro, a parede de escalada e os estábulos. A casa grande e os 13 chalés. A arena e o arsenal, Artes & Ofícios, o lago, as quadras de vôlei, a floresta e o refeitório.

-É tudo tão lindo né? – perguntei

-É. – disse ele

Ficamos em silencio, fitando Apolo, o Acampamento...

-Gostou do seu pai? – ele me perguntou

-Sim, ele é legal. – eu disse- E você? Quer conhecer seu pai?

-Quem não quer conhecer o pai? Mas sei la... estou meio bravo com ele. – ele disse

-Eu sei como é, eu também estava assim com meu pai, mas, ele é e sempre vai ser nosso pai, não da pra mudar. – eu disse

-Isso é, mas...Não sei explicar. Só sei que estou com raiva. – disse ele

-Vamos voltar? Daqui a pouco temos aula. – eu disse

-Vamos. – disse ele começando a nadar.

-Ei! Me trouxe vai me levar de volta! – eu disse pra ele

Ele riu, voltou, me pegou no colo e foi me levando de volta para a areia.

Notas finais
Lembrando, os próximos capitulos vao ter palavrão!