A Filha do Dono
9 O passado de Magali pt. l
Notas iniciais
Eu estava curtindo o fim de semana na badalada festa do pijama de Carmem DiLaurents.
Era um dia difícil, muitas meninas bonitas usando pijamas curtos e apertados, deixando a mostra aquelas pernas grossas e apertando aqueles seios fardos com um tecido de malha.
Eu não sei como aquilo começou, mas teve um tempo em que comecei a ficar nervosa perto de garotas, meu coração batia mais forte, minha respiração ficava ofegante, meu suor ficava frio...
Mas não tinha mais como ir pra trás, eu já estava na casa de Carmem usando o meu pijama relaxado, mas que na minha opinião era bonito.
A camiseta era preta com uma estampa de cobra na cor dourada, e a calça era bem larga, xadrez e na cor azul.
Estava somente eu, Carmem e Ana na sala, esperando que as outras meninas chegassem. Bom, na verdade elas já tinham chegado mas estavam colocando seus pijamas.
As garotas vieram uma a uma, Isa, Maria, Amanda, Cascuda e todas usavam pijamas de calças, e elas não eram muito bonitas pra ser sincera, nenhuma delas me chamou a atenção, por sorte.
Mas a minha sorte acabou quando uma garota que eu não conhecia entrou na sala.
Ela era ruiva, tinha o cabelo mais vermelho que o da Amanda, era magrinha e usava uma camiseta azul com o rosto do Come-come da Vila Sésamo, acompanhado de um micro-short também azul.
Aquela menina era muito linda.
Carmem a apresentou para todas nós e ela era bem simpática, veio cumprimentar todas nós dando um selinho em nossas bochechas, quando terminou ela se sentou ao meu lado e deu um sorriso pra mim.
Sorri de volta.
Depois que mais algumas meninas voltaram usando seus pijamas a Carmem nos chamou pra ir pro quarto dela.
Eu já havia tido um papo com aquela garota antes de irmos pro quarto da Carmem, e descobri que além de simpática, aquela garota era muito pervertida.
Quando as meninas estavam subindo pro quarto da Carmem, eu e essa guria ficamos como últimas e eu fui subindo na frente dela.
Até que ela apertou a minha bunda e eu gemi baixinho, mas como não podia demonstrar que estava excitada, virei pra trás com uma cara de brava.
Ela apenas mostrou a língua e cutucou a ponta do meu nariz, e subiu as escadas na minha frente.
Quando chegamos no quarto da Carmem ela nos serviu alguns quitutes.
Eu sentei em um pufe que ficava perto da mesa de doces, peguei um marshmallow e molhei no fondue de chocolate.
Estava lá comendo de boa até que aquela menina ruiva se aproximou de mim novamente, se sentou do meu lado e apoiou das costas pra cima, sobre meu colo.
Ela pegou alguns cookies de chocolate e foi comendo.
Cada mordida que ela dava era sensual, ela mordia aquilo com gosto, parecia que estava me provocando.
Depois que terminamos de comer, Carmem ligou o som e deu vários travesseiros pra todas as garotas.
Algumas começaram a se bater com os travesseiros, outras dançavam como aquelas meninas dançavam com os caras em bailes funk, mas tinha direito a tudo, bater na bunda da outra, pegar no seios delas e até ficar de quatro em cima dela que iam pensar que você estava só se divertindo.
Aquela menina ruiva, se sentou no meu colo virada pra mim.
Apesar de eu achar ela muito bonita e gostar dos toques delas, eu não era nenhuma cachorra pra dar o direito de uma estranha começar a pegar em mim.
Mas não pude resistir, ela começou a se esfregar em mim e minha vagina começou a se contorcer.
Ela me olhava com um olhar malicioso e se esfregava em mim cada vez mais.
Uma hora ela pegou em minhas mãos e ás levou até seus seios.
Eu não pude mais me segurar, se ela queria então íamos logo com aquilo, comecei a apertar os seios delas e elas soltava alguns gemidos abafados enquanto continuava se esfregando em mim.
As outras garotas estavam distraídas demais com as danças e com as brigas de travesseiros que nem estavam nos notando, mas tínhamos que ter noção que estávamos em uma festa do pijama em volta de várias meninas.
Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, a garota pegou na minha mão e me puxou dali.
Saímos do quarto de Carmem e eu não sabia onde ela ia me levar, quando me dei conta estávamos entrando no banheiro.
Ela entrou depois de mim e trancou a porta, eu pensei: "Hoje teem".
Ela foi se aproximando de mim de devagarinho, me pegou pela bunda e me deu um beijo.
O beijo começou calmo mas foi ficando mais urgente e tentador.
Sua língua parecia que ia me sufocar de tão fundo que ela ia com a língua.
Eu segurei em sua cintura e a puxei pra mais perto de mim, e ela apertava minha bunda com vontade.
Ela desfez o beijo e ficou me olhando com uma cara maliciosa. Corei.
Ela deu uma risada ao ver que minha cara estava vermelha e deu uma lambida em meus lábios.
Eu fechei os olhos e gemi baixinho.
Ela então segurou a minha camiseta, parecia querer tira-lá, eu apenas levantei os braços e ela a tirou jogando em um canto qualquer do banheiro.
Eu não queria bancar a inocente e deixar que ela fizesse todo o trabalho, então tirei a camiseta dela também e a empurrei contra a parede.
Eu estava muito excitada, ela estava de costas virada pra parede, então desabotoei o sutiã dela e a virei de frente.
Suguei um de seus seios e pude ouvir ela gemendo, aquilo me deixou ainda com mais vontade e eu suguei com ainda mais força.
Ela segurou em meus cabelos e foi me ajudando a chupa-lá.
Quando eu terminei eu voltei a encara-la e nos beijamos de novo.
Ela me empurrou e eu cai sentada na privada (Fechada) e ela se sentou sobre mim e começou a se esfregar em mim de novo.
Eu estava muito excitada então tirei o short dela e dei um tapa estalado na bunda dela.
Ela gemeu um pouco mais alto dessa vez, e se levantou para tirar a minha calça também.
Eu estava só de calcinha e sutiã e ela estava só de calcinha.
Antes de ela se sentar em mim novamente, tiramos as calcinhas juntas e aqs jogamos pra longe.
Ela se sentou sobre mim e tirou meu sutiã com os dentes, aquela garota era um pecado de pessoa.
Ela começou a se esfregar em mim de novo, dessa vez com mais vontade, minha vagina estava se contorcendo eu estava possuída pelo prazer.
Ela se esfregava em mim com vontade enquanto acariciava um dos meus seios e me beijava com intensidade.
Eu não queria que aquilo acabasse nunca.
Até que ouvimos algumas batidas na porta.
Nos levantamos correndo e nos vestimos.
Saímos como se nada tivesse acontecido, mas ao invés das garotas estarem desconfiadas, estavam preocupadas, pensando que uma de nós tinha passado mal ou sei lá o que.
A garota ruiva que acho que deveria se chamar Denise, pois Carmem estava chamando por esse nome enquanto batia na porta do banheiro, disse que eu tinha passado mal e ela foi no banheiro me ajudar.
Eu concordei com ela e Denise disse que eu ainda estava passando mal e que ela podiam ir na frente.
Carmem e as garotas sem desconfiarem de nada foram andando a nossa frente enquanto eu e Denise íamos atrás.
Quando as meninas se afastaram um pouco, Denise me abraçou de lado e com a outra mão, á enfiou dentro de minha calça e de minha calcinha e começou a estimular meu clitóris com aquilo.
Eu me apoiei na parede pra não cair no chão de tanto prazer.
Ela percebeu que eu estava gemendo alto demais, então tapou a minha boca e tirou a mão da minha calcinha, mas antes de ir ainda deu um tapa na minha bunda e me olhou com aquele olhar malicioso que ela sempre faz
Continua...
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